12 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi: Lula Livre é a bandeira da democracia e do povo brasileiro

Gleisi: Lula Livre é a bandeira da democracia e do povo brasileiro

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25 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Morre o ex-deputado Sigmaringa Seixas, ‘um herói da democracia’, diz PT

Morre o ex-deputado Sigmaringa Seixas, ‘um herói da democracia’, diz PT


O advogado Luiz Carlos Sigmaringa Seixas, ex-deputado federal morreu na manhã desta terça-feira (25), aos 74 anos, em São Paulo. O ex-parlamentar integrou o MDB, PSDB e o PT e teve uma atuação destacada na resistência à ditadura ao defender ativistas sindicais e presos políticos. O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nota de solidariedade à família e ressaltou a trajetória de Sigmaringa.

Confira a íntegra da nota do PT, assinada por Gleisi Hoffmann:

Sigmaringa, um herói da democracia brasileira

Luiz Carlos Sigmaringa Seixas foi um dos heróis da resistência à ditadura, da luta pela democracia e pela construção de um Brasil melhor e mais solidário, no qual a verdadeira Justiça estivesse ao alcance de todo cidadão ou cidadã. Construiu amizades e dialogou com adversários sem jamais abrir mão de suas convicções e sua dignidade.

Durante a ditadura, teve a coragem de defender ativistas sindicais e presos políticos, com generosidade e desprendimento. Foi um dos principais responsáveis pela denúncia, com documentos oficiais, da prática da tortura no Brasil, num tempo em que isso significava risco de vida para si, seus colaboradores, amigos e familiares.

Eleito deputado constituinte em 1986, pelo antigo PMDB, votou pelas causas populares; transitou pelo PSDB e veio a integrar o PT, sempre com a intenção de construir um país melhor e mais justo. Sig, como era carinhosamente chamado, conquistou respeito e admiração no mundo político e nos tribunais por sua firmeza de convicções, conhecimentos jurídicos e capacidade de diálogo.

Sem jamais ter almejado cargos que faria por merecer no Executivo ou no Judiciário, foi um grande construtor de avanços políticos e institucionais nessas duas esferas. Fez ao longo da vida uma legião de admiradores e amigos, dentre os quais o ex-presidente Lula, de quem foi advogado e companheiro das horas mais difíceis, inclusive no momento da prisão injusta e arbitrária em 7 de abril.

O companheiro Sig nos deixa hoje, mas seu exemplo de amor à Justiça e à dignidade dos seres humanos ficará para sempre, contrastando com este momento em que o exercício do direito encontra-se interditado no país por uma corrente de ódio e perseguição política, contra a qual Sig sempre se posicionou com altivez e coragem.

Sigmaringa vive, na luta do povo pela Justiça e pela Democracia.

Toda nossa solidariedade à família e aos incontáveis amigos deste herói da democracia brasileira.

Gleisi Hoffmann
Presidenta do PT Leia mais

21 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Partidos de oposição criam ‘Observatório’ para acompanhar governo Bolsonaro

Partidos de oposição criam ‘Observatório’ para acompanhar governo Bolsonaro


As fundações de estudos e formação política do PT, Psol, PSB, PDT, PCdoB, Pros e SD se reuniram na quinta-feira (20) para criar o ‘Observatório da Democracia’, que vai monitorar o governo de Jair Bolsonaro e definir uma agenda comum de ações. No final de janeiro, será lançado oficialmente o Observatório oposicionista.

O Observatório é formado pelas fundações Lauro Campos, João Mangabeira (PSB), Leonel Brizola-Alberto Pasqualini (PDT), Maurício Grabois (PCdoB), da Ordem Social (PROS), 1º de maio (SD) e Perseu Abramo (PT), têm em comum o fato de manterem posição crítica ao governo eleito, buscam compreendê-lo e posicionar-se em relação a ele.

As fundações estão se reunindo desde meados do primeiro semestre deste ano, com o objetivo de fazer uma tarefa coletiva, que será observar o governo de Jair Bolsonaro e avaliá-lo segundo critérios definidos conjuntamente. Até o final de janeiro será lançado o “Observatório da Democracia”, onde serão publicadas as informações decorrentes desse trabalho conjunto.

Segundo Marcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo,”essa reunião de tantas fundações de partidos em torno do objetivo comum de sistematizar e acompanhar políticas públicas do governo federal é inédita no Brasil”. “O Observatório”, prossegue Pochmann, “deverá gerar subsídios também para o movimento social e toda a sociedade”. Leia mais

18 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em UFPR celebra 106 anos e renova compromisso com a democracia

UFPR celebra 106 anos e renova compromisso com a democracia


A Universidade Federal do Paraná (UFPR) vai celebrar seus 106 anos nesta quarta-feira (19) durante uma sessão pública do Conselho Universitário (Coun).

A solenidade de amanhã será aberta para toda a comunidade universitária e acontecerá às 19 horas, no Teatro da Reitoria.

O evento terá um significado especial este ano dado o momento de ataques de forças conservadoras e autoritárias às universidades públicas do país.

Durante a sessão, conselheiros prometem um pronunciamento da Autoridade Universitária em face dos ataques aos legados democráticos e plurais das universidades públicas brasileiras.

No evento, também será lançado o selo comemorativo do aniversário da UFPR com a imagem do brasão da instituição.

*Com informações da Sucom/UFPR Leia mais

14 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em O AI-5 suspendeu o habeas corpus; Lula tenta o benefício há 8 meses

O AI-5 suspendeu o habeas corpus; Lula tenta o benefício há 8 meses

O famigerado AI-5 (Ato Institucional nº 5) completou nesta quinta (13) 50 anos. Por meio de decreto do general Costa e Silva, ditador de plantão, os militares suspenderam o habeas corpus.

A título de comparação, nesses tempos de lava jato, o ex-presidente Lula tenta sem sucesso há 8 meses um habeas corpus junto às cortes superiores.

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13 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em No Parlamento Europeu, Boulos alerta para ameaças à democracia no Brasil com Bolsonaro

No Parlamento Europeu, Boulos alerta para ameaças à democracia no Brasil com Bolsonaro


O ex-candidato à presidência da República pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Guilherme Boulos, iniciou nesta semana uma viagem à Europa, para expor a situação da democracia no Brasil e falar das perseguições aos movimentos sociais.

No Parlamento Europeu, em Estrasburgo (França) na terça-feira (11), apelou à constituição de um observatório europeu de apoio e monitoramento da democracia no Brasil, numa sessão em que estiveram presentes deputados da esquerda europeia e de vários grupos políticos.

Boulos lembrou que Bolsonaro fez ameaças diretas contra as liberdades de imprensa, manifestação e expressão e contra os movimentos sociais.

“Bolsonaro quer acabar com todas as formas de ativismo e considerá-las movimentos terroristas, nomeadamente o MST (Movimento dos Sem Terra) e o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto)”, alertou Boulos, explicando que está no parlamento brasileiro um projeto com esse objetivo, que Bolsonaro quer aprovar no início de seu mandato.

Boulos falou também do assassinato de dois militantes do MST na Paraíba, no último sábado (8), sublinhando que “antes do processo de ilegalização, o processo de violência já começou estimulado pelo discurso do ódio do governo”.

Guilherme Boulos estará em Lisboa no próximo sábado (15) no ato “Alerta Brasil: Democracia Ameaçada”, evento organizado por partidos de esquerda, ativistas e movimentos sociais.

*Com informações da Esquerda.Net Leia mais

12 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Ato público em São Paulo em defesa da democracia marca 50 anos do AI-5 nesta quinta

Ato público em São Paulo em defesa da democracia marca 50 anos do AI-5 nesta quinta


Nesta quinta-feira (13) faz 50 anos da promulgação do Ato Institucional número 5, um decreto da ditadura que abriu uma fase de terror de estado no País, com prisões, assassinatos e censura nas artes e nas universidades.

Em São Paulo, intelectuais, artistas, juristas, jornalistas, acadêmicos, lideranças populares, ex-ministros, empresários, parlamentares e profissionais de diversos segmentos farão um ato público na Faculdade de Direito da USP, no largo São Francisco, às 19h, para marcar a defesa do Estado Democrático de Direito.

Um manifesto também será lançado no evento defendendo a manutenção dos princípios consagrados na Constituição de 1988: “A República, a Democracia e o Estado de Direito”, ressalta o documento.

A força da pluralidade também é destacada pelo manifesto: “A garantia das liberdades, dos direitos humanos individuais e sociais, do livre exercício da cidadania nos une, para além de eventuais diferenças e nuances ideológicas ou político-partidárias”.

Entre as milhares de pessoas que já assinaram, estão personalidades como: Luiz Carlos Bresser-Pereira, Celso Amorim, Fábio Konder Comparato, Maria Victoria Benevides, Rubens Ricupero, José Gregori, Chico Buarque de Holanda, Caetano Veloso, Aldo Arantes, José Carlos Dias, Sueli Carneiro, Gilberto Gil, Raduan Nassar, Margarida Genevois, Laerte, Nelson Freire, Sebastião Salgado, Miguel Nicolelis, Sônia Braga, Fernão Bracher, Walter Casagrande Jr., Marcelo Rubens Paiva, Altamiro Borges, João Pedro Stedile, Maria Rita Kehl, João Sayad, Vagner Freitas, Rogério Cezar de Cerqueira Leite, Miguel Torres, Milton Hatoum, Ivo Herzog, Nuno Ramos, Adilson Araújo, Wagner Moura, Floriano de Azevedo Marques Neto, Dácio Matheus, Paulo Sérgio Pinheiro, Conceição Evaristo, Zé Celso Martinez Correa, Oded Grajew, Marianna Dias, Maria da Conceição Tavares, Natalia Szermeta, Boris Fausto, Andrey Lemos.

Leia a íntegra do manifesto:

Em defesa da democracia ... 

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30 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Carta de Lula ao PT: Manter a chama da esperança na defesa dos trabalhadores, da democracia e do Brasil

Carta de Lula ao PT: Manter a chama da esperança na defesa dos trabalhadores, da democracia e do Brasil


O ex-presidente Lula enviou uma carta para a reunião do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), que acontecerá neste fim de semana em São Paulo, onde analisa o novo cenário no país e aponta os rumos políticos da legenda. O líder petista chama atenção para a necessidade de manter “a chama da esperança na defesa dos direitos dos trabalhadores, da democracia e do patrimônio nacional”. Lula também agradeceu os dirigentes, a militância petista e os candidatos da coligação Brasil Feliz de Novo: Haddad, presidente(PT), e Manuela D’Ávila (PCdoB), vice. Leia a íntegra da carta.

Companheiras e companheiros,

Do fundo do meu coração, agradeço por tudo o que fizeram neste processo eleitoral tão difícil que vivemos, absolutamente fora da normalidade democrática. Quero que levem meu abraço e minha gratidão a cada militante do nosso partido, pela generosidade e coragem diante da mais sórdida campanha que já se fez contra um partido político neste país.

Agradeço à companheira Gleisi Hoffmann e a toda a nossa direção nacional, por terem mantido o PT unido em tempos tão difíceis; por terem sustentado minha candidatura até as últimas consequências e por terem se engajado totalmente, com muita força, na candidatura do companheiro Fernando Haddad.

Agradeço ao companheiro Fernando Haddad por ter se entregado de corpo e alma à missão que lhe confiamos. Ele enfrentou com dignidade as mentiras, a violência e o preconceito. Saiu das eleições como um líder brasileiro reconhecido internacionalmente.

Agradeço à companheira Manuela D’Ávila e aos partidos que nos acompanharam com muita lealdade nessa jornada.

Saúdo os quatro governadores que elegemos, em especial a companheira Fátima Bezerra, e também os que não conseguiram a reeleição mas não desistiram da luta nem dos nossos ideais. Saúdo os senadores e deputados eleitos e todos os que, generosamente, se lançaram candidatos, fortalecendo a votação em nossa legenda.

A luta extraordinária de vocês nos levou a alcançar 47 milhões de votos no segundo turno. Apesar de toda perseguição, de todas as tramoias que fizeram contra nós, o PT continua sendo o maior e mais importante partido popular deste país. E isso nos coloca diante de imensas responsabilidades.

O povo brasileiro nos deu a missão de manter acesa a chama da esperança, o que significa a defesa da democracia, do patrimônio nacional, dos direitos dos trabalhadores e do povo que mais precisa. Tudo isso está ameaçado pelo futuro governo, que tem como objetivo aprofundar os retrocessos implantados por Michel Temer a partir do golpe que derrubou a companheira Dilma Rousseff em 2016.

Esta não foi uma eleição normal. O povo brasileiro foi proibido de votar em quem desejava, de acordo com todas as pesquisas. Fui condenado e preso, numa farsa judicial que escandalizou juristas do mundo inteiro, para me afastar do processo eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral rasgou a lei e desobedeceu uma determinação da ONU, reconhecida soberanamente em tratado internacional, para impedir minha candidatura às vésperas da eleição.

Nosso adversário criou uma indústria de mentiras no submundo da internet, orientada por agentes dos Estados Unidos e financiada por um caixa dois de dimensões desconhecidas, mas certamente gigantescas. É simplesmente vergonhoso para o país e para a Justiça Eleitoral que suas contas de campanha tenham sido aprovadas diante de tantas evidências de fraude e corrupção. É mais uma prova da seletividade de um sistema judicial que persegue o PT.

Se alguém tinha dúvidas sobre o engajamento político de Sergio Moro contra mim e contra nosso partido, ele as dissipou ao aceitar ser ministro da Justiça de um governo que ajudou a eleger com sua atuação parcial. Moro não se transformou no político que dizia não ser. Simplesmente saiu do armário em que escondia sua verdadeira natureza.

Eu não tenho dúvida de que a máquina do Ministério da Justiça vai aprofundar a perseguição ao PT e aos movimentos sociais, valendo-se dos métodos arbitrários e ilegais da Lava Jato. Até porque Jair Bolsonaro tem um único propósito em mente, que é continuar atacando o PT. Ele não desceu do palanque e não pretende descer. Temos de nos preparar para novos ataques, que já começaram, como vimos nas novas ações, operações e denúncias arranjadas que vieram neste primeiro mês depois das eleições.

Jair Bolsonaro se apresentou ao país como um candidato antissistema, mas na verdade ele é o pior representante desse sistema. Foi apoiado pelos banqueiros, pelos donos da fortuna; foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump, foi apoiado pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional, foi favorecido pelo que há de mais reacionário no sistema judicial e no Ministério Público, foi o verdadeiro candidato do governo Temer.

Não teve coragem de participar de debates no segundo turno, de confrontar conosco suas ideias para a economia, o desenvolvimento, a geração de empregos, as políticas sociais, a política externa. E vai executar um programa ultraliberal, de entreguismo e privatização, que não foi apresentado aos eleitores e muito menos aprovado nas urnas.

Ele explorou o desespero das pessoas com a violência; a indignação com a corrupção e a decepção com os políticos. Mas não tem respostas concretas para nenhum desses desafios. Primeiro porque a proposta dele para segurança é armar as pessoas, o que só vai aumentar a violência. Segundo, porque Sergio Moro e a Lava Jato premiaram os corruptos e corruptores da Petrobrás. A maioria está solta ou em prisão domiciliar, gozando as fortunas que roubaram. E por fim, Bolsonaro é, de fato, o representante do sistema político tradicional, que controla a economia e as instituições no país.

As mesmas pessoas que elegeram Bolsonaro vão julgá-lo todos os dias, pelas promessas que não vai cumprir e pelo que vai acontecer em nosso país. Temos de estar preparados para continuar construindo, junto com o povo, as verdadeiras soluções para o Brasil, pois acredito que, por mais que queiram, não vão conseguir destruir nosso país.

O PT nasceu na oposição, para defender a democracia e os direitos do povo, em tempos ainda mais difíceis que os de hoje. É isso que temos de voltar a fazer agora, com o respaldo dos nossos 47 milhões de votos, com a responsabilidade de sermos o maior partido político do país.

E como diz a companheira Gleisi, não temos de pedir desculpas por sermos grandes, se foi o eleitor que assim decidiu. Queremos e devemos atuar em conjunto com todas as forças da esquerda, da centro-esquerda e do campo democrático, num exercício cotidiano de resistência.

Temos de voltar às ruas, às fábricas, aos bairros e favelas, falar a linguagem do povo, nos reconectar com as bases, como disse o Mano Brown. Não podemos ter medo do futuro porque aprendemos que o impossível não existe.

Até o dia do nosso reencontro, fiquem com um grande abraço do

Luiz Inácio Lula da Silva

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13 de novembro de 2018
por Esmael Morais
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4 de novembro de 2018
por Esmael Morais
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por Esmael Morais
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28 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Ciro Gomes diz que nunca mais fará campanha com o PT

Ciro Gomes diz que nunca mais fará campanha com o PT

Magoado e com pensamento fixo em 2022, Ciro Gomes, candidato do PDT derrotado no primeiro turno, disse neste domingo (28) em Fortaleza, no Ceará, que nunca mais pretende fazer campanha com o PT.

Perguntado sobre os motivos que o levaram a ficar neutro no segundo turno, Ciro respondeu: “Eu não estou neutro, desde a primeira hora eu tomei posição. Eu só não quero fazer campanha com o PT, nunca mais”.

Ontem, o pedetista postou um vídeo nas redes sociais no qual disse esperar que os eleitores votem com a democracia, contra a intolerância e pelo pluralismo, mas não se posicionou sobre o segundo turno.

Ciro Gomes ainda está muito magoado com o PT por causa da manobra feita pelo partido para tirar o PSB da sua aliança, prefere ficar na oposição a qualquer um que vença neste segundo turno para se tornar uma alternativa na disputa de 2022.
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27 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Ciro não declara apoio a ninguém no 2º turno

Ciro não declara apoio a ninguém no 2º turno


Ciro Gomes (PDT), candidato a presidência da República derrotado no primeiro turno, divulgou na tarde deste sábado (27) um vídeo no qual disse esperar que os eleitores votem com a democracia, contra a intolerância e pelo pluralismo, mas não se posicionou sobre o segundo turno.

Ao não se posicionar no segundo turno, Ciro sai menor do que entrou nesse processo eleitoral. Assim como o candidato a presidente Cabo Daciolo (PATRI), também derrotado no primeiro turno, o pedetista preferiu subir a montanha e observar tudo de longe.

“Claro que todo mundo preferia que eu com meu estilo tomasse um lado e participasse da campanha, mas eu não quero fazer isso por uma razão prática que eu não quero dizer agora, porque se eu não quero ajudar, atrapalhar é que eu não quero”, disse.

O fato é que Ciro Gomes aposta todas as suas fichas nas próximas eleições presidenciais, mas será que haverá eleições em 2022?

Assista ao vídeo:
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27 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Deputados americanos fazem carta contra Bolsonaro

Deputados americanos fazem carta contra Bolsonaro


Dezoito deputados do Partido Democrata dos Estados Unidos enviaram ontem (27) uma carta ao secretário de Estado americano, Mike Pompeo, condenando Jair Bolsonaro (PSL) por encorajar a violência política, mostrar falta de compromisso com a democracia e atacar minorias.

Na carta, chamam o candidato do PSL de extremista de direita que está se beneficiando de uma campanha eleitoral marcada por “violência política” e “um dilúvio de notícias falsas e desinformação”.

Os deputados pedem para que o governo americano diga ao governo brasileiro que as posições de Bolsonaro são “inaceitáveis”. Eles afirmam que o candidato “regularmente elogia a ditadura militar do Brasil, foi acusado de discursos de ódio contra grupos de minorias e disse que não vai reconhecer o resultado das eleições, caso perca”.

Os americanos esperam que os Estados Unidos condenem “toda a violência política no Brasil” e tomem “uma posição firme em oposição a esse retrocesso”.

Com informações do DW
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26 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro pede para que TSE torne Haddad inelegível

Bolsonaro pede para que TSE torne Haddad inelegível


O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu prosseguimento a uma ação em que Jair Bolsonaro (PSL) pede para que Fernando Haddad (PT) e sua vice Manuela D’ávila (PCdoB) sejam declarados inelegíveis por suposto apoio irregular do governo da Paraíba.

Segundo a campanha do candidato do PSL, o reitor e o vice-reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) teriam usado o espaço acadêmico para “fomentar” a candidatura de Haddad.

Na ação, os advogados de Bolsonaro afirmam ainda que diretores e professores de escola estariam sendo “obrigados a tentar reverter votos favoráveis” a Bolsonaro.

O vice-reitor da UEPB, Flávio Romero, negou as acusações e disse que a universidade deve fomentar o debate sobre múltiplas questões.

Para Romero, o “patrulhamento ideológico” é típico de uma ditadura, não da democracia.

A ação terá de ser julgada pelo TSE, em data ainda não prevista.

Com informações do G1 e Diário de Pernambuco
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25 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em A democracia vencerá, é uma necessidade histórica

A democracia vencerá, é uma necessidade histórica

O ex-ministro Roberto Amaral afirma que as chamadas ditaduras de novo tipo, ou modernas, distinguem-se do modelo clássico porque, para a tomada propriamente dita do poder, não precisam mais fraturar a ordem legal, nem dependem da movimentação dos tanques.

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24 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Artigo de Gleisi Hoffmann na Folha: A serpente fascista rompeu a casca do ovo

Artigo de Gleisi Hoffmann na Folha: A serpente fascista rompeu a casca do ovo


Em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo nesta quarta-feira (24), a senadora e presidenta nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, faz duras críticas a Jair Bolsonaro (PSL) por utilização de “métodos abomináveis” para conquistar a presidência da República e chama as forças democráticas a se unirem contra o fascismo.

Gleisi afirma que os brasileiros terão que optar entre democracia ou autoritarismo no próximo dia 28.

Para Gleisi, o candidato do PSL, que acredita já estar eleito, “exerce reinado de ódio e perseguição, incitando a violência contra pessoas e instituições”.

A presidenta do PT também afirma que nenhuma liderança ou corrente pode se omitir diante da “ascensão da candidatura fascista” de Bolsonaro.

Leia a íntegra do artigo:

Gleisi Hoffmann

O país vive uma das mais dramáticas encruzilhadas de sua história. Neste domingo (28), o povo vai às urnas para decidir entre a reconstrução democrática ou o autoritarismo.

Nenhuma liderança ou corrente que esteve na resistência à ditadura militar tem o direito de se omitir. Muito menos, por divergências partidárias, aceitar como se fosse normal a ascensão da candidatura fascista.

Nos últimos dias, o país teve a comprovação dos métodos abomináveis do deputado Jair Bolsonaro e de seus associados na conquista do poder, que pretendem exercer de forma absoluta, acima da Constituição e do convívio democrático entre diferentes.

Esta Folha comprovou a existência de uma fábrica de mentiras nas redes sociais contra o candidato Fernando Haddad, movida a caixa 2, o que constitui crime eleitoral ao quadrado. Em seguida foi divulgada a fala de um dos filhotes de Bolsonaro ameaçando fechar o STF “com um cabo e um soldado”. E no domingo (21) o candidato proclamou seu programa de governo: os opositores “banidos do Brasil” ou “apodrecendo na cadeia”, num país “sem a Folha”, ou seja, sem liberdade de imprensa.

A serpente fascista rompeu a casca do ovo e já não tenta disfarçar sua natureza. Pensa estar “com a mão na faixa presidencial” e já exerce seu reinado de ódio e perseguição, incitando a violência contra pessoas e instituições, o que é intolerável numa democracia.

A história nos ensina o que aconteceu na Alemanha dos anos 1930: numa profunda crise social e econômica, um ex-cabo do Exército manipulou o desespero e a insegurança da população, com um discurso de ódio que prometia pôr o país em ordem.

Sua ordem foi perseguir e matar os judeus, os estrangeiros, os homossexuais, os ciganos e os negros. Foi o império do terror, em que filhos delatavam os pais, com a imposição do trabalho escravo e uma guerra que matou 50 milhões de pessoas.

Colaboraram para a ascensão do nazismo a omissão, a leniência e até o oportunismo das instituições políticas e republicanas, inclusive o Judiciário. O Brasil está maduro o bastante para não repetir aquele erro. Nossas instituições têm de reagir com vigor e urgência à serpente fascista, antes que seja tarde demais.

O Partido dos Trabalhadores sabe o lugar que deve ocupar nessa batalha. Com firmeza e tolerância, com dignidade e humildade, fará valer seu pacto batismal com as liberdades democráticas e o Estado de Direito.

Para nós, a democracia é o império da soberania popular e o respeito à divergência. Erros cometemos em nossa longa trajetória, mas em nenhum momento nós nos afastamos desses princípios ou desrespeitamos qualquer norma do pacto constitucional.

Somos inegavelmente um partido de avançado compromisso com a democracia. Por essa razão, acreditamos ter suficiente credibilidade para propor um amplo movimento antifascista contra Bolsonaro.

Ninguém está obrigado a pensar como nós para se somar a uma possante campanha em defesa da liberdade. Estamos conscientes da enorme responsabilidade que o eleitorado nos conferiu ao levar Fernando Haddad ao segundo turno: aglutinar as forças democráticas e progressistas do país em torno de um projeto comum.

Nessa hora decisiva de nossa história, a união contra o fascismo depende do espírito patriótico, da generosidade e do desprendimento de todos os que estejam dispostos a impedir o enterro da redemocratização conquistada às custas da vida e da liberdade de tantos brasileiros. E depende da firmeza das instituições democráticas e republicanas.

Gleisi Hoffmann
Senadora e presidenta nacional do Partido dos Trabalhadores; eleita deputada federal pelo Paraná

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23 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em “Moro” do filme da lava jato declara apoio a Haddad; assista ao vídeo

“Moro” do filme da lava jato declara apoio a Haddad; assista ao vídeo

O ator Marcelo Serrado, que interpretou o juiz Sergio Moro no filme sobre a lava jato — ‘Polícia Federal – A Lei é Para Todos’ — declarou voto no candidato do PT, Fernando Haddad, em favor da democracia e do afeto.

“Venho aqui declarar meu total apoio a Haddad e Manu neste momento, em favor da democracia, do amor e do afeto. Acredito que agora não é mais partido, mas a defesa da democracia”, disse o ator que viveu o magistrado no cinema.

De acordo com Serrado, depois de seu apoio a Haddad e Manu virou uns 20 ou 30 votos e ele disse esperar virar outros tantos até domingo.

Haddad usou as redes sociais para agradecer o apoio do “Moro” do cinema:

“Obrigado, Marcelo Serrado, pela digna atitude em defesa da democracia, colocando-se acima de nossas diferenças. O povo brasileiro vai saber reconhecer aqueles que responderam ao grave risco que corremos hoje.”

Assista ao vídeo:

Obrigado, Marcelo Serrado, pela digna atitude em defesa da democracia, colocando-se acima de nossas diferenças. O povo brasileiro vai saber reconhecer aqueles que responderam ao grave risco que corremos hoje. pic.twitter.com/DB87IsWQez ... 

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22 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Atacar o Judiciário é atacar a democracia, diz Toffoli

Atacar o Judiciário é atacar a democracia, diz Toffoli


O Presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, se manifestou nesta segunda-feira (22), por meio de nota pública, sobre o vídeo em que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) fala sobre possibilidade de fechar a Suprema Corte. Segundo ele, “atacar o Poder Judiciário é atacar a democracia”.

“O Supremo Tribunal Federal é uma instituição centenária e essencial ao Estado Democrático de Direito. Não há democracia sem um Poder Judiciário independente e autônomo. O país conta com instituições sólidas e todas as autoridades devem respeitar a Constituição. Atacar o Poder Judiciário é atacar a democracia”, afirmou Toffolli.

Apesar da fala do deputado ter incomodado muito os membros do STF, a nota do presidente do STF pode ser considerada uma reação fraquinha diante de uma ameaça de intervenção militar.

Na prática, os ministros agem para botar “panos quentes” no assunto dizendo que está tudo certo e que as instituições estão funcionando normalmente.

Ciente de que as palavras proferidas por seu filho poderiam causar efeitos negativos para sua campanha presidencial, Jair Bolsonaro (PSL), tratou de dizer que não tem nada a ver com isso. “Eu já adverti o garoto. É meu filho. A responsabilidade é dele. Ele já se desculpou”.

É certo que se o STF não tomar nenhuma providência agora, as investidas autoritárias contra as instituições brasileiras podem se tornar algo real no futuro.
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22 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Acadêmicos alemães veem democracia e direitos humanos em risco no Brasil

Acadêmicos alemães veem democracia e direitos humanos em risco no Brasil

Cerca de 40 acadêmicos alemães divulgaram hoje (22) um manifesto alertando sobre os riscos à democracia e aos direitos humanos no Brasil caso Jair Bolsonaro (PSL) se torne o presidente da República.

“Aprendemos, dolorosamente, com a história europeia e, em especial, com a história alemã, que a apologia da tortura e da violência e o desrespeito a concidadãos e minorias jamais serão solução para crises econômicas e políticas”, diz trecho do manifesto.

Entre os que assinam o documento estão o filósofo e sociólogo Axel Honneth, professor nas universidades de Frankfurt e Columbia, nos Estados Unidos; o sociólogo Claus Offe, da Hertie School of Governance, em Berlim; Stephan Lessenich, ex-presidente da Associação Alemã para Sociologia (DGS) e atualmente na Universidade Ludwig Maximilian de Munique; Barbara Potthast, da Universidade de Colônia; e a economista Barbara Fritz, da Universidade Livre de Berlim.

Os acadêmicos pedem para que o Judiciário brasileiro defenda os direitos humanos e a democracia e puna aqueles que violam esses princípios com palavras ou atos.

Por fim, clamam para que as forças democráticas no Brasil não fiquem omissas diante da onda de ódio e violência que tomou conta do país.

Com informações da DW Leia mais