10 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Governo Bolsonaro prepara ‘combo 3 em 1’ para acabar com os sindicatos

Governo Bolsonaro prepara ‘combo 3 em 1’ para acabar com os sindicatos


O ativista social Milton Alves escreve que o governo do presidente Jair Bolsonaro decidiu abrir uma guerra frontal com o movimento sindical. Com uma agenda ultraliberal, que retira direitos sociais e econômicos da classe trabalhadora, cuja a principal medida é a reforma da Previdência. “A dupla Bolsonaro/Guedes aponta uma pesada artilharia para a desarticular a estrutura sindical.” ... 

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3 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Força Sindical repudia MP de Bolsonaro que ‘estrangula’ os sindicatos

Força Sindical repudia MP de Bolsonaro que ‘estrangula’ os sindicatos


A Força Sindical divulgou nota no sábado (2) que repudia a edição da Medida Provisória nº 873, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (1), modificando as regras sobre a contribuição sindical. Para a central, a medida é um “AI 5” contra a liberdade de organização sindical dos trabalhadores. ... 

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20 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Força Sindical denuncia proposta de “reforma da Previdência de Bolsonaro que só prejudica os trabalhadores”

Força Sindical denuncia proposta de “reforma da Previdência de Bolsonaro que só prejudica os trabalhadores”


A central Força Sindical classificou a “proposta” de reforma da Previdência, apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (20), como uma perversidade que só prejudica os trabalhadores. A entidade prepara uma campanha para esclarecer e mobilizar os trabalhadores nos locais de trabalho, denunciando as propostas regressivas que ferem o direito à aposentadoria digna aos trabalhadores. ... 

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18 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Ato na Praça da Sé dia 20 prepara resistência popular e sindical à ‘reforma’ da Previdência

Ato na Praça da Sé dia 20 prepara resistência popular e sindical à ‘reforma’ da Previdência


Um ato conjunto das centrais sindicais e das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo na próxima quarta-feira (20), na Praça da Sé em São Paulo, inicia o movimento de resistência ao projeto de ‘reforma’ da Previdência do governo Bolsonaro. No mesmo dia o governo deve enviar ao Congresso Nacional a sua proposta de emenda à Constituição (PEC) que pretende restringir o acesso às aposentadorias dos setores público e privado. ... 

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8 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais convocam ato contra fim da Previdência dia 20, na Praça da Sé

Centrais convocam ato contra fim da Previdência dia 20, na Praça da Sé

As centrais sindicais CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, CSP-Conlutas e CGTB vão realizar, no próximo dia 20 de fevereiro, a Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria. O ato será realizado a partir das 10 horas, na Praça da Sé, em São Paulo. ... 

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15 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais planejam ações contra a ‘reforma da morte’ da Previdência

Centrais sindicais planejam ações contra a ‘reforma da morte’ da Previdência


As centrais sindicais _ CUT, Força Sindical, Conlutas, Intersindical, NCST, CTB, CSB, CGTB e sindicatos de diversas categorias – estiveram reunidos nesta terça-feira (15), na sede do Dieese, em São Paulo, para traçar ações contra a “reforma” da Previdência do governo bolsonarista.

Em documento as centrais sindicais decidiram entre outras ações a Realização da “Plenária Unitária das Centrais em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria”, marcada para o dia 20 fevereiro.

“Reafirmamos nossa posição contrária a qualquer proposta de reforma que fragilize, desmonte ou reduza o papel da Previdência Social Pública”, diz o texto assinado pelos presidentes das centrais sindicais.

As entidades sindicais orientaram a convocação de plenárias estaduais e assembleias nas categorias para discutir formas de luta e de mobilizações, inclusive não está descartada a preparação de uma greve geral contra o nefasto projeto do governo da extrema-direita.

Confira a íntegra da nota das centrais sindicais:

Centrais orientam luta em 2019

Reunidas nesta terça (15), as centrais sindicais – CSB, CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, CSP/Conlutas, Intersindical e CGTB – reafirmaram sua posição contrária a qualquer proposta de reforma que fragilize, desmonte ou reduza o papel da Previdência Social Pública.

Centrais Sindicais Brasileiras decidem:

– Realização de “Plenária Unitária das Centrais em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria” no dia 20 fevereiro;

– Orientar a realização de plenárias estaduais e assembleias de trabalhadores para construir a mobilização, decidirem formas de luta, greves e paralisações, para enfrentar as propostas do governo e alertar os trabalhadores sobre a nefasta proposta de reforma da Previdência e ataques à aposentadoria;

São Paulo, 15 de janeiro de 2019

Vagner Freitas, Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT)

Miguel Torres, Presidente da Força Sindical

Adilson Araújo, Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

José Avelino (Chinelo), Presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Edson Índio, Secretário Geral da Intersindical

Atnagoras Lopes, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-CONLUTAS

Ubiraci Dantas, Presidente da CGTB Leia mais

2 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais mandam recado para Bolsonaro

Centrais sindicais mandam recado para Bolsonaro

As seis centrais sindicais divulgaram na terça-feira (1º) uma mensagem ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) pedindo diálogo “em benefício dos trabalhadores e do povo brasileiro”.

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7 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais convocam atos em defesa do Ministério do Trabalho

Centrais sindicais convocam atos em defesa do Ministério do Trabalho


Na próxima terça-feira (11), as centrais sindicais CUT, Força Sindical, CTB, CSB e Nova Central farão atos em todo o Brasil em defesa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que está sendo extinto pelo futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL) e terá suas atribuições fatiadas em três ministérios. As manifestações serão realizadas em frente às Superintendências do Trabalho, antigas DRTs, em todo país.

Durante a semana as centrais lançaram um manifesto contra o fim do Ministério do Trabalho que, nos seus 88 anos de existência,“vem cumprindo importante papel na sociedade”. Como diz a nota, “sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, de formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e saúde no trabalho”. Leia mais

5 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais repudiam declaração patronal de Bolsonaro e fim do Ministério do Trabalho

Centrais sindicais repudiam declaração patronal de Bolsonaro e fim do Ministério do Trabalho


As Centrais Sindicais – CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central e CSB – divulgaram nota nesta quarta-feira (5) sobre o fim do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE ) e rebateram a afirmação patronal do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), de que “é horrível ser patrão no Brasil” por causa das leis trabalhistas.

Leia a íntegra da nota:

– A declaração do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que disse que “é horrível ser patrão no Brasil”, reflete sua falta de consideração e demonstra total desconhecimento da situação causada pela reforma trabalhista, que resultou em perda de direitos e não gerou empregos no País. É lamentável que, em uma nação com 13 milhões de desempregados, o presidente eleito faça tal declaração para agradar apenas aos empresários, que financiaram e apoiaram sua eleição.

– Sobre o fim do Ministério do Trabalho, as Centrais Sindicais lembram que o MT foi criado em 1930, e que cumpre um papel importante na sociedade. Vale ressaltar que sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e a geração de renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, de formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e saúde no trabalho. Desta forma, a importância e a relevância política do MT são inquestionáveis.

– É preocupante o fim do MT. Para a classe trabalhadora isto representará um retrocesso político que vai resultar em enormes prejuízos aos trabalhadores da ativa, aos aposentados e aos pensionistas. A fiscalização contra trabalhos análogos à escravidão e à prevenção contra acidentes serão desarticuladas, gerando enormes prejuízos à sociedade. E os números já são alarmantes: em 2015 tivemos o registro de 376 mil casos de afastamento em função de acidentes de trabalho.

– A extinção do Ministério do Trabalho viola vários artigos da Constituição e Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que já foram ratificadas pelo Brasil.

– A transferência do registro sindical para o Ministério da Justiça tem o claro propósito de criminalizar a ação sindical.

– O Brasil precisa de um Ministério do Trabalho técnico, forte, parceiro e protagonista na luta contra a recessão e pela retomada do crescimento econômico do País, com respeito aos direitos sociais, previdenciários e trabalhistas da classe trabalhadora, geração de empregos, distribuição de renda e inclusão social.

Miguel Torres
presidente da Força Sindical

Antonio Neto
presidente da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

Vagner Freitas
presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores

Adilson Araújo
presidente da CTB – Central dos Trabalhadores Brasileiros

José Calixto
presidente da NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores Leia mais

15 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais intensificam mobilização para atos em defesa da Previdência no dia 22

Centrais intensificam mobilização para atos em defesa da Previdência no dia 22


As centrais sindicais – CUT, Força Sindical, CTB, Conlutas, Intersindical, UGT, Nova Central e CSB – estão intensificando a mobilização de suas bases para garantir a ampla participação dos trabalhadores nos atos em defesa da aposentadoria, contra a reforma da Previdência que o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), pretender implementar, adotando o chamado “modelo chileno” de Previdência de capitalização.

A reforma de Bolsonaro tende a ser pior do que a que o golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB) não conseguiu aprovar por pressão da classe trabalhadora que fez a maior greve da história do país, em abril do ano passado e conseguiu barrar a aprovação do projeto de lei.

O governo de Bolsonaro/Paulo Guedes quer implementar o modelo de capitalização da previdência que levou os trabalhadores chilenos à pobreza extrema na velhice.

Os dirigentes e ativistas sindicais estão percorrendo as áreas fabris realizando panfletagem de materiais, diálogo nas ruas e praças com a população e assembleias nos locais de trabalho Leia mais

12 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais preparam atos para barrar a ‘reforma’ da Previdência

Centrais preparam atos para barrar a ‘reforma’ da Previdência


As centrais sindicais – CUT, Força Sindical, CTB, Intersindical, CSB, CSP-Conlutas, NCST, UGT e CGTB – lançaram nesta segunda-feira (12), no auditório da Escola Dieese, em São Paulo, um documento com princípios gerais que garantem a universalidade e o futuro da Previdência e da Seguridade Social. Também anunciaram uma jornada de mobilizações contra o fim da aposentadoria entre os dias 22 e 26 deste mês.

O documento divulgado pelos sindicalistas destaca direitos a serem assegurados, políticas públicas a serem aprimoradas, formas de financiamento alternativas que podem melhorar a gestão, como a revisão de todas as desonerações e isenções e a recriação do Ministério da Previdência Social, além de medidas de avaliação e monitoramento permanente do sistema previdenciário brasileiro.

E para dar início à campanha, no próximo dia 22 de novembro, será realizado um dia Nacional de Mobilização, com panfletagens, assembleias nos locais de trabalho e diálogo com a população para esclarecer os riscos de uma nova proposta de reforma da Previdência nos moldes exigidos pelo mercado, como propõe o presidente de extrema direita, que pretende adotar o modelo de capitalização previdenciário.

No dia 26 de novembro, os trabalhadores e trabalhadoras também farão atos em frente o Ministério do Trabalho e em todas as Superintendências Regionais do Trabalho espalhadas pelo Brasil. O objetivo é protestar contra a proposta do fim do Ministério do Trabalho e denunciar a proposta de reforma da Previdência. Leia mais

9 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais convocam dia nacional de luta contra ‘reforma’ da Previdência

Centrais sindicais convocam dia nacional de luta contra ‘reforma’ da Previdência


As centrais sindicais marcaram para o dia 22 de novembro um dia nacional de luta contra a “reforma’ da Previdência, que vem sendo elaborada pela equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O objetivo das entidades sindicais é alertar a população sobre as mudanças nas regras de aposentadoria que são prejudiciais aos trabalhadores.

“Não dá para fazer uma reforma às pressas, de forma estabanada e autoritária, sem discutir as alterações com a sociedade”, disse o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.

Bolsonaro tem afirmado que uma das prioridades de seu governo é a reforma da Previdência e que gostaria de aprovar uma parte dela em 2018, com ajuda da atual base parlamentar do governo golpista de Temer.

A mobilização será o primeiro protesto trabalhista contra Jair Bolsonaro. Leia mais

1 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais iniciam luta para barrar reforma da Previdência de Bolsonaro/Temer

Centrais sindicais iniciam luta para barrar reforma da Previdência de Bolsonaro/Temer

As Centrais Sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central, reunidas nesta quinta-feira (1)em São Paulo, decidiram iniciar uma campanha de mobilização contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro/Temer. As entidades firmaram um compromisso conjunto de organizar o combate contra as medidas que ameacem as conquistas dos trabalhadores. Confira a íntegra da nota oficial das centrais.

Reunidas hoje, 1º de novembro, na sede do DIEESE, em São Paulo, as Centrais Sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central decidiram:

– Intensificar a luta contra a proposta da reforma da Previdência Social, divulgada recentemente pelos meios de comunicação;

– Organizar o movimento sindical e os segmentos sociais para esclarecer e alertar a sociedade sobre a proposta de fim da aposentadoria;

– Realizar um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a Previdência que queremos;

– Retomar a luta por uma Previdência Social pública, universal, que acabe com os privilégios e amplie a proteção social e os direitos.

CENTRAL DOS SINDICATOS BRASILEIROS (CSB)

CENTRAL SINDICAL E POPULAR (CSP-Conlutas)

CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL (CTB)

CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES (CUT)

FORÇA SINDICAL

INTERSINDICAL – CENTRAL DA CLASSE TRABALHADORA

NOVA CENTRAL SINDICAL DOS TRABALHADORES (NCST) Leia mais

30 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais preparam mobilização contra reforma da Previdência do ‘consórcio Bolsotemer’

Centrais preparam mobilização contra reforma da Previdência do ‘consórcio Bolsotemer’


As centrais sindicais Força Sindical, CTB, CUT, Nova Central, UGT, CSB e Intersindical se reúnem nesta quinta-feira (1º), na sede do Dieese, na região central de São Paulo, para discutir uma agenda de mobilizações contra a Reforma da Previdência do chamado “consórcio Bolsotemer”, como os sindicalistas têm chamado a aliança programática e de governo entre Bolsonaro e o governo golpista de Temer.

Segundo o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, o movimento sindical deve fortalecer ainda mais a unidade de ação para impedir a aprovação de uma reforma que retire direitos dos trabalhadores. “A unidade, a resistência e a luta serão fundamentais para barrarmos mais este retrocesso e os graves impactos da ‘reforma’ na vida dos trabalhadores e trabalhadoras”.

Agenda: Reunião das centrais sindicais sobre mobilizações contra a Reforma da Previdência

Data: 1º de novembro
Horário: 10 horas
Local: sede do Dieese
Endereço: Rua Aurora, 957, Santa Ifigênia – São Paulo/SP

*Com informações da Força Sindical Leia mais

29 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Força Sindical divulga nota sobre a eleição de Bolsonaro e a necessidade da defesa dos direitos dos trabalhadores

Força Sindical divulga nota sobre a eleição de Bolsonaro e a necessidade da defesa dos direitos dos trabalhadores


A direção da central Força Sindical, reunida nesta segunda-feira(29), divulgou nota pública a respeito da eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para a presidente da República. A entidade sindical reafirmou no documento o seu “papel institucional de defesa dos trabalhadores, a luta pelo emprego decente, por uma aposentadoria justa e a retomada do crescimento”. Leia.

Nota da Força Sindical

O Brasil falou por meio das urnas e elegeu Jair Bolsonaro presidente da República. A Força Sindical é uma central sindical que sempre defendeu a democracia, e a alternância no poder é um dos seus pilares.

Neste sentido, respeitamos o resultado eleitoral e desejamos que o eleito, em cumprimento aos primados democráticos da nossa Constituição, possa recolocar o País no rumo do desenvolvimento, do respeito aos direitos trabalhistas e previdenciários dos trabalhadores, aos direitos individuais e à imprensa livre passando a falar para todos os brasileiros, e não somente para o seu eleitorado, posição esta que deve ser, também, das forças de oposição.

Para tanto, a Força Sindical vai cumprir seu papel histórico e institucional: vai representar os trabalhadores e sua luta por emprego decente, por uma aposentadoria justa, pela retomada do crescimento e em defesa do patrimônio nacional.

Reafirmamos a necessidade da unidade de ação das centrais sindicais, buscando fortalecer o diálogo com as forças institucionais constituídas na construção de um País mais justo e igualitário.</div

Miguel Torres - presidente da Força Sindical
João Carlos Gonçalves (Juruna) - Secretário-geral da Força Sindical Leia mais

23 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Metalúrgicos de todo o país intensificam campanha a favor de Haddad

Metalúrgicos de todo o país intensificam campanha a favor de Haddad


O Movimento Brasil Metalúrgico, que reúne sindicatos do setor de todo o país e vinculados a diversas centrais sindicais, se manifestou a favor da chapa Fernando Haddad/Manuela D´Ávila e contra a candidatura Jair Bolsonaro. Segundo os metalúrgicos, o presidenciável do PSL “quer nos impedir de lutar em defesa dos nossos direitos e ameaça o país com uma ditadura”.

As entidades lembram que além das ameaças aos direitos trabalhistas e sociais,como 13º, férias e aposentadoria, Bolsonaro pode “atacar diretamente” os sindicatos, “o direito de organização, o direito de greve, de expressão e de mobilização dos trabalhadores e setores oprimidos da sociedade”.

Os sindicalistas afirmam que não se pode aceitar mais retrocessos, violência e ódio, “nem soluções simplistas para os sérios problemas econômicos e sociais” do país. E conclamam todos a ir às urnas no domingo “e a votar em Haddad, 13, contra Bolsonaro”. Eles lembram que os ataques vão aumentar depois da eleição, com empresários já pressionando pela reforma da Previdência.

O Movimento reúne sindicalistas do setor ligados a CGTB, CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e UGT. Confira a íntegra do documento.

EM DEFESA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES E DAS LIBERDADES DEMOCRÁTICAS, VOTAMOS CONTRA BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO

Lideranças do movimento Brasil Metalúrgico, formado por sindicalistas metalúrgicos de todo o país e de todas as centrais sindicais, sem prejuízo de suas convicções e opiniões políticas acerca da candidatura do PT, declaram seu voto em Haddad e Manuela, 13, no segundo turno, para derrotar o candidato do PSL.

Além das ameaças aos direitos trabalhistas e sociais representados por este candidato – ameaça ao 13º salário, às férias e à aposentadoria dos trabalhadores – Bolsonaro ameaça atacar diretamente os sindicatos, o direito de organização, o direito de greve, de expressão e de mobilização dos trabalhadores e setores oprimidos da sociedade. Quer nos impedir de lutar em defesa dos nossos direitos e ameaça o país com uma ditadura.

Não podemos aceitar mais retrocessos, violência e o ódio, nem soluções simplistas para os sérios problemas econômicos e sociais que afetam o nosso país. Por isto, além de continuarmos na luta de resistência contra a terceirização, a “reforma” trabalhista e a “reforma” da Previdência, convocamos todos os companheiros e companheiras a comparecerem às urnas no domingo, 28 de outubro de 2018 e a votar em Haddad, 13, contra Bolsonaro.

Por outro lado, sabemos que as pressões para o ataque aos nossos direitos – por parte do sistema financeiro, das multinacionais e dos grandes empresários – vão aumentar depois da eleição, ganhe quem ganhe. Empresários já anunciam exigência de aprovação da “reforma” da Previdência no primeiro semestre do próximo ano.

Por esta razão, independentemente das diferentes opiniões existentes no interior das organizações sindicais e da própria classe trabalhadora, é fundamental que nos dediquemos todos ao esforço para construir uma frente única de todas as organizações dos trabalhadores em nosso país, a unidade de toda a nossa classe para a luta em defesa de seus direitos e interesses.

É na luta que a classe trabalhadora brasileira construirá o futuro que queremos para nossas famílias e nosso país. Leia mais

17 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais intensificam mobilização nas portas de fábricas pelo voto em Haddad

Centrais sindicais intensificam mobilização nas portas de fábricas pelo voto em Haddad


As sete principais centrais sindicais brasileiras – CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB e Intersindical – intensificaram a mobilização nas portas de fábricas e empresas em todo o país. As organizações conjuntamente produziram e vão distribuir nos locais de trabalho e onde tiver grande concentração de trabalhadores um jornal alertando para os riscos da candidatura da Direita, representada por Bolsonaro (PSL).

“É uma disputa entre um projeto que tem compromisso com a classe trabalhadora e a democracia, representado pelo candidato do PT, Fernando Haddad, e o do adversário, Jair Bolsonaro, do PSL, que coloca em risco todas as conquistas e representa o atraso, o estímulo ao ódio e a violência”, alertam os dirigentes das centrais sindicais.

O material distribuído mostra que Bolsonaro e seus colaboradores já afirmaram que pretendem dar continuidade à política nefasta de ataque aos direitos sociais e trabalhistas iniciada pelo golpista e ilegítimo Michel Temer.

*Com informações da CUT Leia mais

10 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Haddad recebe apoio das centrais sindicais em defesa dos direitos dos trabalhadores

Haddad recebe apoio das centrais sindicais em defesa dos direitos dos trabalhadores


Sete centrais sindicais – CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, Intersindical, CSB e CTB – declararam nesta quarta-feira (10) apoio ao candidato à presidência Fernando Hadadd (PT). O encontro aconteceu em São Paulo com a presença do candidato e da vice, Manuela D’Ávila, da presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann e dirigentes sindicais de diversas categorias. “Estamos de corpo e alma na campanha de Haddad e Manuela”, afirmou Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

Haddad e Manuela receberam das mãos dos sindicalistas dois documentos, ambos assinados pelas sete centrais sindicais. São eles a carta que explica os motivos porque a classe trabalhadora deve eleger Haddad e o documento Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora com 22 pontos elaborados pelas centrais que apontam alternativas para tirar o Brasil da crise. Confira a seguir a íntegra da carta dos sindicalistas a Fernando Haddad e Manuela d’Ávila.

MOVIMENTO SINDICAL EM DEFESA DOS DIREITOS TRABALHISTAS E DA DEMOCRACIA

PORQUE A CLASSE TRABALHADORA DEVE ELEGER HADDAD

Em 28 de outubro teremos uma eleição decisiva para o futuro da classe trabalhadora brasileira. De um lado, Fernando Haddad, um candidato comprometido com a democracia, os direitos sociais e a soberania nacional. Do outro, um candidato que encarna o autoritarismo, a desnacionalização da economia e a extinção dos direitos sociais e trabalhistas, com consequências diretas na vida dos trabalhadores e das trabalhadoras, como desemprego, a precarização do trabalho, redução dos direitos e da qualidade de vida.

Jair Bolsonaro defende os interesses de grandes corporações nacionais e estrangeiras, seu projeto privilegia o mercado financeiro sobre qualquer outro setor da sociedade. Sua intenção de supressão dos direitos dos trabalhadores é tão flagrante que o candidato afirmou que, se eleito, vai criar uma “nova” carteira de trabalho em contraposição à atual. Com esta fantasiosa carteira, o empregado não terá nenhum dos direitos previstos na CLT como férias, 13º salário e licença maternidade.

O programa de governo de Haddad está em sintonia com os interesses da Nação e do nosso povo. Propõe a revogação da reforma trabalhista e da Emenda Constitucional 95, que congelou os investimentos públicos por 20 anos. Propõe a retomada do desenvolvimento e crescimento econômico, com distribuição de renda, inclusão e justiça social e redução do desemprego. Defende o fortalecimento e a valorização da agricultura familiar e do salário mínimo, o combate da precarização do mercado de trabalho, a democratização dos meios de comunicação e uma política externa soberana.

Haddad está comprometido com a valorização das estatais, das empresas e bancos públicos, redução dos juros, isenção do imposto de renda para trabalhadores e trabalhadoras que ganham até cinco salários mínimos e de impostos para os mais pobres, manutenção da Previdência Social como política pública e a valorização das aposentadorias. O fim das privatizações e a valorização de todo setor energético, com a consequente redução das tarifas de combustíveis, luz e gás, também são compromissos já firmados.

Há uma massa de trabalhadores, desempregados e desalentados, sendo iludida pelo canto de sereia, desorientada pela profusão de notícias falsas e disseminação do ódio. Por isso, conclamamos uma reflexão pela democracia e por um futuro melhor para todos e todas.
Fernando Haddad personifica a democracia e a possibilidade de lutarmos por mudanças que o povo reclama e anseia: educação e saúde públicas de qualidade para toda a população, moradia, segurança, democracia, soberania e bem-estar social. Haddad colocará o povo brasileiro em primeiro lugar.

Por todas essas razões, as centrais sindicais brasileiras estão unidas neste segundo turno com Fernando Haddad. E, com a certeza de que Haddad é o melhor candidato, conclama a classe trabalhadora e o povo brasileiro a participar da campanha e votar para eleger Haddad o próximo presidente do Brasil.

Somente juntos conseguiremos defender a democracia, a soberania nacional e a valorização do
trabalho e da classe trabalhadora.

São Paulo, 10 de outubro de 2018.

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores – CUT
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores – UGT
Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
José Avelino Pereira (Chinelo), presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB
José Calixto Ramos, presidente Nova Central Sindical dos Trabalhadores – NCST
Edson Índio, secretário-geral da Intersindical Leia mais

9 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais entregam manifesto de apoio a Haddad nesta quarta

Centrais sindicais entregam manifesto de apoio a Haddad nesta quarta

Os presidentes de sete centrais sindicais entregarão nesta quarta-feira (10) um manifesto ao candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) em apoio à sua eleição. Os sindicalistas acreditam que o candidato petista é o que melhor representa a defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e do fortalecimento da democracia nesse momento tão delicado pelo qual atravessa o País.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, defender Haddad na presidência da República é defender os direitos trabalhistas e a soberania nacional, ao contrário de Jair Bolsonaro (PSL), que defende o projeto dos patrões e de Temer, contrários à classe trabalhadora.

“Os trabalhadores e trabalhadoras viveram o seu melhor momento no governo Lula, e Fernando Haddad vai ao encontro do mesmo projeto do ex-presidente, que é a criação de empregos e a carteira de trabalho assinada”, defende Vagner.

“Já o candidato do PSL aprovou a terceirização e a reforma Trabalhista. Por isso, eu e os demais presidentes das centrais defendemos Haddad na presidência da República”.

O ato “Movimento Sindical em Defesa dos Direitos dos Trabalhadores e da Democracia” será realizado com a presença de Haddad, a partir das 16h30, no Leques Brasil Hotel, no bairro da Liberdade, em São Paulo.

O manifesto é assinado por:

Vagner Freitas – CUT

Miguel Torres – Força Sindical

Ricardo Patah – UGT

Adilson de Araújo – CTB

Antonio Neto – CSB

José Calixto – Nova Central

Edson Carneiro Índio – Intersindical

*Com informações da CUT Leia mais

27 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Força Sindical pede fim de privilégio bilionário para o Sistema S

Força Sindical pede fim de privilégio bilionário para o Sistema S

A reforma trabalhista acabou com a contribuição sindical compulsória para entidades de trabalhadores, mas manteve intacta a arrecadação de R$ 20 bilhões para as patronais ligadas ao Sistema S. E é contra este privilégio que a Força Sindical se insurgiu nesta sexta-feira (27).

A Força divulgou um manifesto de repúdio a Michel Temer que, por decreto, repassou recursos do Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) para financiar a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil e suas federações filiadas.

“A edição do decreto garantindo a remessa de milhões de reais para o sindicalismo patronal vem no exato momento em que o custeio das entidades sindicais dos trabalhadores é inviabilizado pela Reforma Trabalhista e por decisões judiciais do STF”, reclama Miguel Torres, presidente interino da Força Sindical.

O fim da obrigatoriedade do imposto sindical na reforma trabalhista derrubou em 86% a receita dos sindicatos de trabalhadores em um ano. Muitas das entidades tiveram de demitir funcionários, reduzir atendimentos e outras até fechar as portas.

Por outro lado, estima-se, as entidades patronais do Sistema S aumentaram sua arrecadação em até seis vezes neste ano.

“Vamos continuar lutando para que as entidades sindicais dos trabalhadores tenham recursos necessários para defender os direitos da classe trabalhadora”, conclama João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força.
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