Relembre: Os “preparativos” de Richa para o 29 de abril

Relembre: Universidades param contra o confisco da previdência

Lembrando 2015: Cresce a pressão dos professores contra o governo Richa

Relembre: Os balanços dos 100 dias de Richa

Há 3 anos, servidores gritavam “bando de ladrão, vai sair de camburão” na ALEP

Há 3 anos, confisco da previdência dos servidores começava a tramitar na ALEP

Há 3 anos, Beto Richa reenviava o confisco da previdência para a Assembleia

Há 3 anos, servidores protestavam contra os “deputados do camburão” nas bases

Blog Gazeta do Povo “homenageia” professores com ATAQUES para defender Beto Richa

richa_gazeta_editorialPrimeiro, o ex-jornal Gazeta do Povo atacou os estudantes que ocupam legitimamente 500 escolas da rede pública. Hoje (15), o blog do grupo RPC “homenageia” os professores massacrando-os em editorial e fazendo uma apaixonada defesa do calote do governador Beto Richa (PSDB) em todos os servidores públicos do Paraná.

O massacre de 29 de abril e o golpe institucional no Brasil

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Quais as ligações entre a violência do governador Beto Richa (PSDB) contra professores e servidores públicos do Paraná, materializada no massacre de 29 de abril de 2015; e o golpe contra a democracia em forma de impeachment que está em curso no País? Qual é a relação entre esses dois atos, além de serem duros golpes na classe trabalhadora? Leia no artigo de Marcio Kieller, secretario geral da Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT/PR), especial para o Blog do Esmael.  

Richa será lembrado pelo massacre

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A marca de Beto Richa (PSDB) após seus dois mandatos como governador do Paraná foi escrita há um ano, no dia 29 de abril de 2015. É assim que ele será lembrado. Ele foi o governante que ordenou o maior ataque a professores já registrado na história do país. Leia e ouça na coluna do vereador Jorge Bernardi (REDE). 

30 mil marcham contra Beto Richa

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A marcha da memória do massacre de 29 de abril reuniu mais de 30 mil pessoas nesta sexta-feira (29) em Curitiba. Eram professores, estudantes, servidores estaduais e trabalhadores das mais diversas categorias unidos contra o governador Beto Richa (PSDB) que massacrou os educadores e quebrou o estado do Paraná.

Por que lembrar 29 de abril?

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Ao completar um ano do massacre promovido pelo governador Beto Richa (PSDB) e sua equipe, fica a pergunta: quais os motivos para se preservar na lembrança os fatos ocorridos no Centro Cívico em Curitiba, no dia 29 de abril de 2015? Leia a seguir na coluna de  Bruno Meirinho (PSOL). 

Veja como será a marcha que já faz tremer o Palácio Iguaçu

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Nesta sexta-feira em que o massacre de 29 de abril completará um ano, uma grande marcha liderada pelos educadores da rede pública estadual vai sacudir Curitiba. As perspectivas de tamanho, força e repercussão desta mobilização já estão fazendo tremer o governador Beto Richa (PSDB) e sua equipe; a julgar pelos ataques desferidos pela internet e com uma carta falsa distribuída nas escolas. 

APP-Sindicato denuncia golpe sujo de Beto Richa na internet

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A APP-Sindicato, entidade que representa os professores e servidores da rede pública estadual de ensino, está denunciando uma tentativa de difamação espalhada na internet por grupos ligados ao governador Beto Richa (PSDB).

Segundo as mensagens falsas disseminadas pela página “Direita Curitiba”, braço da Tenda Digital, a manifestação dos professores no dia 29 de abril seria contra o Juiz Sérgio Moro e a Operação Lava jato; o que não é verdade. Como todos sabem, dia 29 será o aniversário do massacre promovido por Beto Richa contra milhares de professores e servidores estaduais.

“Abram os portões para a Educação”

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O dia 29 de abril de 2015 ficou marcado na história de Curitiba como o primeiro bombardeio que a cidade sofreu, com bombas sendo lançadas de helicópteros contra os professores. Foi um dia triste que agora completará um ano e está sendo relembrado para que não se repita. Parte desta memória está na coluna do ex-prefeito Rafael Greca (PMN). Greca lembra também de outra data triste para a Educação, o 30 de agosto de 1988. Na época ele era deputado estadual e abriu os portões da Assembleia para acolher feridos. Leia e ouça a seguir. 

Após 1 ano do massacre de Richa, educação segue abandonada no PR

Captura-de-Tela-2015-04-29-às-19.53.44A educação pública estadual do Paraná continua sob intensos ataques do governador Beto Richa (PSDB) mesmo depois de um ano do massacre de 29 de abril. Por isso mesmo, as mobilizações desta semana não serão somente para relembrar aquele ato covarde no Centro Cívico, mas para pressionar o tucano a cumprir seu dever para com o futuro dos paranaenses.

Richa deve R$ 173 mi aos educadores

caloteSegundo a APP-Sindicato, o governo do estado deve mais de R$ 173 mi aos professores e servidores das escolas públicas do Paraná. São atrasos nos pagamentos de promoções e progressões previstas em lei que se arrastam por mais de um ano e prejudicam as carreiras e a organização pedagógica.

Coluna do Enio Verri: “Quanto vale uma vida, governador?”

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Em sua coluna desta terça-feira (12), o deputado federal Enio Verri (PT) comenta a trágica morte de dois lavradores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pelas mãos da Polícia Militar do Paraná, em Quedas do Iguaçu, sudoeste do Estado; Verri lembra que as terras ocupadas pelo MST são exploradas pela empresa Araupel há décadas, mas a propriedade da área é questionada na Justiça, tendo a madeireira perdido em todas as instâncias até o momento; o deputado acrescenta que no caso das duas mortes, há forte indício de emboscada e execução dos trabalhadores por parte da polícia ambiental, equipe da Ronda Tática Motorizada (Rotam) e jagunços da empresa Arapuel; e cobra investigação contra os abusos da PM de Beto Richa (PSDB) “que tem vitimado trabalhadores, servidores públicos, professores, entre tantos outros”. Leia, ouça, comente e compartilhe.

Coluna do Enio Verri: Repetidos ataques à democracia

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Em sua coluna semanal, o deputado federal Enio Verri (PT) comenta a postura de alguns agentes públicos que, segundo ele, ainda não estão acostumados a agir de forma democrática, respeitando os diversos setores e pensamentos da sociedade. Ele cita o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) e lembra o triste episódio do massacre de 29 de abril. Lembra também do governador Geraldo Alckmim (PSDB) que, segundo o deputado, agiu de forma truculenta com professores e estudantes. Verri relata também o caso do promotor Cássio Conserino e a recente condução coercitiva do ex-presidente Lula, considerada ilegal e violenta por diversas autoridades jurídicas. Leia, comente e compartilhe.

Volta às aulas aos 10 meses do massacre do Centro Cívico

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Com problemas do ano letivo de 2015 ainda não resolvidos, como o pagamento de salário dos professores PPS que repuseram aulas no mês de fevereiro, o ano letivo de 2016 começou com protestos na maioria das 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná; educadores denunciam falta de merenda, obras e reparos na infraestrutura que foram paralisadas em virtude da corrupção investigada pela Operação Quadro Negro; reinício do calendário escolar coincidiu com os 10 meses do massacre de 213 pessoas no Centro Cívico, em frente à Assembleia Legislativa e o Palácio Iguaçu.

Professores protestam e vaiam Beto Richa no início do ano letivo; assista

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Professores protestaram contra o deboche do governo Beto Richa (PSDB) no encerramento da “Semana Pedagógica”, nesta quarta-feira (24); tucano levou à pauta nas 2,1 mil escolas temas como “direitos humanos”, “combate à corrupção” e “democracia”; ou seja, o governo do Paraná levantou a bola para que o magistério cortasse; assista ao vídeo.

O Blog do Esmael já havia registrado ontem (23) que os professores ficaram revoltados com alguns temas da Semana Pedagógica do Paraná. A Secretaria da Educação (Seed) optou por temas espinhosos para o governo como os direitos humanos, o combate a corrupção e a democracia. Um verdadeiro deboche, portanto. (Abaixo, assista ao vídeo).

Professores ficam revoltados com vídeos “provocativos” na Semana Pedagógica do Paraná

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Parece uma piada, mas não tem graça. Muito pelo contrário. Os materiais elaborados pelo governo Beto Richa (PSDB), por meio da Secretaria de Estado da Educação (SEED), para a Semana Pedagógica estão causando forte revolta entre os professores nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná.

A equipe do tucano optou por temas espinhosos para o governo como os direitos humanos, o combate a corrupção e a democracia. É como se falasse em corda na casa de enforcado…

Assistindo aos vídeos produzidos pelo governo, os professores imediatamente lembraram do massacre do Centro Cívico, como exemplo de desrespeito aos direitos humanos. No tema de combate a corrupção, lembraram da Operação Quadro Negro do Gaeco, que apurou o roubo de milhões de reais destinados à construção e reforma de escolas. E, finalmente, no tema da democracia, lembraram dos métodos utilizados por Beto Richa para aprovar o confisco da previdência dos servidores na Assembleia Legislativa, entre outras maldades.

Nas escolas, o constrangimento e a indignação é geral e irrestrita. A Semana Pedagógica começou ontem (22), prossegue hoje (23) e termina amanhã (24).

A situação ficou ridícula quando o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano (PSDB), foi escalado para falar num vídeo chamado “Geração Atitude” sobre um programa de combate à corrupção(!), incentivando a participação crítica(!).

Falta de merenda e obras suspensas vão tumultuar início do ano letivo de 2016, denuncia APP-Sindicato

O governador Beto Richa (PSDB) não fez o dever de casa, segundo a professora Walkíria Olegário Mazeto, Secretária Educacional da APP-Sindicato, ao analisar a volta às aulas nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná para o ano letivo de 2016. De acordo com a dirigente da entidade, faltará merenda para as crianças, infraestrutura predial das escolas sem reparo, fechamento de turmas intensificado, enfim, os mesmos problemas do ano passado se repetirão neste.
O governador Beto Richa (PSDB) não fez o dever de casa, segundo a professora Walkíria Olegário Mazeto, Secretária Educacional da APP-Sindicato, ao analisar a volta às aulas nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná para o ano letivo de 2016. De acordo com a dirigente da entidade, faltará merenda para as crianças, infraestrutura predial das escolas sem reparo, fechamento de turmas intensificado, enfim, os mesmos problemas do ano passado se repetirão neste.

O ano letivo de rede pública estadual de ensino do ano 2016 terá início dentro de duas semanas, no próximo dia 29 de fevereiro. Nos dias 22, 23 e 24 haverá a semana pedagógica, e os dias 25 e 26 estão reservados para planejamento escolar. Também no próximo dia 22, tomam posse os diretores e diretoras eleitos no ano passado.

Mas as escolas estão em pleno funcionamento desde o começo de fevereiro, por conta da reposição das aulas das duas greves dos professores e servidores ocorridas no ano passado.

O Blog do Esmael conversou com a professora Walkíria Olegário Mazeto, Secretária Educacional da APP-Sindicato, para saber como está a situação das mais de duas mil escolas estaduais para esse recomeço.

Após confisco do fundo de aposentadoria, Beto Richa quer privatizar a previdência dos servidores

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O estoque de maldades do governo Beto Richa (PSDB) contra os paranaenses, em especial os servidores do estado, parece longe de chegar ao fim. Hoje (11) pela manhã, o Blog do Esmael já noticiou o “Pacote de Maldades 4” que pretende fatiar e vender as principais empresas pública do Paraná, dentre as quais a Copel e a Sanepar.

A este funesto pacote, some-se agora a proposta do governo de privatizar de vez a previdência dos servidores públicos estaduais. Isso mesmo, após confiscar mais de R$ 8 bi da poupança dos servidores, Richa quer passar o filé mignon da previdência para a iniciativa privada.

E não se trata de nenhuma especulação ou boato de corredor. É o próprio secretário da Fazenda, o interventor nacional do PSDB nas finanças paranaenses, Mauro Ricardo da Costa, que vem anunciando aos quatro ventos o projeto que institui uma previdência privada para os servidores estaduais. O projeto de lei será ser enviado à Assembleia Legislativa nos próximos dias.

Coluna do Requião Filho: Contra Beto Richa, mas a favor da Polícia Militar do Paraná

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Em sua coluna semanal, o deputado estadual Requião Filho (PMDB) critica o maniqueísmo afirmando que, mesmo contrário às práticas do governador Beto Richa (PSDB) e ao massacre do Centro Cívico, é defensor da Polícia Militar do Paraná. Para o deputado, defender os professores não faz dele um inimigo da PM, que possui em sua corporação um “valioso e honrado efetivo”. Requião critica as generalizações, os preconceitos e os pré-julgamentos que levam muitas pessoas bem intencionadas a cometerem injustiças. Leia, ouça, comente e compartilhe.

Requião Filho*

Ando meio assustado! O mundo está sofrendo de um mal muito perigoso. Um maniqueísmo daltônico vem tomando conta das ideias de muita gente. De repente ser a favor de algo te obriga a ser contra tudo e qualquer coisa mesmo que não seja diretamente antagônica ao que você defende. É pior que torcer fanaticamente para algum time. Isso é muito ruim.

Fui e sou a favor dos nossos professores, e abomino de todas as formas o massacre por eles sofrido em praça pública. Defenderei a classe e buscarei melhores condições de trabalho sempre que tal oportunidade estiver ao meu alcance. Dito isso é imperativo dizer que tenho asco do responsável pelo massacre, não respeito o ato covarde de mandar surrar professores e se esconder a quilômetros de distância.