Gleisi denuncia que estão quebrando o País

A presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), abriu fogo contra a política neoliberal de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes. Pelo Twitter, a dirigente petista lembrou que na época de Dilma Rousseff, antes do golpe de 2015, a proporção entre a dívida pública e o PIB era de 65,5% enquanto hoje essa proporção é … Read more

Bolsolula: Bolsonaro chega ao Nordeste querendo ser Lula

O presidente Jair Bolsonaro aterrissou há pouco em Juazeiro do Norte, no Ceará, para mais um périplo no Nordeste Brasileiro, querendo ser Lula. É o personagem “Bolsolula” que entrou em ação nesta quinta-feira (17). Bolsolula, ops, Bolsonaro, terá agenda por volta das 9h30 em Coremas, Paraíba, onde ele participa da inauguração de uma Usina Fotovoltaica. … Read more

O slogan de Temer é aquele sem a vírgula: O Brasil voltou 20 anos em 2!

Para o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), sob Temer, o Brasil caminha para trás. “Ele promoveu o desmonte de programas sociais, aprovou o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos, permitiu a aprovação do projeto do senador Jose Serra que abriu o pré-sal aos estrangeiros, fez uma reforma trabalhista que penaliza os trabalhadores”, escreve, para … Read more

Temer tira de programa sociais para comprar deputados, denuncia líder do PT

O líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara, Carlos Zarattini (PT-SP), denuncia que o ilegítimo Michel Temer (PMDB) está comprando deputados com crédito orçamentário no valor de R$ 396,3 milhões para beneficiar municípios cujas bases são de deputados lhe “dão” sustentação na Câmara.

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Dilma vaza trechos da “carta aos brasileiros” durante entrevista a rádios do Piauí

dilma_carta_brasileirosA presidenta Dilma Rousseff detalhou o rumo que o País irá tomar com a sua volta ao exercício da Presidência da República após a derrubada do golpe em curso no Senado Federal. Para Dilma, a base de qualquer governo que redefina o País é o respeito à vontade popular. Ouça abaixo:

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Gleisi Hoffmann: Dilma jamais tiraria dos pobres para dar aos mais ricos, como faz Temer

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A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda-feira (6), denuncia que o golpe contra presidente eleita vem servindo para aumentar salário de juízes que, segundo ela, enfiaram um “jabuti” no reajuste aos servidores do judiciário que Dilma Rousseff já havia previsto.

A colunista pergunta: como justificar falta de recursos para o Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos, para a saúde e educação, falta de aumento para os aposentados?

De acordo com Gleisi, o interino Michel Temer (PMDB) deu reajuste salarial aos ministros do Supremo que, ao final, custará duas vezes o que se gasta com o Bolsa Família no ano. “Dilma jamais tiraria dos pobres para dar aos mais ricos”. Abaixo, leia, comente e compartilhe a íntegra do texto:

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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Tudo está ruim, mas pode piorar

“Graças à vida que me deu tanto me deu o som e o abecedário com ele, as palavras que penso e declaro” Violeta Parra em Gracias a la vida Luiz Cláudio Romanelli* A semana que se inicia é decisiva para os brasileiros. A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pedido de impeachment … Read more

Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: O desmanche dos programas de proteção social no Brasil

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Em sua coluna semanal, o deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) sustenta que o governo federal está desfazendo os programas sociais promovendo cortes drásticos na maioria deles. Segundo Romanelli, o governo da presidenta Dilma (PT) está “rasgando bandeiras da campanha” sem chamar muita atenção e sem o devido protesto dos movimentos sociais. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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A desigualdade dos direitos é a primeira condição para que haja direitos.
Friedrich Nietzsche

Luiz Cláudio Romanelli*

Na surdina e sem despertar qualquer reação dos movimentos sociais, o governo federal vai rasgando as bandeiras da campanha à reeleição, promovendo cortes nos principais programas sociais que foram a vitrine dos governos de Lula e da própria Dilma. Pior, tudo que vem sendo construído desde a promulgação da Constituição de 1988.

Em 2015, contrariando frontalmente os compromissos assumidos na campanha, o governo mudou as regras do seguro desemprego, do abono salarial e da concessão de pensão por morte do trabalhador. Contrariando as promessas, também cortou recursos dos programas sociais.

Levantamento realizado pelo jornal O Estado de São Paulo e publicado na última segunda-feira, dia 8, revela que em 2015, 8 dos 9 principais programas sociais do governo perderam recursos. E em 2016 a situação será ainda pior.

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Coluna da Gleisi Hoffmann: Contra o corte do Bolsa Família

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Em sua coluna semanal, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) defende a manutenção dos investimentos federais no programa Bolsa Família. Para a senadora, é inaceitável fazer esse tipo de economia para pagar juros, principalmente agora, neste momento de crise, em que o desemprego aumenta. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Gleisi Hoffmann*

Com todo respeito ao ministro Joaquim Levy, não é razoável impor um superávit primário agora ao orçamento de 2016, ainda que seja de 0,7%. Assim como é uma sandice cortar 10% do Bolsa Família, principalmente porque entramos em um período de aumento do desemprego e piora da economia no país.

Diz-se que as contas públicas estão descontroladas, mas nada se fala do custo dos juros que as dilaceram!

Não é possível, razoável, justificável, impor uma economia no orçamento para pagar juros, cujos custos já acumulam mais de R$ 400 bilhões ao ano, e beneficiam cerca de 1% da população, em razão da alta da Selic, e reduzir o Bolsa Família, um programa que custa ao ano R$ 25 bilhões e beneficia 20% da população. Que inversão é essa?!

Atrás de discursos bonitos feitos pelos mercados sobre equilíbrio fiscal, lição de casa, gastar o quanto se ganha, enfeitados pelo argumento fácil de que basta vontade para vencer na vida, vem a velha receita de manter para os ricos e retirar dos pobres!

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Coluna da Gleisi Hoffmann: S&P e o rebaixamento; dois pesos, duas medidas

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A senadora Gleisi Hoffmann (PT), em sua coluna desta segunda-feira, analisa a diferença de tratamento conferida pela imprensa e pelo ‘mercado’ entre quando o Brasil conquistou o ‘selo de bom pagador’ em 2008 e agora com a perda deste grau de investimento. Segundo a senadora, a reação escandalosa perante a nota rebaixada pela agência Standard & Poor’s tem por objetivo fazer com que as camadas mais carentes da sociedade paguem a conta do ajuste fiscal. Leia, ouça, comente e compartilhe!

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Gleisi Hoffmann*

Vivemos uma semana de debates acalorados em razão do rebaixamento da nota do Brasil, pela Standard & Poor’s, para país especulativo. Quanto ao tema, a melhor avaliação, no meu entender, está na coluna deste domingo do jornalista Jânio de Freitas, publicada em vários jornais: “Se a retirada do “selo de bom pagador” do Brasil por uma das três empresas privadas que ganham fortunas dando ou negando esses selos justifica a tragédia escandalosa feita aqui, por que a concessão do selo em 2008 não mereceu escândalo positivo?”

Simples não?! Mas com certeza o mercado escandaloso não tem resposta digna para esta questão. No momento, o que interessa é deixar ainda mais conturbado o cenário político e econômico brasileiro. Assim, voltam ao cenário as falas duras para o corte de despesas do governo, em especial os benefícios sociais. Para a maioria dessa gente, é um absurdo o país “gastar tanto” com benefícios e programas aos mais pobres. Temos de reduzir despesas; esse é o sacrifício exigido de todos nós pra resgatar o selo de bom pagador, diz o mantra.

O engraçado é que esses que querem reduzir os programas sociais são os mesmos que se opõem ao aumento de impostos para quem tem alta renda, altos lucros. Se eles forem tributados, passarão o custo à sociedade, dizem. Então tá, deixamos esses setores ganhando horrores porque eles poderiam, se taxados, encarecer mais os serviços que prestam às pessoas. Quais serviços exatamente?

O mercado financeiro faz sérias acusações sobre o descontrole fiscal, a falta de superávit primário, mas em nenhum momento faz autocrítica pela prática de juros exorbitantes, nem pede ao Banco Central para abaixar a taxa Selic dos atuais 14,25%. Foi esse aumento da taxa por pressão do mercado que, num curto espaço de tempo, aumentou demasiadamente nossa despesa. Calcula-se que para cada um ponto percentual de aumento da Selic, o desembolso do Tesouro com juros chega a cerca de 15 bi. Imagina o impacto positivo de um ajuste na Selic para baixo!

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Papa Francisco pode canonizar Gleisi Hoffmann depois de briga com bancos

Doeu nas partes baixas da velha mídia a ideia de aumentar os impostos dos bancos no país. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresentou ontem relatório à Medida Provisória 675, que prevê elevação da alíquota  de 15% para até 22,5% – acima dos 20% propostos inicialmente pelo governo federal. O aumento da alíquota da Contribuição Sobre … Read more

Coluna da Gleisi Hoffmann: Dilma, entre o ódio e a história (ouça o áudio)

Gleisi Hoffmann, em sua coluna desta segunda-feira (10), afirma que o “azedume” político contra Dilma Rousseff teve início com a “faxina” no início do governo; colunista testemunha que a presidenta “não dá tapinhas nas costas” e que ataques para desconstruir a imagem de Dilma ocorrem em conluio entre os meios de comunicação e o sistema financeiro; ele denuncia “a forma como tratam a presidenta, de maneira desrespeitosa, desqualificadora, covarde, com ódio”; “A nuvem de desinformação e ódio impede que a maioria veja seus feitos pelo Brasil, mas a história com certeza registrará os acertos de suas decisões sem a pressão do momento, sem a emoção que cega. Estamos com você presidenta!”, declara a senadora paranaense; abaixo, leia o texto, ouça o áudio e compartilhe.
Gleisi Hoffmann, em sua coluna desta segunda-feira (10), afirma que o “azedume” político contra Dilma Rousseff teve início com a “faxina” no início do governo; colunista testemunha que a presidenta “não dá tapinhas nas costas” e que ataques para desconstruir a imagem de Dilma ocorrem em conluio entre os meios de comunicação e o sistema financeiro; ele denuncia “a forma como tratam a presidenta, de maneira desrespeitosa, desqualificadora, covarde, com ódio”; “A nuvem de desinformação e ódio impede que a maioria veja seus feitos pelo Brasil, mas a história com certeza registrará os acertos de suas decisões sem a pressão do momento, sem a emoção que cega. Estamos com você presidenta!”, declara a senadora paranaense; abaixo, leia o texto, ouça o áudio e compartilhe.
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Gleisi Hoffmann*

Trabalhei com a presidenta. Convivi com ela. Privei de sua confiança e intimidade. Ela é uma pessoa de relacionamento difícil. Dura, exigente, cobra dos outros o que cobra dela mesma: rigor na formulação e execução de programas e ações. Não tem meio termo. Nem tampouco media relações. Cobra resultados com severidade. Mas poucas vezes estive junto a uma pessoa com tão grande espírito público. Séria, trabalhadora, comprometida com o Brasil e com seu povo.

Por isso não consigo entender o ódio disseminado contra ela. Sua baixa aprovação popular não tem razão compreensível para mim, a não ser por seu péssimo relacionamento pessoal com o mundo da política, reforçado por medidas que desagradaram a setores com grande poder econômico, mas necessárias à melhoria do desenvolvimento do Brasil.

Vivemos em um país onde as relações pessoais e afetivas têm grande importância nas decisões políticas e econômicas. Aliás, o Ministério de Comércio e Investimento do Reino Unido, em sua página na internet, considera que isso é um desafio para a realização de negócios no Brasil. Fato recentemente divulgado por causa de uma questão na prova do concurso do Itamaraty.

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Dilma põe ajuste fiscal na conta dos trabalhadores; haverá reação dos sindicatos ou está tudo dominado?

A presidenta Dilma Rousseff (PT), contrariando seu discurso na campanha pela reeleição, anunciou ontem (29) medidas de ajuste fiscal que sacrificam benefícios sociais dos trabalhadores brasileiros. Sob o pretexto de economizar R$ 18 bilhões — ou 03,% do Produto Interno Bruto (PIB) — a mandatária pôs a ‘crise de caixa’ na conta de programas sociais, … Read more

Coluna do Enio Verri: Quem pede intervenção militar age contra a democracia e a Constituição

Enio Verri* A ditadura militar, cujo término foi tão comemorada no fim da década de 80, parece trazer saudades a velhos conhecidos do autoritarismo e falsas esperanças a uma parcela da juventude brasileira, que pouco vivenciou, mas enraizou os ódios de classe e raça comumente encontrados por toda a nossa história. As manifestações pró-intervenção militar, … Read more