2 de Março de 2018
por esmael
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Para onde vai a esquerda?

O jornalista Ricardo Cappelli faz uma leitura realista ao afirmar que “se não houver nenhuma reviravolta que contrarie a lógica, Lula não estará na urna” e traça três cenários possíveis acerca das eleições de outubro. A saber: 1 – Divisão e Risco; 2 – A Sonhada Unidade; e 3 – Uma Novidade Unificadora. Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
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Para onde vai a esquerda?

O jornalista Ricardo Cappelli faz uma leitura realista ao afirmar que “se não houver nenhuma reviravolta que contrarie a lógica, Lula não estará na urna” e traça três cenários possíveis acerca das eleições de outubro. A saber: 1 – Divisão e Risco; 2 – A Sonhada Unidade; e 3 – Uma Novidade Unificadora. Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
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Para onde vai a esquerda?

O jornalista Ricardo Cappelli faz uma leitura realista ao afirmar que “se não houver nenhuma reviravolta que contrarie a lógica, Lula não estará na urna” e traça três cenários possíveis acerca das eleições de outubro. A saber: 1 – Divisão e Risco; 2 – A Sonhada Unidade; e 3 – Uma Novidade Unificadora. Leia mais

25 de Janeiro de 2018
por esmael
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Cappelli: Um novo “AI-5”. O que fazer?

O jornalista Ricardo Cappelli classificou a condenação de Lula pelo TRF4 um novo “AI-5” e afirma que a hipótese de prisão do ex-presidente “é real”. O articulista diz ainda que o judiciário aderiu à “democracia de plástico” a qual está submetida ao mercado. Cappelli propõe um novo partido para enfrentar a direita nas urnas, em formato de Frente, que reúna nomes como Manuela D’Ávila, Ricardo Coutinho, Jaques Wagner, Ciro, Requião e até mesmo psolistas como Erundina e Edmilson Rodrigues. Leia mais

11 de novembro de 2017
por esmael
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Para o PT, nervosismo de Ciro tem explicação: Lula lidera com 60% no Ceará

Os petistas acharam uma explicação para o abrupto nervosismo de Ciro Gomes (PDT), que, durante a semana, criticou o ex-presidente Lula: as pesquisas de opinião no Ceará que apontam 60% de intenções de voto para o petista ante 12% para o pedetista.

14 de dezembro de 2015
por esmael
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Comício contra golpe reunirá quinta Lula, Requião, Ciro e Dino no ABC

As forças democráticas e progressistas resolveram retomar a iniciativa política neste final de 2015, pois na próxima quinta-feira, dia 17, realizarão um “Dia de Vigília Contra o Golpe” que começará às 13 horas e se encerrará na madrugada seguinte.

Dentre a programação oficial, às 22 horas, haverá um comício em defesa da democracia com as presenças do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), do senador Roberto Requião (PMDB-PR), do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e do prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho (PT).

O evento suprapartidário será no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e terá transmissão ao vivo para o Brasil e o mundo, pelo Blog do Esmael, em parceira com a TV 15.

As forças democráticas terão a oportunidade de modificar a correlação de forças e virar o ano na ofensiva.

O primeiro teste dar-se-á nas ruas na quarta-feira, 16, véspera do grande comício no ABC — o berço das grandes manifestações e greves que abreviaram a ditadura militar.

Entretanto, parte dos oradores inscritos deverão pedir que a presidente Dilma Rousseff (PT) mude os rumos da economia.

8 de outubro de 2015
por esmael
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Leandro Fortes: ‘O Brasil precisa de políticos como Lula, Ciro e Requião’

Por Leandro Fortes*

Aquilo não foi um julgamento, porque o TCU não é um tribunal, mas um cartório de políticos aposentados e apadrinhados de ocasião – alguns lá colocados pelo PT, diga-se de passagem.

O TCU é um apêndice do Poder Legislativo com estafetas de luxo autoproclamados “ministros” por conta de uma herança colonial provinciana.

Ao recomendar a reprovação das contas de Dilma, o TCU apenas cumpriu uma tarefa encomendada pelos tutores da oposição, que precisam voltar ao comando dos cofres públicos, ainda que com suas marionetes de sempre alçadas ao poder.

Pelo voto, perceberam, essa missão tornou-se quase impossível, ainda mais depois da decisão do STF que decretou inconstitucional as doações empresariais para campanhas eleitorais.

Sem falar na indigência das lideranças de direita, que oscilam entre os surtos fascistas da turma de Bolsonaro e a inoperância legislativa dos tucanos.

A solução foi voltar às origens, aos sobreviventes da Arena, aos herdeiros do udenismo lacerdista.

À tigrada.

Apostam, ainda, no envenenamento diário da mídia e na sobrevida de Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados, no que já pode ser classificado como a mais espúria aliança política da República desde o golpe de 1964.

Essa farsa do TCU, embalada numa fachada técnica cafajeste e hipócrita, exige uma reação política à altura, e não esse republicanismo barato que transformou os políticos do PT em clientes clandestinos de hospitais e restaurantes, Brasil afora.

Exige um grande e decisiva mobilização social e política, com todos os aliados dos movimentos sociais, com as forças democráticas, e não apenas de esquerda, que estão enojados com esse movimento golpista bancado, como de costume, pelos barões da mídia e pela escória fisiológica da política nacional.

Exige a voz das massas, de grandes lideranças populares e de políticos que não têm medo de enfrentar a manada e o senso comum.

Políticos como Lula, Ciro Gomes e Roberto Requião.

Exige uma nova Dilma Rousseff e um novo Partido dos Trabalhadores.

Exige um novo Brasil.

*Leandro Fortes é jornalista em Brasília.