23 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi: Estadão recorre a fake news para ajudar mercado

Gleisi: Estadão recorre a fake news para ajudar mercado

A presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou nesta quinta (23) que o mercado quer que o partido corra atrás dele e por isso, afirma a dirigente petista, o Estadão lançou mão de mais uma fake news. ... 

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8 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em No desespero, até “mercado” faz enquetes contra Lula

No desespero, até “mercado” faz enquetes contra Lula

O dito “mercado” especulativo está apelando às enquetes para desacreditar a candidatura cada vez mais factível de Luiz Inácio Lula da Silva. O último a lançar mão desse expediente foi a “XP Investimentos” (sic), por meio de seu portal, Infomoney, que hoje publicou que Fernando Haddad está em segundo lugar. ... 

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7 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Dólar na casa dos R$ 4 agrava crise dos combustíveis

Dólar na casa dos R$ 4 agrava crise dos combustíveis

A política de preços da Petrobras, que atrela o aumento do combustível à flutuação do dólar e à cotação internacional do petróleo, ganhou ar de dramaticidade nesta quinta (7) com a moeda norte-americana batendo na casa dos R$ 4. A cotação de hoje chegou a R$ 3,92, ultrapassando o valor de março de 2016.  ... 

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29 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Pedro Parente caiu. Só falta deitar

Pedro Parente caiu. Só falta deitar

O dito mercado já considera Pedro Parente, presidente da Petrobras, carta fora do baralho. Ele já caiu. Só falta deitar nas próximas horas. Muito provavelmente isto deverá ocorrer com a greve dos petroleiros, prevista para iniciar com força total nesta quarta (30). ... 

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6 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Argentina caminha para mais uma moratória

Argentina caminha para mais uma moratória

O jornalista e economista J. Carlos de Assis considera que o governo neoliberal de Maurcio Macri, na Argentina, cometeu uma estupidez, uma idiotice, ao aumentar a taxa de juros para 40%, acima inclusive dos patamares históricos do campeão mundial dos juros, o Brasil. ... 

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21 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Facebook pode fechar as portas com multa de US$ 2 trilhões

Facebook pode fechar as portas com multa de US$ 2 trilhões

O Facebook terá de fechar as portas se realmente forem aplicadas multas superiores a US$ 2 trilhões. A rede social de Mark Zuckerberg é acusada de vazar de dados com fins políticos para a empresa inglesa Cambridge Analytica. ... 

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18 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro e Alckmin perderão até para um “poste” de Lula

Bolsonaro e Alckmin perderão até para um “poste” de Lula

Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e Geraldo Alckmin (PSDB) perderão a eleição presidencial até de um “poste” do ex-presidente Lula por dois motivos simples: 1- eles concorrem entre si para mostrar quem é mais subserviente à banca financeira e 2- não têm pejo em admitir que irão privatizar o Brasil. O povo é contra a doação de seu próprio patrimônio às multinacionais estrangeiras. ... 

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4 de março de 2018
por Esmael Morais
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Trump fez os vira-latas de bobos

A decisão de Donald Trump de aposentar o liberalismo econômico e adotar o nacionalismo como proteção aos empregos dos norte-americanos deixou os países satélites com a brocha na mão. Melhor: fez dos vira-latas neoliberais, como os brasileiros, bobos da corte ao taxar a importação de aço e alumínio verde-amarelo. ... 

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6 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Líder do governo ‘esquece’ da reforma da previdência na pauta do Congresso

O senador Romero Jucá (MDB-RR) deixou a reforma da previdência de fora das pautas prioritárias do governo no Congresso. Pelo Twitter, nesta terça (6), o líder governista mencionou na agenda de votações apenas a Lei Geral das Telecomunicações, a questão da dívida dos Estados e a simplificação tributária. ... 

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4 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
42 Comentários

OAB quer proibir cursos de Direito por 10 anos. Bobagem. Tem que cuidar da qualidade

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) é a campeã dos desatinos, além de golpista, é claro. Agora a entidade quer suspender por 10 anos novos cursos de Direito no país. Uma bobagem. O Conselho Federal da OAB deveria lutar pela melhoria da qualidade do ensino nas públicas e nas privadas, não proibir ou suspender. ... 

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4 de dezembro de 2017
por Esmael Morais
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Lula diz que prefere ser ‘candidato do povo’ a ser candidato da imprensa; assista

A retomada da caravana Lula Pelo Brasil, nesta segunda-feira (4), a partir do Espírito Santo, levou uma multidão a ouvir o ex-presidente na cidade de Vitória. Reafirmando que disputará 2018, Lula diz que prefere ser ‘candidato do povo’ a ser da imprensa. Leia mais

29 de fevereiro de 2016
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: Para quem se governa

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Gleisi Hoffmann*

Nas democracias, após o processo eleitoral, o governante eleito deve governar para todos, sem dúvida alguma. Entretanto, como as eleições são um processo de escolha entre candidatos e programas, um sai vitorioso. É esse que deve dar a linha ao governo, estabelecer suas prioridades. Caso contrário, não teríamos uma disputa eleitoral e sim uma formatação consensual.

Numa disputa eleitoral dificilmente se ganha, principalmente tratando-se de presidência da República no Brasil, com um único partido. Daí a importância das alianças, que agregam ideias coincidentes, não hegemônicas ou idênticas. Isso quer dizer que no governo essa coalizão vitoriosa também irá se manifestar e disputará, entre si, o programa de governo vitorioso, puxando-o mais para um lado do que para o outro.

Assim, torna-se mais necessário ainda ter consciência do que foi a linha mestra que deu vitória nas urnas, para não ficar à deriva das disputas internas, estimulando a oposição a querer interferir nos rumos do governo e fortalecer suas posições.

O governo da presidenta Dilma tem, e sempre teve, lado. A inclusão social é sua marca. Os programas do presidente Lula foram ampliados e aprofundados, como mostra o Brasil Carinhoso, o aumento de famílias beneficiadas pelo Bolsa-Família, as creches, o Pronatec, o Mais Médicos. Leia mais

21 de setembro de 2015
por admin
24 Comentários

Coluna da Gleisi Hoffmann: Dilma desagrada mercado porque mantém programas sociais

Gleisi Hoffmann*

Passamos a semana tentando entender as análises de economistas, articulistas de mercado, empresários, políticos, movimentos sociais, intelectuais de esquerda sobre o ajuste fiscal anunciado pelo governo da presidenta Dilma na segunda-feira passada.

Em comum, quase todos, sob sua perspectiva, criticaram o pacote; mas o mercado, este ente quase invisível, além das críticas mais fortes, externou decepção total.

Analistas esperavam um grande corte nas despesas, aquele chamado corte na carne, que para o mercado seria em cima de programas sociais, como bolsa família, programas de educação, saúde e assim por diante. É sempre assim, quando as coisas apertam, sobra para os mais fracos.

Entretanto, a presidenta Dilma não deixou isso acontecer. Primeiro porque o orçamento de despesas já sofreu um forte ajuste em 2015 e o orçamento de 2016, objeto do atual ajuste, foi feito com base em 2015, com os cortes já feitos.

Para se ter ideia do corte de despesas, vale lembrar que o orçamento de 2015 foi inferior em R$ 40 bilhões em relação ao de 2014. Além disso, está com R$ 80 bilhões contingenciados, sem execução. Por isso não é verdade que a proposta da presidenta é em cima do aumento da carga tributária. O ajuste começou no início deste ano, e foi pesado para as despesas, mas preservando os programas sociais mais estruturantes.

Cortar programas sociais só aumenta o drama dos mais pobres. Por isso a presidenta poupou esses programas. Mesmo o Minha Casa Minha Vida que sofreu ajuste, não foi para diminuir o programa, mas para adequá-lo a uma nova fonte de subsídio e a criação de mais uma faixa de financiamento.

Temos um problema de despesas com aumento exponencial que é a taxa de juros, que chega a 14,25%. Já pagamos, neste primeiro semestre de 2015, R$ 130 bilhões a mais de juros em relação ao mesmo período do ano passado. Mas sobre isso o mercado cala!

Mesmo os empresários, que costumavam reclamar dos juros, ficaram calados, porque quando a presidenta executou uma política que levou os juros para a casa dos 7,5%, eles não sustentaram. Aliás, muitos perderam dinheiro porque tinham mais retorno de aplicações financeiras do que de sua produção. Este é um dos motivos de termos uma indústria com baixa competitividade. Os juros precisam baixar, e rápido.

Se isto não acontecer, qualquer corte de despesa ou aumento de impostos não fará mais diferença daqui pra frente.

No lado da receita, a CPMF é com certeza o ponto mais polêmico. Penso que deveria ter uma faixa de isenção, para não atingir os de menor renda, assim como deveria ser dividido com Estados e municípios. Mas é um tributo não só arrecadatório é, principalmente, inibidor de caixa dois e transações ilegais. Vai ajudar o país nest Leia mais

8 de março de 2015
por Esmael Morais
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Jessica Nevel: “Mulheres ainda lutam pela liderança no trabalho”

Jessica Nevel, em artigo especial para o Blog do Esmael neste Dia Internacional da Mulher, aborda as dificuldades delas ocuparem espaço na liderança, embora gerem resultados operacionais 50% maiores; elas são responsáveis 80% da decisão pela compra, mas ainda estão atrás no comando e chefias de empresas. Temos apenas aproximadamente 20% de mulheres ocupando cargos de liderança!, revela a especialista em desenvolvimento humano; leia a íntegra do texto.

Jessica Nevel, em artigo especial para o Blog do Esmael neste Dia Internacional da Mulher, aborda as dificuldades delas ocuparem espaço na liderança, embora gerem resultados operacionais 50% maiores; elas são responsáveis 80% da decisão pela compra, mas ainda estão atrás no comando e chefias de empresas. Temos apenas aproximadamente 20% de mulheres ocupando cargos de liderança!, revela a especialista em desenvolvimento humano; leia a íntegra do texto.

Por Jessica Nevel* ... 

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19 de novembro de 2014
por Esmael Morais
7 Comentários

Requião: ‘Banqueiro na Fazenda é colocar cabrito cuidando da horta’

requiao_dilma_delfim.jpgO senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse nesta quarta-feira (19) que um banqueiro — ou homem de mercado — no Ministério da Fazenda “é a mesma coisa que colocar um cabrito cuidando da horta”. ... 

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30 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Globo constrói novo alvo na América Latina: a “Dilma Bolivariana”

do Brasil 247
O jornal O Globo, da família Marinho, inicia, nesta quarta-feira, a construção de um novo personagem: a Dilma Rouseff bolivariana, que adotaria métodos chavistas de confronto e intimidação na sua relação com o setor privado.

Na manchete do jornal, informa-se, a partir de depoimentos de fontes anônimas (em off, no jargão jornalístico), que os bancos farão análises mais conservadoras sobre a economia brasileira, temendo represálias do governo federal.

à‰ mais uma fraude jornalística. Os bancos continuarão fazendo as mesmas análises de antes. Uns vão acertar suas previsões, favorecendo seus clientes, outros errarão feio, atingindo sua própria credibilidade.

Já houve exemplos no Brasil, por exemplo, de bancos como o Credit Suisse que previram queda de 5% do PIB em anos de estabilidade econômica. Nos tempos atuais, as análises de Ilan Goldfajn, economista do Itaú Unibanco, são ainda mais ácidas do que as do Santander, e nada indica que isso mudará ou que o governo federal pretenda fazer qualquer coisa a respeito.

Qual foi, então, o erro do Santander? Basicamente, a distribuição aos clientes pessoas físicas, nos seus extratos, de uma análise pessoal de uma analista. Análise esta que, como disse o presidente mundial do banco, Emilio Botín, não refletia a posição da instituição e, portanto, não poderia ser enviada aos clientes, que, por acaso, são também eleitores e votarão nas eleições de outubro. Dizer a um poupador que a reeleição de Dilma poderia afetar suas economia é algo, segundo Botín, que fere as regras de conduta do próprio banco.

O dono do Santander foi ainda mais claro quando disse que ela foi demitida “porque fez coisa errada”. Ou seja, a única represália do caso partiu do próprio comando do Santander, que, antes mesmo da demissão, estampou um gigantesco pedido de desculpas aos clientes (e não ao governo), na home page de seu site.

No entanto, o jornal O Globo constrói a tese de que uma Dilma chavista estaria emergindo, disposta a enfrentar e a confrontar o setor privado. Na mesma reportagem, o jornal também a compara à  presidente argentina Cristina Kirchner, que censuraria a divulgação de dados de inflação.

Não foi por acaso. A imagem de um setor privado amedrontado e apavorado diante de um governo intimidador é o novo mito a ser criado até as eleições de outubro.

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