10 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
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Lembrando 2015: Cresce a pressão dos professores contra o governo Richa

No dia 10 de abril de 2015, a APP-Sindicato protocolava um pedido de retomada das negociações com o governo do Estado. À noite, professores protestaram contra Beto Richa (PSDB) na inauguração do Teatro de Cascavel, mas foram recebidos pela tropa de choque da Polícia Militar. Leia mais

3 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
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Há 3 anos, popularidade de Richa só caía com ataques aos servidores

O governador Beto Richa promoveu em 2015 os mais duros ataques aos servidores estaduais, em especial os professores. Isso se refletiu diretamente em seus índices de popularidade. No dia 03 de abril de 2015, o Blog do Esmael noticiava que a reprovação de Richa era maior que a da presidente deposta Dilma Roussefff. Relembre no Blog do Esmael. Leia mais

20 de Março de 2018
por Eugênio Aragão
Comentários desativados em Mais um golpe na educação: Temer quer até 40% do ensino médio à distância

Mais um golpe na educação: Temer quer até 40% do ensino médio à distância


O ilegítimo governo Michel Temer prepara mais um duro golpe na educação e na qualidade do ensino de todo o país. A intenção agora é liberar para que quase a metade (40%) do ensino médio regular seja feita à distância. Na educação de jovens e adultos a proposta é ainda pior. Nesse caso, todo o conteúdo poderá ser ministrado pela internet, sem a presença dos estudantes. A intenção é clara, desobrigar a União e os Estados dos investimentos na educação pública, reduzir o número de professores e fechar escolas. Leia mais

4 de Maio de 2016
por admin
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Acenda o Farol: Fruet pagou reforma mais cara do que a construção

farol

A atual administração municipal de Curitiba considera os Faróis do Saber “caros e pouco funcionais”. Gastou-se com a reforma desses equipamentos várias vezes o valor que custou a sua construção. As informações são do engenheiro Rafael Greca (PMN), na sua coluna semanal. Greca, em seu mandato de prefeito, foi o responsável pela construção dessas bibliotecas públicas que já nos anos 90 proporcionavam acesso à internet, absoluta novidade na época. Leia, ouça e assista a um vídeo com os detalhes, a seguir. 

27 de Abril de 2016
por admin
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“Abram os portões para a Educação”

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O dia 29 de abril de 2015 ficou marcado na história de Curitiba como o primeiro bombardeio que a cidade sofreu, com bombas sendo lançadas de helicópteros contra os professores. Foi um dia triste que agora completará um ano e está sendo relembrado para que não se repita. Parte desta memória está na coluna do ex-prefeito Rafael Greca (PMN). Greca lembra também de outra data triste para a Educação, o 30 de agosto de 1988. Na época ele era deputado estadual e abriu os portões da Assembleia para acolher feridos. Leia e ouça a seguir. 

16 de Março de 2016
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Coluna do Rafael Greca: Fruet ataca inimigos imaginários

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Rafael Greca*

A última do Gustavo Fruet (PDT), depois que a Sereia do PT caiu no buraco da Lava Jato. Em discurso extemporâneo, dentro de escola pública, falando para uma plateia formada por inocentes crianças, o prefs Fruet deixou escapar o desânimo de sua equipe com as chances de sua reeleição e atacou o que podemos chamar de inimigos imaginários.

Foi um discurso acentuadamente eleitoral. A quadra coberta de uma escola pública virou palanque  para o mais tacanho proselitismo político. Conduta vedada pela legislação. Deu-se na última quinta-feira, dia 10 de março, durante inauguração de minúsculas melhorias na Escola Municipal Leonor Castellano, no Boqueirão.

O evento abriu a programação de aniversário dos 323 anos de Curitiba, segundo informou, pomposa, a áulica e caríssima assessoria da Prefs sem feitos.

O prefeito disse que o ano eleitoral será de “ofensas e mentiras”. Da nossa parte, não! Cremos firmemente que só a Verdade nos libertará. Só a Realidade bem observada pode gerar a verdadeira consciência.

22 de Fevereiro de 2016
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Beto Richa segue fechando turmas e professores PSS ficam a ver navios

Os professores que trabalham contratados pelo Processo Seletivo Simplificado, os chamados PSS, estão sofrendo mais do que o costume neste início de 2016. Acontece que na maioria dos Núcleos Regionais de Educação (NREs) praticamente não há aulas para esses profissionais.

Por que faltam aulas aos PSS? Ora, porque o governador Beto Richa (PSDB) segue fechando turmas escolares estado afora. Menos turmas significa menos aulas, e, portanto, menos professores.

Só que a demanda e o número de estudantes não diminui, muito pelo contrário. Com a tão falada “crise”, muitas famílias estão desistindo de manter os filhos nas escolas particulares para migrar às escolas da rede pública.

O resultado dessa equação é desastroso. São turmas superlotadas em que um aprendizado satisfatório é praticamente impossível. Professores ficam extenuados, sujeitos ao estresse, a doenças da fala, à depressão. Tudo para o governo do estado economizar o dinheiro que não falta para a publicidade e para a corrupção.

Beto Richa planejava fechar 150 escolas no ano passado. Devido à reação das comunidades escolar, o tucano recuou e ainda fez demagogia contra a extinção de instituições de ensino. Agora, para não chamar a atenção, o governo segue defenestrando as turmas iniciais, de 6° anos do ensino fundamental, e de 1° ano no ensino médio.

Esse procedimento tem efeito cascata. Se uma escola tinha três turmas de 6° ano em 2015, pode ter somente uma em 2016. São duas turmas fechadas agora, quatro ano que vem, e seis no próximo. E por aí vai, até o fechamento “natural” da escola.

Voltemos aos PSS.

Como esses professores não são concursados, eles não têm garantia do emprego. Recebem menos, têm atrasos nos salários, não têm direito a progressões na carreira, etc. São tratados como professores de segunda classe. São “quase-escravos”, pois muitos sequer conseguem trabalhar para assim serem chamados.

Embora sejam menosprezados, os professores PSS sempre estiveram na linha de frente das greves — a exemplo das de 2015. Mesmo que a luta não os beneficie diretamente, e as bandeiras não sejam exatamente as suas, lá estiveram eles no front da batalha de 29 de abril.

A solução para esses profissionais é aguardar a realização de mais concursos, e torcer para que haja vagas nas suas

16 de Fevereiro de 2016
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Coluna do João Arruda: Os sonhos de Bernie Sanders também são nossos

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João Arruda*

A sensação do período pré-eleitoral dos Estados Unidos chama-se Bernie Sanders. Ele é um senador de 74 anos que disputa a indicação do Partido Democrata para ser candidato a presidente. Aliás, sou a favor do modelo das prévias. Elas ampliam o debate e enfraquecem a fisiologia. Na troca de ideias, as propostas são comparadas e as posições vêm à tona. Tudo fica mais às claras.

Mas eu não quero falar das prévias e, sim, das ideias de Sanders. No País onde uma educação decente custa caro, ele defende o ensino superior gratuito. “A universidade é o novo ensino médio”, diz o senador, para quem a igualdade de classes não será possível se a maior parte da população estiver sem acesso ao ensino universitário.

Sanders reforça a luta contra o racismo, um cadáver insepulto da América. Em encontros com ativistas, o pré-candidato à presidência dos EUA admite que a alta taxa de desemprego e encarceramento entre afro-americanos significa que há racismo sistêmico nos Estados Unidos, o que poderia ser combatido com a reforma da Justiça.

O senador não teme mexer no vespeiro de Wall Street, a quem acusa de conduzir o governo dos EUA. Sanders acredita que pode financiar a maioria de suas propostas com novos impostos e taxas, principalmente sobre os mais ricos, como gestores de fundos, especuladores do mercado financeiro e grandes empresários.

“Os Estados Unidos deveriam adotar o sistema universal de saúde, pago pelo governo federal”, defende Sanders. A proposta conquista corações e mentes da população mais empobrecida, uma vez que nos EUA, onde o modelo de saúde é privado, médico é para quem tem dinheiro. Ele não para por aí.

Bernie pretende dobrar o valor do salário mínimo, além de criar políticas de apoio aos imigrantes. Ele insiste: só a união de todos, juntos (“together”, em inglês, lema de sua campanha), pode transformar a realidade. Seu caráter solidário faz do senador do pequeno estado de Vermont um sopro de esperança diante da campanha preconceituosa e obscurantista do republicano Donald Trump.

A forma de Sanders fazer política merece ser observada com atenção, principalmente no Brasil. Como dizem seus correligionários, esta não é a campanha do “não dá pra

21 de dezembro de 2015
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Coluna da Maria Victória: A importância do ensino do Inglês nos primeiros anos de uma criança

Maria Victoria Borghetti Barros*

Há algumas semanas falei aqui sobre a necessidade de se ampliar os investimentos na primeira infância, pois é a fase em que as crianças de 0 à seis anos definem a sua personalidade. Nesta semana, venho defender um projeto que tenho trabalhado há alguns anos, que é a implantação do ensino da língua inglesa nas escolas municipais, ou seja, do 1º ao 5º ano de ensino, pois nesta etapa é que as crianças têm mais facilidade no aprendizado.

Uma pesquisa realizada entre os professores, municipais e estaduais, da Regional de Maringá, mostrou que 90% deles apoiam a implantação do inglês em sala de aula já no primeiro ano escolar. Desde 2014, isso é uma realidade nas escolas municipais de Maringá, e os números comprovam que a inclusão do inglês nos primeiros anos do ensino fundamental influenciou na melhora das notas das demais disciplinas.

A cidade de Maringá alcançou no último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) a meta prevista para ser atingida no ano de 2021. E é isso que pretendemos levar a diversas cidades do Paraná, pois sabemos que somente com a educação será possível criar uma nova cultura, uma nova sociedade para as futuras gerações.

Tenho conversado com diversos prefeitos sobre a implantação deste projeto. Recentemente, me reuni com os prefeitos da região da Amusep. Pude apresentar a eles a forma utilizada em Maringá para incluir a disciplina na grade curricular e os avanços que o município teve na educação, pois o ensino de uma segunda língua é fundamental para aumentar o desenvolvimento cognitivo das crianças e adolescentes .

Estou convencida de que no mundo em que vivemos hoje, as crianças tem que ter a oportunidade de aprender uma segunda língua, e no sexto ano o ensino do inglês já é tarde, a facilidade de aprender não é a mesma. Vamos junto trabalhar pra que esse sonho de ter o inglês nas escolas municipais se torne uma realidade.

Desejo a todos um Natal abençoado.

*Maria Victoria Borghetti Barros é deputada

11 de dezembro de 2015
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Beto Richa dá calote e empreiteira não libera escola pronta para uso

rondonParece notícia repetida essa coisa de “calote” do governador Beto Richa (PSDB), ou mesmo pleonasmo, mas não é. O rei das pedaladas, além de fechar escolas antigas, não abre novas às criancinhas. Veja abaixo o que aconteceu no município de Marechal Cândido Rondon, o extremo Oeste do Paraná.

2 de dezembro de 2015
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Eleição para diretores de escolas testa “democracia” de Beto Richa

Professores, funcionários, pais e alunos escolhem nesta quinta-feira (3) novo diretor de 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná. O processo eleitoral envolve, direta e indiretamente, cerca de seis milhões de paranaenses. O mandato do gestor eleito será de quatro anos.

Portanto, amanhã será mais um capítulo de uma conturbada novela que vem desde o adiamento nas eleições que seriam no ano passado, até a proposição de novas regras pelo governador Beto Richa (PSDB), e a aprovação da nova lei pela Assembleia Legislativa.

Todo esse processo vem sendo marcado por um lado pela tentativa de Beto Richa em emplacar seus aliados no chão da escola; e por outro pela resistência de professores, estudantes e comunidades escolares para garantir o mínimo de democracia e autonomia de pensamento das instituições de ensino.

Nas eleições desta quinta-feira não será diferente. Em muitas escolas vão estar na disputa dois projetos distintos. Um mais democrático, de valorização da educação pública, de valorização dos servidores. Outro partidário do governador, representando o massacre de 29 de abril e a escola que não pensa.

Parece uma disputa simples, menor. Mas ela poderá fazer toda a diferença para planos de Beto Richa. Basta lembrar que foi a mobilização das comunidades escolares, a partir das escolas, que reverteu momentaneamente a intenção do governo de fechar cerca de 150 escolas por todo o estado.

Com diretores favoráveis e obedientes às ordens do governo, a resistência fica mais difícil.

Várias lideranças políticas estão se engajando nessa batalha. O senador Roberto Requião (PMDB), pede através de um vídeo que as comunidades não votem em diretor que apoiou o massacre dos professores no último dia 29 de abril.

Com o voto universal, aumenta o peso do voto dos estudantes e pais e diminui a importância do voto dos professores e funcionários. Assim, fica mais fácil usar estruturas políticas locais, de aliados do governador, para mobilizar e fazer campanha.

Por isso, mais do que nunca é importante a presença e o diálogo dos professores e servidores com as comunidades.

O que está em jogo é o futuro das escolas públicas do Paraná.

30 de novembro de 2015
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Além de fechar escolas, governos estaduais querem suspender aumentos para professores em 2016

Os Conselhos Nacionais dos Secretários de Estado da Administração, Fazenda e Planejamento (Consad, Confaz e Conseplan) se reuniram há 10 dias, em Brasília, para tramar uma agenda, segundo eles, “propositiva que restabeleça o equilíbrio financeiro dos estados”.

De concreto, os secretários elaboraram um documento endereçado ao Ministro da Educação, Aloízio Mercadante (PT), “solicitando a suspensão de qualquer reajuste ao piso nacional dos profissionais do Magistério, enquanto perdurar a crise econômica no País”.

O piso salarial nacional dos professores da rede pública de educação básica pode passar de R$ 1.917,78 para R$ 2.743,65 por mês, de acordo com projeto (PLS 114/2015), de autoria da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), aprovado em outubro pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

Paralelamente, pelo WhatsApp, os secretários estaduais, em nome dos respectivos governos, discutem o fechamento escolas e o fim da carreira do magistério tal qual conhecemos no Paraná. Para os leitores do Blog do Esmael essa notícia é antiga, mas o risco é bastante atual e concreto.

O raciocínio dos secretários é simples e recorrente: “a situação apertou, arrocha o salário dos professores”. Não importa que esses profissionais estejam entre os mais mal remunerados do país. Não importa que boa parte da crise nacional seja fruto direto do sucateamento da educação pública. Corta na educação, que está tudo bem.

É o mesmo pensamento do governador Beto Richa (PSDB), que, a pretexto de reforçar o Caixa Único (CU), confiscou a previdência dos servidores (na maioria professores), negou o reajuste na data-base, está tentando fechar escolas e turmas escolares para economizar recursos, além dos cortes orçamentários da área da educação pública.

20 de novembro de 2015
por admin
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Alckmin e Richa continuam com planos de fechar escolas, mas resistência continua em SP e PR

Apesar de informação veiculada ontem (19) pela Folha de São Paulo, o fechamento de escolas no estado de São Paulo, a exemplo do Paraná, não foi suspenso. Parece que o anúncio da suspensão visava somente desmobilizar os estudantes que, sob a liderança da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), já ocupam pelo menos 74 escolas.

O secretário de Educação do governo Alckmin (PSDB), Herman Voorwald, anunciou uma proposta para desmobilizar as ocupações das escolas. Os estudantes deveriam desocupar as escolas e em 48 horas receberiam material informativo sobre a reestruturação. A partir de então, seriam iniciados debates nas comunidades, entre professores, alunos, pais, associações e conselhos. A proposta original da Secretaria prevê o fechamento de 94 unidades.

Quando questionado pelas entidades estudantis presentes à audiência se a reestruturação estava suspensa até um consenso da base popular, o secretário respondeu de forma evasiva: “As escolas devem enviar uma contraproposta para as diretorias de ensino e i

19 de novembro de 2015
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Novas manifestações de repúdio contra o projeto “Escola sem Partido”

mordacaNós já sabemos que o Projeto de Lei do deputado Gilson de Souza (PSC), da turma de Ratinho Júnior, que prevê a “mordaça” contra professores está patinando na Assembleia Legislativa do Paraná. Mesmo assim, estão surgindo novas manifestações de repúdio contra a proposta. São educadores e sindicatos pedindo diretamente aos parlamentares para que o projeto “Escola sem Partido” seja reprovado naquela Casa de Leis.

Uma das manifestações veio Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba (SISMMAC), que, na qualidade de representante sindical do magistério da capital, enviou uma moção de repúdio aos “representantes do povo” (leia abaixo).

Além disso, professores e funcionários dos colégios Dom João Bosco e Colombo, ambos situados no município de Colombo, região metropolitana de Curitiba, enviaram um abaixo-assinado manifestado sua oposição à “escola que não pensa”.

11 de novembro de 2015
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Coluna do Rafael Greca: Curitiba; educar, civilizar, é preciso

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Rafael Greca*

Educação, com o irrestrito apoio a creches, escolas e professores, é a única porta do Futuro. Comigo, isto não é retórica. É história de vida. Os professores do Paraná sabem disso.

Falo, não pelo que já fiz, mas pelo muito que ainda posso contribuir. Não podemos condenar nossos piás e meninas a serem iletrados e incapacitados. Educar, civilizar, é preciso.

A Prefeitura atual ainda não cumpriu a promessa de sua campanha (PT-PDT 2012) de destinar 30% à Educação Pública. Promessa feita quando seus titulares ostentavam a estrela vermelha da Lava Jato no peito, enquanto se gabavam de serem os únicos com o apoio do PT. Apoio almejado e até disputado na Justiça com o então candidato Ducci.

Agora, no último ano do mandato, tentam requentar a promessa. Esquecem que os brasileiros – da enganosa Pátria Educadora – já sabem: o orçamento anunciado não é orçamento efetivado.

Tudo continua promessa. Como disse o celestial Leminsky, num de seus poemas musicais: “precisava não, promessa demais.”

Triste prefeito infrutífero. Imóvel, esperando que a solução caia dos céus. Como se a chuva copiosa desta primavera pudesse disfarçar lágrimas derramadas pelo tempo perdido.

Neste tema, todo prefeito precisa ter Entusiasmo. Prefeito tem que ser educador nato. Pedagogo cívico. Mestre de civilização e urbanidade. Autoridade com Entusiasmo e Educação grafados com “E” maiúsculos.

Curitiba tornou-se a admirável cidade modelo que a ONU destacou com o Prêmio Mundial do Habitat (1996) num momento econômico tão difícil quanto o atual.

Creio que podemos voltar a sê-lo, apesar dos atuais contratempos passageiros e da atual gastança contraproducente.

Nossos antepassados tiveram a prudência de transmitir, de geração em geração, as Lições Curitibanas que aprenderam. Assim repassavam a cidade “maior e mais bela do que recebiam”, conforme o juramento socrático e pitagórico dos Jovens Atenienses.

Lamentável que esta tradição, ensinada ao mundo pelos gregos, de “transmitir a cidade maior e mais bela do que a recebemos”, esteja atualmente amea

4 de novembro de 2015
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Lei da Mordaça contra professores patina na Assembleia Legislativa

mordacaO Projeto de Lei n° 748/2015 que proíbe os professores do Paraná de falarem sobre política, religião ou sexualidade nas salas de aula está patinando na Assembleia Legislativa (Alep). Leia mais

3 de novembro de 2015
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Lei da mordaça contra professores e para que as escolas “não pensem” começa a tramitar hoje na Alep

mordacaO projeto de lei de autoria do deputado Gilson de Souza (PSC), em coautoria com mais doze parlamentares, que institui a mordaça nas escolas do Paraná começa tramitar hoje na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

O PL N° 748/2015 proíbe os professores do Paraná de falarem sobre política, religião ou sexualidade nas salas de aula. Os educadores que descumprirem o que determina o PL, estarão sujeitos a punições previstas no estatuto dos servidores. Há entre os parlamentares “talibans” quem defenda até a prisão de educadores que infringirem tal lei.

O projeto que surgiu na base de sustentação do governador Beto Richa (PSDB) sofre resistência inclusive de alguns deputados governistas, que já perceberam o tamanho do absurdo. A própria secretária de Educação, Ana Seres, já se posicionou contra em entrevista coletiva, afirmando que a “escola sempre será política”.

29 de outubro de 2015
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Coluna do Requião Filho: Beto Richa massacra a Educação do Paraná

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Requião Filho*

O melhor está por vir… foi esta frase que encorajou a maioria dos eleitores no ano passado e, que agora, cai por terra, numa dura e controversa realidade.

A educação tem sido um dos setores mais afetados, resultando em números expressivos de rejeição à maneira atordoada de governar do reeleito Beto Richa (PSDB). Os professores têm ido às ruas, estão colocando a boca no mundo, os alunos prejudicados, pais desesperados, escolas fechando, professores perseguidos, descaso com a educação especial e construções de novas unidades escolares sem previsão de serem concluídas por causa da corrupção.

Não há luz no fim do túnel! E os percalços não param de surgir. Para quê pagar pela construção de escolas que nunca saíram do chão, e reclamar do custo de colégios que agora ameaça a fechar? Ou será que estas unidades escolares que estavam sendo construídas nunca deveriam ter sido feitas, idealizadas apenas pelo motivo cruel de simplesmente desviar verbas públicas?

Para quê construir e defender um estado laico, se os professores não podem sequer dar sua opinião, fomentar o debate em sala de aula sobre os assuntos mais polêmicos, sejam eles de gênero, política ou religião? Quando estaremos realmente preparados para uma educação de verdade? Que cidadão está se querendo formar? Cadê a democracia?

O governo Beto Richa segue na contramão, em tudo o que se entende por gestão de Educação no mundo. Ele pensa em reduzir despesas fechando escolas, calando a boca dos professores e transformando os alunos em meros cordeirinhos. É inacreditável, mas onde foi que ele aprendeu a administrar? Na ditadura?

Em qualquer outro lugar desenvolvido do mundo, Educação é investimento… aqui, pura despesa! Despesa que pesa, pesa, peeeeeesa… principalmente na cabeça de pais que agora temem ter seus filhos sem salas de aula no próximo ano.

Educação deveria ser uma revolução, como em países de primeiro mundo que transformaram o rumo de suas histórias quando todas as crianças passaram a ter oportunidades iguais, em escolas de qualidade, gratuita, e com professores se sentindo valorizados.

Ideal seria se o governador visse a educação como uma