19 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Fiep pedem fim da aposentadoria no mesmo dia de paralisação contra reforma da previdência

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, defende o fim da aposentadoria para os trabalhadores. A posição do dirigente foi explicitada no mesmo dia em que houve uma paralisação nacional, inclusive em Curitiba, contra a reforma da previdência. Leia mais

17 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Só a intervenção do PT salva o Rio

Já ficou claro que a intervenção militar no Rio de Janeiro, decretada por Michel Temer, nesta sexta (16), é pura pirotecnia política para que ele possa se safar nas eleições deste ano, isto é, se elas ocorrerem em outubro. [Sim, o Vampiro Neoliberalista é candidato à reeleição]. Somente uma intervenção do PT salvaria o Rio e, extensivamente, o Rio Grande do Sul. Leia mais

16 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Com ajuda da Globo, Temer engoliu Bolsonaro e Huck com a mesma intervenção no Rio

Michel Temer, o Vampiro Neoliberalista, engoliu com a mesma intervenção no Rio o apresentador Luciano Huck e o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ). Tudo com a providencial ajuda da Globo. Leia mais

14 de Fevereiro de 2018
por esmael
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O judiciário está nu!

“Toda nudez será castigada”, premonizou certa feita o dramaturgo e jornalista Nelson Rodrigues. De repente, não mais que de repente, não é que o judiciário ‘ficou nu’ e precisa se explicar à opinião pública –ou seria opinião publicada? — sobre privilégios e prebendas? Leia mais

8 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Requião propõe reforma do judiciário para conter abusos de autoridade

O senador Roberto Requião (MDB-PR) propôs uma ampla reforma no poder judiciário brasileiro para conter o abuso de poder. “Precisamos fazer uma limpeza nas instituições. Essas limpezas não as depreciam. Pelo contrário. As valorizam”, afirmou nesta quinta (8) durante uma entrevista sobre a disputa pelo governo do Paraná. Leia mais

18 de Janeiro de 2018
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“Só um governo legítimo pode fazer País voltar a crescer”, diz presidente da UGT

O presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, avalia que só um governo legítimo, eleito pelo voto popular e comprometido com a Nação, poderá recolocar o Brasil nos trilhos do crescimento, do emprego e da inclusão social. “E para que haja avanços é preciso fazer também ampla renovação no Congresso Nacional”. Leia mais

24 de Abril de 2017
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Gleisi Hoffmann: Compromisso com o Brasil e com o povo brasileiro

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirma em sua coluna desta segunda-feira (24) que o golpe está servindo para vender e destruir o Brasil. No entanto, frisa ela, Lula e PT são as saídas democráticas para a crise, de acordo com pesquisa do Vox Populi. A colunista também critica a Lava Jato, que, segundo ela, está mais preocupada em fazer a opinião pública condenar o partido e o ex-presidente do que buscar a verdade dos fatos. É nesse contexto que Gleisi convoca para hoje, das 10h às 19h30, em Brasília, um seminário com a presença de Lula, visando discutir medidas emergenciais para recuperar a economia, o emprego e a renda do povo brasileiro.

25 de agosto de 2016
por esmael
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Metalúrgicos para Temer: “Não vamos pagar a conta de quem entrou pela porta dos fundos”

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, Sérgio Butka, após reunião nas montadoras Renault, Volkswagen e Volvo, anunciou nesta quinta (25) o veredicto dos trabalhadores sobre o golpista Michel Temer (PMDB):

16 de agosto de 2016
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Construir a greve geral dos trabalhadores contra o golpe de Temer

milton_greveAs entidades sindicais realizam nesta terça (16) mobilizações que visam proteger emprego e garantir direitos dos trabalhadores. É neste contexto que o ativista social Milton Alves, em artigo especial, afirma que é momento de construir a greve geral contra o golpe do interino Michel Temer (PMDB). Ele recorda que o último movimento paredista nacional ocorreu em março de 1989.

14 de agosto de 2016
por esmael
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Carlos Lessa denuncia hoje, em Curitiba, que Michel Temer quer privatizar o Brasil

requiao_lessa_circoO economista Carlos Lessa participará neste domingo (14), às 18 horas, do Circo da Democracia, em Curitiba, onde ele vai denunciar o desvio do papel do BNDES em tempos de golpe de Estado. Segundo ele, o interino Michel Temer quer utilizar o banco de desenvolvimento e fomento para fazer corretagem na venda de ativos de estatais.

20 de junho de 2016
por esmael
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Luiz Claudio Romanelli: Bilhões recuperados são irrelevantes diante do caos econômico provocado pela operação Lava Jato

Romanelli_desempregoO deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, em sua coluna desta segunda-feira (20), afirma que “os bilhões recuperados e em recuperação são irrelevantes diante do caos econômico provocado” pela operação Lava Jato.

8 de junho de 2016
por esmael
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Alvaro Dias: caminhoneiros de todo o país pedem socorro

alvaro_caminhoneiros

O senador Alvaro Dias (PV-PR), em sua coluna desta quarta (8), relata a situação crítica dos caminhoneiros brasileiros que foram induzidos, segundo ele, a contrair empréstimos em nome de um crescimento econômico que não se concretizou.

O colunista aponta a falta de sinceridade do governo do PT, que cometeu “a pior traição que poderia ser feita àqueles que sonhavam contribuir com o crescimento do Brasil e melhorar a vida de suas famílias”.

Abaixo, leia, ouça, comente e compartilhe a íntegra do texto:

28 de Março de 2016
por esmael
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Veja por que Beto Richa é considerado o melhor governador do “Paraguai”

O governador Beto Richa (PSDB) é considerado herói no estado do Amazonas e melhor governador do “Paraguai”. O Blog do Esmael explica isso melhor nas linhas seguintes.

A desastrosa política tributária do tucano espantou a Positivo Informática, que funcionava em Curitiba até janeiro deste ano, para o Polo Industrial de Manaus (PIM).

A Positivo Informática é hoje a maior fabricante de computadores do Brasil e a número 1 em tecnologia educacional, também exportada para vários países do mundo, segundo o site da empresa.

Pois bem, a unidade curitibana demitiu 1.300 funcionários ao longo dos últimos meses em virtude da irresponsabilidade fiscal do governo Beto Richa. Na capital paranaense, a planta agora apenas fabrica as placas dos eletrônicos.

Em entrevista ao Blog do Esmael, o ex-secretário da Fazenda Heron Arzua explicou que Beto Richa retirou a competitividade para o setor da informática que vinha desde 1991.

Recentemente, o tucano elevou de 12% para 18% o ICMS dos produtos paranaenses — aumento de 50%, portanto. “Isso desorganizou a economia e os preços locais”, afirma Arzua.

O ex-secretário conta ainda que as fábricas de móveis também estão deixando o estado, mas para atravessar a fronteira rumo ao Paraguai. “Eles [paraguaios] têm energia e mão de obra de sobra e mais baratas”.

Segundo Arzua, o setor de importação igualmente evita os tributos do governo Beto Richa. “As importações estão se dando via Santa Catarina”, relata. “O vinho do Paraná, por exemplo, é o mais caro do país”, compara.

“Nessa nova distribuição de ICMS, o estado está vedando a compensação com outro débito (isso vira custo para empresa). Essas empresas tinham saldo credor e o governo mandou borrar (cancelar). Por isso empresas como a Positivo estão deixando o Paraná”, lamenta o ex-secretário da Fazenda.

24 de agosto de 2015
por esmael
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Exemplo para o País: Metalúrgicos encerram greve após acordo que cancela 798 demissões

da Agência BrasilMais de 4 mil funcionários da General Motors (GM), de São José dos Campos (SP), encerraram a greve de 12 dias, após assembleia realizada hoje (24) de manhã. Os metalúrgicos concordaram com a proposta do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região que cancela 798 demissões. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, essa foi uma das maiores paralisações na fábrica nos últimos 20 anos.

Os trabalhadores, que haviam sido demitidos por telegrama no dia 8 de agosto, entram em licença remunerada, retroativa a 10 de agosto. Ficou acertado que, em setembro, esses metalúrgicos entram em lay-off (suspensão do contrato de trabalho) por um período de cinco meses, e recebem o pagamento de indenização adicional de quatro salários ao final do lay-off, caso haja rescisões contratuais.

A proposta inclui ainda antecipar a aposentadoria de um grupo de empregados e adotar um Programa de Desligamento Voluntário. Segundo o TRT, a GM se comprometeu a verificar a possibilidade de alteração do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), a fim de possibilitar o atendimento às aposentadorias especiais. A empresa poderá indenizar os trabalhadores que não desejarem integrar o programa de lay-off, no valor correspondente a cinco meses de desembolso da companhia, mais os quatro salários nominais de indenização.

A GM propôs pagamento de 50% dos dias parados e a compensação dos outros 50%. Durante o período do lay-off, ficam garantidos aos trabalhadores o 13º salário, a participação nos lucros e o reajuste na data-base. A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria d

12 de agosto de 2015
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Lula dá recado ao país: não julguem Dilma por seis meses de mandato

por Eunice Pereira, para a Rede Brasil Atual, via Brasil 247
Brasília – “Quem chegou onde a gente chegou, não pode retroceder. Quero dizer que estou preparando meu caminho para voltar a viajar pelo meu país”, afirmou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na abertura oficial da 5ª Marcha das Margaridas. “Eu quero ver se nossos adversários estão dispostos a andar por este país e discutir este país como ele precisa ser discutido”, disse.

Lula defendeu a presidenta Dilma Rousseff, pedindo para que ela não seja julgada por uma crise econômica que ela não criou. “A crise não começou no Brasil. Ela começou nos Estados Unidos e na Europa”, explicou. “Algumas pessoas não perceberam que a eleição acabou dia 26 de outubro e que a Dilma é presidenta deste país.”

O ex-presidente afirmou que os mesmos setores que querem “jogar a responsabilidade das dificuldades atuais a presidenta Dilma” e que se “agora se apresentam como solução, entregaram o país quebrado e devendo dinheiro para o FMI”.

Sobre as ameaças de impeachment da presidenta, Lula definiu como tentativa de dar como inacabada uma campanha eleitoral na qual os adversários saíram derrotados. “Eles não perceberam que a eleição acabou. Eles não saem do palanque”, disse Lula.

O ex-presidente reconheceu que o momento é difícil, mas lembrou que, os que hoje pedem o impeachment da presidenta Dilma,

10 de agosto de 2015
por esmael
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Coluna da Gleisi Hoffmann: Dilma, entre o ódio e a história (ouça o áudio)

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Gleisi Hoffmann*

Trabalhei com a presidenta. Convivi com ela. Privei de sua confiança e intimidade. Ela é uma pessoa de relacionamento difícil. Dura, exigente, cobra dos outros o que cobra dela mesma: rigor na formulação e execução de programas e ações. Não tem meio termo. Nem tampouco media relações. Cobra resultados com severidade. Mas poucas vezes estive junto a uma pessoa com tão grande espírito público. Séria, trabalhadora, comprometida com o Brasil e com seu povo.

Por isso não consigo entender o ódio disseminado contra ela. Sua baixa aprovação popular não tem razão compreensível para mim, a não ser por seu péssimo relacionamento pessoal com o mundo da política, reforçado por medidas que desagradaram a setores com grande poder econômico, mas necessárias à melhoria do desenvolvimento do Brasil.

Vivemos em um país onde as relações pessoais e afetivas têm grande importância nas decisões políticas e econômicas. Aliás, o Ministério de Comércio e Investimento do Reino Unido, em sua página na internet, considera que isso é um desafio para a realização de negócios no Brasil. Fato recentemente divulgado por causa de uma questão na prova do concurso do Itamaraty.

Pois bem, a presidenta Dilma não deu tapinhas nas costas, não fez mise-en-scène com políticos. Sempre manteve relações institucionais, reuniões e jantares formais, conversas republicanas, cobranças de seus aliados e de seu partido. Quem não se lembra da faxina no início de seu mandato. Com certeza isso iniciou o azedume das relações políticas.

Logo em seguida, para enfrentar a crise econômica global, avalizou a política do Banco Central em reduzir as taxas de juros. Chegamos a juros de 7,5%, inéditos para o Brasil. Não demorou muito a reação, que veio de fora do país, pela The Economist, Financial Times e outros meios de comunicação parceiros do sistema financeiro, contrários a essa política.

E o processo de desconstrução e ataque a imagem da presidenta foi iniciado.

Ela foi firme para enfrentar a crise global, desonerou tributos, aumentou crédito com juros baixos, continuou com investimentos públicos e programas sociais. É sempre bom lembrar do que aconteceu na Espanha, com desemprego de 20% ou na Itália, com 24%. Ou em outros países da Europa. E com desemprego proporcionalmente muito maior entre os jovens.

Aqui, conseguimos proteger o emprego e a renda das famílias. É claro que todo esse esforço cobra uma fatura grande agora.

Os ajustes necessários que estão sendo realizados e as dificuldades econômicas que enfrentamos não justificam, porém, a forma como tratam a presidenta, de maneira desrespeitosa, desqualificadora, covarde, com ódio.

Fico me perguntando como odiar uma mulher que fez um programa para distribuir médicos nos rincões deste país e garantir atendimento aos mais pobres?! Que está abrindo cursos de medicina no interior para formar médicos para a saúde básica?! Que fez o Pronatec, ampliou o FIES, está distribuindo creches pelo Brasil, fez o Ciência Sem Fronteiras, que tem possibilitado a milhares de jovens brasileiros estudar no exterior?! Que sancionou o PNE e garantiu recursos futuros para a educação?! Que está entregando mais de três milhões e setecentas mil casas para a população e anunciará outro tanto a partir de agora?!

Que enfrentou a maior seca dos últimos tempos garantindo renda ao povo do Nordeste, evitando a migração?! Que fez programa para as pessoas com deficiência?! Que criou o Br

20 de julho de 2015
por esmael
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: Pacto contra crise no país e o bom exemplo do Paraná

Luiz Claudio Romanelli*

O que tomou conta do debate político nos últimos dias está muito longe e desassociado de tudo o que o país mais precisa neste momento de forma urgente: um pacto social e federativo frente à crise econômica nacional que se torna mais aguda a cada pesquisa ou dado revelado por órgãos como o IBGE e o Ipea.

Na sexta-feira, 17, por exemplo, o Ministério do Trabalho divulgou que o país perdeu 345.417 empregos no primeiro semestre – 111.199 vagas fechadas somente no mês de junho, aponta o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

Um dia antes, o Ipea revelou que um milhão de brasileiros voltaram à miséria em 2013, o que se deduz que, em 2014, com a recessão, ajuste fiscal e o corte de recursos na área social, o número de miseráveis poderá ser bem maior do que no ano anterior. Para este ano, de 2015, as projeções são ainda mais preocupantes.

Nessa escalada de dados, números e estatísticas, a economia desanda, o povo enfrenta a inflação alta nas compras no supermercado ou quando contrata algum serviço, vê-se uma luta política desenfreada pautada pelo achincalhe, denuncismo, acusações de toda ordem e até a falta de urbanidade nas relações entre os poderes. Do campo econômico, a crise saltou para a política e periga, se ninguém tomar qualquer atitude mais desprendida, se tornar uma crise institucional, o que é muito ruim para todos, especialmente para a economia, que já vai tão mal.

Com tudo isso acontecendo, volto a reafirmar que já passou da hora de todas as forças políticas do país, os agentes públicos, os atores políticos, os trabalhadores e o setor produtivo – as chamadas forças vivas da sociedade – tomarem frente da crise e apontarem as alternativas e soluções para os problemas que o Brasil enfrenta atualmente.

Essas mudanças são urgentes e passam pelo novo pacto federativo que contemple a redistribuição dos recursos arrecadados por meio dos impostos e contribuições entre os entes federados: União, estados e municípios, os mais penalizados com o corte de verbas e de repasses federais.

Dados da Frente Nacional dos Prefeitos mostram que, em 2013, 57,42% da receita disponível ficou com a União, 24,18% com os estados e 18,40% com os municípios. Os prefeitos defendem – e eu concordo com a proposta – que essa divisão ocorra da seguinte maneira: 40% para a União, 30% para estados e 30% para municípios. Não há porque penalizar ainda mais as prefeituras que, frequentemente têm as despesas aumentadas na prestação dos serviços essenciais, como saúde e educação. Além de prover as cidades de hospitais, postos de saúde e creches, são necessários recursos para manutenção e a contratação de médicos, enfermeiros e professores. A contrapartida do governo federal é pífia e as obrigações recaem todas nas costas dos prefeitos. E isso é só um exemplo.

A situação dos estados parece idêntica, guardadas as proporções, com os municípios. Os estados cortaram mais de 46% do orçamento de 2014 para 2015 e mais 11,3 bilhões em obras. Os estados, e o Paraná não é exceção, padecem com as obras paradas, projetos adiados e atrasos de pagamento de serviços. Sem capacidade de investimentos, os estados vivem no sufoco e a União se tornou um paquiderme com

6 de julho de 2015
por esmael
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Centrais sindicais vão “afrouxar a tanga” para a redução da jornada com redução do salário?

dilma_jornadaOs trabalhadores estão prestes a pagar mais uma conta do ajuste fiscal do governo Dilma Rousseff (PT), pois, nesta segunda-feira (6), uma Medida Provisória (MP) criou o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), que vai permitir a redução temporária da jornada de trabalho e de salário em até 30%.

O governo se curva mais um pouco e recua de conquistas da classe laboral brasileira ao fazer-se coveiro das leis trabalhistas originadas na era Vargas — o Getúlio, que fique claro.

A redução da jornada pode e deve acontecer, mas não a redução do salário. Se isso vier ocorrer representará mais um retrocesso em tempos de golpismo.

Dilma precisa de aliados nesse inverno rigoroso, mas essa MP poderá isolá-la ainda mais, mesmo que a intenção seja a preservação de empregos. Ela deveria se mirar no exemplo de Atenas.

Pode-se e deve-se proteger posto de trabalho, mas sem reduzir ganho. É a velha bandeira das centrais sindicais (ou elas afrouxaram a tanga?).

A MP tem força de lei, no entanto, a proposta será analisada e precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional – aquele mesmo do Eduardo Cunha, que aprovou a terceirização e a redução da maioridade penal.