29 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Chame o ladrão: juros no cheque especial de 303% ao ano

Chame o ladrão: juros no cheque especial de 303% ao ano

Socorro, chame o ladrão! A taxa de juros do cheque especial bateu a casa dos 303,2% ao ano, no mês de julho, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (29). ... 

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29 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Romanelli: A democracia brasileira e os seus donos

Romanelli: A democracia brasileira e os seus donos

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), ao analisar o coronelismo nos partidos, afirma que esta será a eleição mais importante desde a redemocratização do país, a mais curta e, provavelmente, a mais tumultuada dos últimos tempos. ... 

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27 de julho de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Em 2017, R$ 354,8 bilhões saíram do bolso dos trabalhadores para pagar bancos

Em 2017, R$ 354,8 bilhões saíram do bolso dos trabalhadores para pagar bancos


Uma transferência absurda de renda dos que têm menos para o setor mais rico do Brasil. Assim a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, classifica os dados divulgados na terça-feira (24) pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), informando que o pagamento de juros aos bancos é a maior despesa das famílias brasileiras. Foram R$ 354,8 bilhões transferidos da renda dos trabalhadores para as instituições financeiras em 2017, o que representa 17,9% de aumento real, ou seja, já descontada a inflação. ... 

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1 de julho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Governo Temer paga diariamente R$ 2,7 bi em juros da dívida

Governo Temer paga diariamente R$ 2,7 bi em juros da dívida

O governo Michel Temer reservou R$ 968 bilhões do orçamento deste ano para o pagamento de juros, encargos, amortização e refinanciamento da dívida. Se o leitor tiver a curiosidade e dividir esse valor por 365 obterá a cifra de R$ 2,7 bilhões, por dia, que enchem as burras dos bancos privados. ... 

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4 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Azedou o arroz doce. Juiz manda abrir CPI da Dívida Pública de R$ 4,5 trilhões

Azedou o arroz doce. Juiz manda abrir CPI da Dívida Pública de R$ 4,5 trilhões

Os banqueiros que coloquem as barbas de molho, pois o juiz Waldermar Cláudio de Carvalho, da Justiça Federal de Brasília, determinou que o Congresso crie uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para realizar uma auditoria da dívida pública brasileira “estimada” — não se sabe por quem — em R$ 4,5 trilhões. ... 

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6 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Argentina caminha para mais uma moratória

Argentina caminha para mais uma moratória

O jornalista e economista J. Carlos de Assis considera que o governo neoliberal de Maurcio Macri, na Argentina, cometeu uma estupidez, uma idiotice, ao aumentar a taxa de juros para 40%, acima inclusive dos patamares históricos do campeão mundial dos juros, o Brasil. ... 

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22 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em A saga da destruição da economia continua

A saga da destruição da economia continua

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) denuncia o engodo do combate à corrupção enquanto no Brasil real aumentam o desemprego, a recessão e os juros são estratosféricos para quem produz. ... 

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21 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Michel Temer anuncia colote em 370 mil servidores até o ano de 2020

Michel Temer anuncia colote em 370 mil servidores até o ano de 2020

Michel Temer fez mais um aceno para o “mercado” ao determinar que pagará reajuste a 370 mil servidores somente no ano de 2020. O calote atinge 23 categorias, dentre os profissionais estão professores, militares, auditores da Receita e peritos do INSS. ... 

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19 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Fiep pedem fim da aposentadoria no mesmo dia de paralisação contra reforma da previdência

Fiep pedem fim da aposentadoria no mesmo dia de paralisação contra reforma da previdência

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, defende o fim da aposentadoria para os trabalhadores. A posição do dirigente foi explicitada no mesmo dia em que houve uma paralisação nacional, inclusive em Curitiba, contra a reforma da previdência. ... 

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4 de janeiro de 2018
por Esmael Morais
13 Comentários

Com medo do xilindró, Temer articula mudança na “regra de ouro” fiscal

Para Michel Temer, o seguro já morreu de velho. Por isso ele trabalha pela mudança na “regra de ouro” das finanças públicas, prevista no artigo 167 da Constituição, que proíbe o governo de emitir dívida em valor superior às despesas de capital (essencialmente investimentos) do exercício. Uma PEC deverá ser apresentada ao Congresso com o intuito de livrá-lo de crime de responsabilidade, durante e após deixar o cargo. ... 

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13 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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Gleisi Hoffmann: Sem mexer nos juros não há solução para a crise

A líder do Partido dos Trabalhadores no Senado, Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda-feira (13), defende a desindexação da remuneração dos títulos públicos da taxa de juros Selic. Segundo a colunista, a política monetária tem que ser separada da política fiscal, ou seja, o controle da inflação não pode impor custos fiscais à sociedade e transferir renda aos rentistas. Leia mais

19 de dezembro de 2016
por Esmael Morais
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Gleisi: Um pequeno pacote econômico do tamanho de Temer

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirma em sua coluna desta segunda (19) que o ilegítimo Michel Temer (PMDB) erra no remédio e por isso, quando reduz a multa no FGTS, em caso de demissão, vai estimular a geração de desempregados sem justa causa. Ela também defende a retomada do Minha Casa Minha Vida e o aumento do Bolsa Família para estimular a economia. Gleisi diz ainda que o governo lançou um pacote pequeno porque não tem mais nada a acrescentar em sua imensa pequenez. Leia mais

6 de dezembro de 2016
por Esmael Morais
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Requião denuncia aposentadoria de marajá de Meirelles: R$ 250 mil/mês

meirelles_requiaoO senador Roberto Requião (PMDB-PR) abriu fogo nesta terça (6) contra o ministro da Fazenda Henrique Meirelles. Segundo o parlamentar, o homem que pretende que os trabalhadores morram sem ter direito à aposentadoria tem o benefício mensal de R$ 250 mil. Leia mais

5 de dezembro de 2016
por Esmael Morais
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Eleições agora! Só o voto popular salva nossa democracia

gleisi_hoffmannA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda (5), sustenta que é preciso antecipar as eleições de 2018, sob pena de o país ser transformado numa praça de guerra, num território de intolerância e ódio e, mais do que isso, num cenário de retrocessos sociais irreversíveis. “Somente o voto popular tem poder de restaurar a democracia brasileira! Eleições agora!”, escreve. Leia mais

29 de novembro de 2016
por Esmael Morais
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Votação da PEC 55: Lá fora, bomba; lá dentro, também bomba; acompanhe ao vivo

O governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) garante a votação da PEC 55, na noite desta terça (29), metendo bomba e bala de borracha no estudantes; do lado de dentro do Senado, também, lança-se bombas contra os direitos dos brasileiros. Leia mais

19 de novembro de 2016
por Esmael Morais
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Agora a mídia pira o cabeção: Gleisi apresenta projeto reduzir juros cobrados do consumidor

gleisi_jurosA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresentou esta semana o Projeto de Lei Complementar 413/2016, que regulamenta a cobrança das taxas de juros nas operações de crédito a pessoas físicas e jurídicas. Leia mais

19 de outubro de 2016
por Esmael Morais
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Alvaro Dias pede auditoria da dívida pública brasileira de R$ 4 trilhões

alvaro_divida_auditoriaO senador Alvaro Dias (PV-PR), em sua coluna desta quarta (19), propõe a suspensão do pagamento de juros até a auditoria da dívida pública brasileira, que, segundo o colunista, chega a R$ 4 trilhões em 2016 e impõe o pagamento de R$ 1,3 trilhão anual apenas em juros. Abaixo, leia, ouça e comente a íntegra do texto: Leia mais

13 de outubro de 2016
por Esmael Morais
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Alvaro Dias pede mais transparência no BNDES

alvaro_bndesO senador Alvaro Dias (PV-PR), em sua coluna de hoje (13), afirma que o contribuinte brasileiro porque acaba subsidiando a diferença entre o juro pago pelo governo e o juro pago pela empresa beneficiada com empréstimo do BNDES. O parlamentar pede fim ao sigilo das transações entre o banco e nações. “Não há por que não conferir publicidade a esses atos da Administração Pública”, advoga Alvaro. Leia mais

13 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Gleisi Hoffmann denuncia ao Brasil: “com Temer o pior está por vir”

temer_gleisiA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda-feira 13, detalha em tom de denúncia a perversidade da “PEC dos Gastos Públicos” que o interino Michel Temer (PMDB) encaminhará esta semana ao Congresso.

Segundo a colunista, a medida visa assegurar recursos para o pagamento de R$ 400 bilhões de juros. Por outro lado, prossegue denunciando, o golpista desobrigará o investimento de ao menos R$ 500 bilhões em saúde e educação nos próximos dez anos, o que significará o fim da estabilidade dos servidores públicos e da gratuidade da saúde e da educação.

Gleisi tem uma convicção: “É para isso que está servindo o impeachment, restabelecer um plano de governo que jamais passaria pelas urnas”. Gleisi faz um chamado a todos: é preciso resistir, resistir, resistir. Leia, comente, compartilhe a íntegra do texto: Leia mais

3 de janeiro de 2016
por Esmael Morais
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Artigo de Flávio Lyra: “O Banco Central e as duas moedas”

por Flavio Lyra*

Aprendemos nos textos de economia que o Banco Central é o guardião do valor da moeda. Elemento primordial na vida econômica de um país, tanto a perda de valor da moeda (inflação), quanto sua valorização (deflação) acarretam grandes problemas ao bom funcionamento da economia, na medida em que desorientam as decisões dos agentes econômicos.

Depois que o Brasil adotou o chamado regime de metas de inflação, no final do governo de FHC, no qual a taxas de juros dos títulos da dívida pública, tem sido o instrumento primordial de combate à inflação, nosso Banco Central tem a seu cargo a administração do valor de duas moedas: a moeda que constitui o meio circulante comum e a moeda Títulos do Tesouro Nacional, aquela a que somente têm acesso os detentores de saldos positivos de moeda comum, o conhecido real, aplicáveis na segunda moeda, uma espécie de “moeda dos ricos”

Nas condições endêmicas de inflação em que temos vivido, poder dispor da moeda Títulos do Tesouro, é sem dúvida um grande privilégio, pois esta não se desvaloriza e ainda rende uma taxa de juros positiva, que permite valorizar o patrimônio de quem a detém, com riscos muito reduzidos.

Por certo, que a grande maioria da população não tem como fugir aos custos da desvalorização da moeda comum, pois seu poder de compra varia inversamente ao valor da moeda. Já os ricos, não precisam ter maiores preocupações com a perda de valor dos Títulos do Tesouro nos quais aplicam suas poupanças. Pelo contrário, a inflação para estes tem sido frequentemente um bom negócio, pois o guardião da moeda, o Banco Central, em sua atuação frenética para controlar o aumento dos preços, tende sempre a manter alta a taxa de juros que remunera os títulos públicos.

A dívida pública é conformada pelo estoque dos títulos da dívida pública e esse estoque tende a crescer por meio de dois mecanismos: o aumento da taxa de juros e a existência de déficit público primário (quando o governo gasta mais em investimento e em consumo do que arrecada).

Durante muitos anos o país não apresentou déficit público. Pelo contrário, apresentava superávit, o que permitiu a dívida pública diminuir como percentagem do PIB. Não diminuiu muito, porém, pois as taxas de juros consideradas adequadas para alcançar as metas de inflação, impediram grandes reduções.

É interessante e mesmo paradoxal que o Estado tenha uma atuação contraditória em relação ao tamanho da dívida pública. Quando ocorre um déficit primário, o Tesouro Nacional vende títulos da dívida pública para cobrir a diferença negativa entre a Receita e a Despesa. Quase que simultaneamente o Banco Central, compra o excesso de Títulos do Tesouro em poder do público, para evitar que a taxa de juros caia e prejudique alcançar a meta de inflação.

Mas quem paga o custo de manter essa moeda (Títulos do Tesouro), que se desvaloriza durante a inflação? Evidentemente, o povão! A dívida pública nada mais é do que uma obrigação que o Estado assume para com os ricos de pagar-lhes no futuro os valores que lhe Leia mais