16 de Maio de 2018
por esmael
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Se eleito, Ratinho Junior pode privatizar até ‘cemitérios’ no Paraná

O deputado Ratinho Junior (PSD), se eleito ao governo do Paraná, promete privatizar estatais. A declaração do parlamentar do campo governista [Ratinho foi secretário do Desenvolvimento no governo Beto Richa, do PSDB] ocorreu nesta terça (15) durante sabatina promovida pela UniCuritiba. Leia mais

13 de Maio de 2018
por esmael
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Governador de SP faz apologia à violência ao homenagear PM que matou assaltante

O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), candidato à reeleição, apelou para a “bolsonarização” ao homenagear a PM que matou um homem durante tentativa de assalto. O “socialista” faz demagogia e apologia à violência ao agradecer com flores a cabo da Polícia Militar que estava de folga. Leia mais

25 de Março de 2018
por Eugênio Aragão
Comentários desativados em Temer vai inaugurar obras de Dilma e Lula para tentar subir a popularidade

Temer vai inaugurar obras de Dilma e Lula para tentar subir a popularidade


A assessoria do ilegítimo Michel Temer está preparando uma agenda de inaugurações para tentar alavancar sua popularidade. O objetivo (praticamente impossível) é tentar subir as intenções de voto para a Presidência nas eleições de outubro. Na tentativa de apresentar um perfil realizador, Temer vai inaugurar diversas obras que não são suas e sim herança dos governos do PT. Leia mais

4 de Março de 2018
por esmael
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Brasil é o único país em que a classe média se abraça ao poder econômico

O deputado Luiz Claudio Romanelli, ideólogo do PSB e estudioso do socialismo chinês, afirma que o Brasil é o único país onde a classe média fica ao lado de quem é detentor do poder econômico, acarretando o fenômeno da guerra entre “nós e eles” “coxinhas e mortadelas”. Leia mais

16 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Com ajuda da Globo, Temer engoliu Bolsonaro e Huck com a mesma intervenção no Rio

Michel Temer, o Vampiro Neoliberalista, engoliu com a mesma intervenção no Rio o apresentador Luciano Huck e o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Tudo com a providencial ajuda da Globo. Leia mais

14 de Fevereiro de 2018
por esmael
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O judiciário está nu!

“Toda nudez será castigada”, premonizou certa feita o dramaturgo e jornalista Nelson Rodrigues. De repente, não mais que de repente, não é que o judiciário ‘ficou nu’ e precisa se explicar à opinião pública –ou seria opinião publicada? — sobre privilégios e prebendas? Leia mais

12 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Temer não tem objetivo de desenvolvimento

O jornalista e economista J. Carlos de Assis escreve que a regressão política brasileira, após o golpe de Estado de 2016, pôs a perder o projeto de desenvolvimento liderado pelo Brasil em toda a América Latina. Leia mais

1 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Crítico da taxa de juro alto, presidente do BNDES vira alvo de ação da Polícia Federal

O economista Paulo Rabello de Castro presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, foi alvo nesta quinta (1º) de busca e apreensão da Polícia Federal. Leia mais

12 de setembro de 2016
por esmael
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Veja como votou cada deputado na autorização da venda da Copel e Sanepar

tratoraco_votacao_alepA Assembleia Legislativa do Paraná aprovou no final da tarde desta segunda-feira (12), em primeira discussão, por 28 votos a 17, o projeto de lei do governo Beto Richa (PSDB) que autoriza a venda de ações da Copel e da Sanepar. Abaixo, veja como votou cada um dos deputados presentes na sessão:

14 de julho de 2016
por esmael
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Dilma vaza trechos da “carta aos brasileiros” durante entrevista a rádios do Piauí

dilma_carta_brasileirosA presidenta Dilma Rousseff detalhou o rumo que o País irá tomar com a sua volta ao exercício da Presidência da República após a derrubada do golpe em curso no Senado Federal. Para Dilma, a base de qualquer governo que redefina o País é o respeito à vontade popular. Ouça abaixo:

9 de junho de 2016
por esmael
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Requião leva ao plenário do Senado proposta de plebiscito para antecipar eleições; assista

roberto_requiao

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) propôs nesta quinta-feira (9), no plenário, um programa de transição para o país, prevendo medidas urgentes nas áreas econômica e política.

O programa seria adotado no espaço de tempo entre a derrubada do processo de impeachment no Senado, a convocação de um plebiscito para decidir a realização ou não de novas eleições, o novo pleito e a posse do novo presidente. Abaixo, assista ao vídeo:

5 de junho de 2016
por esmael
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Dilma deverá dar ‘guinada à esquerda’ com derrota do golpe de Temer

Dilma_RousseffA presidente eleita Dilma Rousseff sinaliza voltar com um governo ‘mais esquerda’ daquele que executou nos primeiros 18 meses deste segundo mandato.

Há uma movimentação no Senado visando buscar um compromisso mais desenvolvimentista de Dilma, que seria a conditio sine qua non para fulminar o impeachment e o golpe de Michel Temer (PMDB) no plenário.

3 de junho de 2016
por esmael
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Marcelo Belinati: Não ao fracking, SIM ao desenvolvimento sustentável!

Belinati_fracking

O deputado Marcelo Belinati (PP-PR), em sua coluna desta sexta-feira (3), revela que apresentou projeto na Câmara proibindo a outorga de concessão de lavra para exploração de gás através do perigoso processo de “fracking”. Segundo ele, um método de extração de gás através da fraturação hidráulica do subsolo, que é “esfacelado” para que libere o gás que contido nas rochas. No Paraná, 123 municípios tiveram, recentemente, autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Leia, ouça, comente e compartilhe a íntegra do texto abaixo:

19 de Maio de 2016
por esmael
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Michel Temer, um JK invertido: 50 anos de retrocesso em apenas 5 dias

temer_jkJeferson Miola, integrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial, em artigo especial, ironiza o governo interino de Michel Temer comparando-o com o ex-presidente Juscelino Kubitschek, o JK, que tinha como lema 50 anos em cinco. Para o articulista, sob o golpista, já foram “50 anos de retrocesso em 5 dias de governo usurpador”. Miola relaciona os reveses que o povo teve — ou terá — em conquistas obtidas sob o Estado Social nas últimas décadas. Leia, comente e compartilhe a íntegra do texto abaixo:

8 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: ExpoLondrina, orgulho para Londrina, o Paraná e o Brasil

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Marcelo Belinati*

De 7 a 17 de abril Londrina estará sediando um dos mais importantes eventos do agronegócio da América Latina, a 56ª Exposição Agropecuária e Industrial, a ExpoLondrina 2016.

Em 11 dias de festa a Expo deve receber aproximadamente 500 mil visitantes e movimentar mais de R$ 450 milhões (valores do evento em 2015) somente em negócios realizados dentro da feira, ou seja, cerca de 25% de todo orçamento anual da Prefeitura de Londrina. São números impressionantes e que marcam a grandeza desse evento que ocorre todos os anos..

Além disso, são mais de 400 empregos diretos temporários, pessoas contratadas para atuar na limpeza, organização, segurança, saúde, dentre outras tantas funções. Sem falar nos empregos indiretos que são criados por conta destes dias de festa.

Shows musicais com os artistas do momento, rodeios, restaurantes, lanchonetes, exposições temáticas, parque de diversão, exposição dos animais mais belos do Brasil, são alguns dos exemplos das atrações da feira que se realiza todos os anos no Parque de Exposições Ney Braga em Londrina.

A cidade fica repleta de visitantes, todos ganham, hotéis lotados, bares e restaurantes, lanchonetes, sorveterias, os taxistas, o comércio de maneira geral, shoppings, locais de entretenimento, enfim, toda cidade. É um período que faz lembrar tempos em que Londrina crescia mais do que qualquer outro lugar do Brasil, tempos de prosperidade.

A feira tem também como característica a pujança dos primeiros pecuaristas norte paranae

11 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: Londrina pode e merece muito mais

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Marcelo Belinati*

Londrina é uma cidade fantástica, com muitos e muitos encantos, um povo bom e acolhedor, com potencialidades que poucas cidades do Brasil possuem.

Sabemos que o cenário atual do nosso país é de uma crise quase sem precedentes, no entanto, as cidades reagem de maneira diferente a essa realidade de acordo com os rumos ditados pelas autoridades municipais.

Acontece que em Londrina os números, as estatísticas e os indicadores demonstram que os efeitos da crise têm uma faceta ainda pior que em outras cidades, a paradeira é geral.

Passo a uma análise isenta, no sentido construtivo, das bases econômicas da nossa cidade: comércio, prestação de serviços, industrialização e turismo de negócios.

Com muita serenidade ressalto que não se trata de apontar o dedo e buscar culpados, mas sim de termos a humildade suficiente para reconhecer os erros e buscarmos a união de todos na construção de novos caminhos buscando um futuro diferente e melhor.

Mas vamos lá…

Segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR), o comércio local vendeu 20,32% a menos em janeiro se comparado ao mesmo período de 2015. O índice é superior à média de recuo registrado no Paraná, de 16,27%, e muito maior se comparado com outros municípios da região a exemplo de Maringá, que teve queda de 9,79%, e Ponta Grossa, com recuo de “apenas” 7,78%.

A situaç

10 de Fevereiro de 2016
por esmael
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PHA: ‘Crise pode fazer Requião candidato do PMDB’; ouça a entrevista

por Paulo Henrique Amorim, via site Conversa Afiada

Nesta quarta-feira (10), o senador Roberto Requião (PMDB-PR) admitiu a possibilidade de ser candidato a Presidente da República. A ideia ganhou força quando ele lançou uma plataforma de cinco pontos com “a economia do desenvolvimento”.

Em entrevista por telefone a Paulo Henrique Amorim, Requião comentou os principais itens da proposta elaborada em conjunto com economistas e intelectuais, sob a liderança do ex-presidente do BNDES, Carlos Lessa.

Ouça a entrevista:

Os pontos centrais são:

1- o compromisso com a democracia;

2- o compromisso com a soberania;

3- o compromisso com a solidariedade;

4- o compromisso com o desenvolvimento;

e 5- o compromisso com a sustentabilidade.

Outra ideia é, no curto prazo, reformar os mecanismos de segurança e justiça no país, inclusive fazer com que o judiciário deixe de se auto regulamentar.

Abaixo, a entrevista na íntegra.

PHA: Eu vou entrevistar o senador Roberto Requião, que apresentou cinco propostas concretas para uma reorganização do país em torno de uma economia do desenvolvimento. A primeira delas é a transformação progressiva e ordenada da dívida pública em investimento produtivo. A pergunta é: como transformar a dívida em investimento sem que aja um calote da dívida?

Requião: Há o exemplo da economia alemã, conduzida pelo Horace Greeley Jalmar Schacht [ 1877 — 1970, um político e banqueiro alemão]. Nós podemos diminuir os juros da SELIC e criar a possibilidade de investimentos em áreas produtivas. Se nós diminuirmos, a primeira questão seria a seguinte: ‘ah, mas não vão aplicar’ no Brasil. Vão sim, pois não existe outra aplicação mais rentável no mundo hoje. Os Estados Unidos fixaram juros de 0,25% a 0,50% de títulos e já estão com – 1% ao ano.

E nós podemos criar setores de desenvolvimento através de investimentos em infraestrutura com uma taxa interna de retorno garantida pelo Banco Central. E, progressivamente, iríamos transformar esses investimentos rotativos que paralisam a economia brasileira, já que aumentam os juros, recebem (os juros) e novamente investem em Letras do Tesouro e debêntures do Tesouro (para receber os juros), em um círculo que não traz desenvolvimento algum. Então, progressivamente, nós resolveremos esse problema com investimentos em infraestrutura no Brasil.

PHA: A segunda medida que o senhor propõe é o controle sobre a movimentação de capitais. Como seria feito isso sem que provocasse a ira incontrolável das agências de risco?

Requião: Inicialmente, não

8 de Fevereiro de 2016
por esmael
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De olho na Presidência da República, Requião lança programa com 5 pontos para retomar a economia

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) começou sair a campo para viabilizar sua candidatura à presidente da República, em 2018, dentro do partido. Uma das primeiras tarefas dele foi elaborar, em conjunto com economistas e intelectuais, 5 pontos essenciais à retomada do desenvolvimento do país. São eles: 1- o compromisso com a democracia; 2- o compromisso com a soberania; 3- o compromisso com a solidariedade; 4- o compromisso com o desenvolvimento; e 5- o compromisso com a sustentabilidade.

Inspirado no nova-iorquino Bernie Sanders, o pré-candidato democrata que ameaça derrotar no partido a ex-primeira-dama Hillary Clinton com 10 pontos os quais contestam a supremacia de Wall Street.

“Requião, você é o nosso Bernie Sanders do Brasil”, comparou em mensagem o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). O petista é um entusiasta da candidatura do colega paranaense à sucessão da presidente Dilma Rousseff (PT).

Os cinco pontos de Requião são o ponto de partida da discussão de uma proposta para economia brasileira. O documento será levado à apreciação de uma pré-convenção do PMDB dos três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – no próximo dia 5 de março, em Porto Alegre, data em que o senador completará 75 anos. Já a convenção nacional do partido ocorrerá no dia 12 de março próximo, em Brasília.

Tal qual o democrata Bernie, Requião é o pesadelo dos banqueiros. O senador peemedebista propõe, dentre outras medidas para retomar a economia brasileira, limitar os juros dos cartões de crédito em 15% ao ano ante os 431% atuais.

A seguir, leia a íntegra da proposta de Requião:

  1. Olhando numa visão histórica o Brasil como nação é um êxito: saindo de levas populacionais marginalizadas deslocadas de suas origens, criamos um povo novo.  Indígenas, portugueses e africanos, acrescidos depois de gente de todo mundo, formaram o povo brasileiro, hoje, uno e diversificado, dotado de identidade, algo que inexistia há relativamente poucas gerações. Estruturamos um sistema produtivo, habitamos um território bem-definido, falamos a mesma língua sem dialetos, fundamos um Estado Nacional, constituímos memória e sentimentos comuns. Estamos unidos por uma clara identidade nacional. Ela não tem raízes em ideias de raça ou de religião, em vocação imperial, em xenofobias e ódios, em qualquer tipo de arrogância. Tudo nos une na construção exitosa de um mundo novo no Novo Mundo. Olhamos sempre para o futuro, somos abertos ao que é novo, aceitamos a diferença e temos na cultura – uma cultura de síntese – a nossa razão de existir. Somos um grande país e temos o maior povo novo do mundo moderno.

Nossa história também registra, porém, um enorme fracasso: esse povo, a imensa maioria, não assumiu até hoje o controle de sua Nação. O estatuto colonial originário transmudou-se em dependência externa e o escravismo prolongado, em gigantescas desigualdades sociais. Ao longo da história, governado por uma elite que nunca se identificou com o seu povo, nunca se sentiu nacional, o Brasil mudou, mas sempre de forma a conservar relações com o passado.

Até recentemente, essa situação podia perpetuar-se, com alto custo humano, apesar de comprometer significativamente a nossa existência. Agora não pode mais: o crescimento demográfico, a formação de inúmeras grandes metrópoles, o acesso à informação e a maior capacitação técnica colocaram o nosso povo diante de um dilema incontornável. Cada vez mais, ele pode e deve tornar-se o agente de sua história.

O Brasil, que desde a origem se organizou para servir ao mercado mundial, terá agora de organizar-se para si mesmo. O Brasil de poucos terá de ser o Brasil de todos. Se formos incapazes de dar esse salto, nossa existência como Nação soberana e sociedade organizada estará em perigo. Seria mais realista dizer: com a crise atual este risco é crescente.

  1. É essa a origem e o sentido da crise brasileira