12 de setembro de 2016
por esmael
36 Comentários

Veja como votou cada deputado na autorização da venda da Copel e Sanepar

tratoraco_votacao_alepA Assembleia Legislativa do Paraná aprovou no final da tarde desta segunda-feira (12), em primeira discussão, por 28 votos a 17, o projeto de lei do governo Beto Richa (PSDB) que autoriza a venda de ações da Copel e da Sanepar. Abaixo, veja como votou cada um dos deputados presentes na sessão:

14 de julho de 2016
por esmael
12 Comentários

Dilma vaza trechos da “carta aos brasileiros” durante entrevista a rádios do Piauí

dilma_carta_brasileirosA presidenta Dilma Rousseff detalhou o rumo que o País irá tomar com a sua volta ao exercício da Presidência da República após a derrubada do golpe em curso no Senado Federal. Para Dilma, a base de qualquer governo que redefina o País é o respeito à vontade popular. Ouça abaixo:

9 de junho de 2016
por esmael
24 Comentários

Requião leva ao plenário do Senado proposta de plebiscito para antecipar eleições; assista

roberto_requiao

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) propôs nesta quinta-feira (9), no plenário, um programa de transição para o país, prevendo medidas urgentes nas áreas econômica e política.

O programa seria adotado no espaço de tempo entre a derrubada do processo de impeachment no Senado, a convocação de um plebiscito para decidir a realização ou não de novas eleições, o novo pleito e a posse do novo presidente. Abaixo, assista ao vídeo:

5 de junho de 2016
por esmael
68 Comentários

Dilma deverá dar ‘guinada à esquerda’ com derrota do golpe de Temer

Dilma_RousseffA presidente eleita Dilma Rousseff sinaliza voltar com um governo ‘mais esquerda’ daquele que executou nos primeiros 18 meses deste segundo mandato.

Há uma movimentação no Senado visando buscar um compromisso mais desenvolvimentista de Dilma, que seria a conditio sine qua non para fulminar o impeachment e o golpe de Michel Temer (PMDB) no plenário.

3 de junho de 2016
por esmael
7 Comentários

Marcelo Belinati: Não ao fracking, SIM ao desenvolvimento sustentável!

Belinati_fracking

O deputado Marcelo Belinati (PP-PR), em sua coluna desta sexta-feira (3), revela que apresentou projeto na Câmara proibindo a outorga de concessão de lavra para exploração de gás através do perigoso processo de “fracking”. Segundo ele, um método de extração de gás através da fraturação hidráulica do subsolo, que é “esfacelado” para que libere o gás que contido nas rochas. No Paraná, 123 municípios tiveram, recentemente, autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Leia, ouça, comente e compartilhe a íntegra do texto abaixo:

19 de Maio de 2016
por esmael
7 Comentários

Michel Temer, um JK invertido: 50 anos de retrocesso em apenas 5 dias

temer_jkJeferson Miola, integrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial, em artigo especial, ironiza o governo interino de Michel Temer comparando-o com o ex-presidente Juscelino Kubitschek, o JK, que tinha como lema 50 anos em cinco. Para o articulista, sob o golpista, já foram “50 anos de retrocesso em 5 dias de governo usurpador”. Miola relaciona os reveses que o povo teve — ou terá — em conquistas obtidas sob o Estado Social nas últimas décadas. Leia, comente e compartilhe a íntegra do texto abaixo:

8 de Abril de 2016
por admin
6 Comentários

Coluna do Marcelo Belinati: ExpoLondrina, orgulho para Londrina, o Paraná e o Brasil

Download áudio

Marcelo Belinati*

De 7 a 17 de abril Londrina estará sediando um dos mais importantes eventos do agronegócio da América Latina, a 56ª Exposição Agropecuária e Industrial, a ExpoLondrina 2016.

Em 11 dias de festa a Expo deve receber aproximadamente 500 mil visitantes e movimentar mais de R$ 450 milhões (valores do evento em 2015) somente em negócios realizados dentro da feira, ou seja, cerca de 25% de todo orçamento anual da Prefeitura de Londrina. São números impressionantes e que marcam a grandeza desse evento que ocorre todos os anos..

Além disso, são mais de 400 empregos diretos temporários, pessoas contratadas para atuar na limpeza, organização, segurança, saúde, dentre outras tantas funções. Sem falar nos empregos indiretos que são criados por conta destes dias de festa.

Shows musicais com os artistas do momento, rodeios, restaurantes, lanchonetes, exposições temáticas, parque de diversão, exposição dos animais mais belos do Brasil, são alguns dos exemplos das atrações da feira que se realiza todos os anos no Parque de Exposições Ney Braga em Londrina.

A cidade fica repleta de visitantes, todos ganham, hotéis lotados, bares e restaurantes, lanchonetes, sorveterias, os taxistas, o comércio de maneira geral, shoppings, locais de entretenimento, enfim, toda c

11 de Março de 2016
por admin
5 Comentários

Coluna do Marcelo Belinati: Londrina pode e merece muito mais

Download áudio

Marcelo Belinati*

Londrina é uma cidade fantástica, com muitos e muitos encantos, um povo bom e acolhedor, com potencialidades que poucas cidades do Brasil possuem.

Sabemos que o cenário atual do nosso país é de uma crise quase sem precedentes, no entanto, as cidades reagem de maneira diferente a essa realidade de acordo com os rumos ditados pelas autoridades municipais.

Acontece que em Londrina os números, as estatísticas e os indicadores demonstram que os efeitos da crise têm uma faceta ainda pior que em outras cidades, a paradeira é geral.

Passo a uma análise isenta, no sentido construtivo, das bases econômicas da nossa cidade: comércio, prestação de serviços, industrialização e turismo de negócios.

Com muita serenidade ressalto que não se trata de apontar o dedo e buscar culpados, mas sim de termos a humildade suficiente para reconhecer os erros e buscarmos a união de todos na construção de novos caminhos buscando um futuro diferente e melhor.

Mas vamos lá…

Segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR), o comércio local vendeu 20,32% a menos em janeiro se comparado ao mesmo período de 2015. O índice é super

10 de Fevereiro de 2016
por esmael
13 Comentários

PHA: ‘Crise pode fazer Requião candidato do PMDB’; ouça a entrevista

por Paulo Henrique Amorim, via site Conversa Afiada

Nesta quarta-feira (10), o senador Roberto Requião (PMDB-PR) admitiu a possibilidade de ser candidato a Presidente da República. A ideia ganhou força quando ele lançou uma plataforma de cinco pontos com “a economia do desenvolvimento”.

Em entrevista por telefone a Paulo Henrique Amorim, Requião comentou os principais itens da proposta elaborada em conjunto com economistas e intelectuais, sob a liderança do ex-presidente do BNDES, Carlos Lessa.

Ouça a entrevista:

Os pontos centrais são:

1- o compromisso com a democracia;

2- o compromisso com a soberania;

3- o compromisso com a solidariedade;

4- o compromisso com o desenvolvimento;

e 5- o compromisso com a sustentabilidade.

Outra ideia é, no curto prazo, reformar os mecanismos de segurança e justiça no país, inclusive fazer com que o judiciário deixe de se auto regulamentar.

Abaixo, a entrevista na íntegra.

PHA: Eu vou entrevistar o senador Roberto Requião, que apresentou cinco propostas concretas para uma reorganização do país em torno de uma economia do desenvolvimento. A primeira delas é a transformação progressiva e ordenada da dívida pública em investimento produtivo. A pergunta é: como transformar a dívida em investimento sem que aja um calote da dívida?

Requião: Há o exemplo da economia alemã, conduzida pelo Horace Greeley Jalmar Schacht [ 1877 — 1970, um político e banqueiro alemão]. Nós podemos diminuir os juros da SELIC e criar a possibilidade de investimentos em áreas produtivas. Se nós diminuirmos, a primeira questão seria a seguinte: ‘ah, mas não vão aplicar’ no Brasil. Vão sim, pois não existe outra aplicação mais rentável no mundo hoje. Os Estados Unidos fixaram juros de 0,25% a 0,50% de títulos e já estão com – 1% ao ano.

E nós podemos criar setores de desenvolvimento através de investimentos em infraestrutura com uma taxa interna de retorno garantida pelo Banco Central. E, progressivamente, iríamos transformar esses investimentos rotativos que paralisam a economia brasileira, já que aumentam os juros, recebem (os juros) e novamente investem em Letras do Tesouro e debêntures do Tesouro (para receber os juros), em um círculo que não traz desenvolvimento algum. Então, progressivamente, nós resolveremos esse problem

8 de Fevereiro de 2016
por esmael
18 Comentários

De olho na Presidência da República, Requião lança programa com 5 pontos para retomar a economia

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) começou sair a campo para viabilizar sua candidatura à presidente da República, em 2018, dentro do partido. Uma das primeiras tarefas dele foi elaborar, em conjunto com economistas e intelectuais, 5 pontos essenciais à retomada do desenvolvimento do país. São eles: 1- o compromisso com a democracia; 2- o compromisso com a soberania; 3- o compromisso com a solidariedade; 4- o compromisso com o desenvolvimento; e 5- o compromisso com a sustentabilidade.

Inspirado no nova-iorquino Bernie Sanders, o pré-candidato democrata que ameaça derrotar no partido a ex-primeira-dama Hillary Clinton com 10 pontos os quais contestam a supremacia de Wall Street.

“Requião, você é o nosso Bernie Sanders do Brasil”, comparou em mensagem o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). O petista é um entusiasta da candidatura do colega paranaense à sucessão da presidente Dilma Rousseff (PT).

Os cinco pontos de Requião são o ponto de partida da discussão de uma proposta para economia brasileira. O documento será levado à apreciação de uma pré-convenção do PMDB dos três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – no próximo dia 5 de março, em Porto Alegre, data em que o senador completará 75 anos. Já a convenção nacional do partido ocorrerá no dia 12 de março próximo, em Brasília.

Tal qual o democrata Bernie, Requião é o pesadelo dos banqueiros. O senador peemedebista propõe, dentre outras medidas para retomar a economia brasileira, limitar os juros dos cartões de crédito em 15% ao ano ante os 431% atuais.

A seguir, leia a íntegra da proposta de Requião:

  1. Olhando numa visão histórica o Brasil como nação é um êxito: saindo de levas populacionais marginalizadas deslocadas de suas origens, criamos um povo novo.  Indígenas, portugueses e africanos, acrescidos depois de gente de todo mundo, formaram o povo brasileiro, hoje, uno e diversificado, dotado de identidade, algo que inexistia há relativamente poucas gerações. Estruturamos um sistema produtivo, habitamos um território bem-definido, falamos a mesma língua sem dialetos, fundamos um Estado Nacional, constituímos memória e sentimentos comuns. Estamos unidos por uma clara identidade nacional. Ela não tem raízes em ideias de raça ou de religião, em vocação imperial, em xenofobias e ódios, em qualquer tipo de arrogância. Tudo nos une na construção exitosa de um mundo novo no Novo Mundo. Olhamos sempre para o futuro, somos abertos ao que é novo, aceitamos a diferença e temos na cultura – uma cultura de síntese – a nossa razão de existir. Somos um grande país e temos o maior povo novo do mundo moderno.

Nossa história também registra, porém, um enorme fracasso: esse povo, a imensa maioria, não assumiu até hoje o controle de sua Nação. O estatuto colonial originário transmudou-se em dependência externa e o escravismo prolongado, em gigantescas desigualdades sociais. Ao longo da história, governado por uma elite que nunca se identificou com o seu povo, nunca se sentiu nacional, o Brasil mudou, mas sempre de forma a conservar relações com o passado.

Até recentemente, essa situação podia perpetuar-se, com alto custo humano, apesar de comprometer significativamente a nossa existência. Agora não pode mais: o crescimento demográfico, a formação de inúmeras grandes metrópoles, o acesso à informação e a maior capacitação técnica colocaram o nosso povo diante de um dilema incontornável. Cada vez mais, ele pode e deve tornar-se o agente de sua história.

O Brasil, que desde a origem se organizou para servir ao mercado mundial, terá agora de organizar-se para si mesmo. O Brasil de poucos terá de

29 de setembro de 2015
por admin
11 Comentários

Coluna do Enio Verri: Paraná revive desastres do governo Lerner

Enio Verri*

Desde que assumiu o governo do Estado, em 2011, Beto Richa foge da comparação com o ex-governador Jaime Lerner como o diabo foge da cruz. Escaldado pela desaprovação de Lerner junto aos paranaenses, por ele ter feito um governo marcado pela explosão das desigualdades regionais e principalmente pela implantação do pedágio mais caro do mundo, Richa sempre adotou um oportuno discurso de distância ideológica. A prática, entretanto, mostra que a gestão tucana se resume a uma versão 2.0 do governo Lerner.

A evidência mais recente do caráter lernista do governo Richa está estampada na capa da Gazeta do Povo desta segunda-feira (28). Reportagem do jornalista Fernando Jasper mostra que 90% dos recursos do programa Paraná Competitivo, criado em 2011 para estimular o desenvolvimento econômico do Estado por meio de benefícios fiscais, foram ou serão aplicados em cidades da Região Metropolitana de Curitiba e dos Campos Gerais.

Isso significa que R$ 22,1 bilhões, do total de R$ 24,8 bilhões viabilizados pelo programa, serão investidos nas duas regiões mais ricas do Paraná, que juntas detêm 51,3% do PIB estadual. Enquanto isso, as demais oito regiões metropolitanas, que concentram 48,7% do PIB, ficam com apenas 8,3% dos investimentos do Paraná Competitivo.

Quando o governo anunciou a criação do programa eu era líder da oposição na Assembleia Legislativa. Entre considerações elogiosas pela iniciativa de fomentar o desenvolvimento econômico do Estado, fui também o autor de incontáveis críticas ao Paraná Competitivo, pois entendia que o programa não previa incentivos diferenciados para indústrias se instalarem nas localidades mais pobres, justamente aquelas que mais necessitam da interferência governamental para alavancar o progresso. “Que empresa vai escolher a região central ou pelo Vale do Ribeira se os incentivos fiscais oferecidos pelo governo são os mesmos para os Campos Gerais e Região Metropolitana de Curitiba?”, repetia.

A previsão da oposição, de que o Paraná Competitivo potencializaria a atividade industrial e a concentração de riqueza nas regiões mais desenvolvidas, se confirmou. Assim como Lerner fez, Richa aumenta o abismo econômico entre as regiões do Estado, ignorando que municípios localizados em regiões mais pobres precisam de incentivos diferenciados para crescer

14 de setembro de 2015
por esmael
6 Comentários

Artigo especial de Roberto Requião: Crise econômica, impasse e colapso da Nova República

por Roberto Requião*

A crise de 2008 foi muito grave, mas o governo brasileiro conseguiu evitar que a população sofresse suas consequências por 7 anos. Por todo esse período os salários e o emprego subiram continuamente. Isso foi especialmente difícil porque o governo não quis desobedecer aos princípios macroeconômicos básicos instituídos pelo governo FHC: a autonomia do Banco Central e a hegemonia das finanças sobre as determinações centrais da política econômica através do Tripé: câmbio flutuante, meta de inflação e de superávit primário.

Tripé: a máquina que cria e legitima os juros indecentes

Nenhuma das metas do Tripé está relacionada a emprego e crescimento. Portanto, só por acaso poderia levar a eles. Na prática isso só pode acontecer, quando o dólar está em processo de valorização nominal. Caso contrário, as metas de inflação e superávit primário são tão exigentes, para a situação econômica brasileira, que a única forma de atendê-las é com os juros muito altos e recorrentes arrochos fiscais. O Tripé é assim a justificativa, o instrumento e legitimação para os juros surrealistas brasileiros.

A inflação brasileira é naturalmente mais alta do que nos países desenvolvidos em razão da elevada indexação da economia, especialmente dos serviços públicos privatizados, da renda mal distribuída – que leva à necessidade de reajustes salariais acima da inflação – e da baixa competitividade externa da indústria levar o câmbio a recorrentes desvalorizações.

Assim, a menos que o câmbio nominal esteja em permanente valorização – como no período Lula, por causa do aumento dos preços das commodities – a inflação estará sempre próxima do limite da meta. Por isso os juros estarão sempre em elevação ou altíssimos, mesmo com a economia estagnada ou em recessão. Consequentemente, a arrecadação de impostos crescerá pouco e o governo perderá o poder de fazer política fiscal para estimular a economia.

No gráfico abaixo, as barras verdes mostram a grande diferença entre o governo Lula e Dilma, a valorização cambial no primeiro, representada pelas barras para baixo e a desvalorização na segunda, representada pelas barras para cima.

grafico1

Nesse contexto, o governo dependerá apenas dos humores do setor privado para estimular a economia. Chama-se isso de política econômica pró-cíclica, quando o governo não tem capacidade de retirar a economia da recessão ou estagnação.

Market Friendly?

O governo Lula nunca afrontou as altas finanças. Dilma chegou a afrontá-las em alguns momentos, além do conhecido esforço de reduzir as taxas de juros entre 2011 e 2012. E foi só por isso que conseguiu evitar que a crise atingisse os salários e os empregos. Ao menos até dezembro de 2014.

É preciso admitir que foi fundamental a ajuda dos chineses, nos primeiros 4 anos da crise internacional, quando sustentaram o preço das commodities com sua política de investimento em infraestrutura.

Porém, desde 2012, o preço das commodities está caindo e já atingiu os menores valores em 10 anos. Apesar disso, o governo Dilma, com políticas heterodoxas, conseguiu blindar por alguns anos o salário e o emprego das consequências desse processo e, assim, pôde vencer as eleições do ano passado.

A ajuda fundamental do BNDES

Só escapamos de uma crise econômica por causa do BNDES. Sem ele, o Tripé teria colocad

24 de agosto de 2015
por esmael
3 Comentários

Exemplo para o País: Metalúrgicos encerram greve após acordo que cancela 798 demissões

da Agência BrasilMais de 4 mil funcionários da General Motors (GM), de São José dos Campos (SP), encerraram a greve de 12 dias, após assembleia realizada hoje (24) de manhã. Os metalúrgicos concordaram com a proposta do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região que cancela 798 demissões. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, essa foi uma das maiores paralisações na fábrica nos últimos 20 anos.

Os trabalhadores, que haviam sido demitidos por telegrama no dia 8 de agosto, entram em licença remunerada, retroativa a 10 de agosto. Ficou acertado que, em setembro, esses metalúrgicos entram em lay-off (suspensão do contrato de trabalho) por um período de cinco meses, e recebem o pagamento de indenização adicional de quatro salários ao final do lay-off, caso haja rescisões contratuais.

A proposta inclui ainda antecipar a aposentadoria de um grupo de empregados e adotar um Programa de Desligamento Voluntário. Segundo o TRT, a GM se comprometeu a verificar a possibilidade de alteração do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), a fim de possibilitar o atendimento às aposentadorias especiais. A empresa poderá indenizar os trabalhadores que não desejarem integrar o programa de lay-off, no valor correspondente a cinco meses de desembolso da companhia, mais os quatro salários nominais de indenização.

A GM propôs pagamento de 50% dos dias parados e a compensação dos outros 50%. Durante o período do lay-off, ficam garantidos aos trabalhadores o 13º salário, a participação nos lucros e o reajuste na data-base. A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria d

12 de agosto de 2015
por esmael
27 Comentários

Lula dá recado ao país: não julguem Dilma por seis meses de mandato

por Eunice Pereira, para a Rede Brasil Atual, via Brasil 247
Brasília – “Quem chegou onde a gente chegou, não pode retroceder. Quero dizer que estou preparando meu caminho para voltar a viajar pelo meu país”, afirmou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na abertura oficial da 5ª Marcha das Margaridas. “Eu quero ver se nossos adversários estão dispostos a andar por este país e discutir este país como ele precisa ser discutido”, disse.

Lula defendeu a presidenta Dilma Rousseff, pedindo para que ela não seja julgada por uma crise econômica que ela não criou. “A crise não começou no Brasil. Ela começou nos Estados Unidos e na Europa”, explicou. “Algumas pessoas não perceberam que a eleição acabou dia 26 de outubro e que a Dilma é presidenta deste país.”

O ex-presidente afirmou que os mesmos setores que querem “jogar a responsabilidade das dificuldades atuais a presidenta Dilma” e que se “agora se apresentam como solução, entregaram o país quebrado e devendo dinheiro para o FMI”.

Sobre as ameaças de impeachment da presidenta, Lula definiu como tentativa de dar como inacabada uma campanha eleitoral na qual os adversários saíram derrotados. “Eles não perceberam que a eleição acabou. Eles não saem do palanque”, disse Lula.

O ex-presidente reconheceu que o momento é difícil, mas lembrou que, os que hoje pedem o impeachment da presidenta Dilma,

11 de agosto de 2015
por esmael
1 Comentário

Requião: ‘Agenda Brasil’ de Renan é obra de Joaquim Levy

dilma_renan_requiaoO senador Roberto Requião (PMDB-PR) contestou a versão de que a ‘Agenda Brasil’ apresentada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), como sendo da bancada do partido e do Congresso Nacional. Segundo o parlamentar paranaense, o programa proposto pelo correligionário, na verdade, seria obra do ministro da Fazenda Joaquim Levy. Leia mais

10 de agosto de 2015
por esmael
22 Comentários

Coluna da Gleisi Hoffmann: Dilma, entre o ódio e a história (ouça o áudio)

Download

Gleisi Hoffmann*

Trabalhei com a presidenta. Convivi com ela. Privei de sua confiança e intimidade. Ela é uma pessoa de relacionamento difícil. Dura, exigente, cobra dos outros o que cobra dela mesma: rigor na formulação e execução de programas e ações. Não tem meio termo. Nem tampouco media relações. Cobra resultados com severidade. Mas poucas vezes estive junto a uma pessoa com tão grande espírito público. Séria, trabalhadora, comprometida com o Brasil e com seu povo.

Por isso não consigo entender o ódio disseminado contra ela. Sua baixa aprovação popular não tem razão compreensível para mim, a não ser por seu péssimo relacionamento pessoal com o mundo da política, reforçado por medidas que desagradaram a setores com grande poder econômico, mas necessárias à melhoria do desenvolvimento do Brasil.

Vivemos em um país onde as relações pessoais e afetivas têm grande importância nas decisões políticas e econômicas. Aliás, o Ministério de Comércio e Investimento do Reino Unido, em sua página na internet, considera que isso é um desafio para a realização de negócios no Brasil. Fato recentemente divulgado por causa de uma questão na prova do concurso do Itamaraty.

Pois bem, a presidenta Dilma não deu tapinhas nas costas, não fez mise-en-scène com políticos. Sempre manteve relações institucionais, reuniões e jantares formais, conversas republicanas, cobranças de seus aliados e de seu partido. Quem não se lembra da faxina no início de seu mandato. Com certeza isso iniciou o azedume das relações políticas.

Logo em seguida, para enfrentar a crise econômica global, avalizou a política do Banco Central em reduzir as taxas de juros. Chegamos a juros de 7,5%, inéditos para o Brasil. Não demorou muito a reação, que veio de fora do país, pela The Economist, Financial Times e outros meios de comunicação parceiros do sistema financeiro, contrários a essa política.

E o processo de desconstrução e ataque a imagem da presidenta foi iniciado.

Ela foi firme para enfrentar a crise global, desonerou tributos, aumentou crédito com juros baixos, continuou com investimentos públicos e programas sociais. É sempre bom lembrar do que aconteceu na Espanha, com desemprego de 20% ou na Itália, com 24%. Ou em outros países da Europa. E com desemprego proporcionalmente muito maior entre os jovens.

Aqui, conseguimos proteger o emprego e a renda das famílias. É claro que todo esse esforço cobra uma fatura grande agora.

Os ajustes necessários que estão sendo realizados e as dificuldades econômicas que enfrentamos não justificam, porém, a forma como tratam a presidenta, de maneira desrespeitosa, desqualificadora, covarde, com ódio.

Fico me perguntando como odiar uma mulher que fez um programa para distribuir médicos nos rincões deste país e garantir atendimento aos mais pobres?! Que está abrindo cursos de medicina no interior para formar médicos para a saúde básica?! Que fez o Pronatec, ampliou o FIES, está distribuindo creches pelo Brasil, fez o Ciência Sem Fronteiras, que tem possibilitado a milhares de jovens brasileiros estudar no exterior?! Que sancionou o PNE e garantiu recursos futuros para a educação?! Que está entregando mais de três milhões e setecentas mil casas para a população e anunciará outro tanto a partir de agora?!

Que enfrentou a maior seca dos últimos tempos garantindo renda ao povo do Nordeste, evitando a migração?! Que fez programa para as pessoas com deficiência?! Que criou o Br

2 de julho de 2015
por esmael
1 Comentário

Câmara aprova aumento do teto para enquadramento no Supersimples

da Agência Câmara
A comissão especial que analisa mudanças no Supersimples aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (01), o relatório do deputado João Arruda (PMDB-PR) com as novas regras para enquadramento nesse regime de tributação.

O substitutivo ao Projeto de Lei Complementar 25/07 e 28 apensados, apresentado pelo parlamentar, aumenta os valores para enquadramento no regime tributário do Supersimples de R$ 360 mil para R$ 900 mil (receita bruta por ano) para microempresas, e de R$ 3,6 milhões para R$ 14,4 milhões (receita bruta por ano) para pequenas empresas.

Segundo Arruda, a grande maioria das empresas brasileiras (mais de 90%) poderá optar pelo novo regime. “Não há diferença efetiva com a mudança para as microempresas ao aumentar o teto do faturamento para R$ 900 mil, porque os benefícios da lei são gerais e beneficiam tanto as micro como as pequenas empresas”, explicou.

O texto aprovado modifica o Estatuto da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06).

Bebidas artesanais

O texto aprovado na comissão prevê a possibilidade de inclusão dos fabricantes artesanais de cervejas especiais e pequenos produtores de cachaças, licores e vinhos no regime do Supersimples.

Segundo o relator, o objetivo é propiciar às empresas do setor de bebidas artesanais, que geram quantidade expressiva de emprego e renda, regra de tributação condizente com seu porte.

Tabelas

O relatório de Arruda também reduz o número de tabelas a que estão submetidas as empresas enquadradas no supersimples. Atualmente, há seis tabelas no Simples: uma para comércio, uma para indústria e quatro tabelas de serviços. O deputado propôs apenas quatro tabelas, reduzindo o setor de serviços a duas tabelas.

“Com isso, elimina-se circunstância que, na prática, inibe o crescimento dos participantes do Simples Nacional ou, pior, enseja ‘crescimento lateral’, isto é, uma mesma micro ou pequena empresa, em vez de crescer, segrega-se em outras de modo a não avançar nas atuais faixas cumulativas do Simples Nacional”, justificou.

Apoio do governo

O ministro da Secretaria

22 de junho de 2015
por esmael
42 Comentários

Coluna do Luiz Claudio Romanelli: Fora aos profetas do caos

“Isso de a gente querer ser exatamente o que a gente é, ainda vai nos levar além” – Paulo Leminski

Luiz Claudio Romanelli*

Em uma conjuntura nacional adversa marcada pela inflação e juros altos, que corroem salários e impedem novos investimentos nos setores público e privado, há pelo menos três boas notícias para começar a semana, nas quais o Paraná aparece na frente no campo econômico e social.

O Paraná é o Estado que mais criou empregos com carteira assinada no país nos cinco primeiros meses de 2015. De janeiro a maio, o Estado criou 22.723 novos postos de trabalho, enquanto isso o Brasil perdeu 243.948 vagas. O Paraná acumula saldos positivos na criação de empregos, devido em grande parte à diversidade econômica que viabiliza as contratações, principalmente, nas cidades do interior.

Vejo notícias que apontam o Paraná na contramão do cenário nacional, mas na verdade, quem está na contramão na criação de empregos e na indução do desenvolvimento é o país e não o nosso estado. Somos realmente um estado diferenciado e estamos trabalhando, tomando as medidas necessárias, para manter a excelência neste desempenho, o que reflete, sobremaneira, na qualidade de vida de todos nós, paranaenses.

Outra boa notícia. O Paraná registrou o maior crescimento no número de empresas entre os estados das regiões Sul e Sudeste. A pesquisa do IBGE, divulgada nesta semana, mostra que entre 2012 e 2013 o Estado registrou um aumento de 3,91% no volume de novas empresas, passando de 411.348 para 427.429. Segundo os dados da Junta Comercial, de janeiro a maio deste ano, foram criadas 17.779 novas empresas e filiais, sem considerar os Micros Empreendedores Individuais (MEI), de qualquer forma o balanço será no final do ano.

O resultado supera os Estados do Rio de Janeiro (3,85%), Espírito Santo (3,57%), Minas Gerais (3,33%), São Paulo (3,13%), Santa Catarina (3,07%) e Rio Grande do Sul (2,85%). O levantamento também revela que houve um aumento de 2,8% na taxa de ocupação da mão de obra nas empresas do Paraná em 2013, passando para 3,49 milhões de pessoas.

O desempenho na ampliação da oferta de trabalho e na criação de novas empresas está ligado, de forma exponencial à segurança jurídica, cenários e programas como o Paraná Competitivo, criados nos últimos anos no Estado. E, antes de qualquer menção, que o governo prioriza a atração de grandes investimentos, vale dizer que o Paraná também se destaca na criação de empresas que empregam até 19 pessoas, com crescimento de 3,93% em 2013, também à frente dos demais estados d