23 de fevereiro de 2016
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Coluna do Enio Verri: Massacre midiático e ódio seletivo contra o PT

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Enio Verri*

Propagadas por uma elite midiática e uma parcela da sociedade, em sua maioria, pertencente às classes mais abastadas, as incoerências e inconsequências do conservadorismo e ódio seletivo beiram o ridículo, quando não, a insanidade e irresponsabilidade com os brasileiros

Sem a menor preocupação com provas ou com o respeito ao direito de defesa de qualquer brasileiro, o caça às bruxas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, forjado sob mentiras e boatos presentes nos meios de comunicação, revela-se cada vez mais como uma tentativa de criminalização do Partido dos Trabalhadores do que propriamente uma investigação judiciária.

Enquanto as manchetes tentam incriminar o ex-presidente, baseando-se em boatos, mentiras e opiniões individuais, buscando a todo custo ligá-lo a denúncias de corrupção, os tucanos continuam impunes ao massacre midiático e protegidos no judiciário.

Aécio Neves, delatado como beneficiado de propinas de Furnas e responsável pela construção de um aeroporto, com dinheiro público, na fazenda de seu tio; e Fernando Henrique Cardoso, também ex-presidente, acusado de um esquema de beneficiar empresas, de mandar dinheiro ao exterior de forma ilegal e de garantir emprego de uma funcionária fantasma no mandato de José Serra, parecem não ter com que se preocupar.

Escondido na grande mídia e de pouca importância para aqueles com ódio seletivo e para setores do judiciário, casos como dos tucanos não ganham a mesma conotação, nem os mesmos esforços para investigar denúncias de corrupção envolvendo a oposição – os boatos e supostos “amigos” nunca envolvem lideranças do PSDB.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, a jornalista Mirian Dutra, ex-amante de FHC, Leia mais

4 de novembro de 2015
por admin
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Lula vai à justiça contra capa “grotesca” da revista Veja

via Brasil 247.

O ex-presidente Lula (PT) foi à Justiça contra a revista Veja nesta terça-feira (3), após a publicação, no último fim de semana, de uma capa ofensiva que trazia o petista com roupa de presidiário. Em nota, a assessoria de imprensa do Instituto Lula definiu a capa como “uma montagem mentirosa, ofensiva e grotesca” do ex-presidente.

A capa que mostrou a perda da compostura de Veja em seu ataque sem pudor a Lula gerou polêmica. Para o cientista social Robson Sávio Reis Souza, a publicação de Veja deixou de ser fascista para virar nazista. No entendimento do jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, a revista deveria ser apreendida pela Justiça.

Leia abaixo a íntegra da nota. E acesse aqui a ação apresentada pelos advogados do ex-presidente.

Nota à Imprensa: VEJA calunia Lula mais uma vez e ex-presidente vai à Justiça

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolaram, nesta terça-feira (3), primeiro dia útil após o fim-de-semana, ação de reparação por danos morais contra a editora Abril, responsável pela revista Veja, no Foro Regional de Pinheiros. A edição de nº 2450 da publicação, que foi às bancas na última semana, exibe na capa uma montagem mentirosa, ofensiva e grotesca do rosto de Lula sobre corpo vestido com uniforme de presidiário estampado com nomes de envolvidos em investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

Não há nenhuma ação penal em curso no país contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao contrário do que a capa faz parecer. Já a revista Veja sofre inúmeros processos pelas mentiras publicadas contra diversos pessoas e organizações, não apenas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Recentemente, por exemplo, o senador Romário (PSB-RJ) anunciou processo contra o semanário.

“A imagem que a capa da revista VEJA pretendeu sugerir aos seus leitores e à sociedade em geral, portanto, não possui qualquer lastro na realidade fática ou jurídica. Independentemente das afirmações e críticas contidas no interior da própria revista — sempre com evidente manipulação e falta de critério jornalístico —, não poderia ela estampar em uma capa uma imagem falsa e ofensiva, como se verifica no vertente caso”, diz o texto da ação, que classifica de “sórdida mentira” a reportagem de ca Leia mais

25 de setembro de 2015
por admin
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PHA lança livro hoje às 19h e debate AO VIVO com Requião em Curitiba

requiao_4poder_phaO jornalista e blogueiro Paulo Henrique Amorim, o PHA, titular do site Conversa Afiada, lançará às 19 horas desta sexta-feira (25), em Curitiba, seu novo livro — ‘O quarto poder’ — e debaterá a questão da mídia com o senador Roberto Requião (PMDB).

O evento será transmitido ao vivo para o Brasil e o mundo pelo Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, desde o auditório da APP-Sindicato (Avenida Iguaçu, 880).

O Sindicato dos trabalhadores na educação fará também o lançamento de seu novo portal na internet junto com um aplicativo para smartphones.

PHA é um dos mais influentes jornalistas brasileiros e um dos principais críticos do golpismo da grande imprensa nacional. Foi ele que cunhou termos como o “PiG” (Partido da Imprensa Golpista). Leia mais

23 de setembro de 2015
por admin
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Paulo Henrique Amorim lança nesta sexta ‘O Quarto Poder’ em Curitiba

phaapp

O jornalista e blogueiro Paulo Henrique Amorim, o PHA, titular do site Conversa Afiada, desembarca nesta sexta-feira (25) em Curitiba para uma palestra e lançamento de seu novo livro ‘O quarto poder’.

O evento será transmitido ao vivo  para o Brasil e o mundo pelo Blog do Esmael, em parceria com a TV 15,  a partir das 19 horas, desde o auditório da APP-Sindicato (Avenida Iguaçu, 880).

A entidade representativa dos trabalhadores no magistério aproveitará a oportunidade para lançar novo portal na internet e um aplicativo para smartphones.

PHA é um dos mais influentes jornalistas brasileiros e um dos principais críticos do golpismo da grande imprensa nacional. Foi ele que cunhou termos como o “PiG”  (Partido da Imprensa Golpista). Leia mais

11 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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É mais fácil sair o impeachment de Richa que o de Dilma

beto_dilma_panelacoO país inteiro assiste estarrecido há meses uma insana marcha golpista que tenta remover a presidenta Dilma Rousseff e o PT do poder central. Eles foram democraticamente eleitos por 54 milhões de eleitores em 2014, mas, ao que parece, isso não importa muito para a velha mídia e o PSDB. ... 

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26 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Velha mídia atocha no PT. Aécio “never” (nada), mesmo com propina

nova_midia_velha ... 

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18 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Velha mídia que jogou contra os professores é a mesma que agora joga contra Dilma; compare as imagens

Não é novidade que a tradicional velha mídia tem lado e é contra o governo da presidenta Dilma Rousseff, assim como foi contra os governos do Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT).

Uma comparação entre duas capas recentes do jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, mostra que o diário também tem dificuldades para trabalhar com a verdade factual.

A comparação compartilhada no Facebook por Augusto Ferreira mostra a capa da “Velha Senhora” no dia 26 de fevereiro, com uma foto da passeata dos professores e servidores do Paraná em greve, ocorrida no dia anterior (25), como tendo 10 mil participantes. Na matéria, o jornal credita os números à Polícia Militar, mas é evidente, pela foto, que havia muito mais gente.

É bom recordar que o jornal curitibano registrou em vários editoriais ser contra as reivindicações dos professores e servidores públicos em greve (clique aqui para relembrar).

Já a capa desta segunda-feira (17) mostra uma foto semelhante, só que da passeata contra a presidente Dilma Rousseff e o PT. Semelhante pelo enfoque, do alto, porque havia menos gente — é evidente. Mas o número divulgado pela Gazeta foi de 60 mil pessoas. Onde elas estavam?

Será que a Gazeta do Povo, cujo cacoete é o mesmo da velha mídia nacional, queria diminuir o movimento dos professores e aumentar a manifestação contra o PT? Esta é uma pergunta que fica para os leitores responderem.

Os motivos para cada qual ser favor ou contra o governo não faria a menor diferença se o que se dissemina não ocorresse por ‘meios de comunicação’ concessionados, isto é, propriedade de todos nós brasileiros. É o caso das emissoras de rádio e TV, que, Brasil afora, são propriedade do mesmo grupo que monopoliza internet, jornal impresso, etc. Funciona assim: o que um veículo escreve é reverberado pelo outro e vice-versa, até uma mentira vire verdade pela técnica da exaustiva repetição.

Acerca dessa guerra de números nos protestos de domingo, Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisas, afirmou que os veículos de comunicação “chutam” os números sem compromisso algum com a realidade.

Para ele, as divergências entre órgãos de imprensa acerca do número de manifestantes são tão ridículas que ultrapassam o limite do absurdo.

“Não existe uma metodologia para contagem de gente. Trata-se de chute. A única corporação que tem condições de aferir com mais exatidão é a Polícia Militar”, disse o experiente Hidalgo. Entretanto, ressalva o pesquisador: esses comandos são políticos e ligados ao governante de plantão.

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16 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Tese do “PIG Amigo” foi por terra. Globo convoca “Fora Dilma”

dilma_impeachment_globoDesde as 9 horas da manhã deste domingo (16) a TV Globo faz chamadas das manifestações contra a presidenta Dilma Rousseff e o PT. ... 

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10 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Garganta Profunda de Londrina: Beto Richa ‘acertou’ a Globo ‘por cima’

rpcPrincipal informante do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu, o famigerado Garganta Profunda de Londrina, nos brinda nesta sexta-feira (10) com novidades sobre o ‘acerto’ do governador Beto Richa (PSDB), por cima, com Rede Globo. ... 

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16 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Lucros da Petrobras faz urubus e tucanos quebrarem o bico

do Brasil 247.

Do Valor, há três dias, reverberando as expectativas da urubologia de mercado sobre a Petrobras:

“A Petrobras deve fechar o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 2,72 bilhões, resultado 49,5% menor frente aos três primeiros meses do ano passado. A previsão toma como base a média das projeções de cinco bancos de investimento consultados pelo Valor, que indicam, ainda, para uma redução média de 4,7% no faturamento, para R$ 77,73 bilhões, e um crescimento de 23% no Ebitda, para R$ 17,64 bilhões, na mesma base de comparação.”

As previsões eram da Goldman Sachs, do Bradesco, Deutsche Bank e de outras instituições.

Do Valor, agora há pouco:

“A Petrobras encerrou o primeiro trimestre desse ano com lucro de R$ 5,33 bilhões, queda de 1% na comparação com o lucro líquido de R$ 5,393 bilhões apurado no mesmo intervalo do ano anterior.”

Uai, não eram 49,5% de queda?

E a relação entre o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) e dívida, que prenunciavam ia explodir, baixou de 4,77 vezes para 3,86, mesmo com a forte desvalorização cambial. Embora o valor nominal tenha crescido (de 282 para 332 bilhões de reais) o aumento, de 18%, foi inferior à depreciação do real (20,8%) e uma enorme parte destas dívidas é, como é natural em grandes empresas e especialmente no setor petroleiro, em dólar.

O fato é que em Nova York, onde não lêem os jornais brasileiros, no “after-hours” da bolsa local,o ADR (correspondente a ações) da Petrobras sobe 4.05% no momento em que escrevo, depois de já ter subido 2% no pregão normal.

Sem contar essa subida noturna, do início do ano para cá, a Petrobras lidera com folga a valorização entre as petroleiras – claro que em boa parte por ter sido atirada, artificialmente, lá em baixo. Subiu 38,4%, contra 12,3% da Shell, enquanto quase todas as outras amargam índices negativos.

Medida por um ano, mais ou menos o tempo em que a lava-Jato começou a repercutir fortemente, a perda é de 32%, menos da metade dos 67% que chegou a cair no pior momento em 12 meses.

Mas nisso entra, com muita força, a desvalorização do petróleo: no mesmo período, a Shell caiu 20,6%: a Total, 25,2%, a italiana Eni, 27,5%, a Exxon e a Chevron, as que menos perderam, tiveram queda em torno de 15%.

Os ratos e urubus não tiveram força para, mesmo tendo causado muito estrago, derrotar a Petrobras.

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14 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Jornalista argentino debate amanhã regulação da mídia em Curitiba

mediosO jornalista argentino Ricardo Sonny Martinez participa de um debate nesta quarta-feira (15), em Curitiba, sobre a regulação da mídia e a experiência com a Lei de Meios do seu país. O evento será às 19 horas nas sede da APP-Sindicato.

A mesa do debate será condenada pelo Advogado Claudio Ribeiro, e contará com a participação de Diângela e Anupama Salamon da Frentex, e Andre Vieira do ParanáBlogs.

Ricardo Sonny Martinez mora em Bariloche, tem 30 anos de jornalismo de rádio, sendo atualmente radialista da Rádio Nacional San Martin de los Andes (LRA 53), aonde trata, entre outras coisas, de política latino-americana. Leia mais

3 de março de 2015
por Esmael Morais
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Luiz Manfredini: “À luta, Dilma!”

Luiz Manfredini*

Em 1991, o colapso da URSS produziu dramática repercussão em Cuba, que há 30 anos já sofria a perversidade do bloqueio dos EUA. O impacto foi tão grande que logo o PIB cubano acabou reduzido em mais de 35%. Por falta de combustível, boa parte dos transportes voltou à  tração animal e o duro racionamento de alimentos obrigou o governo a distribuir pílulas de vitaminas e sais minerais para o povo subsistir. Diante de tão severas circunstâncias, Fidel Castro foi à s ruas explicar aos cubanos os desafios que viriam pela frente e conclamá-lo à  resistência.

No segundo semestre de 2005, a partir da CPMI que investigava o (impropriamente) chamado mensalão, a bandeira do impeachment do então presidente Lula ganhava corpo no parlamento e em setores da sociedade influenciados pelos bombardeios das elites e pela gritaria da classe média, todos amplamente reverberados pela mídia. Em dezembro daquele ano, o índice de ruim e péssimo de Lula atingia seu nível mais alto: 29%. Foi então que o presidente declarou publicamente que não teria o fim que tiveram dois ex-presidentes !“ Getúlio, suicidando-se, e Jango, deixando o país.!  Lutaria. Nós vamos para as ruas para defender o mandato que o povo nos deu!, garantiu. E foi. E ao povo, nas diversas ocasiões em que teve oportunidade, explicou os acontecimentos, pediu apoio para seu governo e o projeto de ampla significação social que defendia. Em poucos meses, as pesquisas mostravam uma excepcional recuperação.

O silêncio

Penso nessas duas circunstâncias que, embora distantes no tempo, mantém expressiva similaridade política, quando me detenho no atual cenário brasileiro. Após as eleições de outubro último a direita, certa de que as venceria, desencadeou um movimento – que só faz crescer – de cerco e aniquilamento da presidente eleita. Tanto na erosão da maioria que, teoricamente, o governo ainda mantém no parlamento (impondo-lhe, no entanto, derrotas importantes, como a eleição de Eduardo Cunha para a Presidência da Câmara dos Deputados), quanto no superdimensionamento das dificuldades econômicas (no que conta com o inestimável apoio da mídia), assim como na manipulação oportunista da operação Lava Jato, o conservadorismo procura criar na opinião pública a impressão de um país caótico, mergulhado na corrupção, politicamente apodrecido e com sua economia em frangalhos.

Mas enquanto a direita move-se, competente e diligente para ampliar sua base social de apoio, procurando com isso criar as condições políticas para o impeachment de Dilma, a presidente manteve-se reclusa nos primeiros 45 dias segundo governo, sem dizer palavra à  Nação, salvo em breves entrevistas ao final de eventos, quando disparou disc Leia mais

22 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Lula: Mídia é o principal partido de oposição neste país

do Brasil 247
No programa eleitoral do PT desta quinta-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou “uma das piores campanhas negativas de certa imprensa que se tornou o principal partido de oposição”.

Segundo ele, a mídia esconde os feitos do governo Dilma e voltou a pedir voto para sua afilhada política. Ele se referia a grandes obras não mostradas, como a da transposição do rio São Francisco, em PE.

“Eu tenho certeza que você já está surpreso com tanta coisa que a Dilma fez e que você não sabia”, disse.

“Essa campanha vai servir exatamente para isso. Para você ver como certa imprensa gosta mais de fazer política do que informar bem. Como só consegue falar mal e é capaz de esconder obras fundamentais, que estão transformando o Brasil”, atacou Lula.

O ex-presidente disse que sua sucessora fez “muita coisa, muita mesmo” e que só conseguiu isso porque fez um governo de continuidade. Ao mesmo tempo, não esqueceu do desejo de mudança expresso pela maioria da população em pesquisas.

“Por isso eu lhe peço: não deixe a mudança parar, não deixe o Brasil parar de mudar.”

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11 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Maradona elogia Copa do Mundo: Brasil ganhou como país!

via Brasil 247

Celebridade esportiva mais controvertida do mundo, sem rivais nas escolhas políticas, dramas pessoais e capacidade de criar casos, o ex-jogador Diego Maradona é o torcedor número 1 da Argentina no Brasil. Ele está saboreando a ida da seleção de seu país, após 24 anos, a uma final de Copa do Mundo, além de estar se divertindo com a derrota da Seleção Brasileira, por 7 a 1, frente a da Alemanha. Estaria, em tese, numa situação para tripudiar do Brasil, mas sua opinião sobre o Mundial no País é bem diferente: – O Brasil perdeu em campo, mas ganhou como país, resumiu ele, na quinta-feira 10, no programa De Zurda (de esquerda), que faz para a emissora!  Telesur, da Venezuela.

Maradona indicou que a campanha de descrédito da capacidade de o Brasil organizar o Mundial, iniciada internamente, nas páginas da mídia tradicional, o deixou assustado, assim como a outros turistas: – O que se pintava é que seria um caos. Parecia que teríamos de comprar uma arma ao desembarcar por aqui, comparou. “Mas não foi nada disso”.

O ex-jogador circulou por diferentes cidades, sendo visto em jogos da Seleção da Argentina e de outras equipes. Ele não deixou de ser vaiado, algumas vezes, pelo público, em ofensas que faziam referência à  sua dependência química, enfrentada com um forte tratamento em Cuba. Por outro lado, foi saudado pelo cânticos de “Maradona é melhor que Pelé” entoados por milhares de argentinos que tomaram o País para acompanhar sua Seleção. Certamente a maior torcida estrangeira presente na Copa, os argentinos realizaram uma ‘invasão’ alegre e pacífica, premiada com a disputa da final da Copa.

Pelé, por outro lado, saiu da cena da Copa desde a terça-feira 8. Aquele deve ter sido talvez o dia mais triste da vida do “rei do futebol”. Naquela manhã, Edinho, seu filho, foi preso, em Santos, condenado a 33 anos de reclusão por lavagem de dinheiro e associação ao tráfico de drogas. à€ tarde, a equipe nacional sofreu a maior derrota de toda a sua história. O rei vinha acompanhando pessoalmente todos os jogos do Brasil no Mundial, mas agora está recolhido. Ele precisará ser forte para superar a tragédia familiar.

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9 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Folha erra 100% em tese para a Copa

via Brasil 247No partido editorial adotado para a cobertura da Copa do Mundo no Brasil, o jornal Folha de S. Paulo, repleto de estatísticas, conseguiu um feito e tanto: errou 100%. No dia 12 de junho, quando o Mundial começou em São Paulo, a manchete do diário de maior circulação do País dizia: Copa começa hoje com seleção em alta e organização em xeque. O que se viu, a partir dali, foi exatamente o contrário da previsão embutida na chamada principal. Quem estava mesmo sob suspeita era o time convocado e escalado pelo técnico Felipão, apesar dos elogios em cascata dos colunistas da própria Folha.

Ao inverso do tom do noticiário de assuntos nacionais, em complemento, não ocorreu o colapso de infraestrutura projetado pela publicação. O quadro de manifestações marcadas pelo vandalismo foi ultrapassado pelo fatos ainda mais forte criados pela esmagadora maioria da população: festas, confraternizações, imensas reuniões pacíficas. A franca hospitalidade popular com os estrangeiros, traço que parecia riscado, a julgar pela escalação dos fatos na régua editorial da Folha, foi o que mais se viu. Não havia o xeque armado pelo jornal, em articulação com outros representantes da mídia familiar.

Nesta quarta-feira 9, após a humilhante goleada sofrida contra a Alemanha, a Seleção de Felipão, até então tratada com todo o zelo possível pelo jornal, foi, como não poderia ser diferente, desconstruídas em todo o noticiário esportivo. Mas até a véspera, a Folha era mais um veículo a praticar o ufanismo de sempre no noticiário esportivo, combinado com a má vontade frente aos assuntos considerados ‘mais sérios’.

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6 de maio de 2014
por Esmael Morais
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Globo usa até novela como propaganda para o 45 do PSDB

Por Luiz Nassif, via Jornal GGN

Tenho escrito sobre essa mistura de dramaturgia, marketing e jornalismo que caracteriza os grupos de mídia. Utilizam-se recursos da propaganda, da dramaturgia e do jornalismo para uma geleia geral que compromete todas as pontas.

Quando a Globo lançou a novela sobre tráfico de crianças, o jornalismo foi acionado para uma série de matérias sensacionalistas sobre adoção.

Quando as eleições entram em jogo, o grupo age sincronizando todas as pontas, criando vilões que lembram os adversários, mocinhos que emulam os aliados.

à€ medida em que as informações e as discussões sobre mídia avançam pelas redes sociais, e que o conceito e o papel dos grupos de mídia viram foco de discussão, o uso reiterado dessas jogadas apenas ajuda a reforçar os argumentos dos críticos da mídia.

à‰ como se houvesse um laboratório online, no qual práticas seculares anacrônicas pudessem ser dissecadas ao vivo e em cores.

Em tempos de concentração maior de mídia, falava-se muito na propaganda subliminar, os! merchandisings, utilizados para jogadas comerciais.

Quando entra-se no campo eleitoral, o jogo é dúbio.

Tome-se essa besteira da Globo, de associar o nome da novela ao número 45 do PSDB.

O custo é alto. Uma emissora aberta, com o alcance da Globo, não pode se colocar contra mais da metade do eleitorado brasileiro, ainda mais em um momento em que ocorre uma implosão geral da audiência, fruto do avanço das tvs fechadas e da Internet. à‰ um risco de imagem que gerações anteriores, mais sábias, não ousaram correr, mesmo quando a força do grupo era proporcionalmente muito maior.

Quando o espírito das diretas tomou conta do Brasil, a maior preocupação de Evandro Carlos de Andrade e Roberto Marinho era tirar o estigma da emissora, de ser contra a democratização

Depois que o estilo Murdock surgiu, deixou-se de lado toda a prudência e decidiu-se tomar partido Leia mais

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