21 de Abril de 2018
por editor
Comente agora

Relembre: Os bastidores do confisco da previdência e do massacre de 29 de abril

Há 3 anos, em 2015, o feriado de Tiradentes (21/04) caía numa terça-feira. O então governador Beto Richa (PSDB) partia para o tudo ou nada contra os servidores do Estado. O objetivo era confiscar o fundo de previdência e fazer caixa para o governo. O então secretário de Segurança, Fernando Francischini (PSL), já preparava o aparato policial para o dia da votação na Assembleia. Relembre. Leia mais

20 de Abril de 2018
por editor
Comente agora

Há 3 anos, Gleisi denunciava o confisco da previdência dos servidores por Richa

No dia 20 de abril de 2015, uma segunda-feira no meio do feriadão de Tiradentes, a Senadora Gleisi Hoffmann (PT) publicava um artigo em sua coluna semanal aqui no Blog do Esmael sobre a tentativa de confisco da previdência dos servidores. O então governador Beto Richa (PSDB) atropelou o debate democrático com o regime de urgência na Assembleia Legislativa (ALEP). Restava o debate pela imprensa. Leia mais

18 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
Comente agora

Relembre: Confisco da previdência comprometeu o futuro do Paraná

Há 3 anos, em abril de 2015, o então governador Beto Richa (PSDB) apostava todas as suas cartas no confisco da previdência dos servidores para engordar o caixa do governo. Seria melhor ter recuado. O debate sobre a poupança previdenciária dos servidores ganhou as ruas e a população ficou do lado dos servidores. Leia mais

15 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
Comente agora

Para lembrar: “bancada do camburão” aprova urgência para o confisco da previdência

Há três anos, em abril de 2015, o projeto do então governador Beto Richa do confisco da previdência dos servidores tramitava na Assembleia Legislativa do Paraná. Apesar da promessa de que o projeto seria amplamente discutido com os servidores, a bancada do governo aprovou o regime de urgência para a matéria. Leia mais

13 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
1 Comentário

Relembre: Universidades param contra o confisco da previdência

Há 3 anos, os professores de cinco Universidades Estaduais do Paraná decidiram fazer um dia de paralisação. Os docentes da UEL, UEPG, UNICENTRO, UNESPAR e UENP pararam em protesto contra a nova tentativa do então governador Beto Richa (PSDB) de confiscar a previdência dos servidores estaduais. Relembre. Leia mais

11 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
1 Comentário

Para lembrar: Richa e deputados ‘do camburão’ são alvos de protestos no interior

O dia 11 de abril de 2015 foi um sábado. Mas nem por isso foi tranquilo no meio político do Paraná. Os professores e servidores aumentavam a pressão contra os deputados da “bancada do camburão” e o então governador Beto Richa (PSDB). Além disso, o deputado João Arruda (MDB) denunciava a corrupção no governo. Leia mais

10 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
6 Comentários

Confisco da previdência por Richa põe em risco aposentadorias e salários dos servidores

A representação dos servidores públicos no Conselho de Administração da Paranaprevidência está denunciando novamente um desastre que já se previa em 2015. Se o governo do Paraná não cumprir sua parte no custeio, o Estado vai quebrar e ficar sem dinheiro para pagar as aposentadorias e salários do funcionalismo. Leia mais

10 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
2 Comentários

Lembrando 2015: Cresce a pressão dos professores contra o governo Richa

No dia 10 de abril de 2015, a APP-Sindicato protocolava um pedido de retomada das negociações com o governo do Estado. À noite, professores protestaram contra Beto Richa (PSDB) na inauguração do Teatro de Cascavel, mas foram recebidos pela tropa de choque da Polícia Militar. Leia mais

1 de Abril de 2018
por esmael
Comente agora

Abril de 2018. Três anos do covarde massacre dos professores no Paraná

Era uma quarta-feira, 29 de abril de 2015. O Centro Cívico de Curitiba fervilhava. Mais de 50 mil servidores públicos estaduais, a maioria professores, lutavam contra o confisco da poupança previdenciária pelo governador Beto Richa (PSDB). Tensão na Praça Nossa Senhora da Salete. Tensão na Assembleia Legislativa do Paraná. Bummmm! Bummm! Bummm!Comemoração com gritos de “aêêê” e “isso aí” no Palácio Iguaçu. Leia mais

6 de Fevereiro de 2018
por esmael
4 Comentários

O Paraná não pode esquecer

O deputado Enio Verri (PT-PR) afirma que o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), não deve ser esquecido pelos paranaenses como “o maior inimigo do seu estado” em virtude do mal que fez à educação pública. Leia mais

17 de agosto de 2017
por esmael
72 Comentários

Beto Richa fez rombo de R$ 5,147 bilhões na ParanáPrevidência, diz estudo do Tesouro Nacional

O governador Beto Richa (PSDB) “está com tudo e não está prosa” quando o assunto é arrombar as contas públicas e desgraçar a poupança previdenciária dos servidores estaduais do Paraná.

2 de Maio de 2017
por esmael
Comentários desativados em A pauta é: PREVIDÊNCIA

A pauta é: PREVIDÊNCIA

O deputado Requião Filho (PMDB) afirma em sua coluna de hoje (2) que as previsões feitas pela oposição ao governo Beto Richa (PSDB), há dois anos, em meio a greve dos professores e no dia 29 de abril, se comprovam com a descapitalização da ParanáPrevidência. “O Fundo, até então com dinheiro em caixa, alterou as suas previsões e demonstra projeção de insolvência”, alerta o colunista.

1 de novembro de 2016
por esmael
33 Comentários

Estudantes desocupam escolas, mas mantêm ocupação na Secretaria da Educação em Curitiba

nre_estudantes_curitibaO governador Beto Richa (PSDB) ameaça usar a violência para reintegrar o Núcleo Regional de Educação de Curitiba, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Educação (SEED). A ocupação do prédio ocorreu na manhã de ontem (31), após o tucano autorizar a PM retirar os estudantes de 23 escolas ocupadas.

29 de Fevereiro de 2016
por admin
20 Comentários

Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O tempo é o senhor da razão

Download áudio

“Não é a consciência do homem que lhe determina o ser,
mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência”
Karl Marx

Luiz Cláudio Romanelli*

Nesta última semana, o secretário da Fazenda Mauro Ricardo Costa prestou na Assembleia Legislativa o balanço das contas do Estado relativo ao terceiro quadrimestre de 2015. A apresentação mostrou o quão importante foi o ajuste fiscal e as medidas tomadas desde dezembro de 2014 – corte de gastos, enxugamento da máquina – e que agora difere o Paraná como um dos poucos, senão o único, estado da federação com as contas em dia e com a capacidade de investimento que pode ser traduzida em obras nos municípios.

Os números hoje impressionam, mas todos sabem também que o desgaste político, sem precedente, ainda marca e suscita debates. O tempo, o senhor da razão, vai curando ao deslindar, com dados, o novo contexto que as conjunturas, principalmente a econômica, impõem ao país e aos estados. Se nada fosse feito e as medidas ditas amargas não fossem tomadas, o Paraná estari

15 de Fevereiro de 2016
por esmael
16 Comentários

Governo Richa tenta apagar da história massacre de 29 de abril

O governo de Beto Richa (PSDB) busca maneiras de apagar da história a existência do massacre de 29 de abril, quando 213 pessoas ficaram feridas em virtude da ação violência da Polícia Militar (PM), que reprimiu manifestantes contrários ao confisco de R$ 8 bilhões da poupança previdenciária dos servidores públicos do estado do Paraná.

Um dos primeiros passos do tucano foi conseguir absolvição da atuação PM no Centro Cívico, cuja vitória se expressa no parecer do promotor Misael Duarte Pimenta, da Vara da Auditoria da Justiça Militar Estadual, que considerou “exitosa” a aplicação de bombas, cães, spray de pimenta, tiros de balas de borracha, enfim, conteve “facções radicais” no protesto de educadores e funcionários públicos.

O Ministério Público (MP), ao pedir o arquivamento do Inquérito Policial Militar (IPM), afirma que a PM obteve êxito no cumprimento de ordem judicial que proibia manifestantes de adentrarem na Assembleia Legislativa. O parecer ainda diz que o deputado Rasca Rodrigues (PV) e o cinegrafista Luiz Carlos de Jesus, foram mordidos por cães, porque teriam “invadido” área restrita. Por fim, o MP contabiliza 31 policiais feridos com “achaques leves e levíssimos”.

O segundo passo para tentar modificar a história se deu em uma nota de esclarecimento marota da ParanáPrevidência, registrada ontem (14), aqui no Blog do Esmael, na qual o governo Richa nega que houve confisco da poupança previdenciária reservada ao pagamento de aposentadorias e pensões futuras. O órgão também jurou que o tucano não pretende privatizar a previdência estadual.

14 de Fevereiro de 2016
por esmael
6 Comentários

Governo Beto Richa jura que não está privatizando a Previdência. Então, que diabo é isso?

O diretor-presidente da ParanáPrevidência, Rafael Iatauro, em nome do governo Beto Richa (PSDB), enviou nota de esclarecimento ao Blog do Esmael negando que houve confisco da poupança previdenciária dos servidores públicos.

O abnegado diretor-presidente tal qual aquele que descrê que o homem foi à Lua ou aquele fanático que se recusava acreditar na derrota do Japão na 2ª Guerra Mundial, por consequência e analogia, nega que houve o massacre de 29 de abril, quando 213 pessoas ficaram feridas no Centro Cívico.

Se não houve confisco, como advoga o governo Richa, então, por que educadores e servidores públicos foram alvos de bombas, tiros de balas de borracha, cães, spray de pimenta, enfim, da violência toda empregada pela PM?

Na nota, Iatauro defende a Previdência Complementar Privada, mas, ao mesmo tempo, também nega que haja privatização do sistema.

Ora, se o que o governo tucano pleiteia é a Previdência Complementar não estatal é evidente que abrirá o setor para a exploração privada. Se será realizado um leilão para a venda dessa bilionária carteira, que nome dar a isso se não privatização?

O presidente da ParanáPrevidência faz jogo de palavras para confundir os mais desavisados, haja vista que o governo do estado utiliza parte da poupança previdenciária de R$ 8 bilhões para pagar folha de inativos. Como se sabe, o dinheiro deveria ser usado para aposentadorias e pensões futuras.

Até ferozes cães da PM sabem que Richa realizou diversos saques da poupança previdenciária para fazer caixa no governo e, consequentemente, apresentar superávit nas contas e pagar salários dos servidores da ativa.

O especialista em previdência, Renato Follador, no início do ano passado, havia decretado a morte da ParanáPrevidência em pouco tempo se esse modelo de Beto Richa fosse em frente. Agora se vê que a sanha privativista na área das aposentadorias e pensões segue adiante, apesar da negativa do governo.

Portanto, o Blog do Esmael reafirma o que registrou na sexta-feira (12): “Após confisco do fundo de aposentadoria, Beto Richa quer privatizar a previdência dos servidores”.

A seguir, leia a íntegra da nota de esclarecimento da ParanáPrevidência:

A PARANAPREVIDÊNCIA esclarece, acerca de material publicado no “Blog do Esmael” em 11 de fevereiro de 2016, que:

1. Inexistiu “confisco” de valores relativos ao Fundo de Previdência gerido pela PARANAPREVIDÊNCIA. A Lei 18.469/15 instituiu um novo corte de massas, amparada por estudos técnicos e atuariais, que demonstram a garantia de equilíbrio financeiro e atuarial do Regime Próprio de Previdência Social – RPPS do Estado do Paraná.

2. A Lei 18.469 determina a criação de um grupo de trabalho, com participação paritária de servidores de todos os Poderes, incluindo MP e TC para discutir matérias pertinentes ao aperfeiçoamento do RPPS, bem como o Regime de Previdência Complementar.

3. Existem estudos acerca da instituição da Previdência Complementar, nos moldes do que foi praticado pela União e vários Estados da Federação (Espirito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, dentre outros), contudo nenhum projeto de lei sobre essa matéria foi encaminhado à ALEP.

4. A legislação de regência da Previdência Complementar é federal (Lei Complementar 108 e 109) de onde se extrai que é necessário para os entes federados a criação de entidade fechada, de natureza pública (Fundação), que teria a finalidade de administrar e executar plano de benefício para os servidores.

5. Portanto, não há qualquer hipótese de privatização da previdência pelo Estado do Paraná.

6. Com a instituição do Regime de Previdência Complementar o valor das aposentadorias e pensões no serviço público deixará de ser integral ou de ter por base de cálculo a totalidade da remuneração, e ficará limitado ao teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). E para fazer jus a esse benefício

26 de dezembro de 2015
por esmael
29 Comentários

Em rota de colisão, Francischini abre fogo contra governo Richa

O deputado federal Fernando Francischini (SD), pelas redes sociais, neste sábado (26), abriu fogo contra o governo Beto Richa (PSDB) de quem foi secretário da Segurança Pública entre fevereiro e maio deste ano.

Ao comentar matéria do blog Gazeta do Povo que elevou ao “céu” o secretário de Estado da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, o ex-secretário não economizou ironias.

“No céu? Mas usando mais de 1 BILHÃO dos aposentados da ParanáPrevidência!”, fustigou.

Francischini foi secretário que atuou no massacre de 213 professores no dia 29 de abril deste ano, no entanto, em entrevista ao Blog do Esmael, garantiu que revelará o mandante e verdadeiro “pai” da covardia no Centro Cívico.

Para o deputado do Solidariedade, que é oposição e um dos defensores do impeachment da presidente Dilma na Câmara, o governador Beto Richa comete o mesmo crime. “Isto também pode ser ‘Pedalada Fiscal'”, denunciou.

“Até os mais próximos foram enganados por este Secretário? Ele pessoalmente afirmou que não existia nenhuma chance de ‘sangrar’ o caixa da previdência para aplicar em outras áreas”, lamentou Fernando Francischini, conhecido como Batman.

O Blog do Esmael apurou que um dos motivos pelo “rompimento” entre Batman e o “Carniceiro do Centro Cívico” seria a demissão de comissionados ligados ao ex-secretário de Segurança.

22 de dezembro de 2015
por admin
8 Comentários

Coluna do João Arruda: Beto Richa, o governador que encolheu

Download áudio João Arruda

João Arruda*

O governador Beto Richa (PSDB) termina o ano reprovado por três em cada quatro paranaenses. É um índice previsível para quem fez fama como vendedor de ilusões. Ele sempre jogou para a torcida com o discurso do “novo”, de que “tudo vai melhorar”. Da prefeitura de Curitiba ao governo do Paraná, isso funcionou por algum tempo. Agora, não. Frustrado, o povo parou de cair nessa conversa.

Segundo o Instituto Paraná Pesquisas, 71,2% dos paranaenses desaprovam o atual governo. O marco da impopularidade de Beto Richa foi a batalha de 29 de abril, quando o governador mandou a Polícia Militar reprimir, com uso abusivo de violência, a manifestação dos professores contra mudanças na Paranaprevidência.

As imagens do massacre correram o mundo. Trabalhadores que pediam apenas a manutenção dos direitos foram enxotados do Centro Cívico com cassetetes, cães, gás lacrimogênio e balas de borracha. Ao mesmo tempo, das janelas do Palácio Iguaçu, um contraste bizarro: assessores do governador comemoravam a repressão da PM. Quanta insensatez!

Aqueles acontecimentos simplesmente demoliram as expectativas que o governador tentava construir junto à população – “o melhor está por vir”, alardeava Beto Richa. Na verdade, só piorou. O ajuste fiscal promovido por sua equipe econômica, com forte aumento de impostos, onerando ainda mais o já combalido setor produtivo do estado, manteve o governo ladeira abaixo.

Como nada é tão ruim que não possa piorar, eis que Beto Richa resolveu imitar os tucanos paulistas e decidiu fechar dezenas de escolas a pretexto de economizar com aluguel. Foi a pá de cal na popularidade do governador. As coisas só não ficaram ainda piores para ele porque, no fim das contas, acuado pela opinião pública, o governo desistiu da – infeliz – ideia.

O reflexo de tudo isso aparece de forma cristalina na pesquisa sobre a avaliação do governador, agora às voltas com taxas altíssimas de rejeição. Não é à toa que os sena

27 de outubro de 2015
por admin
11 Comentários

Coluna do Enio Verri: Oposição ao governo Beto Richa tinha razão

Enio Verri*

A incompetência gerencial do governo Beto Richa (PSDB) foi tema de incontáveis denúncias da oposição na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), da qual fiz parte entre 2011 e 2014. As manobras ilegais e imorais, evidenciadas nos relatórios quadrimestrais de prestação de contas, foram motes de um sem-número de discursos e artigos assinados por parlamentares oposicionistas no período.

O não cumprimento dos investimentos mínimos exigido pela Constituição em saúde e ciência e tecnologia; os gastos excessivos com pessoal, desrespeitando o limite constitucional e ferindo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e o descontrole na gestão orçamentária.

Estes e outros assuntos foram levados a público por mim e demais parlamentares, junto com a preocupação pelos rumos desastrosos que o Estado estava tomando.

Precisamente todas as denúncias que trouxemos à tona nos últimos anos fundamentam o parecer emitido pelo Ministério Público junto ao Tribunal de Contas (MPTC) na última semana, que recomenda a rejeição das contas do governador Beto Richa para o ano de 2014.

No documento, assinado pelo procurador-geral Michael Reiner, o MPTC confirma que o governo tucano cometeu oito irregularidades graves, referentes à organização administrativa, gestão orçamentária, gestão financeira, gestão patrimonial, gestão previdenciária, limites constitucionais, metas fiscais e gastos com pessoal; além de descumprir o limite constitucional de gastos e deixar de repassar recursos obrigatórios à Previdência.

Segundo o MPTC, o governo deixou de gastar em saúde, entre 2011 e 2013, R$ 1,29 bilhão. Da mesma forma, desrespeitou o gasto mínimo de 2% exigido pela Constituição em ciência e tecnologia. O parecer do órgão ainda aponta o descontrole na gestão orçamentária, com créditos adicionais que alteraram 30,46% do orçamento; a ausência de repasses a fundos legalmente constituídos; a insuficiência de caixa ao final dos exercícios; a insuficiência de caixa no ParanaPrevidência; o descontrole no pagamento de precatórios, e