30 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em ‘Efeito Tango’ eleva dólar acima de R$ 4,20 no Brasil

‘Efeito Tango’ eleva dólar acima de R$ 4,20 no Brasil

O desastre da política neoliberal do governo Mauricio Macri, na Argentina, já impacto no valor do dólar no Brasil. A moeda norte-americana foi comercializada hoje (30) a R$ 4,21. ... 

Leia mais

26 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Moro repete discurso do FMI: eleição democrática é risco para o Brasil

Moro repete discurso do FMI: eleição democrática é risco para o Brasil

O juiz Sérgio Moro afirma que as eleições democráticas, deste ano, podem representar “risco de retrocesso” à lava jato. O discurso é praticamente o mesmo do Fundo Monetário Internacional (FMI). ... 

Leia mais

23 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em FMI volta a dar as cartas no Brasil

FMI volta a dar as cartas no Brasil

O Brasil segue dando marcha à ré na história, a ponto de Michel Temer (MDB) resgatar o Fundo Monetário Internacional (FMI). Aos poucos, o órgão subordinado aos norte-americanos vai se soltando e dando opinião sobre política e economia no país. ... 

Leia mais

25 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Greve geral para a Argentina na véspera de jogo contra a Nigéria

Greve geral para a Argentina na véspera de jogo contra a Nigéria

A Argentina amanheceu em greve nesta segunda-feira (25) e não pela fraca atuação do atacante Messi na Copa do Mundo. Pelo contrário. Os trabalhadores argentinos cruzaram os braços hoje contra a política econômica do governo Mauricio Macri, uma espécie de Michel Temer [com votos] de los hermanos. ... 

Leia mais

12 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Enio Verri: Éramos soberanos e não sabíamos

Enio Verri: Éramos soberanos e não sabíamos

O deputado Enio Verri (PT-PR) lamenta que nós brasileiros éramos soberanos — nos governos do PT — e não sabíamos. Ele também destaca “a farsa do sequestro do ex-presidente Lula” pela Operação Lava Jato, cuja denúncia não teria alcançado o exterior se ele não fosse um líder mundial. ... 

Leia mais

8 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Só falta Temer recorrer ao FMI para controlar o dólar

Só falta Temer recorrer ao FMI para controlar o dólar

A Argentina recorreu ao Fundo Monetário Internacional (FMI), pedindo US$ 50 bilhões de dólares emprestados, para conter as especulações com a moeda norte-americana. Michel Temer, que perde o controle cambial, está muito próximo de colocar de volta o Brasil de joelhos diante dessa praga chamada FMI. Aliás, foi Lula quem se livrou da agiotassem internacional. ... 

Leia mais

10 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Miriam Leitão, da Globo, também errou previsão sobre a Argentina

Miriam Leitão, da Globo, também errou previsão sobre a Argentina

As redes sociais não perdoam a jornalista Miriam Leitão, da Globo, que há sete meses enaltecia a “recuperação” da economia da Argentina. “Assim como o Brasil, a Argentina vive um período de transição na economia”, escreveu em 25 de outubro de 2017. Esta semana, o país vizinho anunciou que pedirá ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para não quebrar. ... 

Leia mais

8 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Governo da Argentina senta no colo do FMI

Governo da Argentina senta no colo do FMI

O governo de Mauricio Macri, na Argentina, depois de elevar a taxa de juros a 40%, anunciou que recorrerá ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para obter empréstimo de US$ 30 bilhões e conter as especulações contra a moeda local, o peso, que corroem os salários. ... 

Leia mais

3 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
4 Comentários

Sob Michel Temer, Brasil segue rápido para igualar-se ao Congo, diz o FMI

O Brasil teve queda de 5% na renda per capita (por habitante) entre 2014 e 2017, com destaque acentuado para o ano de 2016, segundo o Fundo Monetário Internacional — o famigerado FMI. A variação foi de 9,1% até 2016. Já o ‘Pibinho’ de Michel Temer, com paridade do poder de compra (PPC), ainda de acordo com o FMI, despencou seis vezes em relação ao número de habitantes (per capita). Portanto, o golpe está levando a economia nacional, em ritmo acelerado, para se igualar a do Congo e outros países miseráveis do continente africano. ... 

Leia mais

9 de outubro de 2016
por Esmael Morais
32 Comentários

Golpe de Estado vai gerar mais pobres no Brasil até 2025, confirma Globo

temer_meirelles_globoO neoliberalismo nunca gerou um emprego sequer no mundo. Vide os casos recentes na Grécia e na Espanha. No pretérito temos Argentina, Chile e Brasil, nos anos 90, época de FHC. Não seria agora que esse receituário do FMI daria certo. Leia mais

12 de agosto de 2015
por Esmael Morais
27 Comentários

Lula dá recado ao país: não julguem Dilma por seis meses de mandato

por Eunice Pereira, para a Rede Brasil Atual, via Brasil 247
Brasília – “Quem chegou onde a gente chegou, não pode retroceder. Quero dizer que estou preparando meu caminho para voltar a viajar pelo meu país”, afirmou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na abertura oficial da 5ª Marcha das Margaridas. “Eu quero ver se nossos adversários estão dispostos a andar por este país e discutir este país como ele precisa ser discutido”, disse.

Lula defendeu a presidenta Dilma Rousseff, pedindo para que ela não seja julgada por uma crise econômica que ela não criou. “A crise não começou no Brasil. Ela começou nos Estados Unidos e na Europa”, explicou. “Algumas pessoas não perceberam que a eleição acabou dia 26 de outubro e que a Dilma é presidenta deste país.”

O ex-presidente afirmou que os mesmos setores que querem “jogar a responsabilidade das dificuldades atuais a presidenta Dilma” e que se “agora se apresentam como solução, entregaram o país quebrado e devendo dinheiro para o FMI”.

Sobre as ameaças de impeachment da presidenta, Lula definiu como tentativa de dar como inacabada uma campanha eleitoral na qual os adversários saíram derrotados. “Eles não perceberam que a eleição acabou. Eles não saem do palanque”, disse Lula.

O ex-presidente reconheceu que o momento é difícil, mas lembrou que, os que hoje pedem o impeachment da presidenta Dilma, Leia mais

5 de julho de 2015
por Esmael Morais
15 Comentários

Grécia diz “NÃO” ao ajuste fiscal imposto pelo FMI e União Europeia

Oxi_Grecia_TsiprasCerca de 60% dos gregos disseram neste domingo (5) “NÃO” ao ajuste fiscal imposto pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e União Europeia (UE). O resultado do plebiscito convocado há dez dias representa uma vitória do primeiro-ministro Alexis Tsipras. ... 

Leia mais

14 de outubro de 2014
por Esmael Morais
32 Comentários

Coluna do Verri: PSDB quebrou o Brasil três vezes!; quem compara não volta atrás nunca mais

Enio Verri, revigorado pelas urnas, que lhe conferiram mandato de deputado federal, em sua coluna desta terça-feira, afirma que mais do que escolher o próximo presidente da República está em jogo o projeto de Nação; segundo ele, os eleitores terão de escolher no dia 26 de outubro entre as mudanças estruturais e de desenvolvimento social de Dilma ou voltar atrás com Aécio, aos tempos de apagão de FHC, "que quebrou o Brasil por três vezes, acorrentou nosso país aos lastros do FMI e trouxe incertezas à s famílias brasileiras"; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri, revigorado pelas urnas, que lhe conferiram mandato de deputado federal, em sua coluna desta terça-feira, afirma que mais do que escolher o próximo presidente da República está em jogo o projeto de Nação; segundo ele, os eleitores terão de escolher no dia 26 de outubro entre as mudanças estruturais e de desenvolvimento social de Dilma ou voltar atrás com Aécio, aos tempos de apagão de FHC, “que quebrou o Brasil por três vezes, acorrentou nosso país aos lastros do FMI e trouxe incertezas à s famílias brasileiras”; leia o texto e compartilhe.

Enio Verri* ... 

Leia mais

11 de outubro de 2014
por Esmael Morais
42 Comentários

Coluna do Gomyde: Quando penso no futuro, não esqueço do passado

Ricardo Gomyde*

A sabedoria popular consagrou a verdade de que não se decide pelo futuro sem pensar no passado. Nessa fase final das eleições presidenciais, esse sábio conselho ganha ainda mais importância. Afinal, o Brasil estará simplesmente dizendo se quer o progresso ou o retrocesso. A opção pelo progresso está aí, aos olhos de todos !” como venho apontando aqui neste espaço. Já o retrocesso não é tão visível. Para vermos melhor a sua face precisamos fazer um breve passeio pelo tempo, voltando precisamente ao ano de 1993, quando a proposta de governo do PSDB ganhou sujeito, predicado e objeto direito.

Naquele ano ocorreu a nomeação de Fernando Henrique Cardoso (FHC) para o cargo de ministro da Fazenda. O presidente da República, Itamar Franco, estava sob pressão de setores conservadores que exigiam a aplicação de programa econômico mais radical. A posse de FHC foi saudada até por ninguém menos que o secretário de Estado norte-americano, Warrem Cristopher, que ligou para parabenizar o novo ministro. Ele chegou dizendo que precisava botar a casa em ordem!. Isso não significa intervenção no mercado!, ressaltou. Estava dada a senha.

O novo ministro afirmou que não reduziria os juros, que não alteraria o Programa Nacional de Desestatização !” ele manteve o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como comitê de administração das privatizações até o último dia do seu governo, em 31 de dezembro de 2002 !” e que não incluiria em sua política econômica qualquer item de política social, chamada por ele de populismo!. Dias terríveis aguardavam a nação.

Investida contra o Estado

A arrumação da casa! começou com o chamado Plano Verdade!, que consistia basicamente em arrochar investimentos públicos. Os direitos sociais e trabalhistas eram o principal alvo. A primeira investida de FHC contra os trabalhadores foi a ferrenha oposição à  lei salarial aprovada pelo Congresso Nacional. Para ele, o reajuste mensal era uma esquisitice que serve de âncora para a taxa de inflação!.

Em 1994, FHC seria o principal personagem do país. Já em janeiro, ele ocupou a televisão para pressionar o Congresso Nacional a aprovar seu programa econômico e iniciar sua indisfarçável campanha à  Presidência da República. Logo após lançar o Plano Real!, ele deixou o Ministério da Fazenda para oficializar sua candidatura. O trator neoliberal não poupava ninguém. Nem o presidente da República, Itamar Franco, que ousou opinar sobre algumas medidas anunciadas pela equipe econômica.

A mídia atacou Itamar violentamente quando ele disse que o Congresso Nacional deveria regulamentar o artigo da Constituição que determina o limite de 12% ao ano para a taxa de juros !” antevendo o estrago que a turma de FHC promoveria. O presidente, no entanto, já era quase uma voz isolada no país. Mas logo se veria que sua preocupação tinha razão de ser !” no primeiro dia útil do Real, a taxa de juros, puxada pelo Banco Central (BC), disparou, chegando aos 12%. Até o fim da era FHC!, o país nunca mais viu juros abaixo deste patamar. Um ano depois, já estava em 60%. O passo seguinte seria a investida contra o Estado !” abrangendo a União, os estados e municípios. O estrago que a confraria neoliberal promoveria no país estava apenas começando.

São Francisco de Assis

Com toda essa mobilização conservadora, o neoliberalismo venceu as eleições !” ganhadas por FHC já no primeiro turno. O novo presidente agregou em sua pasta figuras notórias do conservadorismo econômico brasileiro !” classificadas por ele como notáveis! !” e promoveu um festival de arbitrariedades assim que a poeira da posse abaixou.

A pretexto de domar a inflação, uma necessidade que unia o país, ele deu sinal verde para o Banco Central fazer dos juros astronômicos a âncora da estabilidade, promovendo uma verdadeira orgia financeira à s custas no arrocho da produção (gerando desemprego elevadíssimo), dos serviços sociais (saúde, educação e segurança, basicamente) e dos direitos dos trabalhadores. Tudo isso amarrado por um pacote para escorar o Plano Real! e descarregar mais um pouco do peso da crise nas costas do povo.

A Previdência Social, principalmente a aposentadoria, era o primeiro alvo. FHC, dirigindo-se à  oposição, tentou provar que esse era o único caminho para o país. Vamos calar a boca de gente que pega papel e não sabe o que Leia mais

10 de outubro de 2014
por Esmael Morais
18 Comentários

Lula na CartaCapital: “Armínio e Aécio são o mundo que não deu certo”

do Brasil 247O ex-presidente Lula está reforçando as linhas de confronto direito entre a campanha do PT e o PSDB. “Armínio, Aécio, essa gente toda significa o retrocesso, a volta de um mundo que não deu certo”, disse Lula em entrevista à  revista Carta Capital, que circula a partir desta sexta-feira 10.

– O sistema financeiro está ouriçado para que Aécio ganhe as eleições. O FMI, que estava quietinho, voltou a dar palpite porque sabe onde o seu Armínio Fraga vai colocar os juros, criticou Lula, apostando numa forte alta da Selic.

Ele lembrou que assumiu a Presidência da República, em 2003, com os juros nas alturas e uma dívida externas de 30 bilhões de dólares. Acrescentou ter herdade uma política econômica que não criava empregos.

– Agora, a pretexto de atacar a inflação eles querem criar desemprego. Isso acontece porque eles não se importam em nada com quem trabalha, desferiu o ex-presidente.

Para Lula, “O Brasil o país que tem o futuro mais garantido”. Ele citou o volume de obras de infraestrutura em curso e os recordes que vão sendo batidos na extração do petróleo do pré-sal.

– Não é jogando nas costas do povo um ajuste fiscal, cortando salários, dispensando trabalhadores que vamos fazer o Brasil crescer.

Lula disse estar preocupado com a atenção que a população está dando ao pleito:

– As pessoas não perceberam que o que está em disputa nesta eleição são dois projetos de país. O nosso, que é o presente e do futuro, e o deles, que é de volta ao passado. E é isso o que me preocupa, assinalou o ex-presidente.

Ele não poupou, ao contrário, foi bastante direto na crítica a seu antecessor Fernando Henrique Cardoso:

– Eu me sinto muito ofendido com esse preconceito que chega à s raias do absurdo, atacou Lula. O Fernando Henrique é um cientista político estudioso que não percebeu a evolução política da classe mais pobre. Ele está falando do passado do tempo dele, quando ainda valia o voto de cabresto. O povo mudou e ele não percebeu, continua representando uma certa elite preconceituosa.

Leia mais

5 de agosto de 2014
por Esmael Morais
22 Comentários

Coluna Enio Verri: Bons resultados na economia colocam em xeque terrorismo econômico!

Enio Verri, em sua coluna desta quarta, estabelece uma comparação entre índices inflacionários e preços dos produtos nos governos Lula e Dilma com os da era tucana; colunista também critica o terrorismo midiático, dos jornalões e dos urubólogos, que, depois agourar a seleção na Copa, agora torcem contra as conquistas dos brasileiros; à‰ mais uma derrota daqueles que sentem saudades dos tempos de Fernando Henrique Cardoso e das grandes filas em busca de emprego, inflação alta e dos empréstimos do Fundo Internacional Monetário!, critica o deputado do PT; leia o artigo e compartilhe.

Enio Verri, em sua coluna desta quarta, estabelece uma comparação entre índices inflacionários e preços dos produtos nos governos Lula e Dilma com os da era tucana; colunista também critica o terrorismo midiático, dos jornalões e dos urubólogos, que, depois agourar a seleção na Copa, agora torcem contra as conquistas dos brasileiros; à‰ mais uma derrota daqueles que sentem saudades dos tempos de Fernando Henrique Cardoso e das grandes filas em busca de emprego, inflação alta e dos empréstimos do Fundo Internacional Monetário!, critica o deputado do PT; leia o artigo e compartilhe.

Enio Verri* ... 

Leia mais

16 de julho de 2014
por Esmael Morais
14 Comentários

‘Banco e fundo dos Brics não são contra ninguém’, avisa Dilma

do Brasil 247
Em coletiva de imprensa concedida após a plenária da VI Cúpula dos Brics, em Fortaleza (CE), na noite desta terça-feira 15, a presidente Dilma Rousseff rebateu a tese de que o novo banco de desenvolvimento e o arranjo contingente de reservas, pelos países do bloco !“ Brasil, Rússia, China, àndia e àfrica do Sul !“ foram criados para fazerem frente ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e ao Banco Mundial.

“Essas instituições não são contra ninguém, elas são a nosso favor, é uma outra perspectiva. Elas são a favor dos países Brics, mas também são a favor dos países em desenvolvimento”, afirmou. Dilma garantiu que o banco e o arranjo contingente olharão com atenção para países em desenvolvimento com regras bastante claras e firmes a respeito da sustentabilidade econômicas das instituições.

A presidente também disse que o Brasil não perde ao não presidir o Banco dos Brics. Segundo ela, houve um consenso entre os países para que a àndia indicasse o primeiro presidente por ter sido o país que propôs a instituição. “O banco foi fruto de um grande consenso e terá um novo imenso poder de alavancar recursos”, ressaltou. Sobre a sede em Xangai, Dilma disse que o primeiro-ministro da China, Xi Jinping, está empenhado em definir um local o mais cedo possível.

“A àndia propôs o Banco dos Brics e nós propusemos o Acordo Contingente de Reservas. Então, todos nós consideramos que era justo que a primeira presidência ficasse com o país que tinha proposto, no caso, a àndia, foi justamente isso. A segunda presidência, no rodízio, seria, então, do Brasil. E o Acordo Contingente de Reserva não tem presidência, mas é bom que se diga que foi uma iniciativa do governo brasileiro, ao longo desse tempo”, explicou.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse também nesta terça-feira que outros países emergentes já estão interessados em participar do recém-criado banco de desenvolvimento do Brics. Ele afirmou ainda que a nova instituição não vai competir com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros bancos de fomento para financiamentos, como os voltados para infraestrutura.

Leia mais

24 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
34 Comentários

Coluna do André Vargas: “Feliz Bolsa Família! Um programa de Estado”

André Vargas, em sua última coluna de 2013, fala que o programa Bolsa Família é um marco civilizatório para o Brasil; colunista acusa o PSDB de querer acabar com o benefício que, segundo ele, é copiado no mundo inteiro; "Trata-se de um programa elogiado por órgãos como a ONU, Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional e replicado em várias partes do mundo. Mesmo assim, há os

André Vargas, em sua última coluna de 2013, fala que o programa Bolsa Família é um marco civilizatório para o Brasil; colunista acusa o PSDB de querer acabar com o benefício que, segundo ele, é copiado no mundo inteiro; “Trata-se de um programa elogiado por órgãos como a ONU, Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional e replicado em várias partes do mundo. Mesmo assim, há os “especialistas” em pessimismo que insistem em detonar a iniciativa revolucionária do governo do PT e aliados, tachando-a de bolsa esmola”, critica o petista; leia o texto.

por André Vargas* ... 

Leia mais

29 de outubro de 2013
por Esmael Morais
6 Comentários

Dilma rebate FMI, defende privatização de Libra e chama investidores estrangeiros

do Brasil 247
A presidente Dilma Rousseff aproveitou um evento realizado pela revista Carta Capital na noite de ontem, em que foram premiadas “As empresas mais admiradas do Brasil”, para transmitir vários recados num só discurso !“ quase todos eles na economia.

A começar pela contestação à  crítica feita pelo Fundo Monetário Internacional ao Brasil. Dias atrás, um relatório do FMI condenando a política fiscal brasileira mereceu destaque em vários jornais. Continuamos trabalhando para manter situação fiscal sólida!, disse Dilma, ressaltando que o Brasil tem um dos maiores superávits do mundo.

Ela também dedicou boa parte do discurso para defender o leilão de Libra, feito no modelo de partilha !“ e não de concessão. A área tem petróleo, sabemos onde está, tem muito petróleo e é de boa qualidade. Trata-se de área de baixo risco, de muita receita monetária. Essas razões explicam o modelo adotado, e não o de concessão!, afirmou.

Em seguida, ela aproveitou para rebater a crítica de que seu governo seria intervencionista e que, por isso, estaria afastando investidores privados. Neste espírito de parceria estamos fazendo concessões de rodovias, ferrovias, portos. Vamos promover um salto na qualidade e na amplitude da nossa infraestrutura. Este salto é essencial para atingir o nível de competitividade que se espera da nossa economia.!

Dilma afirmou ainda que o capital privado é bem-vindo e tem sabido aproveitar oportunidades abertas na economia brasileira. Nosso mercado interno continua dinâmico e atraente para quem quiser investir”, disse, antecipando ainda que os dados de crescimento no quatro trimestre são “encorajadores”.

Leia, ainda, reportagem da Agência Brasil sobre o discurso de Dilma:

Dilma: Brasil faz prodigiosa alquimia ao transformar petróleo em educação

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

São Paulo !“ A presidenta da República, Dilma Rousseff, voltou a defender hoje (28) o modelo escolhido pelo governo para explorar o maior campo de petróleo já descoberto no país, o Campo de Libra, na camada do pré-sal. De acordo com a presidenta, com o modelo de partilha adotado, o Brasil conseguiu fazer uma prodigiosa alquimia! ao transformar petróleo em educação.

O Brasil está re Leia mais

24 de outubro de 2013
por Esmael Morais
2 Comentários

O FMI é bom conselheiro para o Brasil? Para a velha mídia, sim

do Brasil 247
Se o ministro da Fazenda, Guido Mantega, seguisse a cartilha proposta pelo Fundo Monetário Internacional, o Brasil hoje e estaria melhor ou pior? A resposta parece ser óbvia, mas não para os editores dos jornais brasileiros.

Uma previsão feita ontem pelo Fundo sobre crescimento menor da economia brasileira, com duras críticas à  política fiscal, mereceu grande destaque na mídia tradicional. Foi manchete de vários portais, do site de Veja.com e hoje é também o destaque principal da Folha.

De acordo com os economistas do FMI, o PIB potencial brasileiro caiu de 4,25% para 3,5% e o motivo seria a política fiscal “frouxa”. Ou seja, o Fundo defende maior arrocho fiscal. Outra crítica diz respeito ao papel dos bancos públicos na concessão de crédito, sinalizando que, para o organismo, seria melhor que instituições como Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES mantivessem o pé no freio.

Ocorre que a memória dos brasileiros em relação ao FMI ainda é recente. No governo FHC, com média de crescimento baixa, próxima a 2,5% ao ano, o Brasil recorreu em três oportunidades aos empréstimos do Fundo. Essas dívidas foram pagas em janeiro de 2006, no governo Lula, quando o então presidente do Fundo, o espanhol Rodrigo de Rato, anunciou a boa nova: “O Brasil já não tem mais dívida com o FMI, que se transforma em um parceiro importante no debate de políticas econômicas.”

Na crise financeira de 2008, a resposta do Brasil à  crise foi totalmente fora da cartilha, quando, em vez de pisar no freio da economia, Lula apostou que seria melhor manter o consumo aquecido. A partir daí, as críticas internacionais começaram a se acentuar.

No entanto, países que eram tratados como exemplos pelo FMI, mergulharam em profundas crises econômicas e o Brasil, apesar das dificuldades internacionais, ainda mantém uma situação de pleno emprego.

Na equipe do ministro Guido Mantega, a crític Leia mais