13 de Abril de 2018
por Redacao
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CNBB em carta ao Papa Francisco alerta para a “grave crise política” no país

Reunidos na 56ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em Aparecida (SP), a CNBB divulgou na quinta-feira (12) uma carta a ser enviada para o Papa Francisco, levando saudações do episcopado e as temáticas que estão sendo discutidas durante o encontro da cúpula da igreja católica no país. O texto  menciona a grave crise institucional, econômica e social que passa o Brasil no momento. Trata também da unidade do episcopado brasileiro com o sumo pontífice. Leia mais

3 de Abril de 2018
por Eugênio Aragão
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Porta dos Fundos faz piada com a intervenção militar no Rio, assita ao vídeo

O grupo de humoristas Porta dos Fundos publicou em seu canal no Youtube um vídeo satirizando a ocupação militar no Rio de Janeiro. No quadro que dura pouco mais de dois minutos, os militares invadem uma reunião do MDB, tratando o diretório do partido como “área de conflito” pior que os morros. Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
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Golpe é golpe. Não tem Lula nem “Plano B” para a esquerda vencer a eleição

É corrente no meio político — da direita, do centro e da esquerda — que não derrubaram a presidenta eleita Dilma Rousseff para, alguns meses depois, entregarem o poder de mão beijada para o ex-presidente Lula e ao PT. Dito isto, um golpe que se preze não afrouxa o garrão — como se diz no Rio Grande do Sul. Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
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Golpe é golpe. Não tem Lula nem “Plano B” para a esquerda vencer a eleição

É corrente no meio político — da direita, do centro e da esquerda — que não derrubaram a presidenta eleita Dilma Rousseff para, alguns meses depois, entregarem o poder de mão beijada para o ex-presidente Lula e ao PT. Dito isto, um golpe que se preze não afrouxa o garrão — como se diz no Rio Grande do Sul. Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
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Golpe é golpe. Não tem Lula nem “Plano B” para a esquerda vencer a eleição

É corrente no meio político — da direita, do centro e da esquerda — que não derrubaram a presidenta eleita Dilma Rousseff para, alguns meses depois, entregarem o poder de mão beijada para o ex-presidente Lula e ao PT. Dito isto, um golpe que se preze não afrouxa o garrão — como se diz no Rio Grande do Sul. Leia mais

6 de dezembro de 2016
por esmael
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Obrigado, coxinhas, por barrarem a PEC 55

coxinhas_pec55Deus escreve certo por linhas tortas, diz um provérbio. Nada mais verdadeiro para a conturbada conjuntura política brasileira.

26 de Abril de 2016
por admin
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Senador critica formação do governo Temer antes mesmo do golpe

jORGE_vIANA_CABEÇA

Lideranças de movimentos sociais estiveram nesta terça-feira, no Senado Federal, para chamar a atenção para os riscos de o Congresso Nacional romper com a institucionalidade e aprovar o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff.

O senador Jorge Viana (PT-AC) participou do encontro com os representantes dos movimentos e afirmou em Plenário que, apesar de estar previsto na Constituição, o impeachment só é justificável se houver crime de responsabilidade, o que não se aplica à administração de Dilma.

20 de Abril de 2016
por admin
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“O Senado deve ser ágil para virar essa página da história”

senado

O senador Alvaro Dias (PV) afirma que a indefinição sobre o futuro do governo federal “paralisa a economia, gera insegurança e perturba o mercado”. Por isso, ele defende a rapidez do processo de impeachment no Senado. Leia e ouça a coluna do senador abaixo.

19 de Abril de 2016
por admin
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Atentado à democracia

atentado

Sem crime de responsabilidade contra a presidenta Dilma, desrespeitando o voto e a vontade popular, impulsionado por promessas de impunidade para os deputados suspeitos de corrupção, o processo de impeachment aprovado na Câmara é um atentado à democracia. Leia e ouça a coluna do deputado federal Enio Verri (PT), um dos quatro paranaenses na Câmara que se opuseram a essa farsa. 

9 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Jorge Bernardi: Para ex-governador, Brasil caminha para uma guerra civil

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Jorge Bernardi*

Há 15 dias, escrevi nesta coluna, que a radicalização política estava assumindo proporções perigosas que poderia levar o país a uma guerra civil. Nesta semana, o ex-governador gaúcho Tarso Genro, admitiu em entrevista ao jornalista Roberto D’ Avila, da Globo News, também que o Brasil caminha para guerra civil, se ocorrer o impeachment da presidente Dilma Rousseff sem que se comprove crime de responsabilidade.

A imprensa fez recentemente reportagens sobre intolerância política e divisão da sociedade que separa amigos, sócios, famílias gerando brigas nos mundos virtual e real. A preocupação é que a disputa possa extrapolar para a violência com consequências imprevisíveis. Basta um cadáver numa destas manifestações para que os ânimos, que estão a flor da pele, passe para a disputa armada pelo poder.

O Data Folha divulgou recentemente pesquisa em que mostra os participantes das manifestações em Sã

5 de Abril de 2016
por admin
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Coluna do Enio Verri: A quem interessa a crise que atrapalha o país?

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Enio Verri*

A quem interessa a crise política? E a econômica? A instabilidade democrática e jurídica? Talvez, a uma minoria que encontrou uma oportunidade para lucrar em meio à crise; ou a uma oposição preocupada, muito mais, em seu projeto de poder do que realmente com o desenvolvimento econômico e social do País.

O editorial da Folha de S. Paulo que pede a renúncia da presidenta Dilma Rousseff e a campanha milionária da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) a favor do impeachment somente reiteram o interesse de alguns setores com as inconstâncias e fragilidades institucionais. Promovem um discurso de caos em vez de pregarem a união por soluções.

É de estranhar os esforços pela deposição de uma chefe de estado eleita democraticamente e sem nenhuma acusação em seu currículo, ao passo que empregam uma força desproporcional contra um governo legitimo e escondem os riscos e ameaças da presença de Eduardo Cunha, acusado pela Lava Jato e responsável pela paralisação da Casa de Leis, na presidência da Câmara dos Deputados.

As condicionalidades que se manifestam pelos discursos de setores conservadores e grupos que se utilizam-se de artifícios obscuros para financiar e patrocinar o processo de impedimento não só ferem o sistema democrático, como ainda, agravam os prejuízos à toda a população brasileira nesse momento conturbado.

Momento forjado sobre seletividades que pregam o ódio contra uma agremiação ou campo ideológico e se esqu

29 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Enio Verri: Crise política ameaça o sistema democrático

Enio Verri*

Em meio à crise política que ameaça o sistema democrático e o rumo da economia nacional, a irresponsabilidade continua ditando o ritmo da Câmara dos Deputados e do Governo Federal, colocando o País em paralisia e agravando as consequências do período de dificuldades econômicas e jurídicas.

No centro do turbilhão do processo de impeachment, sancionada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), dono de uma extensa ficha no Supremo Tribunal Federal (STF) e, publicamente, contra o Governo Dilma, o desemprego, inflação, fragmentação institucional e desconfiança dos setores produtivos e dos consumidores.

Velhos fantasmas que revelam o caráter político do processo de impeachment contra uma presidente que não carrega nenhuma denúncia que justifique o rito do impedimento na Constituição Federal. Ascende-se, assim, como um plano de paralização governamental e criminalização de uma agremiação do que mesmo uma saída para a crise institucional, jurídica e econômica que o País se encontra.

Embora resultado de uma gama de fatores que envolvem diferentes instituições, não há como negar a responsabilidade e centralidade do Congresso Nacional tanto na manutenção do sistema democrático, quanto no andamento do processo de impedimento – pro

28 de Março de 2016
por esmael
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: O embate político paralisou a economia

“Quem desconfia fica sábio.” – Guimarães Rosa em Grande Sertão Veredas

Luiz Claudio Romanelli*

Embora as incertezas da cena política brasileira praticamente monopolizem a atenção dos brasileiros, o cenário econômico revela que a crise parece longe de um desfecho favorável. Empresas fecham as portas, Estados sem condições de honrar a folha de pagamentos, desemprego em níveis crescentes.

Na quinta-feira, 24, o IBGE divulgou os números do desemprego no país que atingiu o maior patamar desde 2012, quando se iniciou este tipo de medição. De novembro de 2015 a janeiro de 2016, o desemprego ficou em 9,5% e atinge 9,6 milhões de pessoas, uma alta de 42,3% sobre 2015.

Para que o nível do emprego e renda pare de cair, o governo federal enviou ao Congresso Nacional uma série de projetos Um deles recria a CPMF (Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira). Outra proposta, ainda não enviada, porém já gestada pelo Ministério da Fazenda, é um projeto de ajuste fiscal que prevê restrição à ampliação do quadro de pessoal, restrição ao reajuste real de salários (acima da inflação) de servidores e redução das despesas com cargo em comissão, com corte de pelo menos 10% das despesas com cargos de livre provimento.

O ajuste, mais uma vez, tem como destinatários os trabalhadores e a classe média, já suficientemente penalizados por cortes nos direitos trabalhistas e sociais e com o aumento de tarifas e impostos.

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, avalia que se essas medidas forem aprovadas, o país retoma o crescimento. Mas alguém, em sã consciência, apostaria suas fichas na aprovação da CPMF, neste momento em que a pauta do Congresso está dominada pela discussão do impeachment e pelos desdobramentos da Lava Jato? O embate político paralisou a economia.

Apesar dos fatores externos (como o desaquecimento da economia chinesa, que reduziu suas compras em quase 40%, entre janeiro de 2014 e 2015), o governo errou na condução da política econômica. O país não tem uma política industrial consequente e vem promovendo cortes e mais cortes nas verbas de pesquisa e inovação.

O paí

22 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Enio Verri: Em defesa da democracia conta o golpe

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Enio Verri*

Aos gritos de menos ódio e mais democracia, milhares de brasileiros e brasileiras das mais diversas classes sociais, escolaridade e pertencentes a diferentes movimentos e grupos da sociedade foram às ruas exigir o respeito ao sistema democrático, ao resultado das urnas e as conquistas sociais.

Sem apologia à ditadura militar ou discursos que pregavam quanto pior, melhor, o ato, organizado pela Frente Brasil Popular, representa muito mais do que a defesa de um governo eleito democraticamente. Representa o respeito à democracia e as políticas sociais e econômicas que levaram desenvolvimento a todas as regiões brasileiras.

Em seus cantos, mesmo sob críticas ao monopólio dos meios de comunicação e seletividades de investigação e divulgação de informação, os manifestantes exigiam paz, a união, o combate a corrupção em todas as esferas e o respeito as instituições e a Carta Magna. Um ato pela unidade brasileira.

Sob os riscos da radicalização política e os resquícios do fascismo, ódio seletivo e violência, o povo na rua deve representar não só instituições mais fortes, como também, a maior participação da populaçã

21 de Março de 2016
por admin
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“Lula não está morto”, afirma Delfim Netto; assista ao vídeo

O ex-ministro da Fazenda, professor Delfim Netto, concedeu entrevista ao programa Canal Livre da TV Bandeirantes, exibida na noite deste domingo (20). Como não poderia deixar de ser, Delfim foi questionado e opinou sobre o atual quadro político e econômico do País.

Sobre Lula, o ex-ministro da ditadura opinou que a divulgação dos grampos com conversas do ex-presidente serviram para tentar minar o seu capital político e capacidade de articulação. Para ele, sem a divulgação dos áudios, Lula reverteria o processo de impeachment de Dilma com facilidade.

Mesmo assim, o economista ponderou que, caso o processo de impedimento da presidenta avance, não será “tranquilo” como foi o de Collor. Ele lembrou que Lula e Dilma contam com o apoio da igreja, dos movimentos sociais, dos sindicatos, estudantes… enfim, amplos setores da sociedade. Delfim alertou para o risco de se produzir “um cadáver”.

Delfim também refutou a possibilidade de renúncia da presidenta Dilma, ressaltando seu o caráter e a sua história. “A Dilma não é um biscoito”, completou.

Delfim Netto foi ministro da Fazenda nos governos da ditadura militar, entre os anos de 1967 e 1974, e do Planejamento, entre os anos de 1979 e 1985.

Assista a seguir os principais trechos da entr

21 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Perplexidades com o golpe

“o horror, o horror…”
Joseph Conrad em O Coração das Trevas

Ouça o áudio:


Luiz Cláudio Romanelli*

Os fatos das últimas semanas no país atropelam qualquer senso de racionalidade, e, a política — a arte de servir e prestar o bem às pessoas — pode ficar irremediavelmente comprometida ao ser constantemente criminalizada de forma vil e açodada. É uma quadra triste em que vivemos, e não há luz próxima que possa sinalizar uma solução construída no debate, sem o conflito extremado entre os atores políticos. O “nós contra eles” parece ter vencido esta etapa da vida pública brasileira.

Os que acompanham a minha trajetória e história de vida, sabem que sou otimista, que procuro sempre enxergar os fatos de maneira positiva e que acredito no diálogo como forma de resolução de conflitos, bem como na razão, acima das paixões. Mas confesso que diante de tudo que acontece no país, diante do radicalismo, dos discursos exacerbados das manifestações nas ruas, da atuação do Judiciário, do clima de vale-tudo no Congresso Nacional, o sentimento é de preocupação e perplexidade.

É claro e evidente que todos os mal feitos e os mal feitores, independente de partidos, devem ser punidos de forma exemplar pela Justiça e pelo voto, mas também que a cobrança pela punição não pode empurrar o país ao retrocesso que já foi vencido na luta democrática e nas urnas. Faço minhas as palavras do meu dileto amigo Michele Caputo Neto que diz “roubo, autoritarismo, violência e incompetência têm o mesmo tamanho, seja de direita ou de esquerda. Ética, decência e competênc

3 de Março de 2016
por esmael
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Economia retraiu 3,8% em 2015 devido à crise gerada pela oposição tucana

do Brasil 247

A economia brasileira caiu 3,8% em 2015, ano que foi marcado pela crise política no País. Desde a eleição presidencial, da qual a presidente Dilma Rousseff saiu vitoriosa, o candidato derrotado Aécio Neves (PSDB-MG) protagonizou um movimento para tirar Dilma do poder e assumir a presidência, com a aliança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se tornará réu por corrupção e lavagem de dinheiro pela Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira 3.

Num gesto de vingança, após parlamentares do PT votarem por sua cassação no Conselho de Ética, Cunha aceitou, na Câmara, o pedido de impeachment apresentado pela oposição. Parlamentares liderados por Aécio Neves também atrapalharam votações a fim de impedir que fossem aprovadas medidas do ajuste fiscal, essencial para a recuperação econômica do País. O gesto foi criticado até mesmo por caciques do PSDB, que viram no partido uma tentativa de fazer oposição a qualquer custo, sem pensar no País.

Mais informações na reportagem da Agência Brasil:

IBGE: PIB fecha 2015 com queda de 3,8%

Nielmar de Oliveira – O Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – teve queda de 3,8% em 2015, a maior desde o início da série histórica atual, iniciada em 1996, na série sem ajuste sazonal.

Os dados relativos ao fechamento da economia brasileira no ano passado foram divulgados hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), juntamente com o resultado do PIB do 4º trimestre do ano passado, que fechou com redução de 1,4% na série com ajuste sazonal na comparação com o trimestre anterior. Em valores correntes, o PIB fechou o ano passado em R$ 5,904 trilhões.

A retração da economia em 2015 reflete retrações em praticamente todos os setores da economia, com destaque para Formação Bruta de Capital Fixo (investimento em bens de capital), com queda de 14,1%

Os dados divulgados hoje indicam também quedas significativas na Indústria (6,2% ) e nos serviços (2,7%). O