16 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Lava jato causou prejuízo de R$ 160 bi à Petrobras, diz balanço

Lava jato causou prejuízo de R$ 160 bi à Petrobras, diz balanço

Balanço divulgado pela Petrobras apontam para um prejuízo de R$ 160 bilhões acumulados nos últimos 4 anos, mesmo período em que atuou a força-tarefa lava jato. O destaque vai para os fundos abutres, dos EUA, que levaram R$ 11,2 bilhões para não processarem a estatal em virtude das operações lideradas pelo juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Leia mais

31 de Janeiro de 2018
por esmael
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Não vai sair nos jornais: ‘Segundo o IVC, jornais encolheram 73% em apenas três anos”

Os jornais brasileiros encolheram 73% em apenas três anos, entre 2015 e 2017, informa o Instituto Verificador de Circulações (IVC), que audita os números do leitorado de jornais impressos e digitais no país. Leia mais

11 de julho de 2016
por esmael
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Osmar Dias, irmão de Alvaro, foi demitido por Temer do BB depois de defender plebiscito

osmar_diasO ex-senador Osmar Dias, presidente estadual do PDT no Paraná, foi “desligado” na sexta-feira (8) da vice-presidência do Agronegócios uma semana depois de defender a realização de plebiscito sobre o afastamento de Dilma Rousseff. O jornal Valor Econômico, no entanto, diz que o irmão do senador Alvaro Dias (PV-PR) pediu demissão por “motivos pessoais”.

16 de Maio de 2015
por esmael
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Lucros da Petrobras faz urubus e tucanos quebrarem o bico

do Brasil 247.

Do Valor, há três dias, reverberando as expectativas da urubologia de mercado sobre a Petrobras:

“A Petrobras deve fechar o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 2,72 bilhões, resultado 49,5% menor frente aos três primeiros meses do ano passado. A previsão toma como base a média das projeções de cinco bancos de investimento consultados pelo Valor, que indicam, ainda, para uma redução média de 4,7% no faturamento, para R$ 77,73 bilhões, e um crescimento de 23% no Ebitda, para R$ 17,64 bilhões, na mesma base de comparação.”

As previsões eram da Goldman Sachs, do Bradesco, Deutsche Bank e de outras instituições.

Do Valor, agora há pouco:

“A Petrobras encerrou o primeiro trimestre desse ano com lucro de R$ 5,33 bilhões, queda de 1% na comparação com o lucro líquido de R$ 5,393 bilhões apurado no mesmo intervalo do ano anterior.”

Uai, não eram 49,5% de queda?

E a relação entre o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) e dívida, que prenunciavam ia explodir, baixou de 4,77 vezes para 3,86, mesmo com a forte desvalorização cambial. Embora o valor nominal tenha crescido (de 282 para 332 bilhões de reais) o aumento, de 18%, foi inferior à depreciação do real (20,8%) e uma enorme parte destas dívidas é, como é natural em grandes empresas e especialmente no setor petroleiro, em dólar.

O fato é que em Nova York, onde não lêem os jornais brasileiros, no “after-hours” da bolsa local,o ADR (correspondente a ações) da Petrobras sobe 4.05% no momento em que escrevo, depois de já ter subido 2% no pregão normal.

Sem contar essa subida noturna, do início do ano para cá, a Petrobras lidera com folga a valorização entre as petroleiras – claro que em boa parte por ter sido atirada, artificialmente, lá em baixo. Subiu 38,4%, contra 12,3% da Shell, enquanto quase todas as outras amargam índices negativos.

Medida por um ano, mais ou menos o tempo em que a lava-Jato começou a repercutir fortemente, a perda é de 32%, menos da metade dos 67% que chegou a cair no pior momento em 12 meses.

Mas nisso entra, com muita força, a desvalorização do petróleo: no mesmo período, a Shell caiu 20,6%: a Total, 25,2%, a italiana Eni, 27,5%, a Exxon e a Chevron, as que menos perderam, tiveram queda em torno de 15%.

Os ratos e urubus não tiveram força para, mesmo tendo causado muito estrago, derrotar a Petrobras.

24 de Março de 2015
por esmael
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Governo Dilma é “bom pagador”, classifica agência internacional

do Brasil 247
dilma_credibilidadeApesar de todo o massacre recente dos meios de comunicação, que contribuiu para o mau humor da população que se viu nas manifestações de 15 de março, o segundo governo Dilma tem dois motivos para comemoração – e eles estão nas manchetes desta terça-feira da Folha de S. Paulo e do jornal Valor Econômico.

A Folha destaca a decisão da agência internacional de risco Standard & Poors de manter a nota atribuída ao Brasil, que está nos países considerados bons pagadores, ou seja, com grau de investimento. A agência avalia que o ajuste fiscal capitaneado pelo ministro Joaquim Levy, da Fazenda, é sólido e conta com apoio integral da presidente Dilma, que, ontem, reuniu vários ministros para defender a redução de gastos. “É preciso gastar mais com o Brasil do que com Brasília”, disse ela. A S&P também avalia que o ajuste passará no Congresso, apesar dos problemas de articulação com a base aliada.

O Valor Econômico, por sua vez, publica relatórios de bancos de investimento, como o JP Morgan, que consideram cada vez mais remoto o risco de racionamento de energia no Brasil, em 2015 – ideia defendida, em entrevista deste fim de semana, pelo economista Armínio Fraga (ex-futuro-ministro da Fazenda de Aécio Neves). Segundo o JP Morgan, o racionamento será evitado não apenas porque o regime hidrológico melhorou, ou seja, choveu mais, mas também porque o aumento recente na conta de luz desincentivou o consumo, gerando mudanças no comportamento dos brasileiros.

2 de Março de 2015
por esmael
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Veja essa: Com o couro jurado!, Richa se diz contra o impeachment de Dilma

No último 21 de fevereiro, em Curitiba, cerca de cinco mil pessoas foram à s ruas pelo impeachment do governador tucano Beto Richa; outras cidades do interior do estado também realizam protestos pelo "Fora Richa", a exemplo de Apucarana, no Norte, que este fim de semana arrastou vários pelas praças e avenidas; pensando no próprio couro, jurado pelos paranaenses, o tucano disse ser contra o movimento do próximo dia 15 pelo impeachment de Dilma; Respeitamos o resultado das urnas. Ela [a presidente Dilma Rousseff] foi eleita, tem a legitimidade do cargo!, disse ao jornal Valor Econômico.

No último 21 de fevereiro, em Curitiba, cerca de cinco mil pessoas foram à s ruas pelo impeachment do governador tucano Beto Richa; outras cidades do interior do estado também realizam protestos pelo “Fora Richa”, a exemplo de Apucarana, no Norte, que este fim de semana arrastou vários pelas praças e avenidas; pensando no próprio couro, jurado pelos paranaenses, o tucano disse ser contra o movimento do próximo dia 15 pelo impeachment de Dilma; Respeitamos o resultado das urnas. Ela [a presidente Dilma Rousseff] foi eleita, tem a legitimidade do cargo!, disse ao jornal Valor Econômico.

O governador Beto Richa (PSDB), em entrevista ao jornal Valor Econômico, edição desta segunda-feira (2), afirmou que é contra o movimento pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT). Leia mais

30 de outubro de 2014
por esmael
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Crime eleitoral: Advogado de Youssef confirma armação de Veja

do Brasil 247
veja_crimeA situação da revista Veja e da Editora Abril, que atingiu o fundo do poço da credibilidade no último fim de semana, com a capa criminosa contra a presidente Dilma Rousseff, acusada sem provas pela publicação, pode se tornar ainda mais grave.

Reportagem do jornal Valor Econômico, publicada nesta quinta-feira, revela algo escandaloso: o “depoimento” do doleiro Alberto Youssef que ancora a chamada “Eles sabiam de tudo”, sobre Lula e Dilma, simplesmente não existiu.

Foi uma invenção de Veja, que atentou contra a democracia, tirou cerca de 3 milhões de votos da presidente Dilma Rousseff e, por pouco, não mudou o resultado da disputa presidencial, ferindo a soberania popular do eleitor brasileiro.

Quem afirma que o depoimento não existiu é ninguém menos que o advogado Antônio Figueiredo Basto, que representa o doleiro. “Nesse dia não houve depoimento no âmbito da delação. Isso é mentira. Desafio qualquer um a provar que houve oitiva da delação premiada na quarta-feira”, disse ele.

13 de Março de 2014
por esmael
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Richa e Gleisi trocam acusações sobre crise no Paraná

com informações do Brasil 247

Governador tucano diz que Estado é discriminado pelo governo federal já que a ex-ministra da Casa Civil é candidata ao governo; já a senadora petista nega e acusa Richa de estar despreparado: "Minas Gerais também é governada pelo PSDB, São Paulo também e todos conseguiram empréstimos. Por que o interesse do PT seria maior no Paraná?", reage Gleisi; no Paraná e cada vez mais comum cena com policiais empurrando viaturas por falta de dinheiro para combustível; A avaliação de dezembro pra cá está caindo acima da margem de erro, o que evidencia uma tendência. O fator econômico pesa na imagem do governador, passa uma imagem de um mau gestor!, avalia Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisas.

Governador tucano diz que Estado é discriminado pelo governo federal já que a ex-ministra da Casa Civil é candidata ao governo; já a senadora petista nega e acusa Richa de estar despreparado: “Minas Gerais também é governada pelo PSDB, São Paulo também e todos conseguiram empréstimos. Por que o interesse do PT seria maior no Paraná?”, reage Gleisi; no Paraná e cada vez mais comum cena com policiais empurrando viaturas por falta de dinheiro para combustível; A avaliação de dezembro pra cá está caindo acima da margem de erro, o que evidencia uma tendência. O fator econômico pesa na imagem do governador, passa uma imagem de um mau gestor!, avalia Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisas.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e a candidata do PT Gleisi Hoffmann trocaram acusações sobre dívidas do Estado com fornecedores que ultrapassam R$ 1 bilhão. Leia mais

23 de dezembro de 2013
por esmael
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Gustavo Fruet quebra o silêncio sobre 2014: “Eu vou apoiar Gleisi”

via Brasil 247“Eu vou apoiar Gleisi”. A declaração do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), carimba o apoio da legenda pedetista na capital à  candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), ao governo do Paraná em 2014. Segundo o gestor, em nível nacional, o partido deve optar se aliança com o Partido dos Trabalhadores e apoiar a presidente Dilma Rousseff (PT), que tentará a reeleição. Fruet disse, ainda, que, para o Senado, o PDT apoiará o ex-senador Osmar Dias.

Em relação à s questões administrativas, um dos principais pontos abordados na entrevista concedida ao jornal Valor Econômico foi a possibilidade de redução das tarifas de ônibus em 12%. Questionado sobre se esta diminuição no preço das passagens seria viável, o prefeito foi taxativo: “Não. Agora não, nós já reduzimos este ano e foi a primeira vez na história que houve redução na tarifa técnica. Isso é possível desde que haja alternativa de financiamento”.

Leia a íntegra da entrevista concedida ao Valor Econômico:

“A tarifa de ônibus é nossa bomba relógio”

Quando assumiu a Prefeitura de Curitiba, no início de 2013, Gustavo Fruet (PDT) pediu à  população um tempo para colocar o caixa em dia. Mostrava goteiras nas escolas e janelas quebradas em postos de saúdes para segurar os clamores por aumentos de salários e novos investimentos e contava com a recém-conquistada popularidade das urnas para esticar o prazo – e o pagamento das dívidas – ao máximo.

Fruet e o restante dos políticos do país, porém, não contavam com as manifestações de junho que o obrigaram a reduzir tarifas de transportes e trazer a questão da mobilidade para o centro da discussão na capital paranaense. “Foi um sinal muito claro de critica à s prestações de serviço e ficou muito focado no preço da tarifa”, disse Fruet ao Valor.

Em resposta, o prefeito abriu o que chama de “caixa preta do transporte público”: colocou contas e documentos na internet, pediu auditorias e diminuiu o preço da passagem. O movimento culminou em uma CPI que concluiu pela necessidade de uma redução ainda maior, o que, para o prefeito, é inviável sem novas fontes de financiamento.

Fruet assumiu a Prefeitura de Curitiba com o maior déficit da história, que alcançou 10% das receitas correntes em 2012. O primeiro passo foi equacionar uma dívida de R$ 571 milhões da administração anterior, dos quais R$ 403 milhões não tinham nem empenho nem dotação orçamentária.

Em julho, assinou decreto que parcelou o pagamento da dívida em três anos, corrigida pela inflação, comprometendo quase a metade da capacidade de pagamento da prefeitura e prejudicando novos investimentos.

Com isso, a previsão é

23 de setembro de 2013
por esmael
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Público x privado: Estado pode ampliar capacidade das rodovias, diz Gleisi

do Brasil 247
Alvo de críticas desde que um dos primeiros leilões de estradas do governo Dilma não atraiu interessados, a ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, falou ao jornal Valor Econômico para tentar rebatê-las. Segundo ela, é “besteira dizer que não gostamos do setor privado” (leia aqui a íntegra).

De acordo com a ministra, o que se busca é um modelo intermediário entre as concessões dos governos FHC e Lula. No primeiro, segundo ela, o foco era a arrecadação e os pedágios saíram caros demais. No segundo, buscou-se a menor tarifa, mas os investimentos na recuperação e ampliação das estradas não foram satisfatórios.

“O modelo é adequado. à‰ resultado de uma análise dos processos de concessões de rodovias que tivemos até agora. As primeiras concessões, no governo Fernando Henrique, tinham foco na arrecadação. Vendia-se o direito de explorar uma rodovia, sem necessariamente uma preocupação com o investimento e o nível de serviço. Temos hoje pedágios caros. A segunda fase de licitações de rodovias, para se contrapor a esse modelo, adotou o critério de menor tarifa. Conseguimos pedágios baratos, mas não necessariamente retorno em termos de investimentos necessários para melhorar algumas rodovias”, disse a ministra aos jornalistas Daniel Rittner e Leandra Peres.

Segundo ela, nessa nova fase, haverá um modelo equilibrado, numa equação que permita ganhos ao investidor, pedágios moderados para os usuários e boa manutenção das estradas. Quando isso não for possível, ela avisa que os investimentos serão realizados pelo governo, como será o caso, por exemplo, da BR-101, na Bahia. “O que deixa uma concessão de pé é a capacidade e a concordância do usuário em pagar aquela tarifa”, diz Gleisi. Não sendo possível, existe “a opção será ampliar a capacidade das rodovias por meio de obra pública”.