8 de março de 2019
por Esmael Morais
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Crise: Desemprego é maior entre as mulheres


As mulheres representam mais de 50% da população em idade ativa, mas continuam a ocupar a menor fatia do mercado de trabalho brasileiro. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, nos últimos dois trimestres, mostram que o percentual de mulheres em idade de trabalhar era de 52,4% em todo o país, mas apenas 45,4% estavam entre a população ocupada e 50,7% entre a desocupada. ... 

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3 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cresce em 300% o número de escolarizados que desistem de procurar emprego

Cresce em 300% o número de escolarizados que desistem de procurar emprego

Dilma Rousseff no pleno emprego.

Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cresceu em 300% o número de desalentados no país desde 2014, entre pessoas escolarizadas. Ou seja, aquele indivíduo que desistiu de procurar emprego em virtude da recessão econômica. ... 

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28 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer deixa 27 milhões de subutilizados como herança maldita

Temer deixa 27 milhões de subutilizados como herança maldita

Michel Temer deixará o país na semana que vem com uma diabólica taxa de desemprego e, o que é pior, com 27 milhões de subutilizados. Por exemplo, o engenheiro que não conseguiu emprego na área virou motorista de aplicativo (UBER, 99, dentre outros).

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, a taxa de desemprego recuou para 11,6% no trimestre, mas ainda continua diabolicamente alta.

Se recuou a taxa de desemprego — de 12,1% do trimestre anterior para 11,6% — é porque aumentou o número de desalentados, isto é, pessoas que desistiram de procurar emprego. Agora são 4,7 milhões de desalentados ante 4,3 milhões em novembro de 2017.

No balanço geral, a situação piorou para os trabalhadores porque houve aumento da informalidade. Também não é nada boa a situação para a previdência, haja vista a perda de arrecadação.

Resumo da ópera: Temer produziu um inédito perde-perde; perde o trabalhador, mas perde também o Estado que não arrancada.

Se há dois perdedores, por óbvio, existe um ganhador a curto prazo. Fatura um doce quer responder o explorador de mão de obra barata, que muitos gostam de chamar de “empreendedor”. Leia mais

26 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
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Mercado prevê 10 anos para recuperar pleno emprego; seis meses seriam suficientes

Jair Bolsonaro (PSL) assumirá dia 1º de janeiro sob o signo do liberalismo puro, o diabólico laissez-faire, enterrado no início do século XX com o nascimento do welfare state — o Estado do bem-estar social, um avanço civilizatório.

Pois bem, esse pessoal que garantiu a eleição de Bolsonaro — bancos, especuladores, multinacionais interessados no petróleo, lobbistas, etc., que foram o dito mercado — querem mais 10 anos sugando os trabalhadores, ou seja, para devolver o status de 2014. O objetivo é manter alto o “estoque de mão de obra” para baixar ainda mais o preço dos salários e precarizar o trabalho.

Os especuladores de Bolsonaro almejam o pleno emprego alçado nos governos do PT somente no ano de 2029, quando, em termos macroeconômicos, seria possível em apenas seis meses.

“Se o País mantiver um crescimento médio de 2,5% ao ano, o desemprego, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, só voltará aos 6,8%, registrados em 2014, em quase dez anos, segundo a consultoria Schwartsman e Associados”, anota nesta quarta (26) o Estadão.

Essa caterva do mercado quer o “Estado Mínimo” para o povo, com menos direitos e serviços universais (saúde e educação), mas esses capitalistas de araque almejam o “Estado Máximo” para eles por meio de incentivos, isenções e acessos a financiamentos com dinheiro subsidiado do BNDES.

Dez anos é muito, uma geração perdida, para se prometer o paraíso. 180 dias são mais que suficientes para recuperar uma empresa ou um país. Pessoalmente este prazo também é razoável. Uma pessoa consegue se recuperar, ou se afundar, economicamente em apenas seis meses.

Dez anos de exploração, não, Bozo! Leia mais

20 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
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Brasil ganhou 10 milhões de usuários na internet em um ano

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que o Brasil ganhou 10 milhões de novos usuários de internet em apenas um ano.

Segundo o relatório sobre Tecnologias da Informação e Comunicação da Pnad Contínua, divulgado nesta quinta (20), passou de 64,7% para 69,8% o número de brasileiros com 10 anos ou mais (181 milhões da população) que acessaram a internet de 2016 para 2017.

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5 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
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Extrema pobreza cresce e atinge mais de 15 milhões de brasileiros

O número de brasileiros na faixa de extrema pobreza no Brasil aumentou de 6,6% da população em 2016 para 7,4% em 2017, passando de 13,5 milhões para 15,2 milhões.

De acordo com definição do Banco Mundial, são pessoas com renda inferior a US$ 1,90 por dia ou R$ 140 por mês.

Os dados fazem parte da Síntese dos Indicadores Sociais 2018, divulgada hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que entende o estudo como “um conjunto de informações sobre a realidade social do país”.

Segundo o IBGE, o crescimento do percentual nessa faixa subiu em todo o país, com exceção da Região Norte onde ficou estável.

A pesquisa não aponta, mas está claro que a piora nos indicadores sociais brasileiros é fruto direto da recessão e do golpe de 2016.

Diversos projetos sociais e políticas públicas vêm sofrendo cortes do governo federal, e isso só deve piorar nos próximos anos.

Com informações da 

Agência Brasil ... 

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15 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cinco milhões de desalentados, uma faceta perversa do desemprego

Cinco milhões de desalentados, uma faceta perversa do desemprego


Nesta semana, quarta-feira(14), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o número de desalentados no país registrou a marca de 4,78 milhões de brasileiros no terceiro trimestre de 2018. O contingente ainda está próximo dos 4,83 milhões contabilizados no segundo trimestre, o maior percentual da série histórica. O IBGE considera desalentado quem está desempregado e desistiu de procurar emprego.

O desalentado, além de desistir de procurar trabalho, passa a viver um quadro de depressão continuada e de intensa fragilidade social. As faixas etárias de maior incidência do fenômeno dos desalentos são os jovens, que buscam o primeiro emprego, e os trabalhadores, entre a faixa dos 40 a 50 anos, sem maior qualificação profissional.

A categoria dos desalentados, medida cientificamente pelo IBGE, é uma das facetas mais perversas da crise econômica do país, que joga milhões de trabalhadores no esmagamento e abatimento moral. Nos estados do Maranhão e de Alagoas, os números de desalentados atingem 16,6% e 16%, respectivamente. Os dois estados nordestinos concentram os maiores índices de trabalhadores desalentados do país. Leia mais

14 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desemprego cresce entre nordestinos, mulheres e negros; precarização também avança, diz IBGE

Desemprego cresce entre nordestinos, mulheres e negros; precarização também avança, diz IBGE


A taxa de desemprego continua em alta no país, apesar de oscilações regionais e setoriais. A precarização cresce em diversos setores de trabalhadores. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (14), a taxa de desocupação no Brasil caiu para 11,9% no terceiro trimestre de 2018, mas chega a 14,4% na Região Nordeste, a 13,8% para a população parda e a 14,6% para a preta – grupos raciais definidos na pesquisa conforme a declaração dos entrevistados.

Quando analisado o gênero, as mulheres, com 13,6%, têm uma taxa de desemprego maior que a dos homens, de 10,5%. Os números são da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (Pnad Contínua Tri).

Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Sergipe (17,5%), Alagoas (17,1%), Pernambuco (16,7%) e Bahia (16,2%). Apesar disso, a maior desocupação verificada no terceiro trimestre de 2018 foi no Amapá, onde o percentual chegou a 18,3%.

A Região Sul tem a menor taxa de desocupação do país, com 7,9%, e Santa Catarina é o estado com o menor percentual, de 6,2%. No trimestre anterior, a Região Sul tinha taxa de desocupação de 8,2% e o Nordeste, 14,8%.

Do contingente de 12,5 milhões de pessoas que procuraram emprego e não encontraram, 52,2% eram pardos, 34,7% eram brancos e 12% eram pretos. Tais percentuais diferem da participação de cada um desses grupos na força de trabalho total: pardos (47,9%), brancos (42,5%) e pretos (8,4%).

No terceiro trimestre deste ano, 74,1% dos empregados do setor privado tinham carteira assinada, percentual que ficou estável em relação ao trimestre anterior.

Além de ter a menor taxa de desemprego do país, de 6,2%, Santa Catarina também tem o menor percentual de desalentados, de 0,8%, e o maior percentual de trabalhadores com carteira assinada, de 88,4%.

A taxa de subutilização da força de trabalho no Brasil foi de 24,2%, o que representa 27,3 milhões. Esse número soma quem procurou emprego e não encontrou, quem não procurou, quem procurou e não estava mais disponível para trabalhar e quem trabalha menos de 40 horas por semana e que gostaria de trabalhar mais.

A população ocupada somou 92,6 milhões de pessoas. Esse total tem 67,5% de empregados, 4,8% de empregadores, 25,4% de pessoas que trabalharam por conta própria e 2,4% de trabalhadores familiares auxiliares. Leia mais

9 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em OIT critica declaração de Bolsonaro sobre estatísticas de desemprego feitas pelo IBGE

OIT critica declaração de Bolsonaro sobre estatísticas de desemprego feitas pelo IBGE


“A OIT apoia fortemente a metodologia seguida pelo IBGE para estimar o emprego e o desemprego, seguindo padrões internacionais”, ressaltou Rafael Diaz Medina, diretor do Departamento de Estatísticas da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A declaração é uma resposta ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), que, nesta semana, criticou os métodos para definição do número de desempregados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Bolsonaro classificou as estatísticas sobre o desemprego produzidas pelo IBGE como “farsa”.

O diretor da OIT avaliou a declaração de Bolsonaro como “perigosa”, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “Toda declaração de um pessoa que vai ocupar um cargo tão alto, e que de uma maneira bastante agressiva questiona uma definição internacional, de alguma maneira me faz pensar que existe um certo perigo sobre o que poderia ocorrer no futuro se existe uma discrepância técnico na qual os dados não são o que politicamente se queira”, disse.

A OIT também manifestou preocupação com futuras ingerências políticas no trabalho desenvolvido pelo IBGE de levantamentos de dados sobre o desemprego e demais questões sociais.

*Com informações de Agências Leia mais

7 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em IBGE responde a Bolsonaro que chamou pesquisa de ‘farsa’

IBGE responde a Bolsonaro que chamou pesquisa de ‘farsa’

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) não cansa de falar asneiras causando atritos cada vez que abre a boca. Em entrevista à TV Bandeirantes, o coiso afirmou que s pesquisa de desemprego do IBGE é uma “farsa”.  O instituto respondeu com uma nota oficial.

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30 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em A farsa da “invasão” venezuelana no Brasil

A farsa da “invasão” venezuelana no Brasil

Michel Temer é uma farsa, assim como a tão disseminada [pela mídia] “invasão” de venezuelanos no Brasil. Mídia e Temer são o verso e o reverso da mesma fake news.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que apenas de 30,8 mil venezuelanos vivem no Brasil atualmente. Ou seja, o contingente que cruza a fronteira via Roraima é menos que um ‘grão de areia’ no universo de 208 milhões de habitantes na Terra de Santa Cruz.

Nesta quarta (29), o Tinhoso falou em distribuir senhas para segurar o ingresso de venezuelanos no país. Uma aberração porque, se o discurso é que a fuga é em relação à crise, ora, não faz sentido negarmos ajuda humanitária. Isto feriria [mais uma vez] os tratados internacionais.
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31 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em 65,6 milhões de pessoas estão fora da força de trabalho, diz IBGE

65,6 milhões de pessoas estão fora da força de trabalho, diz IBGE

É assustadora a nova Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE. De acordo com o órgão, 65,6 milhões de pessoas estão fora da força de trabalho. É o maior valor desde 2012.

“O contingente fora da força de trabalho, no trimestre de abril a junho de 2018 (65,6 milhões de pessoas) subiu 774 mil pessoas (1,2%) frente ao trimestre de janeiro a março de 2018. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, houve alta de 1,9% (1,2 milhão de pessoas)”, diz o relatório.

O levantamento da Pnad/IBGE registra que a população desocupada é de 13 milhões de brasileiros. A título de comparação, em 2014 esse número era de 6,1 milhões. Portanto, mais que dobrou.

Ainda de acordo com a pesquisa, o “bico” virou atividade para 23,1 milhões de pessoas no País — um quarto da população ocupada.

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30 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Lava jato deu mais prejuízo do que ajudou o Brasil, segundo números do IBGE

Lava jato deu mais prejuízo do que ajudou o Brasil, segundo números do IBGE

O IBGE mostra que durante o reinado da lava jato o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 7% no Brasil, somente nos anos de 2015 e 2016.

O PIB previsto para este ano é de R$ 6,9 trilhões (US$ 1,84 trilhão no câmbio de hoje).

Vamos aos números que a lava jato promete restituir nesses 4 anos de atividades.

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25 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Aposentadorias ou juros de bancos, eis a decisão do próximo presidente do Brasil

Aposentadorias ou juros de bancos, eis a decisão do próximo presidente do Brasil

Já foi dito aqui que Michel Temer pagará R$ 968 bilhões do orçamento deste ano para o pagamento de juros, encargos, amortização e refinanciamento da dívida. Ou seja, 43,98% do orçamento da União encherá as burras dos bancos privados. Por outro lado, a Previdência Social consumirá este ano 22,47% do mesmo orçamento do ano de 2018.

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12 de julho de 2018
por editor
Comentários desativados em Golpe derrubou vendas no comércio em 0,6% de abril para maio

Golpe derrubou vendas no comércio em 0,6% de abril para maio

O golpe de Michel Temer também faz mal ao comércio, aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O volume de vendas do comércio varejista nacional recuou 0,6% de abril para maio deste ano, diz relatório divulgado nesta quinta (12) pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).

O volume de vendas do comércio varejista nacional recuou 0,6% de abril para maio deste ano, revela o órgão ligado ao IBGE.

Seis das oito atividades do comércio varejista pesquisadas tiveram queda, com destaque para o segmento de combustíveis e lubrificantes (6,1%). Também tiveram recuo na produção as atividades de livros, jornais, revistas e papelaria (6,7%), equipamento e material para escritório, informática e comunicação (4,2%), tecidos, vestuário e calçados (3,2%), móveis e eletrodomésticos (2,7%) e artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (2,4%).

Com informações da

Agência Brasil ... 

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4 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer derrubou PIB em 10,9%

Temer derrubou PIB em 10,9%

A política de reajuste dos combustíveis de Michel Temer e Pedro Parente, na Petrobras, derrubou 10,9% o Produto Interno Bruto (PIB) no mês de maio em comparação a abril, informa nesta quarta (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

A velha mídia golpista atribui a queda do PIB à greve dos caminhoneiros, mas até o mais acéfalo compreende que os responsáveis pela paralisação da economia foram os preços dos combustíveis atrelados à variação do dólar e à cotação internacional do petróleo — que motivaram o movimento grevista.

Ao culpar os caminhoneiros pelo fiasco da economia, a mídia defende a narrativa de criminalização da justa paralisação dos caminhoneiros que até agora não tiveram seus pleitos atendidos pelo governo.

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2 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi Hoffmann: Um ano sem CLT; menos direitos, menos empregos

Gleisi Hoffmann: Um ano sem CLT; menos direitos, menos empregos

A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, lamenta que um ano depois de aprovada a reforma trabalhista, que revogou a CLT, o que se vê são muitos direitos a menos e nenhum emprego a mais.

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29 de junho de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Desemprego e trabalho precário disparam no país, segundo IBGE

Desemprego e trabalho precário disparam no país, segundo IBGE

O mercado de trabalho continuou criando vagas informais no trimestre encerrado em maio, com a taxa de desemprego calculada em 12,7% pelo IBGE, ante 12,6% em fevereiro e 13,3% há um ano, com uma estimativa de 13,235 milhões de desempregados, 115 mil a mais em três meses (0,9%). Se em 12 meses o país tem menos 536 mil desempregados a menos (-3,9%), também nesse período só viu crescer o trabalho sem carteira e autônomo, porque não houve crescimento do emprego com carteira assinada.

De fevereiro a maio, 90 mil pessoas deixaram de fazer parte da força de trabalho, enquanto o mercado fechou 204 mil vagas, fazendo o número de desempregados crescer em 115 mil, com certa estabilidade. A força de trabalho (104,112 milhões) equivale ao total de ocupados (90,887 milhões) e de desempregados (13,235 milhões).

Em relação a maio do ano passado, 663 mil pessoas ingressaram à procura de trabalho. Foram criadas 1,199 milhão de ocupações (aumento de 1,3%), reduzindo o desemprego.

Mas segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (29) pelo IBGE, nesse período nenhum desses empregos foi com carteira assinada. Em 12 meses, o emprego com carteira no setor privado caiu 1,5%: menos 483 mil. Já o emprego sem carteira cresceu 5,7%, com acréscimo de 597 mil, além de mais 568 mil (2,5%) por conta própria e mais 229 mil (5,6%) de empregadores, o que pode indicar aumento do empreendedorismo. Também cresceu o emprego no setor público, enquanto o trabalho doméstico ficou estável.

Entre os setores de atividade, apenas a administração pública cresceu de fevereiro para maio. O IBGE apurou queda em comércio/reparação de veículos, trabalho doméstico e serviços de informação, comunicação e atividades financeiras.

Já em relação a maio do ano passado, houve alta na administração pública (3,4%,mais 526 mil) e em “outros serviços” (7,4%, 323 mil), que inclui arte, cultura e manutenção de equipamentos de informática e objetos pessoais. O emprego caiu na agricultura (-2,9%, menos 254 mil) e ficou relativamente estável nas demais áreas.

Estimado em R$ 2.187, o rendimento médio ficou estável tanto em relação ao trimestre anterior como na comparação com igual período de 2017. A massa de rendimentos (R$ 193,9 bilhões) também teve estabilidade. Leia mais

17 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Efeitos do golpe: 70 milhões de brasileiros querem ir embora do Brasil

Efeitos do golpe: 70 milhões de brasileiros querem ir embora do Brasil

O golpe de Michel Temer, PSDB, et caterva pode provocar uma das maiores diásporas que o mundo moderno já viu. Segundo pesquisa Datafolha, 70 milhões de brasileiros consideram deixar o Brasil.

De acordo com dados do IBGE, a população total brasileira soma 210 milhões — ou seja um terço dos brasileiros considera ir embora da pátria amada Brasil nesses tempos de golpe.

A pesquisa Datafolha foi realizada no mês de maio e o instituto afirma que 70 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais sairiam do país se tivessem a oportunidade.

“Num piscar de olhos, a população dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná desapareceria do Brasil. Cerca de 70 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais deixariam o Brasil se pudessem, mostra o Datafolha”, ressalta neste domingo (17) o texto do jornal Folha de S. Paulo.

Ou ainda seria como se desaparecesse, do dia para noite, uma França, um Reino Unido ou uma Itália inteiros. A população total de cada um desses países gira em torno de 60 a 70 milhões de habitantes.

A Folha destaca que, entre as pessoas que têm entre 16 e 24 anos, o índice é ainda maior: 62% deixariam o Brasil para morar em outro país. Segundo a Folha, a intenção de mudança fica evidente pelo número de vistos solicitados para os Estados Unidos nos últimos anos, o país preferido dos que querem se mudar.

Entre os anos de 2008 e 2017, o número de vistos expedidos praticamente dobrou para os EUA. “62% dos jovens deixariam o Brasil”, destaca o título principal da Folha. Leia mais

7 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Golpe gerou 19% de desemprego na construção

Golpe gerou 19% de desemprego na construção

A situação de golpe — culminado com a derrubada de Dilma Rousseff — gerou 19% de desemprego só na indústria da construção. Segundo o IBGE, a crise econômica que atingiu o país nos últimos anos causou a perda de 432 mil empregos formais entre 2015 e 2016. No setor de infraestrutura o recuo foi de 15%.

Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (7), no Rio de Janeiro, a Pesquisa Anual da Indústria da Construção 2016 (Paic). O estudo indica que, naqueles meses que compreendem o pré e o golpe, a atividade da construção somou R$ 318,7 bilhões em incorporações, obras e serviços da construção.

O desemprego foi causado principalmente por culpa do governo Michel Temer, como testemunha José Carlos Guabyraba, gerente da pesquisa. “Vários setores reduziram muito as suas atividades e o que mais sofreu foi o de infraestrutura com menor aporte e redução drástica de investimentos, principalmente do estado, que parou ou diminuiu os investimentos principalmente nas usinas, rodovias e ferrovias, o que vinha sendo mantido pelos governos anteriores a 2016”, resumiu.

Praticamente no auge da crise econômica do país, refletida na queda do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas no país), foi o setor de infraestrutura, altamente dependente de investimentos públicos, o que mais sofreu com a falta de recursos e a suspensão de investimentos importantes para o setor.

Com informações da

Agência Brasil ... 

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