20 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desemprego deixa 22,2% das famílias sem renda e eleva desigualdade no país

Desemprego deixa 22,2% das famílias sem renda e eleva desigualdade no país

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – PNAD Contínua do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) diagnosticou que, no quarto trimestre de 2018, o número de domicílios no país sem nenhuma renda proveniente de trabalho chegou a 22,2%. No final de 2013, antes da recessão, as famílias que não tinham nenhum integrante em atividade remunerada representavam 18,6% do total. ... 

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12 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Ford vai mesmo fechar fábrica em São Bernardo; trabalhadores lutam por empregos

Ford vai mesmo fechar fábrica em São Bernardo; trabalhadores lutam por empregos

A Ford confirmou o fechamento da fábrica em São Bernardo (SP). Os trabalhadores da montadora fizeram uma assembleia na manhã desta terça-feira (12) para discutir a situação de seus empregos. ... 

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8 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Crise: Desemprego é maior entre as mulheres

Crise: Desemprego é maior entre as mulheres


As mulheres representam mais de 50% da população em idade ativa, mas continuam a ocupar a menor fatia do mercado de trabalho brasileiro. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, nos últimos dois trimestres, mostram que o percentual de mulheres em idade de trabalhar era de 52,4% em todo o país, mas apenas 45,4% estavam entre a população ocupada e 50,7% entre a desocupada. ... 

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28 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Pibinho de 1,1% desmoraliza modelo econômico continuado por Bolsonaro

Pibinho de 1,1% desmoraliza modelo econômico continuado por Bolsonaro

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou nesta quinta (28) que o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 1,1% no ano de 2018. Uma vergonha, um pibinho que desmoraliza o modelo que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) jurou continuar seguindo. ... 

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27 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desemprego volta a crescer e atinge 12% em janeiro, aponta o IBGE

Desemprego volta a crescer e atinge 12% em janeiro, aponta o IBGE

A taxa de desemprego no Brasil atingiu os 12% no trimestre encerrado em janeiro. O número de desempregados é de 12,7 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). ... 

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23 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desemprego bate recorde em 13 capitais

Desemprego bate recorde em 13 capitais

A taxa de desemprego em 2018 foi recorde em 13 capitais brasileiras segundo o IBGE. São Paulo, Rio de Janeiro e Vitôria estão entre os recordistas ... 

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18 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Dieese: Prévia do PIB de 1,15% para 2018 indica estagnação

Dieese: Prévia do PIB de 1,15% para 2018 indica estagnação


A economia brasileira cresceu 1,15% em 2018, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central na última sexta-feira (15). Esse índice funciona como uma “prévia” do PIB (Produto Interno Bruto) oficial, que será anunciado pelo IBGE no próximo dia 28.  ... 

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6 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desemprego deixa 60,1% das famílias endividadas e 22,9% inadimplentes

Desemprego deixa 60,1% das famílias endividadas e 22,9% inadimplentes

A recessão econômica prolongada e o desemprego galopante, potencializados pelo golpe de 2016 contra o governo da presidente Dilma Rousseff, deixou uma herança de endividamento de mais de 60% e 23% de inadimplência nas famílias brasileiras, índices que revelam a gravidade da crise e que a política econômica ultraliberal do governo Bolsonaro/Paulo tende agravar. ... 

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3 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cresce em 300% o número de escolarizados que desistem de procurar emprego

Cresce em 300% o número de escolarizados que desistem de procurar emprego

Dilma Rousseff no pleno emprego.

Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cresceu em 300% o número de desalentados no país desde 2014, entre pessoas escolarizadas. Ou seja, aquele indivíduo que desistiu de procurar emprego em virtude da recessão econômica. ... 

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31 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desemprego, informalidade e desalento deixam no ‘sufoco’ mais de 20 milhões

Desemprego, informalidade e desalento deixam no ‘sufoco’ mais de 20 milhões

Os números divulgados nesta quinta-feira (31) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD- Contínua) do IBGE apontam para a permanência do alto desemprego, da informalidade e do desalento, que atingem mais de vinte milhões de brasileiros. ... 

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1 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro elege enfrentar o socialismo e esquece o combate ao desemprego

Bolsonaro elege enfrentar o socialismo e esquece o combate ao desemprego

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) parece resistir à ideia de descer do palanque para governar para os brasileiros. Sem projeto claro, a não ser defender os privilégios das elites, ele insiste em desviar os olhares do desemprego ao eleger como prioridade o combate ao socialismo.

“Me coloco diante de toda a nação neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores e do politicamente correto”, discursou na tarde de hoje (1º) no parlatório do Palácio do Planalto.

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28 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Emprego precarizado cresce e desalento atinge 4,7% milhões, aponta números do IBGE

Emprego precarizado cresce e desalento atinge 4,7% milhões, aponta números do IBGE


Os números apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para um leve recuo na taxa oficial de desemprego para 11,6% no trimestre encerrado em novembro ante 12,1% em agosto e 12% em igual período do ano passado. A estimativa é de 12,206 milhões de desempregados, 501 mil a menos no trimestre (-3,9%) e 364 mil a menos em 12 meses (-2,9%). O dado estatístico é positivo, mas o mercado de trabalho tem, basicamente, criado vagas entre trabalhadores sem carteira e por conta própria, precarizando as condições gerais da renda e a qualidade de vida da população economicamente ativa.

De agosto para novembro, o país tem 1,108 milhão de ocupados a mais (alta de 1,2%), em um total de 93,189 milhões. Mas, dessas vagas criadas, nenhuma é com carteira assinada. Já o emprego sem carteira cresceu 4,5%, com acréscimo de 498 mil. E há mais 528 mil trabalhadores por conta própria (2,3%).

Isso se repete na comparação anual. Em relação a novembro de 2017, são mais 1,241 milhão de ocupados (1,3%). Nesse intervalo, o país perde 256 mil empregos com carteira no setor privado (-0,8%) e ganha 522 mil (4,7%). São mais 771 mil por conta própria (3,3%).

A chamada taxa de subutilização da força de trabalho, que inclui pessoas que gostariam de trabalhar mais, porém não conseguem, passou de 24,4% para 23,9% no trimestre, ainda acima de 2017 (23,7%). A população subutilizada foi estimada em 27 milhões, 478 mil a menos no trimestre (-1,7%) e 486 mil a mais em um ano (1,8%).

O número de pessoas desalentadas, que desistiram de procurar trabalho, é estimado em 4,7 milhões, 9,9% a mais do que no ano passado (4,3 milhões). No trimestre, houve estabilidade.

Comércio, construção e administração pública cresceram no trimestre. A indústria fechou vagas, inclusive na comparação anual.

Estimado em R$ 2.238, o rendimento médio não teve variação considerada significativa pelo IBGE. Isso acontece também com a massa de rendimentos, calculada em R$ 203,5 bilhões.

*Com informações da RBA Leia mais

28 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer deixa 27 milhões de subutilizados como herança maldita

Temer deixa 27 milhões de subutilizados como herança maldita

Michel Temer deixará o país na semana que vem com uma diabólica taxa de desemprego e, o que é pior, com 27 milhões de subutilizados. Por exemplo, o engenheiro que não conseguiu emprego na área virou motorista de aplicativo (UBER, 99, dentre outros).

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, a taxa de desemprego recuou para 11,6% no trimestre, mas ainda continua diabolicamente alta.

Se recuou a taxa de desemprego — de 12,1% do trimestre anterior para 11,6% — é porque aumentou o número de desalentados, isto é, pessoas que desistiram de procurar emprego. Agora são 4,7 milhões de desalentados ante 4,3 milhões em novembro de 2017.

No balanço geral, a situação piorou para os trabalhadores porque houve aumento da informalidade. Também não é nada boa a situação para a previdência, haja vista a perda de arrecadação.

Resumo da ópera: Temer produziu um inédito perde-perde; perde o trabalhador, mas perde também o Estado que não arrancada.

Se há dois perdedores, por óbvio, existe um ganhador a curto prazo. Fatura um doce quer responder o explorador de mão de obra barata, que muitos gostam de chamar de “empreendedor”. Leia mais

26 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Mercado prevê 10 anos para recuperar pleno emprego; seis meses seriam suficientes

Mercado prevê 10 anos para recuperar pleno emprego; seis meses seriam suficientes

Jair Bolsonaro (PSL) assumirá dia 1º de janeiro sob o signo do liberalismo puro, o diabólico laissez-faire, enterrado no início do século XX com o nascimento do welfare state — o Estado do bem-estar social, um avanço civilizatório.

Pois bem, esse pessoal que garantiu a eleição de Bolsonaro — bancos, especuladores, multinacionais interessados no petróleo, lobbistas, etc., que foram o dito mercado — querem mais 10 anos sugando os trabalhadores, ou seja, para devolver o status de 2014. O objetivo é manter alto o “estoque de mão de obra” para baixar ainda mais o preço dos salários e precarizar o trabalho.

Os especuladores de Bolsonaro almejam o pleno emprego alçado nos governos do PT somente no ano de 2029, quando, em termos macroeconômicos, seria possível em apenas seis meses.

“Se o País mantiver um crescimento médio de 2,5% ao ano, o desemprego, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, só voltará aos 6,8%, registrados em 2014, em quase dez anos, segundo a consultoria Schwartsman e Associados”, anota nesta quarta (26) o Estadão.

Essa caterva do mercado quer o “Estado Mínimo” para o povo, com menos direitos e serviços universais (saúde e educação), mas esses capitalistas de araque almejam o “Estado Máximo” para eles por meio de incentivos, isenções e acessos a financiamentos com dinheiro subsidiado do BNDES.

Dez anos é muito, uma geração perdida, para se prometer o paraíso. 180 dias são mais que suficientes para recuperar uma empresa ou um país. Pessoalmente este prazo também é razoável. Uma pessoa consegue se recuperar, ou se afundar, economicamente em apenas seis meses.

Dez anos de exploração, não, Bozo! Leia mais

12 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em A lava jato deu mais prejuízos do que benefícios ao Brasil

A lava jato deu mais prejuízos do que benefícios ao Brasil

Na ponta do lápis, a lava jato deu mais prejuízos do que benefícios aos brasileiros nesses quase cinco anos de atuação. Só em um acordo judicial, em virtude da força-tarefa criada pelo ex-juiz Sérgio Moro, a Petrobras teve de pagar R$ 10 bilhões para os temidos fundos abutres norte-americanos.

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3 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em 23% dos jovens não estudam nem trabalham, aponta IPEA

23% dos jovens não estudam nem trabalham, aponta IPEA

Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 23% dos jovens brasileiros não trabalham e nem estudam (jovens nem-nem), na maioria mulheres e de baixa renda, um dos maiores percentuais de jovens nessa situação entre nove países da América Latina e Caribe.

Enquanto isso, 49% se dedicam exclusivamente ao estudo ou capacitação, 13% só trabalham e 15% trabalham e estudam ao mesmo tempo.

As razões para esse cenário, de acordo com o estudo, são problemas com habilidades cognitivas e socioemocionais, falta de políticas públicas, obrigações familiares com parentes e filhos, entre outros.

No mesmo grupo estão o México, com 25% de jovens que não estudam nem trabalham, e El Salvador, com 24%. No outro extremo está o Chile, onde apenas 14% dos jovens pesquisados estão nessa situação. A média para a região é de 21% dos jovens, o equivalente a 20 milhões de pessoas, que não estudam nem trabalham.

O estudo Millennials na América e no Caribe: trabalhar ou estudar? sobre jovens latino-americanos foi lançado nesta segunda-feira (3) durante um seminário no Ipea, em Brasília. Os dados envolvem mais de 15 mil jovens entre 15 e 24 anos de nove países: Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Haiti, México, Paraguai, Peru e Uruguai.

De acordo com a pesquisa, embora o termo nem-nem possa induzir à ideia de que os jovens são ociosos e improdutivos, 31% dos deles estão procurando trabalho, principalmente os homens, e mais da metade, 64%, dedicam-se a trabalhos de cuidado doméstico e familiar, principalmente as mulheres.

“Ou seja, ao contrário das convenções estabelecidas, este estudo comprova que a maioria dos nem-nem não são jovens sem obrigações, e sim realizam outras atividades produtivas”, diz a pesquisa.

Apenas 3% deles não realizam nenhuma dessas tarefas nem têm uma deficiência que os impede de estudar ou trabalhar. No entanto, as taxas são mais altas no Brasil e no Chile, com aproximadamente

As informações são da

Agência Brasil ... 

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30 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Juiz federal deverá pagar multa de R$ 2,12 bilhões prejuízos à União

Juiz federal deverá pagar multa de R$ 2,12 bilhões prejuízos à União

Não é o ex-juiz Sérgio Moro,

acusado pela CUT de causar prejuízo bilionário ao país com o advento da lava jato ... 

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30 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Construção civil demite mais de 150 mil trabalhadores em um ano, informa IBGE

Construção civil demite mais de 150 mil trabalhadores em um ano, informa IBGE


A indústria da construção civil cortou 152 mil postos de trabalho no período de um ano, segundo informa os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A prolongada recessão e o desmonte operado pela Lava Jato, que estrangulou a continuidade de milhares de obras no país, são alguns dos fatores relevantes que contribuíram para o aumento do desemprego no setor.

O total de ocupados na atividade encolheu 2,2% no trimestre encerrado em outubro de 2018 em comparação ao mesmo período de 2017. A construção civil foi um dos setores mais afetados após o golpe de 2016 contra a presidente Dilma Rousseff, o que contribuiu para elevação do desemprego e o desalento no país.

Segundo os sindicatos da categoria, são elevados os índices de trabalhadores desalentados e afetados por fenômenos psicológicos devido ao desemprego prolongado e massivo no setor. Leia mais

25 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Palocci tenta a liberdade com novas acusações contra Lula

Palocci tenta a liberdade com novas acusações contra Lula

O partido da lava jato ao deflagrar nesta sexta (23) a 56ª fase, já sob comando da juíza Gabriela Hardt, tinha como objetivo Lula.

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15 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cinco milhões de desalentados, uma faceta perversa do desemprego

Cinco milhões de desalentados, uma faceta perversa do desemprego


Nesta semana, quarta-feira(14), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o número de desalentados no país registrou a marca de 4,78 milhões de brasileiros no terceiro trimestre de 2018. O contingente ainda está próximo dos 4,83 milhões contabilizados no segundo trimestre, o maior percentual da série histórica. O IBGE considera desalentado quem está desempregado e desistiu de procurar emprego.

O desalentado, além de desistir de procurar trabalho, passa a viver um quadro de depressão continuada e de intensa fragilidade social. As faixas etárias de maior incidência do fenômeno dos desalentos são os jovens, que buscam o primeiro emprego, e os trabalhadores, entre a faixa dos 40 a 50 anos, sem maior qualificação profissional.

A categoria dos desalentados, medida cientificamente pelo IBGE, é uma das facetas mais perversas da crise econômica do país, que joga milhões de trabalhadores no esmagamento e abatimento moral. Nos estados do Maranhão e de Alagoas, os números de desalentados atingem 16,6% e 16%, respectivamente. Os dois estados nordestinos concentram os maiores índices de trabalhadores desalentados do país. Leia mais