19 de Fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em Fiep pedem fim da aposentadoria no mesmo dia de paralisação contra reforma da previdência

Fiep pedem fim da aposentadoria no mesmo dia de paralisação contra reforma da previdência

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, defende o fim da aposentadoria para os trabalhadores. A posição do dirigente foi explicitada no mesmo dia em que houve uma paralisação nacional, inclusive em Curitiba, contra a reforma da previdência. Leia mais

5 de outubro de 2017
por esmael
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Luizão, o “prefeito” mais popular do Brasil, agora é do PRB

O ex-prefeito de Pinhais, Luizão Goulart (ex-PT), cujas duas gestões foram consideradas as mais populares do Brasil, nesta sexta-feira (6), vai embarcar na canoa do Partido Republicano Brasileiro (PRB). Ele vai concorrer à Câmara.

29 de setembro de 2017
por esmael
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Fiep faz curso de etiqueta com Glória Kalil, enquanto a indústria padece

Edson Campgnolo (PRB), presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), bem que poderia ser chamado de “Maria Antonieta das Araucárias”, pois, enquanto a indústria padece no estado e no país, fazia nesta quinta-feira (28) um curso de etiqueta com a jornalista e socialite Glória Kalil.

23 de agosto de 2016
por esmael
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Deputado Traiano põe presidente da Fiep para correr da Assembleia; assista ao vídeo

campagnolo_vs_traianoO presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano (PSDB), pôs para correr ontem (22) o presidente da Federação das Indústrias do Paraná, Edson Campagnolo.

18 de julho de 2016
por esmael
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O escravocrata “sistema S” e os R$ 6,9 bilhões de calote do diretor da Fiesp no governo

skaf_fiep_sonegacaoO Estadão, sabe-se por que cargas d’água, deu uma sabugada no empresário Laodse de Abreu Duarte, diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O moço deve a “bagatela” de R$ 6,9 bilhões ao tesouro, segundo a denúncia do jornalão.

7 de Abril de 2016
por esmael
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Agências de propaganda vão à Justiça contra fraude em licitação do Sistema S

O Sindicato das Agências de Propaganda do Paraná (Sinapro) ingressou na Justiça ontem (6), com pedido de suspensão de licitação supostamente fraudulenta, no valor de R$ 4,9 milhões, destinada à contratação de publicidade pelo sistema S — constituído pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Sesi (Serviço Social da Indústria) e Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).

O sistema S licita agência de propaganda para veicular, principalmente, peças contra deputados e senadores que se posicionam contra o golpe ao estado democrático de direto e contra o impeachment da presidente Dilma.

O sistema S é um conjunto de entidades jurídicas de caráter associativo de direito privado, mas, como elas gerem recursos públicos, são “contaminados” pelos princípios do direito público. Ou seja, a Fiep também está sujeita à Lei das Licitações (8.666/93).

Dito isto, o presidente do Sinapro, Elon César Isfer Garcia, na representação judicial contra o sistema S, viu indícios de fraudes que ferem a lei de licitações e que podem causar lesões “irreparáveis” ao interesse público.

Não é comum o Sinapro intervir em processos licitatórios. A entidade das agências de propaganda só entra em campo quando os vícios são escandalosamente flagrantes.

“Requer-se a suspensão imediata do certame para evitar a continuidade de um processo fadado de ilegalidade e inconstitucionalidade causando prejuízo ao erário público e lesivo aos interesses constitucionais dos licitantes”, pediu o Sinapro ao à Justiça, haja vista a previsão de abertura dos envelopes da concorrência para amanhã (8).

O diabo é que o sistema S no geral, e a Fiep, no particular, estão entre aquelas instituições que se dizem lutar contra a corrupção “dos outros”; elas fazem de um pato amarelo, que aliás é roubado, seu símbolo de honestidade.

sistema S é apontado como um dos maiores sonegadores de impostos do país, e, segundo o deputado federal João Arruda (PMDB-PR), o prejuízo ao erário pode ultrapassar R$ 18 bilhões ao ano. O parlamentar propõe a criação de uma CPI para investigar desvios desses recursos que seriam utilizados na especulação do mercado financeiro.

Leia a íntegra da ação do Sinapro:

http://esmaelmorais.com.br/sinapro_vs_fiep.pdf

20 de novembro de 2015
por esmael
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Apesar de Beto Richa, Paraná sobe ao posto de quarta economia do país

campagnolo_richaO presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, não tem dúvidas de que o Paraná ascendeu à posição de quarta maior economia do Brasil graças ao empreendedorismo e esforço contínuo de empresários e trabalhadores do estado.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o estado do Paraná respondeu por 6,3% de todas as riquezas produzidas no país em 2013, superando o resultado do Rio Grande do Sul, com 6,2%.

O presidente da Fiep tem razão no que diz, pois, o governo Beto Richa (PSDB) passou todo esse tempo jogando contra o setor produtivo. O tucano, por exemplo, faz sua profissão de fé a luta pela manutenção do ‘pedágio mais caro do mundo’ nas rodovias paranaenses — o que diminui a competitividade dos produtos locais.

Além do pedágio, Richa joga contra o emprego para os trabalhadores e os negócios para os empresários ao aumentar impostos (tarifaços) e fazer vistas grossas com a existência da “indústria da propina” em órgãos públicos como a Receita Estadual, fatos esses que afugentaram investimentos. A Procuradoria-Geral da República (PGR) investiga se o próprio tucano não se locupletou com o dinheiro desviado na campanha de reeleição.

7 de outubro de 2015
por admin
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Beto Richa, o Rei do Pedágio, terá que engolir o “pedagiômetro” no Paraná

O governador Beto Richa (PSDB), conhecido nas estradas do Paraná como o Rei do Pedágio, perdeu importante round na Assembleia Legislativa, pois o plenário aprovou a contragosto do tucano emenda que cria o “pedagiômetro” nas praças de pedágio.

A proposta do deputado estadual Tercílio Turini (PPS) havia recebido parecer negativo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas, cansados de fazer tanta maldade, os parlamentares resolveram jogar ao menos uma vez com o povo. Por 34 votos favoráveis e 13 contrários, eles aprovaram o “pedagiômetro”. Resta saber se esse lampejo resistirá uma segunda votação…

A proposta original do deputado Tercílio é de 2013, partiu de ideia do presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo; e foi defendida recentemente pelo também deputado Péricles de Mello (PT). Consiste num sistema de monitoramento constante e online dos valores arrecadados pelas concessionárias de pedágio, assim como é o “impostômetro”.

O projeto original recebeu parecer contrário na CCJ e não avançou. Mas Turini aproveitou o Projeto de Lei Complementar n. 19/2015 do governo, que modifica as atribuições e o funcionamento da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados (Agepar), e incluiu uma emenda prevendo, entre as atribuições da Agência, a fiscalização das concessionárias através do “pedagiômetro”.

A emenda determina que sejam instalados nas 27 praças de pedágio do estado um sistema de monitoramento online que permita acompanhar em tempo real o número de veículos que circulam pelas praças, e consequentemente o valor arrecadados pelas empresas.

O deputado considerou a votação de ontem foi histórica, pois o governo não tem controle efetivo de quanto as concessionárias faturam realmente.

“Hoje o governo está se movimentando para renovar as concessões de pedágio faltando só seis anos para o final, que sou contra; isso sem contar que existe a intenção de abir novos editais para privatizar as rodovias estaduais. Não é possível continuar com esse sistema sem transparência”, concluiu o deputado.

Agora a emenda segue junto com o projeto para apreciação de mérito no plenário da Alep.

1 de outubro de 2015
por esmael
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Fiep-Paraná Pesquisas: 73% dos eleitores reprovam Beto Richa

O governo Beto Richa (PSDB) é desaprovado por 73% dos eleitores, segundo levantamento da Paraná Pesquisas encomendado pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep).

A sondagem Fiep-Paraná Pesquisas, realizada entre os dias 22 e 27 de setembro, entrevistou 2.515 pessoas de todas as regiões do estado e tem uma margem de erro de dois pontos percentuais.

A presidenta Dilma Rousseff (PT) também não está bem na “fotografia”, de acordo com o instituto, pois 88% dos eleitores paranaenses desaprovam a administração da petista.

O presidente da Fiep, Edson Campagnolo, comentou os números da Paraná Pesquisas:

“A atual crise econômica e os ajustes ficais feitos pelos dois governos, baseados em aumento de impostos, penalizando o setor produtivo e toda a população, certamente contribuem para esses altos índices de desaprovação”, disse o empresário.<

24 de setembro de 2015
por esmael
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Empresários e trabalhadores se unem contra o ‘CU’ do governador Beto Richa

O governador Beto Richa (PSDB) está tão isolado, mas tão isolado, que até adversários históricos se unem contra o mal maior, isto é, o ‘pacote de maldades’ em tramitação na Assembleia Legislativa do Paraná. São 14 itens que visam engordar o Caixa Único (CU) por meio de aumento de impostos e taxas.

É óbvio que essa unidade entre capital e trabalho é tácita, não combinada, portanto, solidifica a impressão de que o tucano já não serve mais a nenhum dos polos. Ou seja, o governador constitui-se hoje em entrave concreto para o desenvolvimento da economia do estado. Não é à toa que 80% dos eleitores paranaenses o reprovam, segundo a Paraná Pesquisas.

Na segunda-feira (28), o k-suco voltará a ferver na Assembleia. É possível que o ônus do reforço ao CU do governo Richa recaia sobre a “bancada do camburão”, composta pelos 31 deputados que só dizem amém às ordens Palácio Iguaçu.

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, em protesto contra o desserviço do parlamento estadual, levantou a bandeira da redução dos salários dos deputados. A ideia ganha força nas redes sociais, a exemplo do que ocorre em relação às câmaras municipais.

Sindicatos ligados a Ce

24 de setembro de 2015
por admin
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João Arruda: Respeitem o Campagnolo!

João Arruda*

O exercício da democracia pressupõe o respeito ao contraditório, ou seja: todo cidadão tem o direito de dizer quando não concorda com alguma coisa. É dessa forma que eu analiso o discurso do presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, ao tomar posse para um novo mandato à frente da entidade.

Entre outras observações, Campagnolo criticou o pacotaço do governo Beto Richa (PSDB) e os salários dos deputados estaduais. Como já fez, anteriormente, ao condenar as altas tarifas do pedágio. O empresário recebe, agora, ataques duros dos aliados do governador, talvez porque os áulicos do Palácio Iguaçu não estejam afeitos ao contraditório nem a entidades livres, desvinculadas da máquina do estado.

O governo Beto Richa parece se ressentir disso, da independência de algumas lideranças do setor produtivo, uma vez que já perdeu completamente o apoio dos trabalhadores, especialmente depois da repressão aos professores no fatídico 29 de abril, um episódio que entrou para a história da infâmia do Paraná.

No fim de seu discurso, o presidente da Fiep sugeriu o impeachment da presidente Dilma Roussef. Discordo dele, até porque não há base legal para o afastamento da presidente. Aliás, não defendo nem o impeachment do atual governador, sobre o qual recaem suspeitas de um esquema de caixa 2 via Receita Estadual. O ponto é: Campagnolo tem direito de dizer o que pensa.

Discordar pontualmente do empresário não significa que eu vá cercear seu direito de se expressar, o que a forte reação palaciana tenta fazer. Uma discussão de alto nível não precisa ser tão agressiva assim. No debate sobre a elevação do teto do Simples, por exemplo, tivemos divergências, mas o empresário jamais me impediu de emitir o meu juízo de valor a seus colegas de Fiep. É disso que se trata: democracia.

Podemos discutir se o tom do presidente da Fiep foi adequado. Verdade. Da mesma forma, também é possível chamar de indelicado quem mente sobre a situação financeira do estado, quem tira dinheiro de prefeituras em plena crise econômica, quem ousa propor a venda da Copel e da Sanepar para cobrir rombo nas contas públicas.

O fato é que Ca

22 de setembro de 2015
por admin
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Assembleia condena campanha da Fiep pela redução de salário dos deputados; assista ao vídeo

alepfiep

Os deputados estaduais Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), líder do governo, e Ademar Traiano (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, reagiram às declarações do presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, em seu discurso do posse na sexta-feira (18) para mais um mandato na entidade.

O líder do governo citou a fala do presidente da Fiep em que o industrial opinou pela redução dos subsídios e verbas de gabinete dos deputados estaduais.

Em retaliação, Traiano quase aprovou nesta terça-feira (22) um pedido de “esclarecimento” de onde “provém a verba de representação” do presidente da Fiep. A proposta do tucano gerou bate-boca no plenário, mas acabou virando um “expediente” da mesa executiva.

Romanelli reiterou ontem à tarde na tribuna o que dissera em sua coluna pela manhã, aqui no Blog do Esmael, criticando a postura de Campagnolo que terminou seu discurso com um inusitado pedido e brado: “vá pra casa, Dilma!”. Segundo Romanelli, não seria essa a postura adequada ao líder das indústrias do Paraná.

21 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: “Fica Dilma, não vá pra casa!”

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Luiz Cláudio Romanelli*

“Eu vejo o futuro repetir o passado,
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para”
Cazuza

Participei na última sexta-feira (18), da posse do Edson Campagnolo, reeleito presidente da Fiep – a Federação das Indústrias do Paraná -, a quem agradeço o gentil convite. O que vi lá, entretanto, me leva a essa reflexão: há quatro anos, neste mesmo evento, a então ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), quase recebeu um “cetro de princesa”, tal foram os mimos e deferências a ela oferecidos.

Neste ano, para minha surpresa, a posse do presidente da Fiep transformou-se num ato contra os governos da presidente Dilma (PT) e do governador Beto Richa (PSDB). Campagnolo terminou sua fala com um inusitado pedido e brado: “vá pra casa Dilma!”. ‎

Se não estivéssemos na presença de homens e mulheres influentes e, presume-se, bem informados, dir-se-ia que foi um ato de voluntarismo de um diretório acadêmico. Não era o caso.

Ocupou o lugar da senadora, o senador Álvaro Dias, aliás, ressalte-se aqui a coerência com a posição que ocupa como líder da oposição no Senado.

Mas o que leva a uma postura tão distinta e tão surpreendente do dirigente da entidade máxima da indústria paranaense? O que deu lugar ao seu conhecido otimismo? Será que é mais fácil e cômodo simplesmente criticar em vez de adotar uma atitude colaborativa para superarmos os entraves e retomar o diálogo na busca novamente do crescimento econômico?

Ao final, também fez críticas ao novo pacote anticrise lançado pelo governador Beto Richa. Por certo não tem acompanhado o conjunto de medidas que tem sido adotado e nem leu o projeto de lei em trâmite na Assembleia Legislativa.

Muito menos ouviu a fala bem articulada do chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, que explicou a lógica da criação do Fundo de Combate à Pobreza e o princípio do ITCMD progressivo, que diminui a conta para 96% dos contribuintes e aumenta para os 4% mais ricos, detalhando ainda, as outras 16 medidas anticíclicas que beneficiam e estimulam a atividade econômica no Estado, sem ampliar a carga tributária em um único centavo.

Durante os últimos anos, a Fiep liderou diversas missões em apoio às iniciativas do governo brasileiro em expandir os negócios das empresas para além mar e também no continente. Aliás, já há muito tempo Campagnolo tem sido um entusiasta da industrialização – do Paraguai.

De repente as pessoas, como numa decisão de campeonato de futebol, passaram a torcer com a paixão típica de torcedores. Politizados mesmos, alguns mais, a maioria menos. É o chamado “efeito man

17 de setembro de 2015
por esmael
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Contra ditadura do pedágio e privatizações, Fiep reempossa Campagnolo nesta sexta

campagnolo_fiepA Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em tempos de ditadura do pedágio, reempossa nesta sexta-feira (18), em Curitiba, o empresário Edson Campagnolo para dirigir a entidade até 2019. Leia mais

2 de setembro de 2015
por esmael
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“Leitão Vesgo” defende aumento de impostos. O que a Fiep acha disso?

campagnolo_barros_reqO deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), relator da proposta de orçamento de 2016, em entrevista ao jornal Estadão de S. Paulo, nesta quarta-feira (2), defendeu o aumento de impostos para cobrir o déficit nas contas do governo federal. Leia mais

17 de julho de 2015
por esmael
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Entidades do G7 devolvem a Beto Richa batata quente da prorrogação do ‘pedágio mais caro do mundo’

campagnolo_pedagio_richaAs entidades do setor produtivo que compõem o G7 — Fiep, Faep, Fecomercio, Faciap, Fetranspar, Fecoopar e ACP — emitiram nota de esclarecimento, nesta sexta-feira (17), negando que tenham passado uma procuração para o governador Beto Richa (PSDB) discutir em nome delas a prorrogação dos contratos de pedágio nas rodovias do Paraná até 2050.

Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, porta-voz das agremiações empresariais, não há consenso no G7 sobre o tema.

“Por conta dessa ausência de consenso, não devem ser emitidas opiniões ou informações que deem a entender que se tratam de posicionamentos de todo o grupo”, desautorizou o presidente da Fiep, que também coordena o G7.

Na quarta-feira, Richa deixou o G7 e integrantes do governo com a broxa na mão ao dizer que “ninguém estava tratando do assunto”. No entanto, o chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), e a vice-governadora Cida Borghetti (PROS), até foram a Brasília justamente para discutir a prorrogação do ‘pedágio mais caro do mundo’ levando, inclusive, algumas entidades do grupo a tiracolo.

A posição dúbia do governador teria irritado o deputado federal Ricardo Barros (PP), marido da vice-governadora, que estava à frente das negociações no Ministério dos Transportes.

Desde o princípio, a Fiep e a Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) se posicionaram contrárias à continuidade do pedágio.

O documento de Campagnolo é importante porque ajuda afastar a nuvem negra sobre esse tema, pois em qualquer lugar no mundo entidade de classe que joga contra os interesses dos associados seria defenestrada.

Pedágio é contraproducente para dizer o mínimo. Faz os produtos paranaenses perderem competitividade perante os de fora. Só é bom para quem faz lobby e nada produz.

A seguir, leia a íntegra da nota reparadora do G7:

10 de julho de 2015
por esmael
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Bancada federal e Fiep formam frente contra pedágio mais caro do mundo

antipedagio_prO deputado federal João Arruda (PMDB), coordenador da bancada paranaense, em nota, afirmou nesta sexta-feira (10) que a prorrogação dos contratos do pedágio é uma armadilha contra os usuários das rodovias no estado. Leia mais