Fiesp quer distância de “golpe” mas segue abduzida pelo capital financeiro

Depois de envolver-se no golpe antidemocrático contra Dilma Rousseff, na gestão Paulo Skaf, eis que a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), agora sob a batuta de Josué Gomes, fala em defesa da democracia e combate ao bolsonarismo.

Josué é filho do ex-vice-presidente da República José de Alencar, nas duas gestões de Lula, entre 2003 e 2011.

A Fiesp planeja um evento em junho em defesa do judiciário e da democracia.

O papo [furado] da federação é combater o discurso de golpe eleitoral.

Como se vê, os industriais brasileiros não estão nem um pouquinho preocupados com a desindustrialização do país, a ausência de um projeto de desenvolvimento, muito menos com a crise econômica.

Eles foram abduzidos pelo capital financeiro.

O capital financeiro, especulativo, é contraditório ao capital produtivo porque este tem o objetivo de gerar lucro através da produção.

Segundo a revista Veja, que é ligada ao BTG Pactual, o ex-presidente Michel Temer (MDB) é o guru político da Fisep.

Temer é o “Pato Amarelo” golpista, que usurpou o poder em 2016.

Pobre indústria brasileira.

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