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Velha mídia está ressuscitando Jair Bolsonaro para chantagear Lula

A decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de não participar da manifestação bolsonarista na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (26/11), gerou polêmica e mais espaço editorial na velha mídia corporativa.

O protesto é contra a morte de Cleriston Pereira da Cunha, um militante bolsonarista preso após os atos golpistas do 8 de janeiro, que sofreu um mal súbito na Papuda, em Brasília (DF).

Apesar de Bolsonaro “amarelar”, isto é, não comparecer ao protesto, os jornalões usam esses episódios para tentar ressuscitar o ex-presidente para chantager o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um script já conhecido e manjado.

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De acordo com informações veiculadas pelos jornalões da velha mídia, incluindo O Globo e Correio Braziliense, Bolsonaro tomou a decisão de não participar da manifestação bolsonarista, citando motivos ligados à morte de um apoiador na Papuda.

Se o Partido da imprensa Golpista (PiG) tenta reanimar Bolsonaro, as redes sociais não passaram pano para o ex-presidente fazendo subir a hashtag “BOLSONARO CAGÃO” no X, o antigo Twitter.

A manifestação da Paulista conta com as presenças do pastor Silas Malafaia, do senador Magno Malta (PL-ES) e os deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e Paulo Bylinskyj (PL-SP).

Outro ponto de destaque é o envolvimento do governo federal na posse de Javier Milei na Argentina, como mencionado por UOL Notícias.

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O governo irá custear parte da equipe que acompanhará Bolsonaro nesse evento internacional.

Isso levanta questionamentos sobre as relações políticas entre Brasil e Argentina e a influência de Bolsonaro além das fronteiras nacionais.

O presidente Lula ainda não sabe se vai à posse de Milei, apesar de pagar parte da conta da viagem de Bolsonaro.

Bolsonaro, aliás, em declarações recentes, levantou novamente a questão da fraude eleitoral, afirmando que a eleição de 2022 teria sido fraudada para favorecer o então candidato Lula.

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No entanto, é importante observar que tais alegações foram feitas sem apresentação de provas substanciais, conforme relatado pela Folha de S.Paulo – outra publicação sabidamente bolsonarista.

Especialistas e analistas políticos questionam a veracidade dessas alegações e suas implicações para a estabilidade democrática no Brasil.

Além disso, pesquisadores destacam que a derrota de Jair Bolsonaro nas eleições não representa o fim das ameaças à democracia no Brasil.

Essa análise, presente em O Globo, destaca a importância de continuar monitorando de perto os desenvolvimentos políticos no país.

No entanto, o Blog do Esmael entende que a democracia só será protegida de fato se houver uma melhora substancial na economia brasileira, onde déficit zero e taxa de juros elevados sejam removidos do vocabulário do Palácio do Planalto.

Portanto, é conversa para boi dormir essa “defesa da democracia” pelos jornalões com concentração de renda, desemprego, precarização da mão de obra, privatizações, apagões, dentre outras mazelas sociais.

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