18 de julho de 2016
por esmael
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Direita volver: Maia e Temer representam atraso para a agenda do trabalhador

romanelli_maia_temerO antenado deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, captou a guinada à direita do interino Michel Temer (PMDB) cuja agenda política prevê, após o impeachment, mais perdas de direitos e revisão (para baixo) do reajuste do salário mínimo, dentre outras pautas bombas.

24 de junho de 2016
por esmael
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Emir Sader: O dedo de Lula

via Brasil 247

bolsonaro_dedo_moroEmir Sader*

Dois ídolos do ódio racista que a direita promoveu no Brasil, Bolsonaro e Moro, usaram o dedo do Lula para expressar seus valores. Bolsonaro imprimiu e difundiu camisetas em que aparece a mão do Lula com quatro dedos, explorando o defeito físico do maior líder popular que o Brasil já teve. Moro, conversando com seus comparsas, se refere ao maior dirigente político que o país tem como “nine”, uma forma depreciativa de mencionar Lula.

22 de novembro de 2015
por esmael
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Polícia retira barracas de manifestantes pró-impeachment em frente ao Congresso Nacional

da Agência Brasil

Cerca de 15 barracas de manifestantes a favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff foram arrancadas do gramado imediatamente em frente ao Congresso Nacional, pela Polícia Legislativa. A polícia responsável pela segurança do Congresso tentou negociar com os acampados, mas, como não teve sucesso, retirou barracas e faixas, dispersando os manifestantes.

Em um ponto mais recuado do gramado, manifestantes de outro acampamento, que pediam a destituição do governo via intervenção militar, desarmaram as próprias barracas mas entraram em confronto com um grupo contrário, que chegou gritando as palavras de ordem “Não vai ter golpe”. A Polícia Militar do Distrito Federal, que tem jurisdição sobre a área, usou gás de pimenta para dispersar a briga. Após o confronto, os grupos se retiraram do local.

O grupo pró-intervenção militar é o mesmo que, na semana passada, se envolveu em uma confusão com integrantes da Marcha das Mulheres Negras. Um policial civil do Maranhão acampado com os manifestantes disparou quatro tiros para o alto e depois se entregou à polícia.  De acordo com outros acampados, os tiros se destinavam a dispersar um grupo de pessoas que agrediam uma jovem a favor da intervenção militar. Já as participantes da Marcha das Mulheres Negras disseram que algumas mulheres tentaram derrubar um boneco inflável que estava no acampamento.

Após o inci

15 de novembro de 2015
por esmael
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100 gatos pingados pró-ditadura gritaram hoje ‘Fora Dilma’ em Curitiba

Saudosistas da ditadura militar realizaram uma manifestação neste domingo, dia 15 de novembro, em Curitiba, cujas reivindicações se concentraram na “volta” dos militares ao poder e pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

O movimento contou com a participação de apenas 100 gatos pingados, que marcharam da Praça Santos Andrade (UFPR) até a Boca Maldita — tradicionais pontos de concentração e manifestações políticas na capital paranaense.

Como se estivessem nas décadas de 60 e 70, em pleno auge da guerra fria, os protestantes nitidamente de direita carregaram hoje cartazes contra o “comunismo”, de apoio a “Lava Jato” do juiz Sérgio Moro, contra o PT, dentre outras bandeiras anacrônicas aos tempos de democracia.

A tentativa de reeditar neste domingo a marcha pela família, propriedade e contra o comunismo fracassou em Curitiba, portanto.

Curiosamente, os 100 gatos pingados de direita exibiam o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, em estampa de camiseta que lembrava o revolucionário Che Guevara.

3 de setembro de 2015
por esmael
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Deputado denuncia “Pixuleco” tucano em horário de expediente na manifestação da PF; assista

Enquanto Doático distribuía panfletos em frente à PF, o chefe dele, Richa, degustava um leitão assado ao lado de auditores fiscais na Secretaria da Fazenda; como método, tucano utiliza mão de obra de ‘cibercomissionados’ para atacar adversários políticos no Paraná.

Enquanto Doático distribuía panfletos em frente à PF, o chefe dele, Richa, degustava um leitão assado ao lado de auditores fiscais na Secretaria da Fazenda; como método, tucano utiliza mão de obra de ‘cibercomissionados’ para atacar adversários políticos no Paraná.

A liderança do governo Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa reforçou, nesta quarta-feira (2), o protesto do “Pixuleco” contra o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma em Curitiba. Leia mais

19 de dezembro de 2014
por esmael
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Richa defenestra Rossoni, que terá de embarcar em 2015 para Brasília

rossoniO governador Beto Richa (PSDB) resolveu “endireitar” de vez no segundo mandato no Paraná. Nesta sexta-feira (19), ele escolheu um neoliberal para privatizar a educação do estado e, fechando o pacote de maldades, mandou o atual presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB), eleito deputado federal, a Brasília de “presente” para a presidenta Dilma Rousseff (PT). Leia mais

23 de novembro de 2014
por esmael
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“Cerco a Dilma lembra Getúlio”, diz jornalista Ricardo Kotscho

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“Dilma não é Getúlio, eu sei, o Brasil e o mundo não são os mesmos de 60 anos atrás, mas há muitas circunstâncias e personagens bem semelhantes nestes distintos períodos da vida nacional”, escreve o jornalista Ricardo Kotscho, em seu blog.

Ex-secretário de Imprensa no governo Lula, o jornalista enumera os fatos em comum das duas épocas e lembra que é no terceiro volume da biografia do ex-presidente que o jornalista cearense Lira Neto “mostra o cerco formado por forças civis, militares e midiáticas contra Getúlio Vargas”. Era este o livro que a presidente Dilma Rousseff carregava na mão ao descer do helicóptero no Alvorada, quando retornou a Brasília, depois de alguns dias de folga numa praia da Bahia, observa Kotscho.

17 de novembro de 2014
por esmael
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Oposição aposta suas fichas no impeachment de Dilma

do Blog da! Tereza Cruvinel

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Quantos manifestantes havia no ato pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff no sábado, 15/11, em São Paulo? Alguns veículos falaram em 1.500, outros em três mil, os mais excitados em dez mil. Não importa. Certo é que foram muito mais que os 20 gatos pingados que compareceram ao ato pró-impeachment de Lula chamado pelos adversários em 2005, no estouro do mensalão. Está clara a aposta da oposição num terceiro turno da disputa presidencial através do pedido de impeachment de Dilma. Ainda que não tenha condições de levá-lo adiante mas para sangrá-la, minar seu segundo mandato e selar o fim da era dos governos do PT. Recordemos 2005.

Um impeachment exige condições jurídicas e políticas. Em outras palavras, prova e povo. Indícios ou provas de culpa ou omissão do governante, e apoio popular para seu afastamento.

Em agosto de 2005, logo depois do depoimento de Duda Mendonça à  CPI dos Correios, confessando ter recebido no exterior pagamentos por serviços prestados à  campanha de Lula em 2002, houve uma reunião no gabinete da liderança do PSDB no Senado, comandada pelo senador pefelista Jorge Bornhausen. Nela, o pedido de impeachment voltou a ser discutido e foi descartado diante da constatação de que lhe faltaria apoio popular. Um ato fora tentado em Brasília e reunira apenas 20 pessoas. No Rio, menos de 30. Uma voz discordante, na reunião, foi a do senador àlvaro Dias, que depois, em entrevista a Josias de Sousa, lamentaria o erro histórico da oposição!. Ainda que o impeachment não vingasse, disse ele, Lula teria sofrido um desgaste enorme e não teria se reelegido.

Em 2005, na mesma semana de agosto, em discurso na reunião do Conselhão (o CDES), Lula disse que não se mataria como Getúlio, não renunciaria como Jango nem sofreria impeachment como Collor. Logo depois fez uma reunião com sindicalistas e avisou que teriam de ir para a rua e mobilizar o povo caso tentassem derrubá-lo. Veio o depoimento de Duda mas a oposição recuou, antevendo que ficaria isolada. A aposta passou a ser em deixar Lula sangrar! até o final do primeiro mandato para que não se reelegesse. Mas ele deu a volta por cima, venceu em 2006 e ainda elegeu Dilma em 2010.

15 de novembro de 2014
por esmael
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Gazeta do Povo na campanha pelo impeachment de Dilma?

gazeta_golpe.jpg“Meia dúzia de gatos pingados”, informou um orelha seca do Blog do Esmael que acompanhou de perto um segundo protesto pelo impeachment da presidenta Dilma em Curitiba. Leia mais

2 de novembro de 2014
por esmael
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Extremismo de direita pró-Aécio afasta brasileiros das redes sociais

extremismo_redes_sociais.jpgAinda não há estudos que possam aferir o fenômeno do abandono das redes sociais no país do pós-eleição, mas uma pesquisa informal do Blog do Esmael aponta que muitos brasileiros podem ter deixado de frequentar ou comentar em sites sobre acirradíssima disputa no 2!º turno presidencial entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB). Leia mais

25 de setembro de 2014
por esmael
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Discurso de Dilma na ONU revolta direita brasileira. Veja por quê

do Brasil 247
Há tempos um discurso presidencial não irritava tanto a direita brasileira, como aconteceu nesta quarta-feira. Em Nova York, ao abrir a Assembleia-Geral das Nações Unidas, a presidente Dilma Rousseff teve coragem para enfrentar um tema sensível, no momento em que países do Ocidente, tendo os Estados Unidos à  frente, lideram uma nova ação militar contra países como Síria e Iraque, onde se escondem militantes do Estado Islâmico. De acordo com a presidente Dilma, uma nova onda de violência, que não enfrente a raiz dos problemas, irá apenas gerar uma escalada ainda maior de violência.

Eis o que disse a presidente Dilma sobre a questão:

Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças. O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia. A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos. Verifica-se uma trágica multiplicação do número de vítimas civis e de dramas humanitários. Não podemos aceitar que essas manifestações de barbárie recrudesçam, ferindo nossos valores éticos, morais e civilizatórios. O Conselho de Segurança tem encontrado dificuldade em promover a solução pacífica desses conflitos. Para vencer esses impasses será necessária uma verdadeira reforma do Conselho de Segurança, processo que se arrasta há muito tempo. (…) Um Conselho mais representativo emais legítimo poderá ser também mais eficaz. Gostaria de reiterar que não podemos permanecer indiferentes à  crise israelo-palestina, sobretudo depois dos dramáticos acontecimentos na Faixa de Gaza. Condenamos o uso desproporcional da força, vitimando fortemente a população civil, especialmente mulheres e crianças. Esse conflito deve ser solucionado e não precariamente administrado, como vem sendo. Negociações efetivas entre as partes têm de conduzir à  solução de dois Estados !“ Palestina e Israel !“ vivendo lado a lado e em segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas.

O que há de errado nesse argumento? Será que a “Guerra ao Terror”, promovida pelos Estados Unidos no Iraque realmente semeou a paz? Será que a intervenção ocidental em países como Egito e Líbia deu origem a países estáveis? Será que a carnificina recente promovida por Israel na Faixa de Gaza, com o assassinato impune de 2,2 mil inocentes, liderado por Benjamin Netanyahu, plantou o amor no coração dos palestinos?

Dilma disse o óbvio. A escalada da violência irá produzir, apenas, mais violência.

No entanto, para a imprensa brasileira, com destaque para o jornal O Globo, a presidente Dilma foi tratada quase como u

27 de Janeiro de 2014
por esmael
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Mais Médicos e parceria estratégica com Cuba irrita direita brasileira

Reação desproporcional da direita brasileira, por meio da velha mídia amestrada, confirma preconceito contra médicos vindos da ilha caribenha; enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico Mundial, não houve críticas das forças do atraso com tanta veemência; parceria com Cuba em financiamentos do BNDES à  ampliação do Porto de Mariel, inaugurado hoje, e na contratação de bens e serviços de 400 empresas brasileiras.

Reação desproporcional da direita brasileira, por meio da velha mídia amestrada, confirma preconceito contra médicos vindos da ilha caribenha; enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico Mundial, não houve críticas das forças do atraso com tanta veemência; parceria com Cuba em financiamentos do BNDES à  ampliação do Porto de Mariel, inaugurado hoje, e na contratação de bens e serviços de 400 empresas brasileiras.

A presidenta Dilma Rousseff (PT) vem despertando os mais primitivos instintos na direita brasileira ao reforçar parceria estratégia com o governo cubano e anunciar importação de novos profissionais para o programa Mais Médicos. Enquanto a petista estava em Davos, na Suíça, no Fórum Econômico, não havia críticas da velha mídia e das forças do atraso. A seguir, leia informação da viagem à  ilha caribenha no Blog do Planalto: Leia mais

20 de dezembro de 2013
por esmael
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Quem é a direita brasileira?

por Breno Altman, especial para o Brasil 247O sr. Reinaldo Azevedo, a quem injustamente referiu-se a ombudsman da Folha de S. Paulo como rottweiler do conservadorismo, continua a desmentir sua colega de redação. Qualquer comparação com uma raça canina tão forte e cheia de personalidade é realmente despropositada. Se o nobre animal lesse jornal, provavelmente se sentiria insultado. O colunista, tanto pelas posições que defende quanto por estilo, está mais para cachorrinho de madame.

Deu-nos mais uma prova, no dia 6 de dezembro, em artigo intitulado “Direita já!”, de qual é o seu pedigree. A ideia básica é que falta, no Brasil, uma força política que tenha competitividade eleitoral e, abraçando claramente valores de direita, faça oposição ao governo. Ou que acredite na hipótese de se tornar dominante exatamente por defender esses valores. Ainda mais longe vai o santarrão do conservadorismo: o PT provavelmente continuará a governar porque não seria possível “candidatura de oposição sem valores de oposição”.

O que Azevedo esconde do leitor, por ignorância ou má fé, são as razões pelas quais a direita brasileira atua disfarçada. Esse campo ideológico, afinal, esteve historicamente comprometido com a quebra da Constituição, o golpismo e a instituição de ditaduras. Seus valores de raiz são o autoritarismo, o racismo de índole escravocrata, o preconceito social, o falso moralismo e a submissão à s nações que mandam no mundo. Vamos combinar que não é fácil conquistar apoios com essa carranca.

Não é de hoje que direitistas recorrem a truques de maquiagem para não serem reconhecidos. A mais comum dessas prestidigitações tem sido a de se enrolar em supostas bandeiras democráticas para cometer malfeitos. Exemplo célebre é o golpe militar de 1964, quando bateram nas portas dos quartéis e empurraram o país para uma longa noite de terror, em nome da liberdade e da democracia.

A ditadura dos generais foi o desfecho idealizado pela “direita democrática”, depois que se viu sem chances de ganhar pelo voto e tomou o caminho da conspiração. O suicídio de Getúlio Vargas sustou a intentona por dez anos, mas os ídolos de Azevedo estavam à  espreita para dar o bote. As provas são abundantes: estão presentes não apenas nos discursos de personalidades da “direita democrática” de antanho, mas também nas páginas dos jornalões da época, que clamavam pela ruptura constitucional e a derrubada do presidente João Goulart.

Algumas dissidências desse setor, a bem da verdade, tentaram se reconciliar com o campo antiditadura, depois de largados na estrada pelos generais ou frustrados com sua truculência. A maioria dos azevedinhos daquele período histórico, no entanto, seguiu de braços dados com a tortura e a repressão. Eram ativistas ou simpatizantes do partido da morte. Batiam continência como braço civil de um sistema talhado para defender os interesses das grandes corporações, impedindo a organização dos trabalhadores e massacrando os partidos de esquerda.

O ocaso do regime militar trouxe-lhes isolamento e desgaste. A direita pró-golpe, mesmo transmutada em partidos que juravam compromisso com a democracia reestabelecida, não teve forças para forjar uma candidatura orgânica nas eleições presidenciais de 1989. Acabaram apoiando Fernando Collor, um aventureiro de viés bonapartista, para enfrentar o risco representado por Lula ou Brizola. O resto da história é conhecido.

Depois deste novo fracasso, as forças reacionárias ficaram desmoralizadas e sem chão. Trataram, em desabalada carreira, de aderir a algum pastiche que lhes permitisse sobrevida, afastando-se o quanto podiam da herança ditatorial que lhes marcava a carne. Viram-se forçadas a buscar, entre as correntes de trajetória democrática, uma costela a partir da qual pudessem se reinventar. Encontraram no PSDB, capturado pela burguesia rentista, o instrumento de sua modernização e o novo organizador do bloco conservador.

A mágica acabou, porém, quando o PT chegou ao Planalto, d