Bolsonaro e Doria duelam em reunião de governadores sobre o coronavírus

O presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), bateram boca durante a reunião entre governadores da região sudeste feita por teleconferência nesta manhã de quarta-feira (25). Doria cobrou de Bolsonaro uma melhor postura enquanto o presidente chamou o gestor estadual de “demagogo”. No bate-boca, Doria lamentou os termos do pronunciamento … Read more

Oposição já ensaia pedir impeachment de Bolsonaro: ele não tem condições de governar

Na penúltima crise, o ministro Gustavo Bebianno ficou com a fama de mentiroso e o presidente Jair Bolsonaro com a de medroso. Os panos quentes desta sexta (15) apenas disfarçam o mal-estar de todos os envolvidos no conflito surgido com o laranjal do PSL. A questão central é que Bolsonaro foi enquadrado hoje pelo núcleo … Read more

Acadêmicos alemães veem democracia e direitos humanos em risco no Brasil

Cerca de 40 acadêmicos alemães divulgaram hoje (22) um manifesto alertando sobre os riscos à democracia e aos direitos humanos no Brasil caso Jair Bolsonaro (PSL) se torne o presidente da República. “Aprendemos, dolorosamente, com a história europeia e, em especial, com a história alemã, que a apologia da tortura e da violência e o … Read more

CNBB em carta ao Papa Francisco alerta para a “grave crise política” no país

Reunidos na 56ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em Aparecida (SP), a CNBB divulgou na quinta-feira (12) uma carta a ser enviada para o Papa Francisco, levando saudações do episcopado e as temáticas que estão sendo discutidas durante o encontro da cúpula da igreja católica no país. O texto  menciona a grave crise institucional, … Read more

Porta dos Fundos faz piada com a intervenção militar no Rio, assita ao vídeo

O grupo de humoristas Porta dos Fundos publicou em seu canal no Youtube um vídeo satirizando a ocupação militar no Rio de Janeiro. No quadro que dura pouco mais de dois minutos, os militares invadem uma reunião do MDB, tratando o diretório do partido como “área de conflito” pior que os morros. Uma caneta é … Read more

Golpe é golpe. Não tem Lula nem “Plano B” para a esquerda vencer a eleição

É corrente no meio político — da direita, do centro e da esquerda — que não derrubaram a presidenta eleita Dilma Rousseff para, alguns meses depois, entregarem o poder de mão beijada para o ex-presidente Lula e ao PT. Dito isto, um golpe que se preze não afrouxa o garrão — como se diz no … Read more

Golpe é golpe. Não tem Lula nem “Plano B” para a esquerda vencer a eleição

É corrente no meio político — da direita, do centro e da esquerda — que não derrubaram a presidenta eleita Dilma Rousseff para, alguns meses depois, entregarem o poder de mão beijada para o ex-presidente Lula e ao PT. Dito isto, um golpe que se preze não afrouxa o garrão — como se diz no … Read more

Golpe é golpe. Não tem Lula nem “Plano B” para a esquerda vencer a eleição

É corrente no meio político — da direita, do centro e da esquerda — que não derrubaram a presidenta eleita Dilma Rousseff para, alguns meses depois, entregarem o poder de mão beijada para o ex-presidente Lula e ao PT. Dito isto, um golpe que se preze não afrouxa o garrão — como se diz no … Read more

Obrigado, coxinhas, por barrarem a PEC 55

coxinhas_pec55Deus escreve certo por linhas tortas, diz um provérbio. Nada mais verdadeiro para a conturbada conjuntura política brasileira.

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Senador critica formação do governo Temer antes mesmo do golpe

jORGE_vIANA_CABEÇA

Lideranças de movimentos sociais estiveram nesta terça-feira, no Senado Federal, para chamar a atenção para os riscos de o Congresso Nacional romper com a institucionalidade e aprovar o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff.

O senador Jorge Viana (PT-AC) participou do encontro com os representantes dos movimentos e afirmou em Plenário que, apesar de estar previsto na Constituição, o impeachment só é justificável se houver crime de responsabilidade, o que não se aplica à administração de Dilma.

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“O Senado deve ser ágil para virar essa página da história”

senado

O senador Alvaro Dias (PV) afirma que a indefinição sobre o futuro do governo federal “paralisa a economia, gera insegurança e perturba o mercado”. Por isso, ele defende a rapidez do processo de impeachment no Senado. Leia e ouça a coluna do senador abaixo.

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Atentado à democracia

atentado

Sem crime de responsabilidade contra a presidenta Dilma, desrespeitando o voto e a vontade popular, impulsionado por promessas de impunidade para os deputados suspeitos de corrupção, o processo de impeachment aprovado na Câmara é um atentado à democracia. Leia e ouça a coluna do deputado federal Enio Verri (PT), um dos quatro paranaenses na Câmara que se opuseram a essa farsa. 

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Coluna do Jorge Bernardi: Para ex-governador, Brasil caminha para uma guerra civil

Jorge Bernardi* Há 15 dias, escrevi nesta coluna, que a radicalização política estava assumindo proporções perigosas que poderia levar o país a uma guerra civil. Nesta semana, o ex-governador gaúcho Tarso Genro, admitiu em entrevista ao jornalista Roberto D’ Avila, da Globo News, também que o Brasil caminha para guerra civil, se ocorrer o impeachment … Read more

Coluna do Enio Verri: A quem interessa a crise que atrapalha o país?

Enio Verri* A quem interessa a crise política? E a econômica? A instabilidade democrática e jurídica? Talvez, a uma minoria que encontrou uma oportunidade para lucrar em meio à crise; ou a uma oposição preocupada, muito mais, em seu projeto de poder do que realmente com o desenvolvimento econômico e social do País. O editorial … Read more

Coluna do Enio Verri: Crise política ameaça o sistema democrático

crise
Em sua coluna semanal, o deputado federal Enio Verri (PT) aborda o acirramento da crise política que está resultando no processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Segundo Verri, “velhos fantasmas revelam o caráter político do processo contra a presidente que não carrega nenhuma denúncia que justifique o rito do impedimento na Constituição Federal.”. Para ele, o processo se reveste de preconceitos e ódio, com pessoas se manifestando pela volta do regime militar, ou pedindo a morte de governantes; o que estaria enfraquecendo e pondo em risco o regime democrático construído nos último anos. Leia comente e compartilhe.

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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O embate político paralisou a economia

Deputado Luiz Claudio Romanelli, em sua coluna desta segunda-feira (28), exalta que o Paraná é uma “ilha de prosperidade” num país convulsionado pela crise política cujas incertezas monopolizem a atenção dos brasileiros; segundo o colunista, que é líder do governo Beto Richa (PSDB), no Paraná, conforme projeção do Ipardes, os investimentos de cerca de R$ 8 bilhões previstos pelo Governo do Estado para 2016 vão impulsionar a geração de emprego, especialmente na construção civil, um dos setores mais afetados pela recessão econômica brasileira; colunista também destaca projeto de ajuste fiscal, do governo federal, que prevê restrição ao reajuste real de salários (acima da inflação) de servidores e redução das despesas com cargo em comissão, com corte de pelo menos 10% das despesas com cargos de livre provimento; leia, ouça, comente e compartilhe.
Deputado Luiz Claudio Romanelli, em sua coluna desta segunda-feira (28), exalta que o Paraná é uma “ilha de prosperidade” num país convulsionado pela crise política cujas incertezas monopolizem a atenção dos brasileiros; segundo o colunista, que é líder do governo Beto Richa (PSDB), no Paraná, conforme projeção do Ipardes, os investimentos de cerca de R$ 8 bilhões previstos pelo Governo do Estado para 2016 vão impulsionar a geração de emprego, especialmente na construção civil, um dos setores mais afetados pela recessão econômica brasileira; colunista também destaca projeto de ajuste fiscal, do governo federal, que prevê restrição ao reajuste real de salários (acima da inflação) de servidores e redução das despesas com cargo em comissão, com corte de pelo menos 10% das despesas com cargos de livre provimento; leia, ouça, comente e compartilhe.

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Coluna do Enio Verri: Em defesa da democracia conta o golpe

atos
Em sua coluna semanal, o deputado federal Enio Verri (PT) analisa a importância da participação popular em manifestações de rua, como as de sexta-feira (18), na luta conta o golpe da direita. Para o deputado, “é hora de concentrar os esforços daqueles, que independentemente de sua ideologia, pregam pelo respeito e dedicação ao sistema democrático e futuro dos brasileiros, procurando alternativas a crise institucional e política que afetam diretamente a economia e vida de todos os brasileiros.” E completa dizendo que as ruas são do povo que quer mais direitos e mais democracia. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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“Lula não está morto”, afirma Delfim Netto; assista ao vídeo

luladelfim
Em entrevista para o programa Canal Livre da TV Bandeirantes, o ex-ministro Delfim Netto alertou na noite de ontem (20) para o risco do processo de impeachment “produzir um cadáver” e lembrou que o ex-presidente Lula “não está morto” politicamente. Segundo o economista, caso o processo de impedimento avance no Congresso, não será “tranquilo” como foi o de Collor de Mello. Ele ainda ressaltou o caráter e a história de vida da presidenta Dilma Rousseff, afastando a possibilidade de renúncia. “Dilma não é um biscoito”, resumiu. Abaixo, assista ao vídeo.

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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Perplexidades com o golpe

Deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PSB), em sua coluna semanal, aponta o momento de perplexidades pelo qual o Brasil está passando com a crise política e o acirramento e judicialização da disputa pelo poder. Segundo ele, é um momento triste em que vivemos, e não há luz próxima que possa sinalizar uma solução construída no debate. Para o parlamentar, é necessário investigar e punir todos os eventuais culpados por corrupção, mas sem comprometer o estado democrático de direito, pois isso seria um retorno às trevas. Romanelli ressalta a importância da Operação Lava Jato, mas lembra que é fundamental manter o respeito às regras da Constituição Federal. Leia, ouça, comente e compartilhe.
Deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PSB), em sua coluna semanal, aponta o momento de perplexidades pelo qual o Brasil está passando com a crise política e o acirramento e judicialização da disputa pelo poder. Segundo ele, é um momento triste em que vivemos, e não há luz próxima que possa sinalizar uma solução construída no debate. Para o parlamentar, é necessário investigar e punir todos os eventuais culpados por corrupção, mas sem comprometer o estado democrático de direito, pois isso seria um retorno às trevas. Romanelli ressalta a importância da Operação Lava Jato, mas lembra que é fundamental manter o respeito às regras da Constituição Federal. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Economia retraiu 3,8% em 2015 devido à crise gerada pela oposição tucana

do Brasil 247

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil encolheu 1,4% no quarto trimestre de 2015 sobre os três meses anteriores, fechando o ano passado com contração de 3,8%, pior resultado da série histórica iniciada em 1996, informou o IBGE nesta quinta-feira; sobre o quarto trimestre de 2014, o PIB despencou 5,9%, também o pior da série; 2015 foi o ano marcado pela crise política, protagonizada pela oposição de Aécio Neves (PSDB-MG) e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); juntos, os dois lideraram um movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff e por votações que impediram a aprovação de medidas do ajuste fiscal, essencial para a recuperação do País.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil encolheu 1,4% no quarto trimestre de 2015 sobre os três meses anteriores, fechando o ano passado com contração de 3,8%, pior resultado da série histórica iniciada em 1996, informou o IBGE nesta quinta-feira; sobre o quarto trimestre de 2014, o PIB despencou 5,9%, também o pior da série; 2015 foi o ano marcado pela crise política, protagonizada pela oposição de Aécio Neves (PSDB-MG) e pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); juntos, os dois lideraram um movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff e por votações que impediram a aprovação de medidas do ajuste fiscal, essencial para a recuperação do País.

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Coluna do Bruno Meirinho: Um vice não tão decorativo assim

vice
Em sua coluna semanal, Bruno Meirinho (PSOL) analisa o papel de Michel Temer (PMDB) no jogo político num possível cenário de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT). Como vice, Temer assumiria a presidência e teríamos uma conjuntura parecida com a do mandato de Itamar Franco, que acabou levando Fernando Henrique Cardoso (PSDB) à presidência. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Bruno Meirinho*

Nessa semana, fomos entretidos por uma série de episódios da crise política, que ganha contornos novelescos. Entre os episódios, a carta do vice, Michel Temer, à Dilma, que “vazou” para a imprensa.

Na carta, Michel Temer queixava-se de estar sendo “escanteado”, de não ter posições tão relevantes. Em síntese, Temer considerava-se um “vice decorativo”, utilizado tão somente para aplacar as crises do PMDB.

A carta, obviamente, foi apenas uma mise-en-scène de Temer para anunciar publicamente o movimento de distanciamento com a presidência, o que é muito útil para ele nesse momento de crise política.

Com as movimentações apressadas do presidente da câmara, que acolheu o pedido de impedimento de Dilma Rousseff, aceleram-se as articulações em torno de Temer, sucessor legal da presidência da república no caso de afastamento da titular.

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Frente Povo Sem Medo será lançada nesta quarta-feira em Curitiba

unnamedSerá lançada nesta quarta-feira (4), em uma plenária de entidades sindicais e populares, a Frente Povo Sem Medo em Curitiba. A plenária será às 17h, na sede do Sindicato dos Engenheiros (Senge).

A frente, lançada nacionalmente em outubro, reúne centrais sindicais (CUT, CTB, Intersindical), entidades estudantis (UNE, UBES, ANPG, Fenet) e diversas entidades dos movimentos sociais (MTST, Unegro, UJS, UBM, etc.).

As entidades defendem um programa de reformas estruturais, além do combate ao ajuste fiscal do governo Dilma/Levy; ou como os militantes afirmam: “uma saída popular para a crise”.

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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Independência e democracia

independencia
Em sua coluna semanal, o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) faz um breve histórico dos períodos de democracia da nossa república e analisa o momento atual, em que, segundo ele, a intolerância está se sobrepondo ao diálogo democrático. Romanelli também fala da necessidade da reforma política avançar, diminuindo o custo proibitivo das campanhas eleitorais que afastam quadros qualificados da atividade política. Leia, ouça, comente e compartilhe. 

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Luiz Cláudio Romanelli*

Pensem nas crianças mudas telepáticas, pensem nas meninas cegas inexatas,
pensem nas mulheres rotas alteradas, pensem nas feridas como rosas cálidas”
Vinicius de Moraes

Como não podia deixar de ser, o atual momento político do país induz a uma reflexão nesta segunda-feira, 7 de setembro, dos 193 anos da independência do Brasil. De todo processo histórico, e das análises que podem ser feitas, chega-se à filha mais nova da independência, a incipiente democracia brasileira.

A democracia, como sistema de governo, pode se dizer que começou a ser construída no país, no primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1934), marcado pela conhecida revolução de 1930 que acabou com a República velha, com a derrubada do ex-presidente Washington Luís, e teve um corte abrupto e violento, que deixou sequelas na vida brasileira, entre 1964 e 1985. O meu primeiro voto para governador, por exemplo, foi para José Richa em 1982 e eu já militava na juventude do PMDB.

Desde então, foram nove eleições de governadores e sete eleições presidenciais. Neste período, de 1982 para cá, foram ainda nove eleições de deputados e senadores e oito eleições de prefeitos e vereadores. Eu participei de todas essas campanhas e de forma direta, como candidato a vereador e deputado, disputei seis eleições e venci cinco delas.

Confesso que tenho certa saudade, de forma positiva, e vou explicar mais adiante, das primeiras campanhas, dos comícios, do engajamento da militância partidária e de setores da própria sociedade em todo processo político e até hoje levo a máxima que uma campanha se faz com muita sola de sapato e conversando diretamente com os eleitores, expondo suas ideias, apresentando propostas.

Fiz esse rápido passeio pelas eleições, uma contextualização, para chegar a atual quadra política do país em que as instituições funcionam perfeitamente, mas que precisam avançar e aperfeiçoar seus métodos para melhorar a democracia brasileira em todos os seus aspectos.

Vejo de forma clara o sentimento de todas as manifestações, nas ruas ou nos legislativos, e a vontade de setores mais engajados da sociedade de ter uma voz mais ativa no controle e uso dos recursos públicos e nos serviços prestados pelos agentes públicos. Há uma insatisfação e uma desconfiança generalizadas por tudo que é da coisa pública. O que cobram, o que pedem, o querem, é muito positivo para todos nós, políticos e sociedade.

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Coluna do Alvaro Dias: Reforma administrativa no auge da crise

reforma
Em sua coluna desta quarta-feira, o senador Alvaro Dias fala da reforma ministerial anunciada pela presidenta Dilma Rousseff (PT) alertando que a medida pode ser uma cortina de fumaça, pois, segundo ele, “o governo é especialista em anunciar, mas péssimo em executar”; Dias afirma também que a reforma vem tarde e que a oposição, liderada por ele no Senado, já vinha alertando sobre isso há bastante tempo; leia, ouça, comente e compartilhe.

Alvaro Dias*

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A disposição anunciada pelo governo de reduzir o número de ministérios é positiva, desde que a intenção se transforme realmente em ação. A medida não pode ser apenas cortina de fumaça para tentar disfarçar a crise.

É praticamente impossível administrar uma esplanada com 39 ministérios, além de centenas de órgãos auxiliares e empresas públicas. Diante de um desgoverno como esse, o País precisa urgentemente de uma grande reforma administrativa que corte, de cima a baixo, a gigantesca estrutura de ministérios e estruturas paralelas, que estabelecem uma superposição de ações e aumentam os gastos do erário.

O anúncio do governo chega com muito atraso e em meio à perda de credibilidade e popularidade da presidente da República. E como uma reforma administrativa profunda depende de apoio político no Congresso para se concretizar, o governo vai precisar primeiro derrotar o monstro que criou e do qual é refém: o balcão de negócios.

Em busca de apoio político, o Estado brasileiro foi sendo aparelhado nos últimos anos. Criou-se uma estrutura agigantada e incompetente. Os apaniguados, sem qualificação técnica, dominaram os órgãos administrativos e puxaram para baixo a qualidade da gestão pública.

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