25 de setembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Greve geral na Argentina; saída para a crise tem nome: Cristina Kirchner

Greve geral na Argentina; saída para a crise tem nome: Cristina Kirchner

O governo de Mauricio Macri, uma espécie de Michel Temer, enfrenta a quarta greve geral na Argentina contra a política econômica neoliberal. ... 

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25 de junho de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi Hoffmann: “Só Lula pode resgatar a estabilidade e a confiança no país”

Gleisi Hoffmann: “Só Lula pode resgatar a estabilidade e a confiança no país”

A senadora Gleisi Hoffmann afirma que só a candidatura do ex-presidente Lula pode sinalizar a retomada da estabilidade e da confiança no país. “Excluí-lo à força só vai aprofundar a crise que elas criaram”, escreve a presidenta nacional do PT, que, na semana passada, foi absolvida pelo STF de injustas acusações que se arrastaram por mais de quatro anos. ... 

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14 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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A blitzkrieg da Globo contra a PM

Desde a semana passada, a TV Globo faz incansável blitzkrieg contra a greve da PM no Espírito Santo e baixa o pau nos milicianos do Rio. Leia mais

14 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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Requião Filho: O Paraná também vive no Caos

O deputado Requião Filho (PMDB), em sua coluna desta terça-feira (14), vê semelhanças entre o caos no Espírito Santo com o caos no Paraná que “saltam os olhos”. Segundo o colunista, o governador capixaba Paulo Hartung a exemplo e seu colega paranaense Beto Richa promove corte de gastos, reduz investimentos e nega reajuste aos servidores desde o início de 2015. Leia mais

17 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Sérgio Moro já DESEMPREGOU 1,5 milhão de trabalhadores, acusam petroleiros

Lula_Petroleiros_MoroA Federação Única dos Petroleiros (FUP) acusa o juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, de desempregar mais de 1,5 milhão de trabalhadores em todo o país. Leia mais

20 de abril de 2016
por admin
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“O Senado deve ser ágil para virar essa página da história”

senado

O senador Alvaro Dias (PV) afirma que a indefinição sobre o futuro do governo federal “paralisa a economia, gera insegurança e perturba o mercado”. Por isso, ele defende a rapidez do processo de impeachment no Senado. Leia e ouça a coluna do senador abaixo. Leia mais

14 de abril de 2016
por admin
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Coluna do Requião Filho: A crise no Paraná é pior que a do Brasil e a razão é o “fator Richa”

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Requião Filho*

Muito se fala da crise econômica vivenciada em nosso país. No entanto, o Brasil já passou por outros momentos extremamente difíceis com índices inflacionários beirando os 40% ao mês, o confisco da poupança dos cidadãos e também com a entrega do patrimônio público à iniciativa privada a preço vil.

Mas porque o cidadão e o empresariado paranaense sentem mais intensamente a atual crise? Ou pelo menos tem esta impressão?

Além do inegável abrandamento trazido pelo tempo, as crises vividas durante os governos Sarney/Collor/FHC não foram agravadas pelo “fator Richa”!

Durante o primeiro mandato do atual governo, as finanças do Estado foram dizimadas em razão de uma gestão irresponsável. Mesmo assim, o Governador Carlos Alberto foi reeleito… e, na sequencia, ainda em 2014, já lançou seu primeiro pacote de maldades.

Assim, o Paraná começou o ano de 2015 Governado por Mauro Ricardo e seu assessor, Beto Richa.

A política tributária, absolutamente benéfica aos micro e pequenos empresários e ao povo paranaense no período compreendido entre 2003 e 2010, foi totalmente substituída por aumentos sucessivos de impostos de milhares de produtos e serviços, somados a escândalos de corrupção, que terminaram por formar o atual cenário de desesperança e descrença da população.

Mas o Governo Estadual, covardemente, atribui toda a responsabilidade da crise paranaense ao Governo Federal e não assume abertamente seus erros, julgando que o povo seja tolo o suficiente para acreditar neste embuste.

Ora! O Povo Paranaense Não é Burro! Sabe que houve problemas de gestão no Governo Federal, porém tem conhecimento para distinguir que muitas das dificuld Leia mais

21 de março de 2016
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“Lula não está morto”, afirma Delfim Netto; assista ao vídeo

O ex-ministro da Fazenda, professor Delfim Netto, concedeu entrevista ao programa Canal Livre da TV Bandeirantes, exibida na noite deste domingo (20). Como não poderia deixar de ser, Delfim foi questionado e opinou sobre o atual quadro político e econômico do País.

Sobre Lula, o ex-ministro da ditadura opinou que a divulgação dos grampos com conversas do ex-presidente serviram para tentar minar o seu capital político e capacidade de articulação. Para ele, sem a divulgação dos áudios, Lula reverteria o processo de impeachment de Dilma com facilidade.

Mesmo assim, o economista ponderou que, caso o processo de impedimento da presidenta avance, não será “tranquilo” como foi o de Collor. Ele lembrou que Lula e Dilma contam com o apoio da igreja, dos movimentos sociais, dos sindicatos, estudantes… enfim, amplos setores da sociedade. Delfim alertou para o risco de se produzir “um cadáver”.

Delfim também refutou a possibilidade de renúncia da presidenta Dilma, ressaltando seu o caráter e a sua história. “A Dilma não é um biscoito”, completou.

Delfim Netto foi ministro da Fazenda nos governos da ditadura militar, entre os anos de 1967 e 1974, e do Planejamento, entre os anos de 1979 e 1985.

Assista a seguir os principais trechos da entrevista: 

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11 de março de 2016
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Coluna do Marcelo Belinati: Londrina pode e merece muito mais

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Marcelo Belinati*

Londrina é uma cidade fantástica, com muitos e muitos encantos, um povo bom e acolhedor, com potencialidades que poucas cidades do Brasil possuem.

Sabemos que o cenário atual do nosso país é de uma crise quase sem precedentes, no entanto, as cidades reagem de maneira diferente a essa realidade de acordo com os rumos ditados pelas autoridades municipais.

Acontece que em Londrina os números, as estatísticas e os indicadores demonstram que os efeitos da crise têm uma faceta ainda pior que em outras cidades, a paradeira é geral.

Passo a uma análise isenta, no sentido construtivo, das bases econômicas da nossa cidade: comércio, prestação de serviços, industrialização e turismo de negócios.

Com muita serenidade ressalto que não se trata de apontar o dedo e buscar culpados, mas sim de termos a humildade suficiente para reconhecer os erros e buscarmos a união de todos na construção de novos caminhos buscando um futuro diferente e melhor.

Mas vamos lá…

Segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR), o comércio local vendeu 20,32% a menos em janeiro se comparado ao mesmo período de 2015. O índice é superior à média de recuo registrado no Paraná, de 16,27%, e muito maior se comparado com outros municípios da região a exemplo de Maringá, que teve queda de 9,79%, e Ponta Grossa, com recuo de “apenas” 7,78%.

A situaç Leia mais

4 de março de 2016
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Coluna do Marcelo Belinati: O Brasil precisa voltar a crescer

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Marcelo Belinati*

Estão cada dia mais evidentes os sinais que desta vez a crise econômica que assola o país veio para ficar. Paralelamente a isso temos a crise política, que também não dá sinais de arrefecimento. O pior é que os últimos acontecimentos envolvendo a deleção premiada do Senador Delcidio do Amaral colocaram ainda mais combustível nesta fogueira.

Nos últimos dias, as manchetes dos principais jornais brasileiros estamparam uma sucessão interminável dos efeitos desastrosos da economia na vida das pessoas: “brasileiros deixaram de pagar contas de luz, água e telefone”; “planos de saúde perdem 13,7 mil beneficiários por mês”, “100 mil lojas foram fechadas em 2015”, “mais de um milhão de alunos deixaram escolas particulares em meio à crise”, entre tantas outras chamadas alarmantes.

Ao mesmo tempo, a população atônita com tanta notícia ruim e preocupada com os índices crescentes de desemprego, sente diariamente no bolso os aumentos em produtos e serviços de primeira necessidade, principalmente nos alimentos que compõem a cesta básica.

Em outros momentos de crise o frango foi a salvação de boa parte da população, que o comprava a R$ 1,00 o quilo, substituindo a carne vermelha. Hoje a realidade não é mais essa, não há um produto mais em conta que possa substituir a alimentação diária do brasileiro.

O que vemos é a eliminação de itens considerados de menor pri Leia mais

29 de fevereiro de 2016
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Comentários desativados em Coluna da Gleisi Hoffmann: Para quem se governa

Coluna da Gleisi Hoffmann: Para quem se governa

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Gleisi Hoffmann*

Nas democracias, após o processo eleitoral, o governante eleito deve governar para todos, sem dúvida alguma. Entretanto, como as eleições são um processo de escolha entre candidatos e programas, um sai vitorioso. É esse que deve dar a linha ao governo, estabelecer suas prioridades. Caso contrário, não teríamos uma disputa eleitoral e sim uma formatação consensual.

Numa disputa eleitoral dificilmente se ganha, principalmente tratando-se de presidência da República no Brasil, com um único partido. Daí a importância das alianças, que agregam ideias coincidentes, não hegemônicas ou idênticas. Isso quer dizer que no governo essa coalizão vitoriosa também irá se manifestar e disputará, entre si, o programa de governo vitorioso, puxando-o mais para um lado do que para o outro.

Assim, torna-se mais necessário ainda ter consciência do que foi a linha mestra que deu vitória nas urnas, para não ficar à deriva das disputas internas, estimulando a oposição a querer interferir nos rumos do governo e fortalecer suas posições.

O governo da presidenta Dilma tem, e sempre teve, lado. A inclusão social é sua marca. Os programas do presidente Lula foram ampliados e aprofundados, como mostra o Brasil Carinhoso, o aumento de famílias beneficiadas pelo Bolsa-Família, as creches, o Pronatec, o Mais Médicos. Leia mais

24 de fevereiro de 2016
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Coluna do Alvaro Dias: A luz não pode ser apagada

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Alvaro Dias*

Diante do turbilhão provocado pela crise que se abateu sobre a Petrobras e do anúncio de cortes, o Paraná pode vir a sofrer consequências. A Usina do Xisto, de São Mateus do Sul, estaria sendo incluída entre as economias propostas pela direção da Petrobras. A decisão seria lamentável.

A Usina do Xisto é vital para a economia local. Apesar dos problemas de gerenciamento, a usina não é deficitária; pelo contrário, ela pode se constituir em importante instrumento de superávit para a Petrobras.

A unidade tem mil funcionários e gera mais de três mil empregos indiretos. Inúmeras empresas se instalaram na região após a construção da usina, que recolhe aproximadamente R$98 milhões em impostos e royalties por ano. Esse montante representa 48% da renda do município; R$60 milhões são repassados ao governo do Paraná.

As atividades da usina têm impacto sobre a vida de 16 mil pessoas, mais de um terço da população de São Mateus do Sul.

É importante ressaltar a dimensão estratégica dessa usina, sediada sobre as maiores reservas mundiais de xisto. Sua produção atende aos mercados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Na cadeia de problemas que o fechamento da usina provocaria, há ainda a questão da interrupção do fornecimento de calcário e o lixo urbano depositado nas cavas da usina.

Quando eu era governador do Paraná, travamos uma batalha com a Petrobras, pa Leia mais

4 de janeiro de 2016
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Ano novo só para os que merecerem

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Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade

Luiz Cláudio Romanelli*

O ano de 2015 não foi um ano qualquer.

Foi atípico. Foi cheio de surpresas. Foi um ano de ressaca pós-eleitoral. Foi intenso. Foi longo. E com todas as intempéries, nos preparou para uma certeza — aconteça o que acontecer,  2016 não nos pegará de surpresa.

O fato é que, ao final de 2014, sabíamos que teríamos problemas, mas havia a expectativa que com a mudança da equipe econômica, com a indicação de um especialista indicado pelo “mercado”,  seriam feitos os ajustes necessários, criaria-se uma agenda propositiva de reformas e isso  recolocaria o país no rumo certo. Ledo engano. A gestão do Ministro Joaquim Levy acabou sendo um fracasso e quando foi substituído, já no final do ano, a sensação de  foi de alívio.

Ainda assim, sabemos que a economia não está em plena atividade e que podemos ter alguns reveses, que acarretarão em dificuldades em 2016. Nesse sentido, considero inevitável incluir na lista de desejos para o ano novo, o otimismo.

E tendo sido 2015 um ano difícil para todos nós, brasileiros, o que nos resta desejar — e lutar — mais do nunca, é por um 2016 melhor em todos os sentidos. E com a  crise onipresente, cabe nesta época, a metáfora do copo pela metade.

Para quem não sabe ou não lembra, essa metáfora diz que existem várias formas de posicionamento ao se analisar um copo com água até a metade: a dos otimistas, que sempre veem o copo quase cheio, a dos pessimistas, que enxergam o copo meio vazio, e por fim, a dos realistas, que dizem que o copo está ali e tem água.

Fato é que por mais otimistas que sejamos em relação ao país, há que se reconhecer que com o cenário econômico e político atual, as perspectivas para este ano que  se inicia são desafiadoras. A não resolução da crise política e a falta de soluções (ou o excesso de soluções erradas) para a economia, deixam os brasileiros menos confiantes do que em anos anteriores.

Mas parte dessa desconfiança, ao meu ver, vem pelo bombardeio diário da mídia em cima apenas de dados e de notícias ruins, — aliás, o Papa Francisco tem chamado a atenção da mídia por boas notícias —, e parte pela atuação de parcela da nossa elite política e econômica que aderiu definitivamente à tese do “quanto pior, melhor”. Leia mais

28 de dezembro de 2015
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: E Dilma, está voltando a ser Dilma?

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Não adianta dizer: “Estamos fazendo o melhor que podemos.
Temos que conseguir o que quer que seja necessário”.
Winston Churchill

Luiz Cláudio Romanelli*

E não é que a Dilma, após um ano de governo, prepara-se para tomar posse?

Para felicidade de todos que a apoiaram, verificamos que a presidente Dilma finalmente assumiu o comando do seu governo, livrou-se do ministro Joaquim Levy, imposto pelo chamado “mercado” e nomeou Nelson Barbosa, desenvolvimentista e quase um “comissário”, para comandar a economia.

Nos primeiros dias de trabalho  já demonstrou que perseguirá o equilíbrio fiscal das contas públicas (e só se alcança esse objetivo gerando receita e cortando despesas), e definindo investimentos que gerem atividade econômica e empregos.

Daqui para a frente esperamos que a economia possa retomar o ciclo virtuoso do desenvolvimento, inclusive aproveitando o momento especulativo que vivemos, já que o “mercado” elevou o dólar ao patamar de quatro reais. Com isso, cadeias produtivas que haviam sido desativadas, fábricas que foram fechadas, empregos que foram exportados ou que haviam sido extintos, se tornam novamente viáveis.

É claro que antes de melhorar, pode piorar. Tem ainda a taxa de juros para ser reduzida, mas o caminho que estava sendo seguido, do ideário neoliberal onde reina absoluto o mercado, espero que não seja mais o modelo a ser seguido pela presidente Dilma, mesmo ouvindo o ruído do choro e ranger de dentes dos colunistas do jornal O Globo.

Por outro lado, a crise política vivida no Congresso, reduziu de tamanho e importância, com a decisão do STF.

É claro que como todos, espero a saída do Eduardo Cunha da presidência da Câmara, primeiro, pelo aspecto moral e segundo, por ser ele o elemento desestabilizador da relação política em nosso país.

O que se espera é que o Congresso livre do mensalão e do petrolão, e do toma lá da cá, possa definir uma agenda propositiva que garanta o ajuste fiscal e discuta as políticas públicas e programas do governo à luz do interesse público e pensando no povo,  e não como vinha sendo feito: um terceiro turno das eleições de 2014.

Eu acredito que estamos vivendo o início de uma nova era. Nós temos doi Leia mais

21 de dezembro de 2015
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: 2015, o ano que ainda não acabou

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“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”
Chico Xavier

Convenhamos, 2015 foi um ano difícil. A cada mês, um fato. Eu, otimista convicto que sou, sempre atuei de maneira a extrair o melhor de cada situação, e o que me deixa mais esperançoso é que o ano termina com duas boas notícias.

A primeira, a saída do Joaquim Levy, responsável pela recessão que estamos vivendo no pais. Em substituição a ele, foi nomeado o desenvolvimentista Nelson Barbosa, para comandar a economia. Chega de equívocos e recessão.

A segunda, foi a edição, pela presidenta Dilma, da Medida Provisória que define o rito que viabiliza os acordos de leniência com as empreiteiras envolvidas com a corrupção. Sem esta medida o país não retoma o crescimento.

No mais, o STF, pela decisão dos seus mais antigos ministros colocou nos trilhos o procedimento do pedido de impeachment contra a presidenta.

Tudo isso, temperado por mais escândalos de corrupção, manifestações pelo impeachment da presidenta – e também em sua defesa, crise no Congresso Nacional, deterioração da economia, cortes em direitos trabalhistas e sociais, desemprego crescente.

Os erros na condução da política econômica do governo deixaram todos os Estados brasileiros em maus lençóis. E o Paraná, como já disse aqui, não é uma ilha de prosperidade num continente de dificuldades.  Como todos os outros, o Estado enfrentou uma crise financeira devido à redução da atividade econômica e a consequente queda de arrecadação no ano de 2014 e início de 2015.

Diante deste quadro, o governo teve a coragem e o discernimento para adotar medidas para controlar gastos e fazer os ajustes para o equilíbrio das contas- a um custo político alto para todos nós. A oposição não entendeu (ou não quis entender) q Leia mais

4 de dezembro de 2015
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Coluna do Marcelo Belinati: O Impeachment, Eduardo Cunha e o povo brasileiro

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Marcelo Belinati*

O processo de impeachment da presidente Dilma (PT) pode se tornar o capítulo derradeiro do roteiro de uma tragédia anunciada.

Situação questionando a legitimidade do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB), oposição defendendo o processo, acusações e mais acusações de ambas as partes. E o povo brasileiro lamentavelmente no meio disso tudo.

E as pessoas? Como ficam?

São graves as consequências para os trabalhadores, aposentados, donas de casa, o pequeno e médio comerciante e industrial, o profissional liberal, enfim, para toda sociedade.

Tem gente perdendo o sono com medo de ficar desempregado….

Aí vem à mente a questão: quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? A crise política ou a crise econômica? A meu ver pouco importa, sabemos que elas se entrelaçam como se fossem elos de uma só corrente. No entanto, sofrendo as consequências disso tudo está o povo brasileiro com seus anseios, suas necessidades, sonhos e esperança.

Indicadores econômicos contaminados, como há décadas não se via, e uma sucessão interminável de escândalos de corrupção formam um cenário devastador que rapidamente está dilapidando não só patrimônio político construído pelo Partido dos Trabalhadores nos últimos 13 anos no exercício do poder como, sobretudo, as conquistas sociais das últimas duas décadas que são inegáveis.

O episódio recente do Mensalão, que culminou com a condenação e a consequente prisão de boa parte da cúpula do partido, não só foi ignorado, como repetido em escala maior como tem demonstrado a Operação Lava Jato.

Juros altos, volta da inflação, disparada do dólar, demissões em massa, aumento da carga tributária, deficit orçamentário, corte de investimentos na educação, na saúde Leia mais

19 de outubro de 2015
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Coluna da Gleisi Hoffmann: São os juros, ministro!

Gleisi Hoffmann*

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A despesa que mais cresceu no orçamento da União nos últimos tempos foi a despesa com juros. A cada ponto percentual que se eleva a Selic (taxa básica de juros controlada pelo Banco Central), são R$ 15 bilhões a mais que temos de pagar para os credores.  Faça uma conta rápida: em 2012 nossa taxa Selic estava na casa dos 7,5%, agora está 14,25%, o dobro. Não há orçamento que resista e ajuste fiscal que dê conta de estabilizar as finanças e reduzir a dívida.

Somam-se a isso as operações do Banco Central para tentar equilibrar o dólar. Essa conta também vai para o orçamento da União. Se não consegue pagar dentro do ano, aumenta a dívida. Por isso nossas dívidas, líquida e bruta, estão crescendo. São as despesas com juros e os chamados swaps cambiais que aumentaram muito. Neste ano essas despesas financeiras já somaram R$ 226 bilhões, contra R$ 120 bilhões em 2014.

A pressão, o comportamento do mercado e o argumento prevalente de combate à inflação pela demanda nos levaram a isso. Nenhuma despesa do orçamento cresceu mais em relação ao PIB do que a conta de juros. A despesa de pessoal diminuiu, a previdência cresceu pouco, as despesas sociais, incluindo Bolsa Família, educação e saúde somadas não perfazem a conta das despesas financeiras.

É claro que sempre podemos e devemos melhorar as finanças públicas. A presidenta Dilma tomou uma série de medidas para isso, mas não são elas que vão resolver sozinhas o equilíbrio orçamentário e nem tampouco a retomada do crescimento econômico. Se os juros continuarem nesse patamar, é como enxugar gelo.

Lembro, perfeitamente, em 2012, quando conseguimos chegar a mais baixa taxa de juros da nossa história, 7,25%. Aproveitando a queda, que sempre foi tão defendida pelo setor produtivo, a presidenta Dilma fez uma política ousada de desoneração tributária, tirando grande parte dos encargos da folha de pagamento de vários setores da economia. O objetivo era dar competitividade às nossas empresas e garantir empregos. Juros baixos, menos tributos, igual a investimentos.

Não foi bem isso o que aconteceu. Descobrimos que a queda dos juros também afetou fortemente as empresas do setor produtivo que, em sua maioria, tiravam rentabilidade de aplicações financeiras e não só da produção. Setores que tiveram a folha desonerada usaram  esse espaço fiscal para compensar a queda de rendimentos, não investiram como o esperado, não melhoraram a produtividade e também não mantiveram os postos de trabalho.

Isso ficou tão evidente que o setor produtivo parou de criticar as taxas de juros, mesmo elas dobrando. É a cultura rentista da economia brasileira. E não venham com a história que é o custo Brasil. Se reduzíssemos 4 a 5 pontos percentuais da Selic ainda ficaríamos com a taxa de juros mais atrativa do planeta. Duvido que os investidores migrariam para os juros negativos americanos ou europeus. Também não digam que controlaria a inflação, pois esta sentiu de leve o aumento da Selic.

Reduzir a taxa de juros é condição básica para o crescimento da nossa economia. Não apenas porque diminui a despesa orçamentária, deixando recursos para que os programas sociais e os investimentos públicos continuem e cresçam, mas também porque é condição essencial para o setor bancário decidir por fornecer financiamento mais barato para os investimentos privados.

A indústria, Leia mais

29 de setembro de 2015
por admin
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Em rede nacional, PT questiona oportunismo da oposição; assista

via Agência PT.

O Partido dos Trabalhadores exibirá, nesta terça-feira (29), duas inserções em rede nacional de rádio e televisão. As mensagens pretendem dialogar com os brasileiros e alertar sobre a atuação da oposição, que age na base do “quanto pior, melhor”.

“Uma pergunta para todos os brasileiros: os políticos que querem desestabilizar o governo estão pensando no bem do País ou em si mesmos? Estão interessados em beneficiar a população ou só querem tirar proveito da crise?”, questiona a legenda, na inserção.

Além disso, no texto, o PT reafirma que o governo da presidenta Dilma Rousseff foi eleito democraticamente e pede que os brasileiros analisem “quem” garantiria um caminho mais seguro ao País.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participa das inserções. Ele diz que continuará lutando, “‘hoje e sempre”, pelas conquistas dos brasileiros.

Confira: 

“Pensem comigo: um País que em apenas 12 anos saiu do Mapa da Fome da ONU, colocou mais de 40 milhões de brasileiros na classe média, bateu recordes na geração de empregos e fez programas como Minha Casa, Minha Vida, o Prouni e o Fies, é capaz de vencer qualquer crise”, diz o petista.

“Um país que fez tanto em tão pouco tempo tem que acreditar na força de seu povo. Foi por isso que lutei e vou continuar lutando hoje e sempre”, completa Lula.

Confira a segunda inserção: 

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