A presidenta nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada Gleisi Hoffmann (PR), desde Curitiba, criticou o liberalismo fajuto da burguesia brasileira, que defende o Estado Mínimo para os pobres e o Estado Máximo para os ricos.
“Mercado, empresários, mídia, presidentes da Câmara e do Senado exigem déficit zero nas contas do governo”, disse a dirigente petista, para então emendar: “Mas quando o presidente Lula veta a desoneração que o Congresso deu a determinados setores, parece que o mundo vai acabar.”
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“São liberais só com as verbas do executivo, que atendem à população”, observou Gleisi.
Para a presidenta nacional do PT, quando se trata do imposto que devem pagar esse liberalismo acaba.
“Lula e [o ministro da Fazenda] Fernando Haddad fizeram bem em não prorrogar um benefício que custa 25 bilhões e sem nenhuma comprovação de que gerou empregos”, afirmou ela.
Gleisi Hoffmann ainda voltou apontar os juros altos como entrave concreto para o desenvolvimento da economia do país.
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“Campos Neto segue dizendo qu o problema do Brasil é a questão fiscal, os investimentos do governo e não a maior taxa de juros do planeta que ele mantém”, disse, mostrando-se estupefata.
“A tal autonomia do Banco Central deu nisso: um país submetido a uma política monetária derrotada nas urnas”, concluiu a petista.
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Jornalista e Advogado. Especialista em política nacional e bastidores do poder. Desde 2009 é autor do Blog do Esmael.




