18 de Fevereiro de 2018
por esmael
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E a greve geral sai ou não sai amanhã?

As centrais sindicais rufaram os tambores no pré-carnaval dizendo que dia 19 de fevereiro o Brasil iria parar numa histórica greve geral. Mas, afinal de contas, sairá ou não sairá o movimento paredista? Leia mais

15 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Centrais sindicais prometem greve geral na semana que vem contra a reforma da previdência

As principais centrais sindicais — CUT, UGT, Força Sindical, CSB e Nova Central — prometem uma greve geral para parar o país nos próximos dias contra a reforma da previdência. Os trabalhadores no sistema de transporte público da cidade de São Paulo, por exemplo, já confirmaram adesão ao movimento paredista. Leia mais

17 de Janeiro de 2018
por esmael
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Comitê pró-Lula promete reconquistar Curitiba nesta sexta-feira

Os senadores Roberto Requião (MDB) e Gleisi Hoffmann (PT) lideram nesta sexta-feira (19), em Curitiba, o lançamento nacional do Comitê Eleição Sem Lula é Fraude. O evento será às 16 horas na sede da Federação dos Metalúrgicos do Paraná (Rua Lamenha Lins, 981, bairro Rebouças). Leia mais

25 de agosto de 2016
por esmael
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Metalúrgicos para Temer: “Não vamos pagar a conta de quem entrou pela porta dos fundos”

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Sérgio Butka, após reunião nas montadoras Renault, Volkswagen e Volvo, anunciou nesta quinta (25) o veredicto dos trabalhadores sobre o golpista Michel Temer (PMDB):

15 de agosto de 2016
por esmael
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Movimento sindical vai às ruas nesta terça contra o golpe nos direitos dos trabalhadores

temer_fim_CLTOito entidades representativas dos trabalhadores sairão às ruas de todo o país, nesta terça (16), no Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e Garantia de Direitos.

20 de junho de 2016
por esmael
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Olha o bafão! Paulinho da Força é escrachado dentro do avião; assista ao vídeo

paulinho_da_forca_eduardo_cunhaA vida não está nada fácil para os golpistas. O deputado Paulinho da Força (SD-SP) foi escrachado dentro de um avião, ontem (19) à noite, no trecho São Paulo-Brasília. Abaixo, assista ao vídeo:

19 de Maio de 2016
por esmael
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Temer determina fusão das centrais UGT e Força para acabar com a CUT

rossi_butkaO presidente interino do golpe, Michel Temer (PMDB), determinou às centrais Força Sindical e União Geral dos Trabalhadores, a UGT, que elas se fundam para ultrapassar em representatividade a Central Única dos Trabalhadores (CUT).

O objetivo dos golpistas é acabar com a CUT no médio prazo sufocando-a na base.
Hoje, com base em dados de 2015, UGT e Força, juntas, teriam 27% dos sindicatos e arrecadação 50% maior que a CUT.

A possibilidade de fusão também agita os bastidores sindicais no Paraná. Nos próximos dias, o presidente estadual da Força, Sérgio Butka, e da UGT, Paulo Rossi, deverão ser reunião para fazer contagem das “garrafas”, ou seja, fazer um balanço do tamanho que terão no estado.

18 de Maio de 2016
por esmael
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Paulinho da Força diz que foi ‘enganado’ pelo colega de golpe Temer

paulinho_forcaO deputado Paulinho da Força (SD) lamentou nesta quarta-feira (18) que o governo ditatorial de Michel Temer (PMDB) tenha “esquecido” os representantes da classe trabalhadora. Na verdade, o presidente da Força Sindical quis dizer que ele, Paulinho, foi “preterido”, “enganado”, pelo colega de golpe contra a democracia. CUT e CTB se negam a reconhecer o governo golpista.

Paulinho da Força chegou a ser cogitado para o Ministério do Trabalho, mas, após o afastamento da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), Temer escolheu para o desconhecido deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), o qual abriu vaga na Câmara para o suplente Cajar Nardes (PTB-RS) — irmão do ministro Carlos Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU).

Além de Paulinho da Força, quem também ficou chupando os dedos foi o deputado Alex Canziani (PTB-PR). O parlamentar paranaense já tinha montado equipe de transição, pedido contribuições sobre programas sociais para o ex-secretário estadual do Trabalho e atual Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governador Beto Richa (PSDB) na Assembleia; Canziani também havia conversado com o vereador colombense José Renato Strapasson (PTB), o Pelé, suplente do deputado, sobre a “convocação” de Temer.

A seguir, leia matéria da Agência Brasil:

23 de Março de 2016
por admin
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Lula participa hoje de plenária sindical contra golpe e em defesa de direitos

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa na tarde desta quarta-feira (23), às 16 horas, em São Paulo, de uma plenária em defesa da democracia e contra a retirada de direitos dos trabalhadores. O evento vai reunir sindicalistas da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Força Sindical, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST).

As centrais sindicais também darão o pontapé inicial à organização de uma marcha antigolpe, no próximo dia 31 de março, rumo a Brasília, onde prometem manifestação na Praça dos Três Poderes.

Para os dirigentes sindicais, os trabalhadores e trabalhadoras serão os mais prejudicados caso o golpe contra a democracia se concretize. Se o Congresso Nacional cassar o mandato de presidenta Dilma Rousseff, eleita democraticamente pelo voto popular, centenas de projetos de lei que retiram direitos conquistados, devem ser votados imediatamente.

As principais entidades patronais do País como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Confederação Nacional da Agricultura (CNA), as associações comerciais e sindicatos patronais, estão apoiando o golpe. São essas entidades que patrocinam todos os projetos que suprimem direitos assegurados à classe trabalhadora. No entendimento dos sindicalistas, só unidos e organizados será possível impedir este imenso retrocesso.

Os trabalhadores da Ford em São Bernardo do Campo já se posicionaram contra o golpe em defesa dos direitos trabalhistas. A decisão foi votada em assembleias realiz

25 de dezembro de 2015
por esmael
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Centrais sindicais cogitam abandonar defesa de Dilma, caso governo ataque conquistas dos trabalhadores

Centrais sindicais cogitam abandonar Dilma, caso governo ataque conquistas dos trabalhadores

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Central Única dos Trabalhadores (CUT), ambas entidades que foram ao combate das ruas contra o golpe, podem abandonar de vez a defesa da presidente Dilma Rousseff (PT) caso o governo leve adiante a Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista.

O presidente da UGT, Ricardo Patah, em nota oficial, considera essas reformas “ataques aos direitos e conquistas que a duras penas foram acumulados ao longo da história de lutas da classe trabalhadora brasileira”.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, também em nota oficial, afirma que o novo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, repete o discurso do antecessor Joaquim Levy.

“O povo quer a Dilma que elegeu. Esse foi o canto que ecoou nas ruas em todas as manifestações que fizemos, especialmente, a do último dia 16, quando milhares de pessoas foram às ruas de mais de 70 cidades do Brasil e o Distrito Federal dizer que quer a Dilma que elegeu”, exortou o dirigente cutista.

Para Miguel Torres, presidente da Força Sindical, o governo quer nas costas dos trabalhadores “apenas para mostrar ao mercado que realmente vai buscar o equilíbrio fiscal”.

As centrais têm razão na reação, pois essas reformas colocarão em jogo a existência da organização sindical e, com certeza, se levadas a cabo, extinguirão a maioria dos sindicatos brasileiros com o intuito de beneficiar o capital em detrimento do trabalho.

A seguir, leia a íntegra as notas oficiais da UGT e da CUT:

Nota oficial da UGT:

Aumentar exclusão não desenvolve a Nação

Mais uma vez, se anunciam às vésperas do Natal medidas que só fazem prever um Ano Novo repleto de tristezas e incertezas para os trabalhadores e suas famílias.  Novamente, erra no alvo e na forma o Governo Dilma. Atropela o diálogo com as Centrais Sindicais e arbitrariamente aponta a tesoura dos cortes ao muito pouco que o Estado Brasileiro retorna aos trabalhadores efetivamente contribuintes da Previdência Social. Enquanto isso, nada é apresentado para conter a verdadeira sangria do Tesouro Nacional, representada pelos privilégios e favores bilionários que sustentam as castas de uma elite empresarial e política que vive de sugar o Estado Brasileiro.

Escolher este momento de grave crise, com o País à beira da depressão econômica, para propor Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista é um verdadeiro crime de lesa-trabalhador. Falar em negociado sobre o legislado, terceirização e outras flexibilizações, enquanto o desemprego cresce descontroladamente é dar cobertura do Governo à negociação entre a corda do patrão e o pescoço da classe trabalhadora.

UNIÃO GERAL DOS TRABALHADORES rejeita e repudia a adoção de medidas nas áreas previdenciária e trabalhista tramadas em gabinetes, à revelia das mesas de negociação e concertação das quais participam as Centrais Sindicais e as organizações de aposentados. Reafirmamos nosso empenho pela adoção dos consensos estabelecidos no Compromisso Pelo Desenvolvimento, firmado entre as Centrais Sindicais e setores empresariais realmente preocupados em tirar o Brasil do atoleiro em que foi lançado.

Por tudo isso, a UGT conclama os brasileiro

12 de dezembro de 2015
por admin
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Considerada de “direita”, UGT do Paraná é a única central que aprovou moção pelo “Fica Dilma”

As centrais sindicais, movimento estudantil e movimentos populares estão se organizando para a mobilização nacional em repúdio ao golpe do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) no próximo dia 16 de dezembro, quarta-feira.

No Paraná, a CUT, CTB, NCST, Força Sindical e até a UGT já se manifestaram contra o processo de impeachment aberto pelo presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Para o secretário geral da CUT Paraná, Marcio Kieller, a decisão do governador Beto Richa de apoiar o  impeachment deve reforçar o movimento contra o golpe no Estado. “Se o Beto Richa está a favor desse absurdo, muitos trabalhadores, especialmente os professores, devem se mobilizar contra o impeachment”, completou Kieller.

A Força Sindical do Paraná publicou uma nota se posicionando contrária ao golpe e também deve se juntar à mobilização do dia 16. Para a Central, o processo só vai atrasar ainda mais a retomada econômica, além de colocar em risco a democracia e os direitos trabalhistas e sociais.

As entidades do movimento estudantil (UPES, UPE, UBES e UNE) também estão mobilizadas e vão jogar peso na mobilização do dia 16. Centenas de estudantes de todo o Brasil estão acampados em Brasília desde quarta-feira (9) em frente ao Congresso Nacional, para pressionar os deputados contra o golpe do impeachment.

O presidente da UPE, Bruno Pacheco, afirmou que os estudantes vão às ruas dia 16 contra o golpe, mas também pressionar por uma nova política econômica, onde os ricos paguem pela crise. “Queremos a taxação das grandes fortunas e a repatriação de recursos enviados para o exterior”, completou Bruno.

Diversas entidades que estão se organizando no Fórum de Lutas 29 de Abril realizarão

7 de dezembro de 2015
por admin
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Trabalhadores e estudantes organizam resistência ao golpe

naovaitergolpeO movimento de resistência ao golpe na forma de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff começa a se organizar hoje no Paraná. As centrais sindicais, diversos sindicatos, entidades estudantis e movimentos populares vão se reunir para definir uma agenda de mobilizações em defesa da democracia.

A reunião será às 18h30, desta segunda-feira (7), na sede da APP-Sindicato (Av. Iguaçu, 880, em Curitiba).

O Blog do Esmael conversou com o presidente da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), Matheus dos Santos. Segundo ele, a democracia no Brasil foi construída com muita luta e muitas vidas, por isso não se pode descuidar e permitir o golpe. “Não se trata somente de defender o mandato da presidente Dilma Rousseff. Vamos para a rua defender antes de tudo a democracia”.

1 de Maio de 2015
por esmael
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Ao vivo: Requião discursa no 1º de Maio; Richa escafede-se após massacre

Após 48 horas do massacre de professores e servidores públicos pela polícia do governador Beto Richa (PSDB), no Centro Cívico, em Curitiba, o senador Roberto Requião (PMDB) discursará pela primeira vez.

O peemedebista sobe ao palanque da 1º de Maio promovido pela central Força Sindical, no Bioparque, em São José dos Pinhais.

Nunca é demais que Richa suspendeu hoje, pela primeira vez na história, comemoração do Dia do Trabalhador em frente ao Palácio Iguaçu. O tucano temia pela própria segurança.

Assista ao vivo:

20 de Abril de 2015
por esmael
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Sem emprego no governo Richa, presidente da UGT-PR manda currículo para locutor de rodeio; ouça o áudio

rossi_fernanda_beto_butkaQue o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), seção Paraná, Paulo Rossi, foi preterido do cargo de secretário do Trabalho pelo governador Beto Richa (PSDB) o leitor já sabe. O tucano preferiu juntar a pasta à Secretaria da Família cuja titular é sua esposa Fernanda Richa. Leia mais

7 de Abril de 2015
por esmael
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Coluna do Enio Verri: “Não à terceirização (precarização) das condições do trabalho”

enio_terceirizacaoEnio Verri*

Décadas de lutas por direitos trabalhistas podem ser jogados na sarjeta esta semana, caso o Congresso Nacional aprove o Projeto de Lei (PL) 4330/2004 que regulamenta a terceirização do trabalho. O PL garante que empresários deixem de contratar trabalhadores com carteira assinada para priorizar empresas terceirizadas. Leia mais

28 de Março de 2015
por esmael
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Artigo: Por medidas sociais e humanitárias para os trabalhadores desempregados pelo ajuste fiscal

desmpregoMilton Alves*

A crise corta fundo. E, novamente, são os trabalhadores da cidade e do campo que sofrem o ônus pesado do ajuste fiscal, com desemprego chegando forte e eliminando milhares de postos de trabalho nos mais diversos setores da economia.

Filas por emprego nos anos 90: desemprego e recessão

A opção do governo foi aliviar o sistema financeiro e penalizar a classe trabalhadora, mais uma vez, como nos planos recessivos dos governos de Sarney, Collor e FHC.

Ao lado da resistência classista, ativa e urgente, é necessária uma agenda do movimento sindical para os setores mais vulneráveis da classe, principalmente os já afetados pelo flagelo do desemprego, que tende ampliar com a aplicação das medidas de “ajustes” de Dilma/Levy.

Derrotar globalmente os planos recessivos dos governos em todos os níveis será o grande desafio da classe trabalhadora neste período, abrindo espaço para uma nova política econômica que promova o desenvolvimento do país, recupere a empregabilidade e a renda e fortaleça o mercado interno de massas.

Neste sentido, as centrais e os sindicatos devem demandar uma plataforma de medidas sociais e humanitárias de proteção aos trabalhadores desempregados com vistas a mitigar os efeitos do desemprego massivo:

14 de novembro de 2014
por esmael
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Governo Richa espanta Gerdau do PR

richa_gerdau_nelsao.jpgDepois de 43 anos, Grupo Gerdau informou esta semana que vai fechar as portas no Paraná.

O Blog do Esmael prospectou que serão dispensados 400 trabalhadores com a desativação da unidade Vila Guaíra, em Curitiba, e a de Araucária, na região metropolitana, apenas servirá como depósito com número mínimo de funcionários. Leia mais

17 de setembro de 2014
por esmael
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De olho na Secretaria do Trabalho, UGT arma palanque para Richa

Paulo Rossi, da União Geral dos Trabalhadores, realizou ontem encontro com mil pessoas para declarar voto à  reeleição de Beto Richa; sindicalista está de olho na Secretaria do Trabalho, caso haja sucesso na empreitada; curioso mesmo é que o Palácio Iguaçu anunciou "captura" até Maria Donizete Teixeira Alves, sogra do presidente da Força Sindical, Sérgio Butka, que está no barco de Requião; até agora Butka não confirmou se irá "resgatar" a sogra das hostes tucanas.

Paulo Rossi, da União Geral dos Trabalhadores, realizou ontem encontro com mil pessoas para declarar voto à  reeleição de Beto Richa; sindicalista está de olho na Secretaria do Trabalho, caso haja sucesso na empreitada; curioso mesmo é que o Palácio Iguaçu anunciou “captura” até Maria Donizete Teixeira Alves, sogra do presidente da Força Sindical, Sérgio Butka, que está no barco de Requião; até agora Butka não confirmou se irá “resgatar” a sogra das hostes tucanas.

“Com Beto Richa, a decência vai vencer a demência”. Esta era a palavra de ordem da União Geral dos Trabalhadores (UGT), seção Paraná, única central do estado em evento que declarou ontem (16) apoio à  reeleição do governador do PSDB. Leia mais

22 de agosto de 2014
por esmael
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Força Sindical do Paraná repudia postura de Richa e Gleisi em relação ao Piso Mínimo Regional

A Força Sindical do Paraná emitiu nesta quinta-feira (21) uma nota de repúdio à  postura dos candidatos ao governo do estado, Beto Richa (PSDB) e Gleisi Hoffman (PT), por declararem apoio à  proposta da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) para o Piso Mínimo Regional. Para a Central Sindical, a proposta enfraquece o salário mínimo estadual, o poder de compra dos mais de 1 milhão de trabalhadores beneficiados!  e, por conseguinte, a economia estadual.

Lamentamos que dois candidatos que tem a pretensão de governar o Paraná se mostrem favoráveis a uma proposta que significa o retrocesso para a vida dos paranaenses. Reduzir ou congelar salário é deixar de injetar dinheiro na economia do estado!, disse o presidente da Força, Sérgio Butka.

A manifestação da Força Sindical ignorou a nota da candidata Gleisi Hoffmann (PT) emitida na quarta-feira (20) negando ter assinado compromisso de baixar o piso regional. Sou a favor da manutenção do salário mínimo regional e qualquer alteração passa por amplo diálogo com todos os segmentos da sociedade envolvidos nesta discussão!, afirmou Gleisi.

A Força também emitiu nota em agradecimento ao posicionamento do candidato ao governo Roberto Requião (PMDB), que se mostrou totalmente contrário a proposta da Fiep, afirmando que em seu governo a formula de reajuste para o piso regional vai continuar sendo a reposição da inflação mais o índice de produtividade estadual.

O Piso Mínimo Regional foi criado em 2005, pelo então governador do Paraná, Roberto Requião, e atualmente beneficia mais de 1 milhão de trabalhadores que não tem convenção ou acordo coletivo de trabalho. Também serve de referência, puxando para!  cima as negociações salariais de várias categorias profissionais do estado.

Leia a seguir as duas notas da Força Sindical:

Nota de repúdio da Força Sindical do Paraná à  postura dos candidatos ao governo Beto Richa (PSDB) e Gleisi Hoffman (PT) em relação à  proposta da FIEP sobre!  o Piso Mínimo Regional do Paraná

Lamentamos e repudiamos a postura dos candidatos ao governo do Paraná, Beto Richa (PSDB) e Gleisi Hoffmann (PT),!  por terem se posicionado a favor da proposta da Federação das Indústrias do Estado do Paraná!  – FIEP – para o Piso Mínimo Regional.!  A nosso ver, a proposta representa um retrocesso ao avanço social e ao desenvolvimento econômico do Paraná.!  Hoje, o piso mínimo