25 de março de 2018
por Eugênio Aragão
Comentários desativados em Temer vai inaugurar obras de Dilma e Lula para tentar subir a popularidade

Temer vai inaugurar obras de Dilma e Lula para tentar subir a popularidade


A assessoria do ilegítimo Michel Temer está preparando uma agenda de inaugurações para tentar alavancar sua popularidade. O objetivo (praticamente impossível) é tentar subir as intenções de voto para a Presidência nas eleições de outubro. Na tentativa de apresentar um perfil realizador, Temer vai inaugurar diversas obras que não são suas e sim herança dos governos do PT. ... 

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16 de março de 2016
por Esmael Morais
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Lula é alvo de putaria da velha mídia

Recomeçou a putaria da velha mídia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O start foi dado pelo blog Gazeta do Povo, na tarde desta quarta-feira (16), ao “analisar” os efeitos da nomeação do novo ministro da Casa Civil.

Para ilustrar a escolha da presidente Dilma Rousseff, o ex-jornal que compõe o grupo RPC TV (Globo) publicou foto em que se destaca na sombra o perfil e os quatro dedos do ex-presidente numa das mãos. “Cinco efeitos na política da nomeação de Lula”, diz a chamada na matéria em contraste com a fotografia.

Após protestos de leitores, o blog Gazeta do Povo trocou a imagem. No entanto, a reprovação ao preconceito e ao ódio, contidos na publicação, ganharam as redes sociais.

“Os caras não cansam de espumar raiva e preconceito quando o calo aperta. Mas se você quer saber, sobre a nomeação do Lula, se mexe com o brio deles, eu gosto!”, indignou-se Paulo Eduardo Bodziak Junior, em seu perfil no Facebook. Ele fez uma print screen (cópia) do post do blog Gazeta do Povo.

O Blog do Esmael recomenda aos editores do blog da Gazeta do Povo assistirem ao discurso do deputado Péricles de Mello, já comentado hoje aqui nesta página. Portanto, menos ódio, mais política, menos putaria e menos preconceito.

Se o ex-jornal faz isso com um ex-presidente da República, imagina o que não seria capaz de fazer contra um cidadão comum em nome de inconfessáveis interesses…

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6 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Gleisi a Aloysio: “Vossa excelência vestiu a carapuça de golpista”

do Brasil 247, com Agência Senado

gleisi_aloysioA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) discutiram no plenário do Senado nesta segunda-feira 6, um dia depois da convenção do PSDB em que tucanos defenderam que a presidente Dilma Rousseff deixe o governo.

Gleisi acusou o partido de adotar uma postura “golpista” e de “criar um clima” para desestabilizar o governo Dilma. Ela rebateu as acusações de que o país estaria sem rumo, desgovernado. E acrescentou que não merecem prosperar quaisquer tentativas de afastamento da presidente Dilma.

A petista lamentou que tudo isso ocorra ininterruptamente, desde a eleição de 2014, o que mostra que a oposição ainda não aceitou os resultados das urnas. Leia mais

30 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Volta de Lula em 2018 depende da reação do governo Dilma

do Brasil 247

Apesar de ser o principal nome do PT para disputar a sucessão da presidente Dilma Rousseff em 2018, o ex-presidente Lula disse a aliados que só terá condições de ser o candidato do PT nas eleições de 2018 se a avaliação da presidente Dilma Rousseff melhorar e ele tiver um legado para defender para seus eleitores.

Para o ex-presidente, caso o governo não esteja pelo menos com avaliação “regular” às vésperas de 2018, poderá ser necessário escolher outro nome no PT para disputar a Presidência. Interlocutores do ex-presidente afirmam que ele já apresentou esse diagnóstico à própria presidente.

Depois da reeleição de Dilma, em outubro do ano passado, Lula disse pela primeira vez aos mais próximos que seria candidato em 2018. A partir dali, o PT começou a tratar a candidatura como oficial.

O ex-presidente espera que, após o lançamento do plano de concessões prometido pelo governo para 9 de junho, Dilma organize uma agenda positiva e melhore sua imagem desgastada.

Por outro lado, aliados dizem que Lula tem se colocado como o responsável pelo projeto petista e, por esse motivo, a possibilidade de ver seu legado terminar de maneira “melancólica” mexe com ele.

Por isso, dizem petistas, uma candidatura de Lula diante de um cenário ruim é bem difícil mas, avaliando pesquisas de intenção de voto diante de um contexto político e econômico “regular”, ele pode apostar novamente.

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11 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Dilma virou Aécio. Pode isso?

roma_dilma_aecioLuiz Claudio Romanelli*

Tudo o que mais temia num governo do tucano Aécio Neves na presidência da República, agora salta os olhos e constrange no segundo governo da presidente Dilma Rousseff. Candidata à qual apoiei e que, depois das eleições, aplica um receituário da ortodoxia liberal na economia, aumenta juros e retira direitos dos trabalhadores em momento de recessão e desemprego, e ainda por cima, corta investimentos em áreas prioritárias como a educação e a saúde.

Na última semana, na Câmara dos Deputados, o governo federal fez um “tratoraço” e aprovou a polêmica medida provisória 665 que restringe o acesso ao seguro-desemprego e abono salarial aos trabalhadores. Na mesma votação, foi rejeitado o destaque, proposto pela oposição, que estendia o seguro-desemprego a todos os trabalhadores rurais avulsos.

Agora, o seguro-desemprego só poderá ser solicitado pela primeira vez após 12 meses de trabalho.

No caso do abono salarial, quem trabalhava com carteira assinada, pelo menos um mês durante um ano e recebia até dois salários mínimos tinha direito a um salário mínimo como abono. Agora, o trabalhador precisa estar empregado há seis meses sem interrupção, e o pagamento passa a ser proporcional ao tempo trabalhado. Quem não conhece a desigualdade de perto, não é capaz de entender a diferença que esse dinheiro faria na vida do trabalhador.

Ainda tem mais. Nessa semana será a votação de outra MP, a 664, que faz mudanças na concessão de pensão por morte e auxílio-doença. De novo, mais ajustes, no lombo dos trabalhadores. O auxílio-doença, que era limitado ao teto do INSS, passa a ter como limite a média das últimas 12 contribuições e as empresas, que arcavam com um custo de 15 dias de salário antes do INSS, passam a pagar os 30 dias antes do INSS.

E o requerimento de pensão por morte, que não colocava exigências ao dependente, agora, pede tempo mínimo de dois anos de casamento ou união estável e dois anos de contribuição para acesso ao benefício, e a pensão torna-se provisória dependendo da idade.

São medidas do pacote de ajuste fiscal do governo federal que pretendem cortar R$ 18 bilhões de proteção social, prejudicando os trabalhadores, especialmente os desempregados.

É muito ruim ver recursos públicos que deveriam servir de proteção social para os trabalhadores, ser transformado em dinheiro para remunerar o capital vadio. Leia mais

25 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma obtém vitória com aprovação de projeto em Comissão do Congresso que dobra capacidade do superávit

da Agência Brasil

dilma_orcamento.jpgApós mais de quatro horas de debates acalorados, o governo reverteu as derrotas sofridas na semana passada e conseguiu aprovar ontem (24) à  noite, na Comissão Mista de Orçamento (CMO), o parecer do senador Romero Jucá favorável ao projeto de lei (PLN 36/2014) que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em vigor. O projeto amplia o abatimento da meta de superávit primário para este ano.

Pela proposta, o governo poderá abater até o limite da meta de resultado primário do ano, que é R$ 116,1 bilhões. O texto foi apresentado pelo Palácio do Planalto há duas semanas. A LDO, aprovada em 2013, previa uma redução limitada a R$ 67 bilhões, que poderiam ser descontados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de desonerações de tributos.

A reunião dessa segunda-feira na CMO começou por volta das 20h30. Após diversas tentativas da oposição de impedir a votação, a base aliada conseguiu aprovar o texto-base por volta das 23h20. Depois de a oposição tentar impedir a apreciação dos destaques, o governo concluiu o processo, no início desta terça-feira (25).

Em uma sessão marcada por acusações de que o governo estaria tentado maquiar o déficit nas contas públicas, os parlamentares aprovaram o texto. Agora, o projeto segue para o plenário do Congresso Nacional, que tem sessão marcada a partir das 15h. Leia mais

25 de junho de 2014
por Esmael Morais
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Geração de empregos no governo Dilma supera 5 mi de postos, diz Caged

do Brasil 247 O destaque para a geração de empregos formais no mês de maio, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira 24, foi para a maior baixa para o período em 22 anos. Com os números, no entanto, chega-se à  seguinte soma: durante o governo da presidente Dilma Rousseff, a geração de empregos formais no País superou a marca de 5 milhões, um crescimento de 11,47% na criação de postos de trabalho entre 2011 e 2014. O número significa ainda que foram criados, por mês, uma média de 123.237 vagas com carteira assinada. Como destacou o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o Brasil mantém uma trajetória positiva, “mesmo com a falta de empregos no mundo”.

Veja abaixo dados publicados pelo Blog do Planalto após a divulgação dos números de maio do Caged:

O Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mede geração de postos de trabalho com carteira assinada no País, registrou criação de 58.836 vagas em maio, valor que representa crescimento 0,14% em relação ao estoque do mês anterior. O número é o saldo entre 1,849 milhão de admissões e 1,790 milhão de desligamentos em maio.

Com o resultado de maio, a geração de empregos formais no governo Dilma Rousseff superou a marca de 5 milhões. “No período de janeiro de 2011 a maio de 2014, ocorreu um crescimento de 11,47% na geração de postos formais de trabalho alcançando 5.052.710 empregos criados, uma média mensal de geração de 123.237 postos de trabalho com carteira assinada”, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O Caged revela também que no acumulado do ano (janeiro a maio) houve expansão de 1,34% no nível de emprego, equivalente ao acréscimo de 543.231 postos de trabalho. Se considerados os últimos 12 meses, o aumento foi de 867.423 postos de trabalho, correspondendo à  elevação de 2,15%. Com relação a maio do ano passado, no entanto, saldo de maio significa queda de 18,3%.

Trajetória positiva no cenário mundial

Os dados foram apresentados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, que destacou a média de empregos gerados mensalmente no Brasil.

“Nós atingimos cinco milhões de empregos no atual governo e vamos continuar gerando novos postos de trabalho. Mantivemos uma ótima média mensal de 123 mil empregos. Mesmo com a falta de empregos no mundo, o Brasil continua sua trajetória positiva de geração de postos de trabalho”, ressaltou.

A ger Leia mais

2 de junho de 2014
por Esmael Morais
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Aécio Neves: “Controle dos meios de comunicação é censura”

do Brasil 247 O projeto de regulamentação da imprensa defendido pelo PT foi duramente criticado nesta manhã, em São Paulo, pelo pré-candidato do PSDB à  Presidência da República, Aécio Neves. Ele classificou como “censura” a proposta do partido governista. “Controle dos meios de comunicação é censura. Liberdade de imprensa é o maior valor numa sociedade democrática”, afirmou, em evento promovido pelo Estadão Corpora, do jornal O Estado de S. Paulo.

Aproveitando que falava a uma plateia de lideranças empresariais, Aécio abordou a inflação, o crescimento da economia, o sistema tributário, problemas no setor de energia e defendeu o agronegócio. O pré-candidato prometeu criar uma secretaria para “simplificar a questão tributária” caso seja eleito presidente em outubro. E ainda “tolerância zero” à  inflação: “o centro da meta é que vamos buscar e não o teto. No primeiro ano podemos estreitar as bandas, que hoje são excessivamente largas”, disse. Previsibilidade e regras claras “é o que vamos fazer”, acrescentou.

O presidenciável atacou o crescimento de 0,2% do PIB no primeiro trimestre do ano. Valor só não foi mais “vexatório” graças ao agronegócio, disse Aécio, que aproveitou para defender o setor. Em sua opinião, a troca de cargos no Ministério da Agricultura tem sido feita mais como manobra política do que para a entrada de técnicos e especialistas. “à‰ comum ver indicações que são feitas sem qualquer sintonia com o setor”, disse. “O agronegócio foi o setor que mais investiu em produtividade nos últimos anos, mas a parte do governo não foi feita”, complementou.

Ainda na área econômica, Aécio disse que o governo da presidente Dilma Rousseff trata de forma “pouco amistosa” o capital privado e atacou o “viés autoritário e intervencionista” dos governos petistas. “O Brasil vive um presidencialismo quase que imperial”, disse. Aécio mencionou “falta de vontade política para enfrentar questões essenciais” por parte do governo do PT e concluiu: “o Brasil tem jeito, sim. O problema é o governo”.

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23 de abril de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Ademar Traiano: “Derrota de Dilma e do PT entra no radar dos políticos e da população”

Ademar Traiano*

O PT está naufragando em um mar de corrupção e incompetência. A popularidade da presidente Dilma Rousseff derrete. O número de pessoas que desaprova o jeitão truculento de Dilma governar (48%) já é maior do que aqueles que aprovam (47%), segundo o Ibope.

A aprovação pessoal de Dilma caiu para 34%. Estudiosos de eleições garantem que governantes com esse percentual de aprovação tendem a não se reeleger. Ou seja, se Dilma não produzir uma enorme virada, corre o risco de ficar sem emprego em 2015.

Dizer que Dilma venceria no primeiro turno se a eleição fosse hoje, por 37% a 23% (da oposição somada) é bobagem. Para começar, a eleição não é hoje. Candidatos de oposição crescerão quando mais conhecidos. Isso acontecerá durante a campanha, quando as condições se tornarão menos desiguais.

Em contrapartida, os escândalos, a roubalheira na Petrobras, relações promíscuas do PT com o doleiro Youssef, dinheiro rapinado nas estatais para as campanhas políticas, a mutreta com os dados do IBGE sobre o desemprego, a inflação, a incompetência, tudo conspira para que o prestígio do governo federal afunde ainda mais.

O naufrágio deve ocorrer apesar dos valorosos esforços da senadora petista Gleisi Hoffmann, que se notabiliza pelas tentativas de tapar o sol com a peneira, melar CPIs, fajutar pesquisas que mostram os números reais do desemprego, varrer a sujeira do PT para debaixo do tapete.

Ainda os empréstimos

!“ A luta do Paraná para liberar empréstimos, bloqueados pela perseguição da senadora Gleisi Hoffmann, começa a ser mais bem entendida. Prova é o editorial da Gazeta do Povo de domingo (20) sobre o caso. Uma perseguição que gerou prejuízos irreparáveis. Recursos que todos os estados receberam em 2012, o Paraná terá acesso (talvez) em meados de 2014. Alguns trechos:

– Parece surreal que, para conseguir a liberação de um empréstimo de R$ 817 milhões, o governo do Paraná tenha precisado pedir a prisão do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Mas o episódio, ocorrido na semana passada, lança muitas luzes sobre as dificuldades que o Paraná tem tido para receber verbas cuja liberação depende da boa vontade de Brasília.

– Em fevereiro deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello concedeu uma liminar exigindo que a STN destravasse o empréstimo.

– Mesmo assim, o Tesouro ignorou a liminar, agora alegando que o Paraná descumpriu o investimento mínimo em saúde no ano de 2013. No dia 3 de abril, Mello teve de voltar a agir, desta vez determinando multa diária de R$ 100 mil à  União.

– Como nem isso serviu para amolecer o secretário Augustin, a Procuradoria-Geral do Estado foi novamente ao Supremo, no dia 8, p Leia mais

20 de abril de 2014
por Esmael Morais
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Diretor da Abril vê o mais “incompetente” governo em Dilma

do Brasil 247 O Brasil acabou. Está em petição de miséria, é um caso perdido e não terá solução, caso a presidente Dilma Rousseff seja reeleita. Esta é a visão do jornalista José Roberto Guzzo, que já dirigiu Veja e Exame, integra o conselho editorial da Abril sem ser da família Civita e cujas opiniões amargas se espraiam pelas revistas da casa editorial hoje comandada por Fábio Barbosa.

O governo Dilma, diz Guzzo, é o pior de todos da história do País. Pior do que o dos militares, que mataram e torturam, pior do que o de Fernando Collor, que terminou em impeachment, pior do que o de José Sarney, que teve hiperinflação, ou do que o de FHC, que levou o Brasil três vezes ao FMI. Muito pior também do que o de Campos Salles, que levou o Brasil à  crise do encilhamento.

Se não é esse o país ou o planeta em que você vive, tudo bem. Você está certo e Guzzo parece desesperado. O Brasil é hoje um país com pleno emprego, mais de US$ 375 bilhões em reservas internacionais, expansão da renda e com boa capacidade de atração de investimentos internos e internacionais.

A Abril, que contratou o consultor Vicente Falconi para cortar custos e já demite profissionais, inclusive em Veja, é que parece estar em petição de miséria (leia mais aqui).

Leia, abaixo, o artigo de Guzzo:

“A casa não pode cair”, por J.R. Guzzo

Todo brasileiro de olhos abertos para o que está acontecendo no país em geral, e na sua própria vida em particular, sabe muito bem que a coisa está preta.

Há mil e uma razões para isso, como se pode verificar todos os dias pelo noticiário; seria pretencioso, além de inútil, tentar fazer uma lista de todas.

Basta dizer, para encurtar o assunto, que, segundo as últimas pesquisas de opinião, mais de 70% da população acha que assim não vai, e quer mudanças na ação do governo como um todo.

Será que os brasileiros, finalmente, se convenceram de que estão sendo dirigidos por um dos governos mais incompetentes que já tiveram de aguentar !“ ou, possivelmente, o mais incompetente de todos?

Mais interessante ainda: a propaganda descomunal que o poder público soca todos os dias em cima da população e o uso sistemático da mentira talvez já não estejam dando os resultados que costumam dar.

A presidente Dilma Rousseff, por exemplo, ameaça combater a corrupção na Petrobras, mas diz que os `inimigos da empresa` são os que sugeriram muda Leia mais

27 de março de 2014
por Esmael Morais
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“Não há mais o que fazer”, diz presidente do Senado ao anunciar instalação da CPI da Petrobras

da Agência SenadoO presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse, em entrevista, que vai conversar com os líderes dos partidos para encaminhar a leitura do requerimento e a posterior instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar suspeitas de má gestão e irregularidades na Petrobras.

Embora considere que, em ano eleitoral, uma CPI “mais atrapalha do que facilita a vida do Brasil”, o senador disse que “agora não há mais o que fazer”. Ele explicou que 28 senadores protocolaram requerimento pedindo a CPI, com fato determinado.

– Nós vamos marcar a data, fazer a conferência dos nomes e instalar a comissão – informou Renan, que apenas mencionou, como ressalva, a possibilidade de retirada de assinaturas até a meia-noite do dia em que o requerimento for lido em Plenário.

O requerimento foi protocolado na manhã desta quinta-feira (27) pelos senadores Alvaro Dias (PSDB-PR), Cyro Miranda (PSDB-GO) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA). Agora, a Secretaria-Geral da Mesa fará a conferência das assinaturas e entregará o requerimento ao presidente do Senado, para que ele possa fazer a leitura no Plenário. Renan não tem, no entanto, um prazo regimental para esse procedimento.

– Eu pretendo fazer isso agora. Eu vou conversar por telefone e ver com eles, do ponto de vista do encaminhamento, da necessidade de nós instalarmos rapidamente, quando é que nós iremos fazer. E quando fizer a leitura, você tem até meia noite do dia da leitura para que os partidos coloquem ou retirem nomes !“ disse Renan.

O senador Alvaro Dias disse não acreditar que os colegas retirem suas assinaturas por pressão do governo. Para o senador do Paraná, seria uma desmoralização para quem desistir d Leia mais

17 de março de 2014
por Esmael Morais
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País cria 260 mil empregos e isola pessimistas nas vésperas das eleições

Brasil 247, com Reuters
O Brasil registrou abertura de 260.823 vagas de trabalho em fevereiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta segunda-feira. O número é 111% maior do que o registrado em fevereiro do ano passado. Trata-se também do melhor fevereiro desde 2011.

Pesquisa da agência Reuters feita com analistas de mercado mostrou que a mediana das expectativas era de abertura de 110 mil novas vagas, com as projeções variando entre 91 mil e 130 mil novos postos. Em janeiro, haviam sido criados 29.595 postos com carteira assinada, sem ajuste.

“Em 2014, o emprego não vai diminuir. Pelo contrário, vai garantir a irrigação da nossa economia por muito tempo ainda. Vivemos em pleno emprego. Agora, temos que qualificar esse emprego para ter competitividade e disputar a supremacia mundial”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, ao apresentar os dados.

Na avaliação do ministério do Trabalho, o resultado mostra uma “reação do mercado de trabalho”. “Com essa expansão, este é o sétimo mês consecutivo de desempenho superior, quando comparado ao mesmo período do ano”, diz trecho do relatório divulgado pela pasta.

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10 de março de 2014
por Esmael Morais
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PMDB da ‘boquinha’ prepara emboscada para Dilma na Câmara

do Brasil 247
Sem disposição para ceder ao líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, a presidente Dilma Rousseff corre o risco de se deparar com ‘tocaias’ preparadas pela bancada, segundo o colunista Josias de Souza (veja aqui). Cunha articula na Casa, por exemplo, a aprovação de uma CPI para investigar a Petrobras, a convocação de ministros e presidentes de bancos públicos para dar explicações ao Congresso e ainda a derrubada do Marco Civil da Internet.

O encontro da presidente neste domingo com o vice, Michel Temer, não foi suficiente para apaziguar ânimos e garantir a aliança entre PT e PMDB durante as eleições de outubro. Este será o objetivo das reuniões marcadas para esta segunda-feira com as lideranças do PMDB na Câmara e no Senado, além do presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO), e Michel Temer.

Leia abaixo reportagem da agência Reuters:

Crise com PMDB obriga Dilma a negociar mais

Por Jeferson Ribeiro

BRASàLIA, 10 Mar (Reuters) – A reunião entre a presidente Dilma Rousseff e o vice Michel Temer no domingo não foi suficiente para debelar a crise entre PT e PMDB, e a presidente terá uma nova rodada de conversas nesta segunda-feira com peemedebistas para tentar assegurar que os dois partidos manterão a aliança para as próximas eleições.

Em encontro de aproximadamente duas horas, Dilma e Temer trataram dos principais atritos entre as duas legendas na montagem dos palanques estaduais, na reforma ministerial e sobre as dificuldades na relação do governo com os partidos aliados, em especial com o PMDB, no Congresso, segundo relato de um peemedebista ouvido pela Reuters.

A fonte, que falou sob condição de anonimato, não deu detalhes sobre quais aspectos foram analisados e nem quais soluções foram encontradas para assegurar que o PMDB continuará apoiando o projeto de reeleição da presidente. Apesar disso, o peemedebista afirmou que Temer está otimista na manutenção da aliança.

Nesta segunda, Dilma vai se reunir com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o líder da bancada na Casa, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) e, em seguida, receberá o presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO) e o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Temer também estará nos encontros.

Parte dos problemas do governo com o PMDB decorre da má relação com os parlament Leia mais

24 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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O FMI é bom conselheiro para o Brasil? Para a velha mídia, sim

do Brasil 247
Se o ministro da Fazenda, Guido Mantega, seguisse a cartilha proposta pelo Fundo Monetário Internacional, o Brasil hoje e estaria melhor ou pior? A resposta parece ser óbvia, mas não para os editores dos jornais brasileiros.

Uma previsão feita ontem pelo Fundo sobre crescimento menor da economia brasileira, com duras críticas à  política fiscal, mereceu grande destaque na mídia tradicional. Foi manchete de vários portais, do site de Veja.com e hoje é também o destaque principal da Folha.

De acordo com os economistas do FMI, o PIB potencial brasileiro caiu de 4,25% para 3,5% e o motivo seria a política fiscal “frouxa”. Ou seja, o Fundo defende maior arrocho fiscal. Outra crítica diz respeito ao papel dos bancos públicos na concessão de crédito, sinalizando que, para o organismo, seria melhor que instituições como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES mantivessem o pé no freio.

Ocorre que a memória dos brasileiros em relação ao FMI ainda é recente. No governo FHC, com média de crescimento baixa, próxima a 2,5% ao ano, o Brasil recorreu em três oportunidades aos empréstimos do Fundo. Essas dívidas foram pagas em janeiro de 2006, no governo Lula, quando o então presidente do Fundo, o espanhol Rodrigo de Rato, anunciou a boa nova: “O Brasil já não tem mais dívida com o FMI, que se transforma em um parceiro importante no debate de políticas econômicas.”

Na crise financeira de 2008, a resposta do Brasil à  crise foi totalmente fora da cartilha, quando, em vez de pisar no freio da economia, Lula apostou que seria melhor manter o consumo aquecido. A partir daí, as críticas internacionais começaram a se acentuar.

No entanto, países que eram tratados como exemplos pelo FMI, mergulharam em profundas crises econômicas e o Brasil, apesar das dificuldades internacionais, ainda mantém uma situação de pleno emprego.

Na equipe do ministro Guido Mantega, a crític Leia mais

2 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Coluna do Traiano: “Comédia de erros até nas privatizações de Gleisi”

Ademar Traiano, líder de Beto Richa na Assembleia, garante que o governo tucano é eficiente e rotula o governo federal de medíocre; segundo o colunista, a ministra Gleisi promove uma comédia de erros até nas privatizações; o deputado bate na tecla que o governo do Paraná é perseguido pelos petistas, mas, mesmo assim, de acordo com ele, o estado recebeu R$ 25 bi em investimentos que geraram 150 mil empregos em 33 meses de choque de gestão!; leia a coluna.

Ademar Traiano, líder de Beto Richa na Assembleia, garante que o governo tucano é eficiente e rotula o governo federal de medíocre; segundo o colunista, a ministra Gleisi promove uma comédia de erros até nas privatizações; o deputado bate na tecla que o governo do Paraná é perseguido pelos petistas, mas, mesmo assim, de acordo com ele, o estado recebeu R$ 25 bi em investimentos que geraram 150 mil empregos em 33 meses de choque de gestão!; leia a coluna.

por Ademar Traiano* ... 

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