30 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em ‘Efeito Tango’ eleva dólar acima de R$ 4,20 no Brasil

‘Efeito Tango’ eleva dólar acima de R$ 4,20 no Brasil

O desastre da política neoliberal do governo Mauricio Macri, na Argentina, já impacto no valor do dólar no Brasil. A moeda norte-americana foi comercializada hoje (30) a R$ 4,21. ... 

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27 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Lula ‘chuta o balde’ em artigo contra PF, MP e Poder Judiciário

Lula ‘chuta o balde’ em artigo contra PF, MP e Poder Judiciário

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ‘chutou o balde’ ao escrever em artigo, publicado no Correio Braziliense, que o judiciário está no pacote antinacional e lesa-pátria. ... 

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25 de maio de 2016
por Esmael Morais
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Temer não governa o país, diz Requião, “é o capital vadio”

requiao_capital_vadioO site de Paulo Henrique Amorim, o Conversa Afiada, publica uma autópsia do governo interino de Michel Temer (PMDB) realizada pelo senador Roberto Requião (PMDB) após o lançamento do “pacote econômico” pelos golpistas. Sim, autópsia, porque o golpe provisório já é considerado natimorto em virtude do receituário neoliberal e do vazamento de gravações dos senadores Romero Jucá (PMDB-PR) e Renan Calheiros (PMDB-AL). “Noventa e seis bilhões de meta fiscal pedidos por Dilma são irresponsabilidade, mas os 170 bilhões pedidos por Temer transmudam-se em virtude”, reage Requião, ao comentar o cheque branco dado pelo Congresso à junta provisória. O senador do Paraná trabalha com a hipótese de volta da presidente eleita Dilma Rousseff, mas alerta para armadilha montada pelo ministro interino da Fazenda, Henrique Meirelles, visando deixá-la refém — outra vez — dos congressistas e do “mercado”. Abaixo, leia a íntegra da análise de Requião: Leia mais

17 de maio de 2016
por Esmael Morais
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O Brasil vive sob um governo “interino” ou uma “ditadura” de Michel Temer?

temer_dilmaEstá saindo muito barato para o vice Michel Temer (PMDB) o adjetivo “interino” usado para denominar o governo que derrubou a presidente eleita Dilma Rousseff (PT).

Na ausência de legitimidade e de normalidade democrática, o mais correto seria qualificar de “governo ditatorial” e não “governo provisório” de Michel Temer. Leia mais

28 de fevereiro de 2016
por Esmael Morais
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Elisane Fank: Concepção neoliberal da educação no lamentável governo Richa

Elisane Fank*

Discutir Gestão Democrática na escola pública pressupõe antes de mais nada conceber o que é democrático, o que é público e, para tal, a própria concepção de gestão do e no Estado. Este entendimento, ao que pareceu na Semana Pedagógica dos profissionais da educação do Paraná de 2016, passa ao largo dos gestores que estão na Secretaria de Estado da Educação e pior na própria Coordenação de Gestão Escolar da SEED.

Digo isso do lugar de onde falo: Sou pedagoga da escola pública há mais de 20 anos e na gestão do ex-governador estava à frente das formações continuadas, das saudosas Jornadas Pedagógicas e das Semanas Pedagógicas.

Lamentável o visível retrocesso a uma concepção de gestão Gerencialista, tecnicista e empresarial que, nada menos, expressa que a materialização de um governo organicamente conservador.

Os rasos materiais enviados às escolas para a Semana Pedagógica de 2016 não somente expressam a base conceitual do governo neoliberal como, na mesma esteira de concepção, subestimam de forma aviltante a categoria dos profissionais da educação.

Não pretendo aqui reafirmar o que o conjunto de professores já manifestou nos atos de repúdio vindos dos municípios e grande parte das escolas que, com razão, denunciaram a falta de organização, a terceirização do trabalho da SEED e dos NREs às escolas e a banalização do material encaminhado. O que pretendo é identificar o espaço que existe entre o dito, o pretendido e o feito por parte da SEED e, mais diretamente, a própria concepção de estado no lamentável governo Richa.

O dito: gestão democrática; o pretendido: fomentar a cultura de participação dentro das escolas e o feito: desresponsabilização do papel do Estado.

O que os gestores da SEED não se preocuparam ou não puderam se preocupar é com a base conceitual que distingue gestão democrática e gestão compartilhada.

É democrático na escola pública socializar o conhecimento produzido na história da humanidade a todos os envolvidos no processo. Quando se concebe o público entende-se que concepção de gestão passa pela concepção de estado que tem a responsabilidade de garantir direitos que, por sua vez, são públicos. A educação é direito subjetivo e inalienável. Mas isto só pode ser afirmado pela gestão de um estado quando este mesmo tem o compromisso com a formação continuada, com a socialização do conhecimento, com a valorização dos profissionais da educação e com o fomento de políticas públicas.

Não é o que ocorre neste estado e isto se retrata na base teórica ou na falta total dela nos textos e vídeos encaminhados pela SEED Leia mais

17 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Requião Filho convoca audiência pública para impedir a privatização da Copel e Sanepar

requiao_sindicatosO deputado estadual Requião Filho (PMDB) convocou uma audiência pública para a próxima segunda-feira, dia 21 de setembro, às 17 horas, na sala da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná, com o objetivo de iniciar uma mobilização da sociedade contra a privatização da Companhia Paranaense de Energia (Copel) e da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). ... 

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13 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Vem aí em 2015 a Frente anti-Richa

richa_fora_2015Debate realizado ontem à  noite na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, deu pontapé inicial naquilo que pode ser considerado embrião de uma frente contra as políticas neoliberais do governo Beto Richa (PSDB). ... 

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6 de abril de 2014
por Esmael Morais
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FHC usa CPI da Petrobras para defender privatização

do Brasil 247 Todo o barulho em torno da Petrobras foi o pretexto encontrado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para defender sua política de privatizações. Segundo ele, os casos que vêm sendo explorados pela oposição !“ como a compra da refinaria de Pasadena, no Texas !“ demonstram que ele estava correto.

No fim de seu governo, FHC tentou mudar o nome da Petrobras para Petrobrax. Dizia-se, à  época, que, assim, a empresa teria uma identidade mais global, podendo atrair mais investidores internacionais. O plano, no entanto, foi rechaçado pela sociedade e FHC abandonou a ideia.

No fim de seu governo, quando era presidida por Henri Philippe Reichstul, a Petrobras realizou uma transação extremamente polêmica, que foi contestada judicialmente e hoje está no Superior Tribunal de Justiça, onde a então relatora, Eliana Calmon, determinou a realização de uma perícia. A Petrobras trocou ativos com a espanhola Repsol, recebendo uma refinaria na Argentina à s vésperas da crise cambial no país vizinho e entregando 30% da Refinaria Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul, 10% de um campo de petróleo na Bacia de Campos e mais de 700 postos de combustíveis !“ avaliações apontam que o Brasil entregou US$ 3 bilhões e recebeu US$ 750 milhões (leia mais aqui).

FHC afirma que a oposição dever tomar “à  unha o pião dos escândalos” da Petrobras, mas este caso da Repsol, que já se encontra num tribunal superior, também poderá ser investigado.

Leia, abaixo, o artigo de FHC:

Sem mistificações

Quando me empenhei em fazer algumas reformas e modernizar a estrutura produtiva do Brasil, tanto das empresas privadas quanto das estatais, não o fiz movido por caprichos ou por subordinação ideológica. Tratava-se pura e simplesmente de adequar a produção brasileira e o desempenho do governo aos novos tempos (sem discutir se bons ou maus, melhores ou piores do que experiências de tempos passados). Eram, como ainda são, tempos de globalização, impulsionados por novas tecnologias de comunicação e informação, como a internet, e por avanços nos sistemas de transporte, como os contêineres, que permitiram maximizar os fatores produtivos à  escala mundial. Daí por diante a produção se espalhou pelo mundo, independentemente do local de origem do capital. Os mecanismos financeiros, por sua vez, englobaram todos os mercados, interligados por computadores.

Nas novas condições mundiais, ou o Brasil se integrava competitiva e, quanto possível, autonomamente aos fluxos produtivos do mercado, ou pereceria no isolamento e em desvantagem competitiva, pelo atraso tecnológico e pela ineficiência da máquina pública. As privatizações foram apenas parte do processo modernizador. Tão importante quanto foi a transformação do setor produtivo estatal. O objetivo era transformar as empresas estatais em companhias públicas, submetidas a regras de governança, fora do controle dos interesses político-partidários, capazes de competir e de se beneficiar d Leia mais

20 de março de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Requião Filho: PT queria mudar “sistema”, mas acabou mudado pelo “sistema”!

Requião Filho*

Um governo eleito, um governo eleito democraticamente, representa a maioria da população. Esta população votou em uma pessoa ou no que esta pessoa representa? A pessoa eleita representa um partido, este partido representa um programa, geralmente descrito em seu estatuto. O programa partidário traz em si as ideias e os ideais.

Digo isto porque aqui no Paraná o governador Beto Richa segue os ideais neoliberais de seu partido com afinco, busca privatizar, terceirizar e abrir vantagens para grupos estrangeiros sobre os nacionais desacreditando a capacidade nacional. Bem como fez FHC. Não é um governo que busca defender a indústria local e incentivar o pequeno a crescer. Assim é com a indústria e assim se faz com a agricultura.

O PSDB paranaense segue a cartilha. Quebrou o Estado, não paga fornecedores e não cumpre promessas de campanha, mas fez aquilo que prega seu programa. Resta ao caos do governo estadual a sua coerência estatutária.

O governo federal, ah!, o governo federal, este mamute de força política… faz de tudo para manter sua imagem de governo do povo, de partido dos trabalhadores, quer ser o governo de esquerda para as classes populares e um governo que gere segurança para o grande capital. Opa! Péra aê (sic) PT preocupado com o grande capital, está certo isso?

Mas o PT é o governo do Bolsa Família.

Mas o PT é o governo que incentiva o trabalhador a se afundar em dívidas buscando o crédito nos bancos e financeiras e nada faz sobre o spread ou os juros cobrados.

Mas o PT é o partido do Pro-Uni, que deu acesso a milhares de jovens à  universidade.

Mas o PT é o governo que depois de criticar o Serra na campanha porque este queria privatizar o pré-sal o fez na maior cara de pau entregando nosso petróleo.

Mas o PT é o partido do Minha Casa Minha Vida.

Mas o PT é o partido que colocou à  venda as ações do Banco do Brasil na bolsa, entregando de forma sorrateira o nosso banco para acionistas privados.

O PT hoje é o partido antagônico de si mesmo.

O PT que governa o Brasil é antagônico de sua militância e de seu programa, ao mesmo tempo que nos traz grandes alegrias e conquistas, traz tristezas e perdas ao patrimônio nacional de difícil reversão. Verdade seja dita.

Ano eleitoral, ano de Copa, e um amigo jornalista, um amigo pensante, me chama a atenção para um artigo de Vinicius Mota. Mota relembra os PTistas acusando FHC de “estelionato eleitoral” uma vez que mantinha um Real (R$) supervalorizado em ano eleitoral por meio de um câmbio fixo, o que lhe garantiu a reeleição.

Anos depois, relembra o autor, o racionamento de energia enterrou os sonhos de PODER eterno do PSDB. Mota nos traz para o presente e traz à  tona o “estelionato eleitoral” que hoje pratica o PT. Segura de forma irreal e política os preços nodais da economia, tais como o preço da gasolina. A conta virá com certeza em 2015, depois das eleições. Como será cobrada? Aumento de tudo quanto é serviço, preço e impostos.

Neste parágrafo gostaria de dizer ao leitor que o PMDB é fiel ao seu programa e que o partido é uma garantia de renovação no plano nacional. Gostaria, mas não vou mentir.

Eduardo Cunha, líder da rebelião no Congresso Nacional se apaziguou. Negociou com Dilma, sabe De Leia mais

10 de novembro de 2013
por Esmael Morais
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PPL lança manifesto de candidato do caralho! contra tucano àlvaro Dias

Ex-candidato a vice-prefeito de Curitiba em 2012 pelo PPL (Partido da Pátria Livre), o professor universitário Cláudio Fajardo explicou em seu blog o significado da palavra “caralho”. Na época, ele afirmou que mandar alguém para o caralho não é tão ruim assim (clique aqui para relembrar).

Pois bem, o PPL lançou um candidato ao Senado do “caralho” — de acordo com a agremiação comunista (o novo partido tem sua origem no guevarista Movimento Revolucionário 8 de Outubro – MR-8) — contra o tucano àlvaro Dias.

Em manifesto divulgado no Facebook (clique aqui), ontem, Fajardo deu mostras de como se comportará nas eleições de 2014: “o ocupante da vaga ao Senado ora em disputa não faz mais do que repetir como um papagaio as matérias do PIG, a imprensa chamada de jornalismo de esgoto”.

O documento do candidato do PPL também fuzila as privatizações, as desnacionalizações e os partidos do “SIM” no submisso Congresso Nacional.

A seguir, leia a íntegra do manifesto de Cláudio Fajardo:

PORQUE SOU PRà‰-CANDIDATO AO SENADO

O silêncio sepulcral do Congresso Nacional, só rompido por um ou outro brado denunciante de alguma alma viva lá de plantão, se parece com os piores dias da Ditadura. Naquela época pelo menos tínhamos um Lysâneas Maciel, um Alencar Furtado, um Ulisses Guimarães, um Mário Covas, Chico Pinto, Marcio Moreira Alves… Hoje o que temos? Um Congresso submisso, pior: quando resolve ter iniciativa vem com mais horror, tal como a proposta de Renan Calheiros de independência do Banco Central ou a idéia maluca do orçamento impositivo! . O PT no parlamento parece o partido do SIM, a antiga ARENA. Aliás, merece um parágrafo especial.

Privatização dos portos: SIM! Privatização dos aeroportos: SIM!, Privatização das rodovias: SIM! Privatização de ações do Banco do Brasil para estrangeiros: SIM! Privatização do pré-sal: SIM! Está ou não está igual a ARENA?

O PT, partido que surgira anunciando uma política diferente, uma ética diferente, um partido dos movimentos sociais, realmente em defesa dos interesses dos trabalhadores… e no que se transformou? No parlamento está conivente, quando não ele próprio agente do mal, está mancomunado, cooptado ou constrangido. Nos bastidores, nos seus congressos, está dividido entre os locupletados, e os indignados.

Os indignados sabem o quanto é difícil reconduzir o part Leia mais

Esmael Morais 2009-2018. O Blog do Esmael é liberto das excludentes convenções mercantis Copyright ©. O site não cobra pelos direitos autorais, portanto, pode e deve ser reproduzido no todo ou em parte, além de ser liberado para distribuição desde que preservado seu conteúdo e o nome do autor. | A política como ela é em tempo real.

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