29 de dezembro de 2017
por Esmael Morais
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Leandro Fortes: Estupromaníacos

O jornalista Leandro Fortes, ao comentar o sadismo nas redes sociais acerca do assalto sofrido pela deputada Maria do Rosário (PT-RS), afirma que admiradores do também deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), hidrófobos alimentados por uma ração permanente de ódio, apresentam patologia em relação ao crime de estupro. “Dessa forma”, escreve o articulista, “para essas pessoas, não basta que Lula seja preso, é preciso que, uma vez na cadeia, ele (e todos os petistas, comunistas, ateus, abortistas, gays) também sofra sevícias sexuais severas, exemplares.” ... 

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13 de maio de 2017
por Esmael Morais
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O marqueteiro de merda da Loja Marisa

O jornalista Leandro Fortes, em seu perfil no Facebook, recomenda que a Loja Marisa se livre do responsável do “marqueteiro de D. Pedro”, que, segundo ele, é um “marqueteiro de merda” que quis surfar na onda fascista que envolve processos contra Lula. Leia mais

2 de janeiro de 2016
por Esmael Morais
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Dilma criticada por “privilégio” à Folha

O jornalista Leandro Fortes, ativista digital de esquerda, abriu o pelotão de críticas à presidente Dilma Rousseff, que escolheu ontem (1º) o jornal Folha de S. Paulo para saudar os brasileiros com a vinda de 2016 (clique aqui).

“Ou seja, a nossa querida presidenta não aprendeu nada”, concluiu Fortes, antes, porém, ele enumerou os motivos que  Dilma tinha para não “privilegiar” os Frias — a família dona do grupo de mídia.

“A mesma Folha que, há três meses, fez um editorial intitulado ‘Última chance’, no qual exigia a saída dela, de forma desrespeitosa e degradante”, pontuou.

O jornalista Paulo Nogueira, do Diário Centro do Mundo, também contestou o artigo de Dilma na Folha. “Lula deu também entrevistas coletivas não a jornalistas da Folha, Globo, Veja – mas a blogueiros”, demarcou.

“Em situações normais, a relação entre figuras públicas e a imprensa segue outro caminho, mais cordial. Mas estamos brutalmente distantes de uma situação normal”, anotou Nogueira.

A seguir, leia a íntegra das considerações dos jornalistas:

AOS FRIAS, COM CARINHO

por Leandro Fortes

O artigo da presidenta Dilma Rousseff com desejos de um feliz 2016 a todos brasileiros e brasileiras foi, primeiro, publicado na Folha de S.Paulo.

A mesma Folha que, há três meses, fez um editorial intitulado “Última chance”, no qual exigia a saída dela, de forma desrespeitosa e degradante.

A mesma Folha da ficha falsa, da campanha eleitoral de 2010.

Sem falar no fato de que, até o Blog do Planalto ser autorizado a reproduzir o artigo, às 13h39 do dia 1º, somente os assinantes da Folha (em sua maioria, partidários do impeachment) puderam ler o texto – a tempo de ridicularizá-lo nas redes.

Tiveram a primeira manhã inteira de 2016 para isso.

Redes que Dilma poderia ter usado para, democrática e gratuitamente, publicar o texto para todos os brasileiros e brasileiras.

Sobretudo para aqueles que enfrentaram a Folha de S.Paulo, entre outras cidadelas do golpe, para mantê-la no cargo, em 2015.

Ou seja, a nossa querida presidenta não aprendeu nada.

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A polêmica em torno do artigo que Dilma escreveu para a Folha

por Paulo Nogueira

A primeira treta de 2016 já está no ar. No centro está um artigo que Dilma escreveu para a Folha a propósito do Ano Novo.

A questão é: Dilma apanhou tanto da Folha, e é assim que ela responde?

Para mim, trata-se de um modelo mental obsoleto. Dilma enxerga a mídia ao velho modo – jornais e revistas impressos, rádios e televisão.

A internet, nesta ótica, é uma coisa exótica e para poucos.

Os que defendem o artigo na Folha usam também, essencialmente, o mesmo modelo mental obsoleto.

Eles dizem que é u Leia mais

8 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Leandro Fortes: ‘O Brasil precisa de políticos como Lula, Ciro e Requião’

Por Leandro Fortes*

Aquilo não foi um julgamento, porque o TCU não é um tribunal, mas um cartório de políticos aposentados e apadrinhados de ocasião – alguns lá colocados pelo PT, diga-se de passagem.

O TCU é um apêndice do Poder Legislativo com estafetas de luxo autoproclamados “ministros” por conta de uma herança colonial provinciana.

Ao recomendar a reprovação das contas de Dilma, o TCU apenas cumpriu uma tarefa encomendada pelos tutores da oposição, que precisam voltar ao comando dos cofres públicos, ainda que com suas marionetes de sempre alçadas ao poder.

Pelo voto, perceberam, essa missão tornou-se quase impossível, ainda mais depois da decisão do STF que decretou inconstitucional as doações empresariais para campanhas eleitorais.

Sem falar na indigência das lideranças de direita, que oscilam entre os surtos fascistas da turma de Bolsonaro e a inoperância legislativa dos tucanos.

A solução foi voltar às origens, aos sobreviventes da Arena, aos herdeiros do udenismo lacerdista.

À tigrada.

Apostam, ainda, no envenenamento diário da mídia e na sobrevida de Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados, no que já pode ser classificado como a mais espúria aliança política da República desde o golpe de 1964.

Essa farsa do TCU, embalada numa fachada técnica cafajeste e hipócrita, exige uma reação política à altura, e não esse republicanismo barato que transformou os políticos do PT em clientes clandestinos de hospitais e restaurantes, Brasil afora.

Exige um grande e decisiva mobilização social e política, com todos os aliados dos movimentos sociais, com as forças democráticas, e não apenas de esquerda, que estão enojados com esse movimento golpista bancado, como de costume, pelos barões da mídia e pela escória fisiológica da política nacional.

Exige a voz das massas, de grandes lideranças populares e de políticos que não têm medo de enfrentar a manada e o senso comum.

Políticos como Lula, Ciro Gomes e Roberto Requião.

Exige uma nova Dilma Rousseff e um novo Partido dos Trabalhadores.

Exige um novo Brasil.

*Leandro Fortes é jornalista em Brasília.

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