18 de fevereiro de 2018
por esmael
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Folha chocada com salário de R$ 100 mil no BNDES, mas no Paraná tem secretário ganhando R$ 110 mil por mês

Bobagem da Folha pegar no pé dos diretores do BNDES, que, em média, ganham R$ 105 mil por mês. O jornalão deveria olhar, também, os supersalários que o governo Beto Richa (PSDB) paga aos secretários no Paraná. Tem um deles, Mauro Ricardo Costa, da Fazenda, que tem o contracheque mensal de R$ 110 mil. ... 

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2 de janeiro de 2018
por esmael
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Governo do Paraná confirma redução nos salários dos professores PSS

O governo Beto Richa (PSDB) confirmou nesta terça-feira (2), com redução de 13,35% nos salários, a contratação de professores pelo Processo Seletivo Simplificado (PSS).  ... 

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20 de novembro de 2017
por esmael
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Capitão-do-mato de Richa Beto bate-boca com professores temporários no Paraná

O secretário da Casa Civil do Paraná, deputado Valdir Rossoni (PSDB), conhecido como “capitão-do-mato” do governador Beto Richa (PSDB), bateu boca com professores neste domingo (19) durante “live” no Facebook. Leia mais

18 de agosto de 2017
por esmael
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Requião quer político e juiz ganhando igual a professor; leia o relatório do projeto

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) deu parecer favorável nesta sexta-feira (18) ao Projeto de Decreto Legislativo, do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que reduz aos valores de 2014 os atuais salários de deputados federais e senadores. Leia mais

21 de julho de 2016
por esmael
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Governo estuda quebrar sindicatos para facilitar retirada de direitos dos trabalhadores

trabalhadores_fora_temerAntevendo dificuldades para tirar direitos trabalhistas, o governo golpista de Michel Temer (PMDB) planeja, antes, quebrar a espinha dorsal da resistência à retirada de direitos dos trabalhadores: os sindicatos, as federações, as confederações e as centrais sindicais. Leia mais

24 de setembro de 2015
por admin
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João Arruda: Respeitem o Campagnolo!

João Arruda*

O exercício da democracia pressupõe o respeito ao contraditório, ou seja: todo cidadão tem o direito de dizer quando não concorda com alguma coisa. É dessa forma que eu analiso o discurso do presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, ao tomar posse para um novo mandato à frente da entidade.

Entre outras observações, Campagnolo criticou o pacotaço do governo Beto Richa (PSDB) e os salários dos deputados estaduais. Como já fez, anteriormente, ao condenar as altas tarifas do pedágio. O empresário recebe, agora, ataques duros dos aliados do governador, talvez porque os áulicos do Palácio Iguaçu não estejam afeitos ao contraditório nem a entidades livres, desvinculadas da máquina do estado.

O governo Beto Richa parece se ressentir disso, da independência de algumas lideranças do setor produtivo, uma vez que já perdeu completamente o apoio dos trabalhadores, especialmente depois da repressão aos professores no fatídico 29 de abril, um episódio que entrou para a história da infâmia do Paraná.

No fim de seu discurso, o presidente da Fiep sugeriu o impeachment da presidente Dilma Roussef. Discordo dele, até porque não há base legal para o afastamento da presidente. Aliás, não defendo nem o impeachment do atual governador, sobre o qual recaem suspeitas de um esquema de caixa 2 via Receita Estadual. O ponto é: Campagnolo tem direito de dizer o que pensa.

Discordar pontualmente do empresário não significa que eu vá cercear seu direito de se expressar, o que a forte reação palaciana tenta fazer. Uma discussão de alto nível não precisa ser tão agressiva assim. No debate sobre a elevação do teto do Simples, por exemplo, tivemos divergências, mas o empresário jamais me impediu de emitir o meu juízo de valor a seus colegas de Fiep. É disso que se trata: democracia.

Podemos discutir se o tom do presidente da Fiep foi adequado. Verdade. Da mesma forma, também é possível chamar de indelicado quem mente sobre a situação financeira do estado, quem tira dinheiro de prefeituras em plena crise econômica, quem ousa propor a venda da Copel e da Sanepar para cobrir rombo nas contas públicas.

O fato é que Campagnolo foi corajoso. Poderia ter contemporizado para agradar a todos. Preferiu a sinceridade. E ela, como sabemos, dói.

*João Arruda é deputado federal pelo PMDB e coordena a bancada federal do Paraná. 

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21 de julho de 2015
por esmael
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Onda contrária a aumentos nos salários e número de vereadores se espalha pelo Paraná

vereadores

A mobilização popular que forçou os vereadores de Santo Antônio da Platina, Norte Pioneiro, a desistirem de um gordo reajuste nos próprios salários para um valor próximo do mínimo (R$ 970,00) e ainda recuarem do aumento do número de cadeiras na casa de 9 para 13 está influenciando outros municípios do Paraná.

A reviravolta acabou dando espaço a uma nova liderança. A comerciante Adriana Lemes de Oliveira virou celebridade nacional ao questionar os vereadores sobre a imoralidade do aumento de 100% nos salários e do número de cadeiras.

Um vídeo mostrando a discussão da empresária com vereadores viralizou na internet e ela é a nova liderança política da cidade. Adriana poderá disputar a prefeitura com o atual mandatário Pedro Claro (DEM).

Em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, os vereadores estão discutindo reduzir o número de vagas na Câmara Municipal. Atualmente, a cidade tem 23 vereadores. Há propostas de redução para 19, 15 e até nove cadeiras. Em Fazenda Rio Grande e Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, os prefeitos vetaram reajustes nos salários aprovados pelos vereadores.

Vereadores de Cornélio Procópio, Ibaiti e Siqueira Campos, todas no Norte Pioneiro, também desistiram de tentar aumentar os próprios salários. Na contramão ficaram Araucária e Jacarezinho, que mesmo com a pressão popular, aumentaram o número de vereadores. A primeira passa de 11 para 15 e a segunda de 9 para 13 edis. Leia mais

6 de julho de 2015
por esmael
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Centrais sindicais vão “afrouxar a tanga” para a redução da jornada com redução do salário?

dilma_jornadaOs trabalhadores estão prestes a pagar mais uma conta do ajuste fiscal do governo Dilma Rousseff (PT), pois, nesta segunda-feira (6), uma Medida Provisória (MP) criou o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que vai permitir a redução temporária da jornada de trabalho e de salário em até 30%.

O governo se curva mais um pouco e recua de conquistas da classe laboral brasileira ao fazer-se coveiro das leis trabalhistas originadas na era Vargas — o Getúlio, que fique claro.

A redução da jornada pode e deve acontecer, mas não a redução do salário. Se isso vier ocorrer representará mais um retrocesso em tempos de golpismo.

Dilma precisa de aliados nesse inverno rigoroso, mas essa MP poderá isolá-la ainda mais, mesmo que a intenção seja a preservação de empregos. Ela deveria se mirar no exemplo de Atenas.

Pode-se e deve-se proteger posto de trabalho, mas sem reduzir ganho. É a velha bandeira das centrais sindicais (ou elas afrouxaram a tanga?).

A MP tem força de lei, no entanto, a proposta será analisada e precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional – aquele mesmo do Eduardo Cunha, que aprovou a terceirização e a redução da maioridade penal. Leia mais