28 de agosto de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Banco Central torra dólares das reservas do país para saciar especuladores

Banco Central torra dólares das reservas do país para saciar especuladores


Nesta terça-feira (28) a moeda norte-americana fechou no segundo maior nível de alta desde a criação do Real, a cotação bateu na margem de R$ 4,15 – com alta de 1, 48%, cotado a R$ 4,142 para venda. o Banco Central (BC) anunciou que venderá dólares das reservas internacionais com compromisso de recomprá-las mais adiante. Uma verdadeira farra para os especuladores e rentistas. ... 

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10 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
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A pior recessão em 20 anos derrubou IPCA

Na Antártida não há inflação, nem IPCA, porque lá só tem pinguim. Os pinguins não compram nem vendem nada. Por isso naquelas plagas os preços não sobem nem descem. Dito isto, o Brasil de Michel Temer é uma Antártida. O desemprego aumentou, o consumo caiu, e, a exemplo do continente de gelo, não tem escalada inflacionária. ... 

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21 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma anuncia os primeiros nomes para o ministério ainda nesta sexta

dilma_levy.jpgA presidenta Dilma Rousseff deverá anunciar ainda nesta sexta-feira (21) os primeiros nomes para o ministério.  ... 

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19 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Requião: ‘Banqueiro na Fazenda é colocar cabrito cuidando da horta’

requiao_dilma_delfim.jpgO senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse nesta quarta-feira (19) que um banqueiro — ou homem de mercado — no Ministério da Fazenda “é a mesma coisa que colocar um cabrito cuidando da horta”. ... 

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7 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Petistas fritam Meirelles e pedem gestão com “identidade PT”

por Paulo Moreira Leite, via Brasil 247
pt_lulaO encontro de Lula com a bancada de senadores foi um evento amigo e caloroso, que permitiu a celebração de uma vitória disputada até o último voto. Lula é o líder histórico e patrono da carreira de todos eles !” inclusive nas vitórias de 2014 !” o que autoriza diálogos com uma franqueza rara no universo político brasileiro.

Essa situação permitiu uma conversa séria, que começou com o humilhante voto de José Sarney em Aécio, passou pelo debate sobre a escolha do novo Ministro da Fazenda e deixou claro que o governo e o PT entram no ano de 2015 com uma nova questão para resolver !” sua identidade política. “O PT quer um governo para chamar de meu”, sintetizou um dos senadores presentes.

A cena do voto de José Sarney em Aécio Neves, flagrado por uma câmara de TV no segundo turno, foi particularmente dolorosa por uma razão evidente. Para demonstrar lealdade em relação ao ex-presidente, o PT jamais fortaleceu o novo governador Flávio Dino (PC do B-MA), aliado no plano federal. Chegou a enfrentar uma avalanche de protestos de militantes e aliados que faziam uma oposição histórica a Sarney e ao imenso grupo de interesses que manda no Estado desde 1964, pelo menos. Em troca, recordou-se no encontro com Lula, o partido recebeu o voto realmente secreto do segundo turno de 26 de outubro !” e tudo aquilo que a imagem daquela mão que tecla o 45 representam. Leia mais

31 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Dilma peita Renan na questão do BC e ameaça romper com PMDB

do Brasil 247
Uma iniciativa do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Congresso Nacional, abriu uma crise política grave na relação entre o Palácio do Planalto e seu principal aliado, o PMDB.

Decidido a levar adiante um projeto que assegura a independência formal do Banco Central, com mandatos fixos para os diretores, Renan e a cúpula do PMDB receberam um recado do Planalto: o gesto seria considerado um rompimento da aliança. Fontes palacianas apontam ainda suposta retaliação pela não nomeação de Vital do Rego (PMDB-PB) como ministro da Integração Nacional.

Leia abaixo informação do Painel da Folha:

Na base da ameaça

A cúpula do PMDB recebeu “atônita” recado de emissários do Palácio do Planalto de que, se Renan Calheiros (PMDB-AL) levar adiante o projeto de Francisco Dornelles (PP-RJ) de autonomia do Banco Central, o movimento será considerado “ruptura” com o governo. A mensagem hostil surpreendeu peemedebistas, uma vez que Michel Temer já havia conversado antes com Renan, a pedido de Dilma Rousseff, para “baixar a bola” do projeto, com o que o senador teria assentido.

Meteorologia Até ontem à  tarde, no entanto, Renan ainda demonstrava a colegas no Senado disposição de colocar o projeto em votação, embora auxiliares do Planalto afirmem ter recebido recado do senador de que o texto seria engavetado.

Em seu blog, o ex-ministro José Dirceu também condenou a proposta de Renan. Leia abaixo:

Depositário da soberania popular é o presidente, e não a diretoria do BC

O projeto que dá autonomia operacional e fixa mandato de seis anos pa Leia mais

30 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Banco Central independente seria uma “Carta ao Mercado” de Dilma?

do Brasil 247
Com uma iniciativa polêmica na mão, o PMDB parece ter conseguido acender um sinal de alerta dentro do Palácio do Planalto. No Senado, o presidente da casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), já tem tudo pronto para submeter ao plenário, no mês de dezembro, o projeto de lei que torna o Banco Central um órgão autônomo em relação a Ministério da Fazenda e a Presidência da República.

“Tem assuntos que se a gente combina com quem é contra não andam”, disse Renan, na manhã de ontem. O projeto estabelece mandato de seis anos para o presidente e os diretores do BC, com direito a recondução. Renan parece disposto a liderar a construção do que tem chamado de “agenda da confiança” !“ mesmo que o jogo nem sempre seja combinado com o Palácio do Planalto, que já se manifestou contra a autonomia formal do Banco Central.

Nesta quarta-feira, no entanto, uma nota publicada no Painel, da Folha, informa que essa iniciativa, de conferir independência ao Banco Central, conta com o apoio de Lula. Leia abaixo:

Carta ao mercado

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva articula nos bastidores para que o Senado vote o projeto de Francisco Dornelles (PP-RJ) de autonomia do Banco Central. Lula conversou sobre isso ontem com o senador. O petista também falou com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) –que, na semana passada, surpreendeu o governo ao defender a proposta. Lula acha que a votação seria uma forma de debelar a desconfiança do mercado em relação ao governo Dilma Rousseff.

No Palácio do Planalto, enxerga-se uma ação para fortalecer aliados peemedebistas, como se a discussão fosse apenas uma moeda de troca. De todo modo, o movimento foi suficiente para mexer com a presidente Dilma Rousseff. Em conversa na segunda-feira 28, ela avisou ao vice-presidente Michel Temer que irá procurar pessoalmente lideranças do partido para manter o PMDB em sua chapa em 2014 !“ o que significa fortalecer aliados.

Entre os políticos que incluirá em sua agenda de conversas, nas próximas semanas, Dilma teria citado a Temer o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, e os senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Vital do Rêgo (PMDB-PB). Nesses Estados, os caciques peemedebistas locais prometem apoio a Dilma, mas há várias pendências. Cabral defende a desistência de Lindbergh Farias (PT-RJ) da corrida ao governo do Rio. Eunício busca apoio do PT na disputa ao governo do Ceará. Vital do Rêgo sonha em ser o novo ministro da Integração Nacional.

Abaixo, notícia da Agência Brasil sobre a votação da autonomia do BC no Senado:

Mesmo sem acordo com governo, Renan reitera que vota até o fim do ano autonomia do BC

Karine Melo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Mesmo sem concordância do governo, o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) reiterou hoje (29) que até o fim deste ano pretende votar o substitutivo do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) ao projeto que dá autonomia ao Banco Central (BC) !“ PLS 102/2007.

“Quase todas as matérias têm resistência, venham de onde vierem. Ora é do governo, ora é da mídia, hora é do mercado, ora é do poder econômico. à‰ sempre assim. Cabe ao Parlamento aprimorar Leia mais

9 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Copom eleva a taxa básica de juros para 9,5% ao ano

da Agência BrasilO Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou hoje (9) a taxa básica de juros (Selic) de 9% para 9,5% ao ano. Foi o quinto aumento seguido desde abril, dos quais quatro com variação de 0,5 ponto percentual, em linha com as expectativas dos analistas financeiros, como mostra o boletim Focus divulgado na última segunda-feira (7) pelo BC.

A ata da última reunião do Copom (dias 27 e 28 de agosto) já manifestava a tendência de a autoridade monetária manter o processo de alta da Selic. Hoje, o colegiado de diretores do BC reafirmou a disposição de dar continuidade à  elevação da taxa de juros para conter a demanda doméstica por compras e impedir o avanço da inflação, que acumula 5,86% nos últimos 12 meses.

Ao final da sétima reunião do ano, o Copom divulgou que a decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano!. A decisão do Copom foi por unanimidade e sem viés (não pode mudar até a próxima reunião do comitê, marcada para 26 e 27 de novembro).

De acordo com números do Tesouro Nacional, referentes a agosto deste ano, 22,6% da dívida mobiliária federal estavam atrelados à  Selic. Com base nesse dado, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos calcula que cada subida de 0,5 ponto percentual na Selic equivale a acréscimo aproximado de R$ 3 bilhões/ano na dívida pública, tr Leia mais