14 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
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No aquecimento, general Mourão se aproxima de comunistas e cutistas

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, sempre alerta e mais do que nunca no aquecimento, se aproxima de comunistas e sindicalistas da CUT (Central Única dos Trabalhadores) enquanto Jair Bolsonaro (PSL) vive seu inferno astral e chafurdando-se em mais um escândalo — agora o laranjal do PSL. ... 

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12 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
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Bolsonaro vai reduzir valor de aposentadoria de mulheres e pensões de viúvos e órfãos

A diabólica reforma da previdência de Jair Bolsonaro (PSL) vai reduzir valor de aposentadoria de mulheres e pensões de viúvos e órfãos, alerta nesta terça-feira (12) a Central Única dos Trabalhadores (CUT). ... 

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8 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais convocam ato contra fim da Previdência dia 20, na Praça da Sé

Centrais convocam ato contra fim da Previdência dia 20, na Praça da Sé

As centrais sindicais CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, CSP-Conlutas e CGTB vão realizar, no próximo dia 20 de fevereiro, a Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria. O ato será realizado a partir das 10 horas, na Praça da Sé, em São Paulo. ... 

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7 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
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Mourão recebe CUT no Planalto contra a vontade de Bolsonaro

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) recebeu o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (7), e fez críticas à reforma previdenciária da equipe econômica de Bolsonaro. ... 

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15 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais planejam ações contra a ‘reforma da morte’ da Previdência

Centrais sindicais planejam ações contra a ‘reforma da morte’ da Previdência


As centrais sindicais _ CUT, Força Sindical, Conlutas, Intersindical, NCST, CTB, CSB, CGTB e sindicatos de diversas categorias – estiveram reunidos nesta terça-feira (15), na sede do Dieese, em São Paulo, para traçar ações contra a “reforma” da Previdência do governo bolsonarista.

Em documento as centrais sindicais decidiram entre outras ações a Realização da “Plenária Unitária das Centrais em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria”, marcada para o dia 20 fevereiro.

“Reafirmamos nossa posição contrária a qualquer proposta de reforma que fragilize, desmonte ou reduza o papel da Previdência Social Pública”, diz o texto assinado pelos presidentes das centrais sindicais.

As entidades sindicais orientaram a convocação de plenárias estaduais e assembleias nas categorias para discutir formas de luta e de mobilizações, inclusive não está descartada a preparação de uma greve geral contra o nefasto projeto do governo da extrema-direita.

Confira a íntegra da nota das centrais sindicais:

Centrais orientam luta em 2019

Reunidas nesta terça (15), as centrais sindicais – CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, CSP/Conlutas, Intersindical e CGTB – reafirmaram sua posição contrária a qualquer proposta de reforma que fragilize, desmonte ou reduza o papel da Previdência Social Pública.

Centrais Sindicais Brasileiras decidem:

– Realização de “Plenária Unitária das Centrais em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria” no dia 20 fevereiro;

– Orientar a realização de plenárias estaduais e assembleias de trabalhadores para construir a mobilização, decidirem formas de luta, greves e paralisações, para enfrentar as propostas do governo e alertar os trabalhadores sobre a nefasta proposta de reforma da Previdência e ataques à aposentadoria;

São Paulo, 15 de janeiro de 2019

Vagner Freitas, Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT)

Miguel Torres, Presidente da Força Sindical

Adilson Araújo, Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

José Avelino (Chinelo), Presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Edson Índio, Secretário Geral da Intersindical

Atnagoras Lopes, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-CONLUTAS

Ubiraci Dantas, Presidente da CGTB Leia mais

2 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais mandam recado para Bolsonaro

Centrais sindicais mandam recado para Bolsonaro

As seis centrais sindicais divulgaram na terça-feira (1º) uma mensagem ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) pedindo diálogo “em benefício dos trabalhadores e do povo brasileiro”.

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10 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em CUT: Celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos é lutar por Lula livre

CUT: Celebrar o Dia Internacional dos Direitos Humanos é lutar por Lula livre


A Central Única dos trabalhadores (CUT), uma das organizações promotoras da jornada internacional Lula Livre, divulgou nota nesta segunda-feira (10) denunciando “o golpe contra a presidente Dilma e o processo judicial fraudulento sem qualquer prova que mantém o ex-presidente Lula preso em Curitiba, desde 7 abril”. A entidade reitera “o compromisso com a construção de uma sociedade igualitária, livre, sem opressão e exploração”.

Na nota, a Central cita violações como a exploração dos trabalhadores e trabalhadores, o golpe que depôs uma presidenta legitimamente eleita e um processo judicial fraudulento sem qualquer prova que mantém o ex-presidente Lula preso político desde 7 de abril.

“Nestes 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, reivindicamos o cumprimento integral da Declaração Universal dos Direitos Humanos, repudiamos veementemente toda e qualquer ação e manifestação que resultem em sua violação, a começar pelos desmandos de Jair Bolsonaro e seus aliados, e reiteramos nosso compromisso com a construção de uma sociedade igualitária na qual o conjunto da humanidade se liberte de toda forma de opressão e exploração”, diz o trecho final da nota.

Leia a íntegra da nota

Celebrar o Dia internacional dos direitos humanos é lutar por Lula livre!

Em 10 de dezembro de 1948, a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, um marco pioneiro entre variadas iniciativas de organismos internacionais destinadas a fomentar condutas de Estado pela defesa e a promoção dos direitos humanos. Ao longo destes 70 anos, foram obtidos avanços e conquistas históricas. Mas as violações aos direitos humanos não apenas persistem como vêm se aprofundando nos últimos anos. Depois de uma grande crise sistêmica, os capitalistas buscam recuperar seus lucros e capitais impondo uma agenda que intensifica a exploração das classes trabalhadoras, a espoliação dos povos e os ataques às liberdades democráticas, o que torna cada vez mais distante a efetivação da Declaração.

A situação do Brasil é expressão desta tendência internacional que se manifesta nas diversas regiões do mundo. A deposição de Dilma Rousseff sem crime de responsabilidade, a prisão de Lula sem qualquer prova e a eleição fraudulenta de Jair Bolsonaro servem ao propósito de criar as condições para reduzir salários, mercantilizar direitos e transferir o patrimônio público à iniciativa privada.

Este é o sentido da Emenda Constitucional 95, de 17 de dezembro de 2016, que institui um novo regime fiscal, congela o orçamento federal por vinte anos e diminui drasticamente os recursos públicos para áreas essenciais como educação, saúde e assistência social, configurando um verdadeiro desmonte do pouco de proteção social oferecida pelo Estado. Enquanto o IBGE projeta um crescimento populacional de mais de 10 milhões de habitantes nos próximos 10 anos, os golpistas ultraneoliberais querem impedir a correspondente ampliação dos investimentos sociais, que já são insuficientes para atender às demandas da população atual. Além disso, a medida implica em drástica redução dos recursos para a fiscalização ambiental, resultando em maior desmatamento, contaminação do meio ambiente e exploração indevida dos recursos naturais, bem como para a fiscalização do trabalho, permitindo a difusão do trabalho escravo contemporâneo e do trabalho infantil.

Do mesmo modo, a aprovação da terceirização irrestrita (Lei 13.429, de 31 de março de 2017) e da antirreforma trabalhista (Lei 13.467, de 13 de julho de 2017) generaliza a precarização do trabalho. Diferentemente do que é dito pelos apoiadores destas medidas, elas não exercerem qualquer influência positiva na geração de empregos e novos postos de trabalho. Pelo contrário, segundo o IBGE, registrou-se não só um aumento no percentual de desempregados, mas também um aumento no número de desalentados, que são aqueles que deixaram de buscar trabalho. Ademais, a possibilidade de que o negociado prevaleça sobre o legislado, resultaram em uma queda vertiginosa do número de Negociações Coletivas que tiveram sucesso em firmar acordos e convenções coletivas de trabalho.

Tais medidas ferem frontalmente o artigo 22 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no qual se afirma que todo ser humano tem direito à segurança social e à realização “dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis à sua dignidade e ao livre desenvolvimento da sua personalidade”. Ferem diretamente também o artigo 23 da Declaração, sobretudo em seu inciso primeiro: “Todo ser humano tem direito ao trabalho”, bem como “a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego”. Se antes já era difícil, com essa legislação torna-se inviável cumprir com o artigo 25 da Declaração: “todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde, bem estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança”. Afinal, o Brasil passou a caminhar no sentido contrário: segundo o IBGE, entre 2016 e 2017, a pobreza cresceu quase 4% e a pobreza extrema aumentou 13%.

Para implementar sua agenda, os capitalistas se valem de diversos instrumentos para impedir a resistência popular à retirada de direitos: estimulam e apoiam a restrição de liberdades democráticas, o bloqueio do acesso à justiça do trabalho, o enfraquecimento dos sindicatos, bem como a perseguição, a prisão arbitrária e o assassinato lideranças e ativistas populares. Neste contexto se inserem os assassinatos de Marielle Franco, Anderson Gomes, Paulo Sérgio Almeida Nascimento, mestre Moa, Charlione Lessa, Aroldo Pereira de Souza, Aluísio Sampaio, José Bernardo da Silva e Rodrigo Celestino, entre tantos outras vidas ceifadas em 2018. Ademais, o aumento da violência contra povos indígenas, trabalhadores rurais, a juventude negra, a população LGBT e as mulheres expõe de modo dramático a situação alarmante em que se encontra o Brasil quando se trata do direito elementar à vida.

Estendendo para os demais setores da população um Estado de exceção que sempre imperou para a grande maioria do povo no meio rural e nas periferias urbanas, violam insistentemente o direito a um julgamento justo e imparcial mediante ilegalidades que ferem tanto a legislação brasileira quanto o artigo nono da Declaração Universal dos Direitos Humanos: “Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado”. As prisões do jovem Rafael Braga, da advogada Valéria Lucia dos Santos e do reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo são exemplos de arbitrariedade judicial e abuso de poder, assim como a prisão de Lula sem nenhuma prova.

A coalizão golpista que derrubou Dilma e impediu Lula de concorrer à presidência da República reuniu-se em torno de Bolsonaro para continuar e aprofundar a agenda de Temer. Por isso é tão importante para Bolsonaro e seus aliados manter Lula preso: ele segue tendo uma imensa capacidade de mobilização e a oposição a Bolsonaro terá mais chances de êxito se contar com sua contribuição. Por isso, a garantia das liberdades democráticas, a começar pela liberdade de Lula, é tão importante para a luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Lula livre!

A Central Única dos Trabalhadores reitera seu irrestrito combate aos golpes desferidos contra os direitos sociais, a soberania nacional e as liberdades democráticas. Nestes 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, reivindicamos seu cumprimento integral, repudiamos veementemente toda e qualquer ação e manifestação que resultem em sua violação, a começar pelos desmandos de Jair Bolsonaro e seus aliados, e reiteramos nosso compromisso com a construção de uma sociedade igualitária na qual o conjunto da humanidade se liberte de toda forma de opressão e exploração.

Executiva Nacional da CUT Leia mais

7 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais convocam atos em defesa do Ministério do Trabalho

Centrais sindicais convocam atos em defesa do Ministério do Trabalho


Na próxima terça-feira (11), as centrais sindicais CUT, Força Sindical, CTB, CSB e Nova Central farão atos em todo o Brasil em defesa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que está sendo extinto pelo futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL) e terá suas atribuições fatiadas em três ministérios. As manifestações serão realizadas em frente às Superintendências do Trabalho, antigas DRTs, em todo país.

Durante a semana as centrais lançaram um manifesto contra o fim do Ministério do Trabalho que, nos seus 88 anos de existência,“vem cumprindo importante papel na sociedade”. Como diz a nota, “sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, de formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e saúde no trabalho”. Leia mais

5 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais repudiam declaração patronal de Bolsonaro e fim do Ministério do Trabalho

Centrais sindicais repudiam declaração patronal de Bolsonaro e fim do Ministério do Trabalho


As Centrais Sindicais – CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central e CSB – divulgaram nota nesta quarta-feira (5) sobre o fim do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE ) e rebateram a afirmação patronal do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), de que “é horrível ser patrão no Brasil” por causa das leis trabalhistas.

Leia a íntegra da nota:

– A declaração do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que disse que “é horrível ser patrão no Brasil”, reflete sua falta de consideração e demonstra total desconhecimento da situação causada pela reforma trabalhista, que resultou em perda de direitos e não gerou empregos no País. É lamentável que, em uma nação com 13 milhões de desempregados, o presidente eleito faça tal declaração para agradar apenas aos empresários, que financiaram e apoiaram sua eleição.

– Sobre o fim do Ministério do Trabalho, as Centrais Sindicais lembram que o MT foi criado em 1930, e que cumpre um papel importante na sociedade. Vale ressaltar que sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e a geração de renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, de formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e saúde no trabalho. Desta forma, a importância e a relevância política do MT são inquestionáveis.

– É preocupante o fim do MT. Para a classe trabalhadora isto representará um retrocesso político que vai resultar em enormes prejuízos aos trabalhadores da ativa, aos aposentados e aos pensionistas. A fiscalização contra trabalhos análogos à escravidão e à prevenção contra acidentes serão desarticuladas, gerando enormes prejuízos à sociedade. E os números já são alarmantes: em 2015 tivemos o registro de 376 mil casos de afastamento em função de acidentes de trabalho.

– A extinção do Ministério do Trabalho viola vários artigos da Constituição e Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que já foram ratificadas pelo Brasil.

– A transferência do registro sindical para o Ministério da Justiça tem o claro propósito de criminalizar a ação sindical.

– O Brasil precisa de um Ministério do Trabalho técnico, forte, parceiro e protagonista na luta contra a recessão e pela retomada do crescimento econômico do País, com respeito aos direitos sociais, previdenciários e trabalhistas da classe trabalhadora, geração de empregos, distribuição de renda e inclusão social.

Miguel Torres
presidente da Força Sindical

Antonio Neto
presidente da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

Vagner Freitas
presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores

Adilson Araújo
presidente da CTB – Central dos Trabalhadores Brasileiros

José Calixto
presidente da NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores Leia mais

30 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Juiz federal deverá pagar multa de R$ 2,12 bilhões prejuízos à União

Juiz federal deverá pagar multa de R$ 2,12 bilhões prejuízos à União

Não é o ex-juiz Sérgio Moro,

acusado pela CUT de causar prejuízo bilionário ao país com o advento da lava jato ... 

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23 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desvalorizar mínimo e aposentadorias será ruim para as cidades, diz presidente da CUT

Desvalorizar mínimo e aposentadorias será ruim para as cidades, diz presidente da CUT

“Se Mansueto e Bolsonaro acabarem com a política de valorização do salário mínimo e a Previdência, significa o fim econômico da maioria das cidades brasileiros de menos de 100 mil habitantes.” Diz o presidente da CUT, Vagner Freitas.

Em

entrevista à Rádio Brasil Atual, ... 

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21 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gás a quase R$ 100 é inviável para o povão

Gás a quase R$ 100 é inviável para o povão

O preço do gás de cozinha, perto de R$ 100 por botijão, está ficando inacessível para boa parte do povo brasileiro. Isso põe em risco a vida e a saúde de milhões de pessoas que passam a usar lenha ou álcool para cozinhar.

O alerta é da Federação Única dos Petroleiros (FUP), entidade que reúne os sindicatos de petroleiros de todo o Brasil.

Segundo a FUP, o último aumento nas refinarias, no início deste mês, foi de 8,5%, enquanto a inflação acumulada dos últimos 12 meses foi de 4,56%.

Hoje, um botijão de gás pode custar de R$ 70 até quase R$ 100, o que é inviável para milhares de pessoas.

É o caso da faxineira Olinda Amorim de Oliveira (58), de Brotas de Macaúba, na Bahia. Há 38 anos em São Paulo, Olinda mora atualmente no Parque Paulista, em Francisco Morato, cidade da região metropolitana do estado.

Viúva, mãe de sete filhos com idades que variam de 40 a 20 anos, ela conta que tem dificuldade em pagar R$ 76 no valor do botijão de gás de 13 kg que dura em média 26 dias.

“Eu tenho de sustentar a casa e pagar todas as despesas. Com a faxina, eu ganho em torno de R$ 900 por mês e recebo um salário mínimo de pensão do meu marido, mas eu gasto muito com remédios que não tem no posto de saúde porque o atual governo cortou”, conta Olinda.

A substituição do botijão de gás por lenha, como optou a vizinha de Olinda, apesar de ser praticamente a única alternativa diante da falta de dinheiro para comprar, é uma opção perigosa.

Em julho deste ano, 90% das 21 pessoas internadas na Unidade de Queimados do Hospital da Restauração (HR), em Recife, se acidentaram ao cozinhar com álcool comprado em postos de combustível.

Os altos índices de acidentes provocados por uso irregular do produto na cozinha começaram a ser registrados em 2017. Só no fim do ano passado, 60% dos pacientes internados na unidade sofreram acidentes desse tipo.

O preço do gás de cozinha nas refinarias disparou desde que o ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) assumiu o governo, depois do golpe de 2016, e mudou a política de preços da Petrobras.

Os reajustes do gás de cozinha passaram a acompanhar a cotação do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional.

A mudança da política foi oficializada em julho de 2017, quando os preços passaram a ser reajustados constantemente.

Já no fim daquele ano, milhares de brasileiros deixaram de comprar o botijão de gás e se arriscaram em alternativas perigosas, como os recifenses.

A atual política, que o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) pretende manter, como declarou durante a campanha eleitoral, é bem diferente da política adotada nos 13 anos dos governos do PT.

Os ex-presidentes Lula e Dilma não repassaram as variações do mercado internacional para a população como forma de preservar, especialmente, os mais pobres, que dependem do botijão para cozinhar. 98,4% dos domicílios do país utilizam o botijão de gás.

Por isso, entre janeiro de 2003 e agosto de 2015, o valor do botijão de 13 kg do gás residencial ficou congelado nas refinarias da Petrobras.

As informações são da

FUP/CUT ... 

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15 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais intensificam mobilização para atos em defesa da Previdência no dia 22

Centrais intensificam mobilização para atos em defesa da Previdência no dia 22


As centrais sindicais – CUT, Força Sindical, CTB, Conlutas, Intersindical, UGT, Nova Central e CSB – estão intensificando a mobilização de suas bases para garantir a ampla participação dos trabalhadores nos atos em defesa da aposentadoria, contra a reforma da Previdência que o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), pretender implementar, adotando o chamado “modelo chileno” de Previdência de capitalização.

A reforma de Bolsonaro tende a ser pior do que a que o golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB) não conseguiu aprovar por pressão da classe trabalhadora que fez a maior greve da história do país, em abril do ano passado e conseguiu barrar a aprovação do projeto de lei.

O governo de Bolsonaro/Paulo Guedes quer implementar o modelo de capitalização da previdência que levou os trabalhadores chilenos à pobreza extrema na velhice.

Os dirigentes e ativistas sindicais estão percorrendo as áreas fabris realizando panfletagem de materiais, diálogo nas ruas e praças com a população e assembleias nos locais de trabalho Leia mais

14 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi afirma que Moro ‘sextou’ contra Lula; ao vivo

Gleisi afirma que Moro ‘sextou’ contra Lula; ao vivo

A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou nesta quarta (14) que o juiz-ministro Sérgio Moro ‘sextou’ contra o ex-presidente Lula.

Para a parlamentar petista, o depoimento de Lula à juíza substituta Gabriela Hardt — amiga de Moro — é mais uma farsa da lava jato.

O presidente a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, disse que houve fraude na eleição e que a entidade não reconhece o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

“Vamos libertar Lula. Vamos realizar caravanas. Vamos derrotar Bolsonaro nas ruas”, anunciou o dirigente da CUT.

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que a investigação do sítio de Atibaia (SP) não tem nada a ver com a Petrobras e nunca deveria ser realizada em Curitiba.

Assista ao vídeo:

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13 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em CUT propõe ampla frente em defesa da democracia e dos direitos

CUT propõe ampla frente em defesa da democracia e dos direitos

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) aprovou resolução em que propõe uma frente ampla em defesa da democracia e dos direitos. No documento, a entidade afirma ser agora momento de aglutinar forças em torno de uma resistência propositiva e articulada com a campanha Lula Livre.

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9 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais convocam dia nacional de luta contra ‘reforma’ da Previdência

Centrais sindicais convocam dia nacional de luta contra ‘reforma’ da Previdência


As centrais sindicais marcaram para o dia 22 de novembro um dia nacional de luta contra a “reforma’ da Previdência, que vem sendo elaborada pela equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O objetivo das entidades sindicais é alertar a população sobre as mudanças nas regras de aposentadoria que são prejudiciais aos trabalhadores.

“Não dá para fazer uma reforma às pressas, de forma estabanada e autoritária, sem discutir as alterações com a sociedade”, disse o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.

Bolsonaro tem afirmado que uma das prioridades de seu governo é a reforma da Previdência e que gostaria de aprovar uma parte dela em 2018, com ajuda da atual base parlamentar do governo golpista de Temer.

A mobilização será o primeiro protesto trabalhista contra Jair Bolsonaro. Leia mais

8 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro vai aumentar trabalho escravo no Brasil, denunciam órgãos

Bolsonaro vai aumentar trabalho escravo no Brasil, denunciam órgãos

O mundo laboral representandos pela CUT, MPT, Anamatra e Sinait afirmam que decisão do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), de extinguir o Ministério do Trabalho, pode aumentar irregularidades, inclusive o trabalho escravo, além de prejudicar o acesso a serviços e benefícios dos trabalhadores.

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7 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Fim do Ministério do Trabalho é ‘contra os trabalhadores’, diz CUT

Fim do Ministério do Trabalho é ‘contra os trabalhadores’, diz CUT


A Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou nota nesta quarta-feira (8) condenando o anúncio do fim do Ministério do Trabalho pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A medida representa um ataque frontal aos trabalhadores e vai significar o fim da fiscalização realizada pelo MT para assegurar as regras de proteção trabalhista, o combate ao trabalho escravo, a gestão do FGTS e do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Além da administração do seguro-desemprego. Confira a íntegra da nota da CUT.

NOTA DA CUT NACIONAL

A CUT repudia e contesta a extinção do Ministério de Trabalho anunciada na tarde desta quinta-feira (7) pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. Se não for mais uma bravata, a medida representa mais um desrespeito à classe trabalhadora e um serviço aos patrões. Fechar um espaço institucional, em nível de governo, de discussão, balizamento e regulação das relações capital-trabalho significa fechar um canal de expressão dos trabalhadores.

Ao fazer esse anúncio em meio a uma coletiva de imprensa genérica e sem apresentar nenhuma informação sobre o destino que dará a toda estrutura técnica sob o guarda-chuva do ministério, Bolsonaro revela seu total desprezo aos trabalhadores, trabalhadoras e ao mundo do trabalho.

O MT, que em 26 de novembro completa 88 anos, é essencial à classe trabalhadora, ainda mais após a nefasta reforma trabalhista aprovada pelo governo ilegítimo de Michel Temer, que rasgou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Em um País com quase 13 milhões de desempregados e 43% dos trabalhadores e trabalhadoras na informalidade, a única razão para tal medida é a perseguição à classe trabalhadora e às instituições que a representam.

Com a extinção, os patrões ficarão livres para descumprir as leis, porque é o Ministério do Trabalho que fiscaliza, coíbe e pune abusos por parte dos empresários contra trabalhadores na cidade e no campo. Fiscaliza o trabalho escravo, hoje flagelo de 370 mil brasileiros e brasileiras. Resgata trabalhadores dessa “escravidão moderna” – foram 341 resgatados em 2017, queda brutal em relação a 2015 (1.010), porque Temer cortou investimentos.

O Ministério do Trabalho também fiscaliza o registro profissional, o cumprimento de direitos como férias, 13º salário, coíbe a jornada abusiva, faz a gestão do FGTS, do Sine (Sistema Nacional de Emprego), além de ser o responsável pelo salário desemprego.

O fechamento do MT abre o caminho para o próximo governo fechar também a Justiça do Trabalho.

Vagner Freitas, Presidente Nacional da CUT Leia mais

6 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Criação do Ministério da Produção, Trabalho e Comércio é golpe de Bolsonaro contra os trabalhadores, diz CUT

Criação do Ministério da Produção, Trabalho e Comércio é golpe de Bolsonaro contra os trabalhadores, diz CUT


O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, criticou, em nota divulgada nesta terça-feira (6), a intenção de parte do empresariado brasileiro de criar o Ministério da Produção, Trabalho e Comércio em substituição ao Ministério do Trabalho e Emprego. Para o dirigente sindical, “a proposta revela a intenção de submeter a agenda dos trabalhadores aos interesses empresariais”.

A proposta feita ao presidente eleito Jair Bolsonaro é mais uma ofensiva do empresariado para retirar direitos e precarizar ainda mais as relações de trabalho no Brasil, disse Vagner se referindo a reforma Trabalhista, sancionada em novembro do ano passado pelo ilegítimo e golpista Michel Temer que, ao invés de gerar emprego, como prometido, gerou trabalho intermitente, sem carteira assinada e sem direitos. Leia a íntegra da nota a seguir:

A CUT rejeita a proposta apresentada por grupos empresariais ao novo governo de criar o Ministério da Produção, Trabalho e Comércio.

A proposta revela a intenção dos empresários de submeter a agenda do trabalho a seus próprios interesses, o que levará a uma nova ofensiva de retirada de direitos e de precarização das relações de trabalho. Este já é resultado da reforma Trabalhista patrocinada por eles no governo Temer, e cujo aprofundamento teria sido um dos motivos que os levaram a apoiar o presidente recém eleito.

Neste sentido, soam como duvidosos os argumentos levantados para justificar a proposta, como a desburocratização e o aprimoramento da relação capita-trabalho, assim como inaceitável a desejada colaboração das partes para promover o aumento da produtividade e da competitividade da economia brasileira.

A proposta, que parece não ter chances de ser acatada, foi uma reação dos empresários ao projeto de fundir o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) ao Ministério da Economia, conferindo poderes extraordinários a Paulo Guedes, o futuro responsável pela pasta.

Seja qual for a decisão final do próximo governo em relação à demanda dos empresários, a intenção de aprofundar a precarização do trabalho ficou clara durante a campanha eleitoral.

Diante deste cenário, a CUT reafirma seu compromisso histórico de continuar a defender incondicionalmente os direitos da classe trabalhadora e a democracia.

Vagner Freitas, presidente da CUT Leia mais

1 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais iniciam luta para barrar reforma da Previdência de Bolsonaro/Temer

Centrais sindicais iniciam luta para barrar reforma da Previdência de Bolsonaro/Temer

As Centrais Sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central, reunidas nesta quinta-feira (1)em São Paulo, decidiram iniciar uma campanha de mobilização contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro/Temer. As entidades firmaram um compromisso conjunto de organizar o combate contra as medidas que ameacem as conquistas dos trabalhadores. Confira a íntegra da nota oficial das centrais.

Reunidas hoje, 1º de novembro, na sede do DIEESE, em São Paulo, as Centrais Sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central decidiram:

– Intensificar a luta contra a proposta da reforma da Previdência Social, divulgada recentemente pelos meios de comunicação;

– Organizar o movimento sindical e os segmentos sociais para esclarecer e alertar a sociedade sobre a proposta de fim da aposentadoria;

– Realizar um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a Previdência que queremos;

– Retomar a luta por uma Previdência Social pública, universal, que acabe com os privilégios e amplie a proteção social e os direitos.

CENTRAL DOS SINDICATOS BRASILEIROS (CSB)

CENTRAL SINDICAL E POPULAR (CSP-Conlutas)

CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL (CTB)

CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES (CUT)

FORÇA SINDICAL

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