26 de março de 2018
por Eugênio Aragão
Comentários desativados em Começou a debandada no ministério do vampirão Temer

Começou a debandada no ministério do vampirão Temer


A chegada de abril vai causar uma verdadeira debandada no ministério do vampirão ilegítimo Michel Temer. A maioria dos atuais ministros deixará o cargo para a disputa eleitoral de outubro. Os ministros da Recessão, Henrique Meirelles, e dos planos de Saúde, Ricardo Barros, são dois que já confirmaram abandonar o barco de Temer. ... 

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7 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: A reforma administrativa da barganha

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Alvaro Dias*

A reforma administrativa anunciada pela presidente da República, na semana passada, foi a confirmação de que o governo continua refém do balcão de negócios. Para tentar driblar as negociações pró-impeachment, a presidente cedeu, mais uma vez, ao apetite fisiológico por cargos da sua instável base aliada.

Com a crise político-econômica afetando todas as esferas da sociedade brasileira, o que esperávamos do governo era uma mudança radical e veemente, reduzindo o gigantismo da máquina pública. Mas a presidente mudou poucas peças do seu xadrez ministerial apenas para agradar aliados e garantir apoio no Congresso.

O governo anunciou, de forma espetaculosa, a redução de 39 para oito ministérios, mas fez fusões, mantendo as estruturas, ou seja, trocou seis por meia dúzia e, na prática, manteve os paralelismos e a superposição de ações.

Com a última pesquisa Ibope mostrando a aprovação de apenas 10% dos brasileiros, a estratégia desesperada da presidente foi anunciar mais espaço no governo para os aliados que ameaçavam pular do barco, privilegiando, dessa forma, a república do aparelhamento do Estado em detrimento dos quadros com qualificação técnica. O critério da competência foi sacrificado no altar da conveniência.

Atualmente, falta dinheiro para setores essenciais do País, porque os recursos públicos estão sendo utilizados para sustentar esse promíscuo esquema de governo que, para sua manutenção, leva boa parte do dinheiro arrecadado do povo brasileiro.

Somente o governo federal tem hoje cerca de 23 mil cargos comissionados, boa parte ocupado por pessoas que não prestaram concurso público.

Não canso de repetir que o País não vai retomar seu crescimento econômico enquanto ministérios e cargos forem usados como moeda de troca, e enquanto este modelo promíscuo de governança estiver sendo sustentado pela maioria dos políticos e dos partidos. A presidente Dilma, num momento de fragilidade, optou pelo pior caminho para sair da crise, mantendo o loteamento escancarado, consagrando a incompetência administrativa e deixando que dar respostas aos anseios da sociedade brasileira. Quem tem como matriz um modelo de relação desonesta entre os poderes, com a política do toma-lá-dá-cá, sabe que sempre estará nas mãos dos chantageadores que vendem apoio em troca de cargos.

*Alvaro Dias é senador pelo PSDB e líder da Oposição no Senado Federal. Ele escreve nas quartas-feiras para o Blog do Esmael sobre “Ética na Política”.

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5 de outubro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: Reforma administrativa foi gol de Dilma

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Gleisi Hoffmann*

A despeito de certos analistas políticos dizerem que a mudança no ministério da presidenta Dilma é uma cessão de cargos em troca de apoio político contra o impeachment, o fato é que ela mudou, na sexta-feira, os rumos da conjuntura política e, mais do que isso, da economia, com seus anúncios.

É compreensível a reação por parte da grande mídia, seus analistas e jornalistas especializados. Afinal, ficaram agourando o governo desde antes de sua posse. Não poderiam reconhecer outro caminho.

Mas a presidenta Dilma trouxe o ex-presidente Lula para mais perto de seu entorno, realocou ministros e, como disse, atualizou a base política do governo para assegurar a governabilidade: “desde a redemocratização, governos de coalizão promovem mudanças quando necessárias”.

O movimento enfraquece a onda golpista da oposição, melhora a governabilidade e possibilita que as medidas enviadas ao Congresso Nacional, para melhorar a economia, sejam votadas.

A presidenta também surpreendeu ao anunciar uma reforma administrativa que reduz seu próprio salário e o de seus ministros, extingue três mil cargos de confiança, oito ministérios e 30 secretarias. Criou também a Comissão de Reforma Permanente do Estado. Pena que sobre isso nenhum jornal escreveu sequer uma linha. Importante ressaltar, novamente, que os programas sociais não sofreram cortes.

O anúncio da presidenta e as mudanças efetivadas já deram resultado na economia: a Bolsa de Valores subiu na sexta-feira e o dólar fechou em baixa. Tenho certeza de que também encontrará eco no Congresso Nacional.

Mas a ofensiva contra Dilma ainda continua, porque nesta semana o TCU vai fazer o julgamento das contas do ano de 2014. O relator, ministro Augusto Nardes, ex-deputado federal, que tem lado declarado na política, já divulgou que seu parecer será pela reprovação. Aliás, o motivo, as chamadas pedaladas fiscais, sempre existiu. Por que Nardes nunca levantou isso antes?! Uma corte de Contas não assume posição política. Essa é do Congresso Nacional. Ao TCU, que é órgão auxiliar do Congresso, cabe avaliação técnica. Menos entrevista, mais efetividade.

*Gleis Leia mais

1 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Dilma acomoda PT, PMDB e PDT e conclui reforma

por Tereza Cruvinel, via Brasil 247

dilma_reformaA presidente Dilma Rousseff concluiu agora à noite a reforma ministerial que anunciará amanhã cedo em solenidade com os novos ministros. O atual secretário-geral da Presidência, Miguel Rossetto, da corrente Democracia Socialista do PT, vai comandar a pasta de Trabalho e Previdência, que foram fundidas. Tereza Campelo, entretanto, continuará comandando Desenvolvimento Social. Outra novidade é a ida da deputada Benedita da Silva para Cidadania (fusão das secretarias de Mulher, Direitos Humanos e igualdade Racial) destronando Moema Gramacho, que já estava praticamente escolhida. Patrus Ananias fica em Desenvolvimento Agrário e com isso Dilma evita uma briga com o MST. Leia mais

30 de setembro de 2015
por admin
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Mercadante deve ir para Educação, Jaques Wagner para Casa Civil e Aldo Rebelo para a Defesa

via Brasil 247.

ministerios

Depois de muita insistência de setores do PT, e principalmente do ex-presidente Lula, a presidente Dilma Rousseff decidiu ceder e tirar da Casa Civil o ministro Aloizio Mercadante.

A mudança acontecerá em um momento crucial para o governo, que precisa de votos no Congresso para manter os vetos da presidência da República à medidas que prejudicariam o ajuste fiscal e também para barrar um eventual processo de impeachment.

Mercadante deve voltar a assumir o ministério da Educação, pasta que comandava anteriormente. Dilma já teria conversado com ele e lamentado ter de abrir mão de seu considerado principal aliado. Leia mais

26 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Alvaro Dias: Reforma administrativa no auge da crise

Alvaro Dias*

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A disposição anunciada pelo governo de reduzir o número de ministérios é positiva, desde que a intenção se transforme realmente em ação. A medida não pode ser apenas cortina de fumaça para tentar disfarçar a crise.

É praticamente impossível administrar uma esplanada com 39 ministérios, além de centenas de órgãos auxiliares e empresas públicas. Diante de um desgoverno como esse, o País precisa urgentemente de uma grande reforma administrativa que corte, de cima a baixo, a gigantesca estrutura de ministérios e estruturas paralelas, que estabelecem uma superposição de ações e aumentam os gastos do erário.

O anúncio do governo chega com muito atraso e em meio à perda de credibilidade e popularidade da presidente da República. E como uma reforma administrativa profunda depende de apoio político no Congresso para se concretizar, o governo vai precisar primeiro derrotar o monstro que criou e do qual é refém: o balcão de negócios.

Em busca de apoio político, o Estado brasileiro foi sendo aparelhado nos últimos anos. Criou-se uma estrutura agigantada e incompetente. Os apaniguados, sem qualificação técnica, dominaram os órgãos administrativos e puxaram para baixo a qualidade da gestão pública.

O governo montou esse balcão de negócios para garantir apoio fisiológico. Cargos vêm sendo usados como moeda de troca para garantir a aprovação de projetos no Congresso, mas com a popularidade da presidente em queda livre, esse apoio tornou-se insuficiente.

Nós da oposição já denunciamos no plenário, diversas vezes e por vários anos, o gigantismo da máquina pública e cobramos o corte das despesas correntes. Mas o governo não nos ouviu e precisou chegar ao fundo do poço para acenar com a disposição de cortar na própria carne

Esperamos que o corte na estrutura da administração pública seja para valer, e não apenas em ministérios que, na prática, não existem. Aquelas secretarias desnecessárias que foram criadas para alimentar o apetite por cargos.

A reforma administrativa foi anunciada para tentar recuperar politicamente o governo, mas a dinâmica palaciana tem mostrado que o governo é especialista em anunciar, mas péssimo em executar. Se dessa vez a execução do corte de ministérios for uma lástima, o governo terá perdido seu tempo mais uma vez.

*Alvaro Dias é senador pelo PSDB e líder da Oposição no Senado Federal. Ele escreve nas quartas-feiras para o Blog do Esmael sobre “Ética na Política”.

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7 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Lula e Requião podem ser novidades na reforma do ministério de Dilma

Requiao_Dilma_LulaO ex-presidente Luiz Inácio Lula poderá ser uma das novidades na reforma do ministério da presidenta Dilma Rousseff. Ele é cotado para o Ministério das Relações Exteriores. A informação é do jornalista Gerson Camarotti, do portal G1. O objetivo seria garantir foro privilegiado ao petista, haja vista a intenção do juiz Sérgio Moro pedir sua prisão pela Operação Lava Jato. ... 

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22 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma vai “delegar” ao Ministério Público nomeação de novos ministros

da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (22) que vai anunciar os novos ministros de seu governo até o próximo dia 29 e antecipou que fará consultas ao Ministério Público (MP) antes de decidir. Eu consultarei o MP mais uma vez. Para qualquer pessoa que for indicar, eu consultarei!, afirmou

A sinalização esperada pelo governo é sobre nomes citados nas delações premiadas de presos pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga irregularidades em negócios da Petrobras. Durante café da manhã com jornalistas, Dilma lembrou que tem pedido informações ao órgão, mas completou: Eu só quero que me diga sim ou não. Não quero saber o que eles não podem me dizer!.

Ainda em relação à s denúncias envolvendo a estatal, ela informou que vai anunciar, depois dos ministros empossados, o segundo escalão do governo que envolve diretorias de bancos e instâncias consultivas, como o Conselho de Administração da Petrobras.

Até por consideração com o novo ministro. Sem ter nomeado o ministro de Minas e Energia, como eu indico um conselho que é subordinado a ele?!, explicou. Dilma voltou a afirmar que não pretende trocar a presidenta da Petrobras, Graça Foster, e manifestou confiança na atual dirigente da estatal. Tem que ter prova apresentada sobre qualquer conduta da presidente. Eu conheço a Graça Foster, sei da sua seriedade e lisura. à‰ importante saber qual é a prova. Não vejo nenhum indício de irregularidade na diretoria da Petrobras!, acrescentou.

A presidenta defendeu que as investigações continuem, mas classificou como simplistas! as suspeitas de que Graça Foster sabia das irregularidades por ocupar o maior cargo da empresa. A mesma expressão foi usada para as críticas à s indicações políticas de alguns cargos. Eu não vou demonizar indicações políticas. à‰ de um simplismo grotesco. O problema do Brasil não é se são políticos ou técnicos. Ninguém está acima do bem e do mal!, avaliou.

Dilma disse que foram absurdos os volumes de dinheiro de alguns funcionários. Acho que as pessoas que participam de irregularidades têm que ser punidas!, disse.

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28 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma começa seu ajuste na política pelo PT

Por! Tereza Cruvinel
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A presidente Dilma começa, pelo PT, a fazer agora seu ajuste na política. Depois das críticas de setores do partido e de sua militância à  escolha dos ministros da área econômica, ela participa hoje, em Fortaleza, da primeira parte da reunião do Diretório Nacional do PT. As dúvidas sobre sua ida foram dirimidas com a inclusão do evento em sua agenda oficial de hoje.

No encontro, ela deve defender as escolhas de Joaquim Levy, Nelson Barbosa e Alexandre Tombini, assegurando que o ajuste fiscal será gradual e que a meta de superávit primário anunciada nesta quinta-feira !“ 1,2% do PIB para 2015 e de 3% para os anos seguintes !“ não trará recessão, terá foco no crescimento econômico e preservará as políticas sociais.

A insatisfação com as escolhas econômicas foi visível na reunião da bancada de terça-feira passada e culminou com áspera discussão entre os senadores Lindbergh Farias e Gleisi Hoffman sobre a escolha de Katia Abreu para a Agricultura. Gleisi defendeu a escolha. Lindbergh afirmou que bastava acessar as redes sociais para conferir a frustração da militância que na Hora H, na reta final do segundo turno, foi para a rua com garra comparável à  de 1989 na disputa Lula-Collor.

Mas Dilma havia dito ao presidente do partido, Ruy Falcão, na última conversa que tiveram, juntamente com Lula, que não consultaria o partido na escolha dos nomes para a equipe econômica mas que o faria na composição do restante do ministério. Leia mais

26 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Ministros da equipe econômica serão anunciados amanhã

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Os novos ministros da Fazenda e do Planejamento serão anunciados oficialmente amanhã (27) pela presidenta Dilma Rousseff (PT). No entanto, não há previsão da data da posse dos dois novos titulares da equipe econômica, que substituirão Guido Mantega e Miriam Belchior, respectivamente.

A informação é do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Thomas Traumann, que não adiantou os nomes que serão anunciados amanhã. Os novos integrantes do governo vão trabalhar no Palácio do Palácio com uma equipe que fará a transição entre a atual gestão e a próxima. Leia mais

13 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Mais de dez ministros colocaram cargos à  disposição, diz Mercadante

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Se burrice pagasse imposto a Esplanada dos Ministérios seria a área mais endividada do planeta. Como pode alguém colocar um cargo de confiança à  disposição sendo que o mesmo sempre esteve à  disposição?

A função de ministro é de escolha “livre” da presidenta Dilma Rousseff que, na pior da hipótese, recebe sugestão/indicação de partidos que compõem a base de sustentação do governo no Congresso Nacional.

Portanto, a atitude dos ministros de colocar os respectivos cargos à  disposição seria como se os mesmos assinassem um atestado de burrice. Com firma reconhecida.

Mas esse foi o anúncio feito ontem (12) pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante (PT), ao informar que de dez a quinze! ministros já entregaram cartas colocando seus cargos à  disposição da presidenta Dilma Rousseff.

Mercadante não soube precisar a quantidade nem detalhar os nomes dos ministros que já entregaram os cargos, pois algumas cartas foram enviadas diretamente para o gabinete da presidenta. Para o ministro, esta é uma forma de demonstrar publicamente o espírito demonstrado na campanha!, que pregou o lema Equipe nova, governo novo!. Faz quem quiser, é um gesto de gentileza. E não tem prazo, o governo vai até 31 de dezembro. à‰ um gesto de reconhecimento e agradecimento!, disse. Leia mais

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