Requião x Ratinho x Bolsonaro: o confronto do século na política do Paraná

Em nota, deputado afirma que Kátia Abreu ‘mente’ sobre Carne Fraca

O deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), em nota, afirmou nesta quarta-feira (22) que a ex-ministra e senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) mentiu ao dizer que ele pressionou pela indicação do ex-superintendente da Agricultura no Paraná, Daniel Gonçalves, preso pela Operação Carne Fraca.

Pupilo de ex-governador Pessuti dá no queixo do tucano Beto Richa

sergio_pessuti_richaO deputado federal Sérgio Souza (PMDB), pupilo do ex-governador Orlando Pessuti, atual diretor do BRDE, em entrevista à Veja, deu um cruzado de direita no queixo do governador Beto Richa (PSDB) ao discorrer sobre os motivos de o tucano ter caído em desgraça.

Segundo o parlamentar peemedebista, aumento de IPVA e ICMS, massacre dos professores, além da criação da bancada do camburão, motivaram o título de pior governador do país — de acordo com levantamento da Paraná Pesquisas.

Requião denuncia: ‘Querem colocar o PMDB dentro de um camburão’

PMDB antecipa convenção para o próximo dia 24 de outubro; Requião denuncia tentativa de Richa colocar partido "dentro de um camburão".
PMDB antecipa convenção para o próximo dia 24 de outubro; Requião denuncia tentativa de Richa colocar partido “dentro de um camburão”.
O senador Roberto Requião, candidato à presidência do PMDB do Paraná, denunciou nesta terça-feira (6) que o governador Beto Richa (PSDB) estaria tentando colocar o partido “dentro de um camburão”.

A alegoria do senador tem a ver com a carona que deputados da base governista foram obrigados a pegar para aprovar o confisco da previdência enquanto professores eram surrados no Centro Cívico. Por causa disso, os parlamentares ficaram conhecidos como integrantes da “Bancada do Camburão”.

Deputado Sérgio Souza vai relatar CPI dos bilionários Fundos de Pensão

com informações da Agência Câmara

sergio_fundosO deputado Sérgio Souza (PMDB-PR) foi escolhido relator da da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão, que deve investigar indícios de aplicação incorreta de recursos e de manipulação na gestão em fundos de previdência complementar de funcionários de estatais e de servidores públicos no período entre 2003 e 2015.

A presidência da CPI ficou com o deputado Efraim Filho (DEM-PB), eleito em reunião da comissão encerrada há pouco.

“A grande novidade desta CPI é que não há uma investigação paralela”, disse Efraim, em alusão à CPI da Petrobras, que acontece em paralelo à Operação Lava Jato, da Polícia Federal, sobre desvio de recursos da Petrobras.

O relator Sérgio Souza falou que o trabalho da comissão poderá ir além da investigação dos fundos de pensão da Petrobras (Petros), dos Correios (Postalis), da Caixa Econômica Federal (Funcef) e do Banco do Brasil (Previ). “Nós não podemos nos restringir a esses fundos. O Parlamento tem obrigação de fiscalização. Se tiver indícios em outros fundos com certeza vamos avançar”, disse.

PMDB de Curitiba elegeu 8 delegados pela candidatura própria contra 4 pela aliança com Richa!, diz Anibelinho

Sérgio Souza quer reaver ao Paraná R$ 36 bi de ICMS sobre energia de 1989

Quando deputado constituinte, em 1988, José Serra (PSDB) liderou lobby pela aprovação de lei estabelecendo cobrança de ICMS de energia no consumo; desde 1989, quando a Lei Serra entrou em vigor, estados produtores vêm amargando prejuízos; Paraná já perdeu cerca de R$ 36 bilhões, ou R$ 1,5 bi anualmente; substitutivo de Sérgio Souza à  Proposta de Emenda à  Constituição (PEC) n!º 30/12 altera essa lógica perversa; estranhamente, nesta quinta (19), o governador Beto Richa (PSDB) vai homenagear o correligionário de ninho paulista José Serra com a medalha Ordem do Pinheiro!, criada em 1972; que fazer?
Quando deputado constituinte, em 1988, José Serra (PSDB) liderou lobby pela aprovação de lei estabelecendo cobrança de ICMS de energia no consumo; desde 1989, quando a Lei Serra entrou em vigor, estados produtores vêm amargando prejuízos; Paraná já perdeu cerca de R$ 36 bilhões, ou R$ 1,5 bi anualmente; substitutivo de Sérgio Souza à  Proposta de Emenda à  Constituição (PEC) n!º 30/12 altera essa lógica perversa; estranhamente, nesta quinta (19), o governador Beto Richa (PSDB) vai homenagear o correligionário de ninho paulista José Serra com a medalha Ordem do Pinheiro!, criada em 1972; que fazer?
O senador Sérgio Souza (PMDB-PR) apresentou um substitutivo à  Proposta de Emenda à  Constituição (PEC) n!º 30/12 alterando a Constituição Federal de 1988, que proíbe estados produtores de petróleo e energia elétrica cobrem ICMS na fonte. O Paraná, com a usina de Itaipu e outras fontes, deixa de ganhar R$ 1,5 bi anualmente diante dessa exigência. Desde 1989, quando a Lei Serra entrou em vigor, o estado tem prejuízo acumulado de R$ 36 bilhões.

Na Constituinte de 1988, o então deputado José Serra (PSDB-SP) fez lobby para mudar a legislação que dispõe sobre a cobrança do ICMS sobre energia elétrica, petróleo e gás natural. A medida aprovada à  época beneficia somente o estado de São Paulo, maior consumidor em detrimento do segundo maior produtor de energia do país: o Paraná. à‰ nessa lógica perversa que Sérgio Souza quer mexer agora.

Para alterar a legislação, o parlamentar paranaense sugeriu que a medida seja estendida a todas as outras unidades da Federação e inclua também as operações com petróleo. A matéria está na pauta de amanhã da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Em seguida, será encaminhada ao Plenário.

Sérgio Souza: “Pedágio no Paraná é o mais caro do mundo”; assista

Em discurso no plenário do Senado, Sérgio Souza, denunciou que o Paraná tem o pedágio mais caro do mundo; senador quer que a Casa entre na discussão da readequação das tarifas no estado, haja vista que as rodovias pedagiadas são concessões federais; parlamentar compara os pedágios de Dilma com os de Richa e alerta que os novos reajustes autorizados pelo governador tucano, esta semana, impactará no "Custo Brasil"; assista ao vídeo.
Em discurso no plenário do Senado, Sérgio Souza, denunciou que o Paraná tem o pedágio mais caro do mundo; senador quer que a Casa entre na discussão da readequação das tarifas no estado, haja vista que as rodovias pedagiadas são concessões federais; parlamentar compara os pedágios de Dilma com os de Richa e alerta que os novos reajustes autorizados pelo governador tucano, esta semana, impactará no “Custo Brasil”; assista ao vídeo.
O imbróglio do preço do pedágio nas rodovias do Paraná chegou esta semana ao Senado da República em forma de denúncia feita da tribuna pelo senador Sérgio Souza (PMDB). Segundo o parlamentar, a tarifa no estado é a mais cara do mundo. Ele chamou atenção para a possibilidade de aumento do chamado “Custo Brasil” devido aos caros pedágios cobrados no país.

Nós temos que tomar um cuidado muito grande com relação ao aumento do custo Brasil. Não sou contra o pedágio; de maneira alguma; sou contra o pedágio absurdo, abusivo, como é em muitas regiões deste país, a exemplo do estado do Paraná!, afirmou.

Assista ao vídeo:

De acordo com o senador, o Paraná tem 27 praças de pedágio, com preço médio de R$ 10 e distância média de um pedágio ao outro de 50 quilômetros.

Chego à  conclusão de que o Paraná tem um dos pedágios mais caros do mundo. Dez reais a cada cinquenta quilômetros, em rodovia simples, na sua grande maioria? à‰ o pedágio instalado no Paraná na década de 90, que teremos que suportar pelo menos mais dez anos!, disse.

Senado aprova texto-base da PEC do Voto Aberto em segundo turno

da Agência Brasil

Texto do senador Sérgio Souza (PMDB-PR) foi aprovado esta noite, em votação de segundo turno; Senado deverá concluir destaques ainda hoje.
Texto do senador Sérgio Souza (PMDB-PR) foi aprovado esta noite, em votação de segundo turno; Senado deverá concluir destaques ainda hoje.
O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, o texto-base da Proposta de Emenda à  Constituição 43/2013, conhecida como PEC do Voto Aberto. O texto estabelece que os votos dos parlamentares sobre processos de cassação de mandato e vetos presidenciais serão públicos, e não mais secretos como atualmente.

A partir de agora os senadores vão analisar os destaques para emendas que propõem mudanças a esse texto. A maioria dos destaques é destinada a ampliar o escopo de votações que deverão ser públicas. Se forem aprovadas as emendas, os votos dos parlamentares também podem passar a ser abertos em casos de indicações de autoridades e eleições das mesas diretoras da Câmara e do Senado.

O voto mascarado não cabe mais no Legislativo!, diz Sérgio Souza

O voto mascarado não cabe mais no Legislativo!, declarou o senador Sérgio Souza (PMDB-PR), relator da PEC, cujo texto prevê o voto aberto amplo e irrestrito no Senado e na Câmara dos Deputados; projeto aprovado ontem à  noite em primeiro turno, com 54 votos a favor contra 10 contrários, atinge também as assembleias legislativas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal e as câmaras de vereadores.
O voto mascarado não cabe mais no Legislativo!, declarou o senador Sérgio Souza (PMDB-PR), relator da PEC, cujo texto prevê o voto aberto amplo e irrestrito no Senado e na Câmara dos Deputados; projeto aprovado ontem à  noite em primeiro turno, com 54 votos a favor contra 10 contrários, atinge também as assembleias legislativas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal e as câmaras de vereadores.
O senador Sérgio Souza (PMDB-PR), relator da PEC do Voto Aberto, comemorou a aprovação do texto que dá fim a todas as hipóteses de deliberações secretas no âmbito do Poder Legislativo. A primeira etapa de votações foi vencida na noite desta quarta-feira (13).

A PEC foi aprovada em primeiro turno com 54 votos a favor contra 10 contrários e uma abstenção. O texto, que não teve alterações segue agora para o segundo turno de votação em nova sessão plenária, na semana que vem.

O voto mascarado não cabe mais no Legislativo!, declarou o senador paranaense, cujo texto prevê o voto aberto amplo e irrestrito no Senado e na Câmara dos Deputados. Atinge também as assembleias legislativas, a Câmara Legislativa do Distrito Federal e as câmaras de vereadores.

Campagnolo parabeniza Sérgio Souza pela aprovação do voto aberto na CCJ do Senado

Edson Campagnolo elogia decisão da CCJ do Senado de acabar com voto secreto no Legislativo; em particular, o empresário parabenizou o senador Sérgio Souza, autor do relatório aprovado; presidente da poderosa Fiep considera que poderia ter sido diferente o resultado da última eleição, na Assembleia Legislativa do Paraná, para definição do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, realizada em julho; Se uma nova eleição acontecer com voto aberto, tenho certeza que teremos surpresas!, disse.
Edson Campagnolo elogia decisão da CCJ do Senado de acabar com voto secreto no Legislativo; em particular, o empresário parabenizou o senador Sérgio Souza, autor do relatório aprovado; presidente da poderosa Fiep considera que poderia ter sido diferente o resultado da última eleição, na Assembleia Legislativa do Paraná, para definição do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, realizada em julho; Se uma nova eleição acontecer com voto aberto, tenho certeza que teremos surpresas!, disse.
O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, nesta sexta (25), elogiou o parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça do Senado à  Proposta de Emenda à  Constituição (PEC) que acaba com o voto secreto nas decisões do Poder Legislativo. A matéria ainda precisa passar por votação no plenário do Senado, mas Campagnolo considera a aprovação na CCJ uma vitória para a sociedade brasileira.

Os parlamentares são eleitos para representar o povo e precisam mostrar a cara nas votações, deixando claras quais são suas decisões nos mais diferentes temas, por mais espinhosos que sejam!, disse o presidente do Sistema Fiep. à‰ direito dos eleitores, por quem os parlamentares foram colocados em suas funções, conhecer o posicionamento de seus representantes!, acrescentou.

Ele parabenizou ainda o senador paranaense Sérgio Souza (PMDB) por sua atuação no processo de apreciação da PEC na CCJ. Na sessão da última quarta-feira (23), os senadores apoiaram o voto apresentado na semana passada por Souza, relator da matéria e defensor da posição de acabar com quaisquer votações secretas no Congresso e nos demais poderes Legislativos.

CCJ do Senado aprova voto aberto para decisões do Legislativo em todas as instâncias

da Agência Brasil

Sergio Souza (PMDB-PR) conseguiu aprovar, nesta quarta (23), na CCJ do Senado, por unanimidade, relatório da PEC do voto aberto nas decisões do Legislativo em todas as instâncias; já aprovada pela Câmara dos Deputados, a PEC agora precisa ser votada em dois turnos pelo plenário do Senado; Até Roberto Requião (PMDB-PR) concordou com o texto final apresentado pelo conterrâneo e correligionário: As ruas estão a exigir transparência do Congresso Nacional. Voto aberto em tudo. Mandatário não pode esconder o seu voto do mandante. Neste momento, há sim um clima para estabelecermos a transparência!.
Sergio Souza (PMDB-PR) conseguiu aprovar, nesta quarta (23), na CCJ do Senado, por unanimidade, relatório da PEC do voto aberto nas decisões do Legislativo em todas as instâncias; já aprovada pela Câmara dos Deputados, a PEC agora precisa ser votada em dois turnos pelo plenário do Senado; Até Roberto Requião (PMDB-PR) concordou com o texto final apresentado pelo conterrâneo e correligionário: As ruas estão a exigir transparência do Congresso Nacional. Voto aberto em tudo. Mandatário não pode esconder o seu voto do mandante. Neste momento, há sim um clima para estabelecermos a transparência!.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou há pouco a Proposta de Emenda à  Constituição (PEC) 43 de 2010 que estabelece voto aberto para todas as deliberações e instâncias do Legislativo nos âmbitos federal, estaduais e municipais. A comissão rejeitou dois destaques para manter o voto secreto em casos de análise de veto e apreciação de indicação de autoridades. Agora, a proposta segue para análise do plenário.

Depois de vários adiamentos, o relatório do senador Sérgio Souza (PMDB-PR) foi aprovado por unanimidade após quase três horas de debate. Autor de um dos destaques para restringir o voto aberto, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), sustentou que o mecanismo em todas as deliberações pode acarretar em perseguições.