22 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro mentiu sobre o meio ambiente em Davos

Bolsonaro mentiu sobre o meio ambiente em Davos

O presidente Bolsonaro (PSL) mentiu em seu discurso de 6 minutos nesta terça-feira (22) no Fórum Econômico Mundial. Ele disse que o Brasil é “o país que mais preserva o meio ambiente”, o que não é verdade. ... 

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22 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Moro fala sobre corrupção em Davos, mas esquece do escândalo Bolsonaro-Queiroz

Moro fala sobre corrupção em Davos, mas esquece do escândalo Bolsonaro-Queiroz

O ministro da Justiça dos Bolsonaro, Sérgio Moro, falou para umas 30 pessoas no Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça. O tema foi a corrupção, dos outros. O escândalo Bolsonaro-Queiroz ficou de fora da parlestra.

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21 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Depois de 34 anos, um general no comando do país

Depois de 34 anos, um general no comando do país


Depois de 34 anos, um militar volta a comandar o país: O atual vice, General Hamilton Mourão (PRTB), será o presidente em exercício até a próxima sexta-feira (25), devido a viagem de Jair Bolsonaro (PSL) para o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. o último general de plantão da ditadura foi João Baptista Figueredo, que deixou o governo em março de 1985, com o início da redemocratização.

Na segunda-feira seguinte à volta de Davos, dia 28, o capitão da reserva passará por cirurgia em São Paulo para a retirada de bolsa de colostomia que utiliza desde atentado a faca sofrido durante a campanha eleitoral na cidade de Juiz de Fora (MG).

O vice-presidente foi instruído a não assinar decretos ou medidas, apenas questões ligadas a continuidade do governo. De acordo com o Uol, no próxima terça (22) não haverá a reunião ministerial que tem sido promovida toda semana por Bolsonaro no Planalto. Leia mais

12 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Temer não tem objetivo de desenvolvimento

O jornalista e economista J. Carlos de Assis escreve que a regressão política brasileira, após o golpe de Estado de 2016, pôs a perder o projeto de desenvolvimento liderado pelo Brasil em toda a América Latina.

Governo Temer não tem objetivo de desenvolvimento

O projeto do Governo Temer, sinalizado na Ponte para o Futuro, ficou explícito desde as primeiras medidas de privatização do pré-sal até os projetos de precarização do valor do trabalho consagrados na lei da terceirização e na reforma trabalhista. Em nenhum momento, em nenhum lugar porta-vozes do Governo propuseram retomada do desenvolvimento, exceto na retórica vazia. Ficou claro que esse não era objetivo dele. O que importava, e ainda importa, é redução do espaço do setor público na economia e na sociedade em favor do setor privado.

Pode-se imaginar que essa seja uma posição apenas ideológica. Não é. A ideologia privatista recobre o propósito mais fundamental de dilapidação do patrimônio público e sua financeirização na linha do que preconiza o sistema financeiro-empresarial-midiático que está dominando o mundo a partir do observatório global em Davos. A desculpa para a privatização é o que a empresa pública é ineficiente e sujeita a fraudes. Presume-se, portanto, que a empresa privada é imune a fraudes. Isso, claro, é uma quimera, uma idiotice.

O continente brasileiro, que tem condições de puxar para um mesmo projeto o resto da América do Sul, tornou-se um campo de predação para o grande capital internacional. A taxa de lucro do setor produtivo nos países avançados está caindo conforme apontam vários estudos. Forçar a abertura do mercado brasileiro, não só no setor financeiro, onde já está aberto, mas também no setor produtivo é estratégico para a expansão mundial do capital. Daí o objetivo claro, posto pela Lava Jato em conluio com o sistema policial norte-americano, de destruição de nossas construtoras.

Foi o que veio a chamar-se emenda 95, de congelamento do orçamento primário do Governo por vinte anos, que caracterizou de forma definitiva o propósito do Governo Temer de liquidar com o setor público, mandar às favas o desenvolvimento e favorecer o setor privado. A emenda prevê que não haverá aumentos reais de gastos púbicos, inclusive de saúde e segurança, ao longo de duas décadas. Isso é uma insanidade durante uma recessão. Claro, só loucos pensarão que venha a ser aplicado depois de Meirelles. Já está sendo anunciado um referendo revogatório para, entre outras coisas, liquidar com essa emenda.

Nos governos Lula, o Brasil chegou a ter uma projeção geopolítica ímpar na América do Sul. Nesse projeto não entraram os países do acordo do Pacífico, que preferiram uma adesão total aos Estados Unidos. Mas entraram Argentina, Venezuela, Bolívia e Equador, cujos governos eram considerados progressistas e adeptos de políticas de desenvolvimento. Tivemos importantes dividendos econômicos com essa articulação, dentre as quais a construção Odebrecht do porto de Mariel, em Cuba, que absorveu tecnologia e mão de obra qualificada brasileiras, além de receitas em dólar.

A lufada conservadora em toda a América do Sul, coroada pela regressão política brasileira, pôs a perder o projeto de desenvolvimento liderado pelo Brasil. Nesse ínterim os países do Pacífico, tendo renunciado a projetos de industrialização mesmo limitados, experimentaram as conseqüências do acordo assimétrico com os Estados Unidos, mergulhando no secular ciclo de déficits comerciais determinados pela perda de valor de commodities e a compra de produtos industrializados norte-americanos.

No Brasil, cabeça de ponte para a apropriação privatista de todo o continente, o capital financeiro que governa o mundo teve a sorte de encontrar um governo que não depende de votos, a não ser dos comprados como cargos e emendas no próprio Congresso, para implementar políticas. É graças a isso que o esquema Temer funciona. Não só se apropriou do governo, como teve a sorte de encontrar nas hostes do PMDB, do PSDB e do DEM um conjunto de políticos venais, supostamente sem necessidade de se legitimarem pelo voto, para realizar o programa mais desnacionalizante e anti-povo da história da República.

é jornalista e economista, doutor pela Coppe/UFRJ, da

Frente Nacional Em Defesa da Soberania ... 

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24 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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Requião denuncia relação entre Davos e julgamento de Lula pelo TRF4 em Porto Alegre

O senador Roberto Requião (MDB-PR) não tem dúvidas de que o judiciário, em Porto Alegre, joga em linha com o Fórum Mundial Econômico, em Davos, na Suíça, contra os interesses brasileiros representados pela candidatura de Lula.

“Enquanto Temer “vende o Brasil “ em DAVOS, o judiciário, em POA, pretende eliminar a candidatura trabalhista e nacionalista de Lula do processo politico brasileiro. Frente unica pelo Brasil justo e soberano”, disparou Requião.

O emedebista pede ainda que os brasileiros deixem de picuinhas para defender a soberania e o Estado Social no país.

“Brasileiro, esqueça suas contradições e discordâncias com o PT, eu também as tenho e sempre foram publicas,mas o momento é de unidade dos brasileiros pela nossa soberania e manutenção do estado social no nosso Brasil.”

Lula fez discurso parecido com o de Requião no Sindicato dos Metalúrgicos no ABC:

“Estão vendendo nosso corpo. Rifando a Petrobras, o BNDES, a Caixa Econômica Federal…”, disse o petista.

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27 de janeiro de 2014
por Esmael Morais
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Mais Médicos e parceria estratégica com Cuba irrita direita brasileira

Reação desproporcional da direita brasileira, por meio da velha mídia amestrada, confirma preconceito contra médicos vindos da ilha caribenha; enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico Mundial, não houve críticas das forças do atraso com tanta veemência; parceria com Cuba em financiamentos do BNDES à  ampliação do Porto de Mariel, inaugurado hoje, e na contratação de bens e serviços de 400 empresas brasileiras.

Reação desproporcional da direita brasileira, por meio da velha mídia amestrada, confirma preconceito contra médicos vindos da ilha caribenha; enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico Mundial, não houve críticas das forças do atraso com tanta veemência; parceria com Cuba em financiamentos do BNDES à  ampliação do Porto de Mariel, inaugurado hoje, e na contratação de bens e serviços de 400 empresas brasileiras.

A presidenta Dilma Rousseff (PT) vem despertando os mais primitivos instintos na direita brasileira ao reforçar parceria estratégia com o governo cubano e anunciar importação de novos profissionais para o programa Mais Médicos. Enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico, não havia críticas da velha mídia e das forças do atraso. A seguir, leia informação da viagem à  ilha caribenha no

Blog do Planalto ... 

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