31 de outubro de 2017
por esmael
16 Comentários

Enio Verri: Leilão do pré-sal pode dar R$ 1 trilhão em prejuízo ao Brasil

O deputado Enio Verri (PT-PR) não tem dúvidas de que o golpe foi para retirar o óleo e a soberania do Brasil. Ele destaca que Michel Temer doou por R$ 0,01 o litro de petróleo no leilão da semana passada, portanto um prejuízo de R$ 1 trilhão ao Brasil.

19 de junho de 2017
por esmael
123 Comentários

De olho em 2018, Requião assume presidência de “Frente Ampla” com 218 parlamentares

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) assumirá nesta quarta-feira (21), em Brasília, a Frente Parlamentar Nacionalista, que visa implantar um projeto de nação em contraposição ao neoliberalismo advogado pela banca financeira e os rentistas.

6 de outubro de 2016
por esmael
43 Comentários

O cinismo da Globo na privatização da Petrobras

waack_globo_presalO jornalista Willian Waack, na Globo, comportou-se na madruga desta quinta (6) como pit bull dos gringos que acabara de sair da coleira quando se referiu à aprovação do fim da obrigação da Petrobras de investir em todos os blocos do pré-sal.

6 de setembro de 2016
por esmael
23 Comentários

Requião: Nazismo teve mais consideração com desempregados que o usurpador Temer

requiao_economiaO senador Roberto Requião (PMDB-PR), ao criticar o neoliberalismo econômico, em polêmico artigo, afirma que “o nazismo teve mais consideração com a população de desempregados do que nossos governos” — sobretudo em comparação do usurpador Michel Temer (PMDB).

31 de julho de 2014
por esmael
5 Comentários

“Fundos abutre” ameaçam soberania econômica da Argentina

do Opera Mundi
No prazo final para evitar um calote técnico, a Argentina não entrou em acordo nesta quarta-feira (30/07) com os denominados fundos abutre!, detentores de bônus da dívida do país sul-americano que rejeitaram as reestruturações de 2005 e 2010.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa no consulado argentino de Nova York pelo ministro de Economia, Axel Kicillof. Segundo ele, foram oferecidas condições similares à s definidas com os fundos que entraram nas últimas reestruturações. Oferecemos 300% de lucro. Não aceitaram.!

A Argentina é um país soberano. O que os fundos abutres pedem é impossível. Queremos um diálogo que não viole nossas próprias leis e contratos!, disse o ministro. Kicillof também afirmou que a obrigação dos funcionários é defender o direito dos argentinos, por isso não podem assinar qualquer coisa! que possa gerar um incremento extraordinário da dívida argentina.

Desde 2012, a Argentina tentava uma revisão da sentença do juiz nova-iorquino Thomas Griesa, que determinou que o país deveria pagar integralmente a dívida com os fundos Aurelius Management e NML Capital, uma unidade da Elliott Management, do bilionário Paul Singer.

O governo argentino tinha esperança que Griesa reestabelecesse uma cautelar à  sua própria sentença, para que o país pudesse negociar com os fundos litigantes sem a pressão do calote iminente.

Os fundos abutre! ganharam esse nome porque, em 2008, compraram bônus da dívida argentina !“em moratória desde 2001 – no mercado secundário, a um valor nominal muito inferior ao que ganharam o direito de receber na justiça norte-americana. Segundo dados do governo argentino, os bônus da dívida foram comprados por US$ 48,7 milhões, enquanto a sentença de Griesa obriga a Argentina a pagar US$1,5 bilhão aos fundos litigantes.

“Nestas manhã e tarde, representantes da República da Argentina, liderados pelo ministro da Economia, Axel Kicillof, e representantes dos holdouts (fundos que não aderiram à s reestruturações da dívida) mantiveram novos encontros diretos em meu escritório e em minha presença. Infelizmente, nenhum acordo foi alcançado e a República da Argentina está iminentemente em default. Hoje, 30 de julho, era o última dia para que a República da Argentina pagasse várias centenas de milhões de dólares de juros aos deten

9 de setembro de 2013
por esmael
6 Comentários

Dilma: espionagem foi por “interesses econômicos”

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil, via Brasil 247Brasília !“ A presidenta Dilma Rousseff divulgou uma nota oficial nesta segunda-feira 9 dizendo que, se forem confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem de dados do Brasil, que agora têm como alvo a Petrobras, não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos.

“Sem dúvida, a Petrobras não representa ameaça à  segurança de qualquer país. Representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro”, disse.

Reportagem veiculada neste domingo 8 pelo programa Fantástico, da TV Globo, mostrou que documentos vazados pelo ex-consultor de informática Edward Snowden indicam que a rede privada de computadores da Petrobras foi monitorada pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA).

“Por isso, o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas, bem como exigir medidas concretas que afastem em definitivo a possibilidades de espionagem ofensiva aos direitos humanos, à  nossa soberania e aos nossos interesses econômicos”, diz a nota.

Segundo Dilma, as tentativas de violação e espionagem de dados e informações são incompatíveis com a convivência democrática entre países amigos, sendo manifestamente ilegítimas. “Da nossa parte, tomaremos todas as medidas para proteger o país, o governo e suas empresas”, diz o comunicado.

Confira a íntegra da nota do Planalto:

Mais uma vez, vieram a público informações de que estamos sendo alvo de mais uma tentativa de violação de nossas comunicações e de nossos dados pela Agência Nacional de Segurança dos EUA. Inicialmente, as denúncias disseram respeito ao governo, à s embaixadas e aos cidadãos !“ inclusive a essa Presidência. Agora, o alvo das tentativas, segundo as denúncias, é a Petrobras, maior empresa brasileira. Sem dúvida, a Petrobras não representa ameaça à  segurança de qualquer país. Representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro.

Assim, se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos.

Por isso, o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas, bem como em exigir medidas concretas que afastem em definitivo a possibilidade de espionagem ofensiva aos direitos humanos, a nossa soberania e aos nossos interesses econômicos.

Tais tentativas de violação e espionagem de dados e informações são incompatíveis com a convivência democrática entre países amigos, sendo manifestamente ilegítimas. De nossa parte, tomaremos todas as medidas para proteger o país, o governo e suas empresas.

Dilma Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil