18 de Fevereiro de 2018
por esmael
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E a greve geral sai ou não sai amanhã?

As centrais sindicais rufaram os tambores no pré-carnaval dizendo que dia 19 de fevereiro o Brasil iria parar numa histórica greve geral. Mas, afinal de contas, sairá ou não sairá o movimento paredista? Leia mais

15 de Fevereiro de 2018
por esmael
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Centrais sindicais prometem greve geral na semana que vem contra a reforma da previdência

As principais centrais sindicais — CUT, UGT, Força Sindical, CSB e Nova Central — prometem uma greve geral para parar o país nos próximos dias contra a reforma da previdência. Os trabalhadores no sistema de transporte público da cidade de São Paulo, por exemplo, já confirmaram adesão ao movimento paredista. Leia mais

4 de julho de 2017
por esmael
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Líder sindical do PMDB abandona Temer; assista

Coube ao senador Roberto Requião (PMDB-PR), presidente nacional da Frente Ampla, anunciar nesta terça-feira (4) a desfiliação do partido o líder sindical Antonio Neto. Portanto, o presidente da central CSB renunciou ao cargo de presidente do Núcleo Nacional do PMDB-Sindical.

26 de julho de 2016
por esmael
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Centrais convocam para dia 16 assembleia geral dos trabalhadores contra golpe de Temer

temer_centrais_assembleiaAs principais centrais sindicais do país — CUT, UGT, CTB, NCST, CSB e Conlutas– convocaram hoje (26) uma assembleia geral da classe trabalhadora para o próximo dia 16 de agosto, no Pacaembu, em São Paulo, contra o governo interino de Michel Temer (PMDB).

8 de julho de 2016
por esmael
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Jornada de 80h: trabalhadores põem CNI no paredão; entidade patronal “afrouxa a tanga” após repercussão negativa

temer_RobsonO presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, botou a bunda na janela na manhã desta sexta (8). As centrais sindicais não perderam a oportunidade e passaram-lhe a mão nos fundilhos, pois os presidentes da CUT, Força, UGT, CSB, CTB e Nova Central assinam nota conjunta de repúdio a manifestação do dirigente patronal, diante do interino Michel Temer (PMDB), por jornada semanal de 80 horas de trabalho: “Seria como levar a classe trabalhadora brasileira de volta ao século 19”, afirmam sindicalistas. O empresário jura que “jamais” defendeu jornada maior. Confira a íntegra da nota dos trabalhadores:

16 de Maio de 2016
por esmael
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CUT e CTB dizem não reconhecer governo golpista de Michel Temer

meireles_paulinhoA Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) se negaram, nesta segunda-feira (16), a reunir com o governo golpista de Michel Temer (PMDB) para discutir o que eles consideram retrocessos na Previdência Social.

Em nota, o presidente da CTB, Adilson Araújo, disse que a proposta de reforma da Previdência de Temer prevê aposentadoria no caixão. “A CTB tem muita clareza dos riscos e, diferente de alguns setores do movimento sindical, não se dispõe a segurar na alça da traição”, informou.

O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, também assinou uma nota na qual ressalta que os trabalhadores são as principais vítimas do golpe no país. Ele garantiu que retrocessos não se negociam. “Vamos combatê-los na luta”, prometeu.

25 de Março de 2016
por esmael
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‘Apoiar o golpe contra Dilma é indigno para a história do PMDB’

[email protected],

Antecipo a vocês a posição que defenderei no dia 29/03 na reunião do diretório Nacional:

Dia 24 de março o PMDB completou 50 anos de existência. Nosso partido foi criado para lutar e defender a democracia.

A democracia e a sua defesa são dispositivos pétreos do nosso PMDB.

Sair ou não do governo, não é a questão principal neste momento histórico. Sofremos sim muitos desrespeitos e muitos atos de leviandade que fortalecem a posição pelo desembarque.

A saída do governo pode ser admitida pela história, mas jamais será digno da nossa história apoiar ou participar do impedimento de um presidente se não houver crime de responsabilidade para isso.

Derrubar um governo sem motivos ou infrações jurídicas comprovadas não se chama democracia. Isso tem outro nome.

A questão central neste momento é referendarmos e defendermos a vontade do povo. Esta vontade foi expressa na última eleição presidencial.

O povo escolheu um projeto. Ser fiel e defender este projeto é a missão do PMDB.

Fomos às ruas de todo o País para dizer que não mexeriam nos direitos trabalhistas, sociais e previdenciários nem que a vaca tussa.

Fomos às ruas de todo o País para dizer que não mudaríamos as regras de exploração do Pré-sal, pois isso representa nossa soberania e foi nosso Partido que construiu esta legislação.

Fomos às ruas de todo o País para dizer que implementaríamos uma política de desenvolvimento, de defesa do emprego e da renda do povo.

O povo escolheu e votou nesta proposta.

A oposição perdeu com suas posições antagônicas ao desejo do povo. E a democracia é medida pelo voto e não por estimativas de pessoas na rua que apontam para o lado A ou lado B. Não é foto, mas voto que determina a maioria.

Portanto, meus companheiros, apoiar um governo que traia o projeto escolhido pelo povo nas urnas ou assumir um governo para implementar o projeto rejeitado pelo povo nas urnas é romper com as tradições democráticas do nosso País e, principalmente, com as fundamentações do PMDB.

E neste sentido quero render uma homenagem ao nosso Presidente Michel Temer, que tem mantido, como sempre, uma postura serena, conciliadora, estadista e comprometida com o País, buscando sempre o caminho da união e da conciliação política e social.

Por isso

23 de Março de 2016
por admin
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Lula participa hoje de plenária sindical contra golpe e em defesa de direitos

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa na tarde desta quarta-feira (23), às 16 horas, em São Paulo, de uma plenária em defesa da democracia e contra a retirada de direitos dos trabalhadores. O evento vai reunir sindicalistas da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Força Sindical, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST).

As centrais sindicais também darão o pontapé inicial à organização de uma marcha antigolpe, no próximo dia 31 de março, rumo a Brasília, onde prometem manifestação na Praça dos Três Poderes.

Para os dirigentes sindicais, os trabalhadores e trabalhadoras serão os mais prejudicados caso o golpe contra a democracia se concretize. Se o Congresso Nacional cassar o mandato de presidenta Dilma Rousseff, eleita democraticamente pelo voto popular, centenas de projetos de lei que retiram direitos conquistados, devem ser votados imediatamente.

As principais entidades patronais do País como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Confederação Nacional da Agricultura (CNA), as associações comerciais e sindicatos patronais, estão apoiando o golpe. São essas entidades que patrocinam todos os projetos que suprimem direitos assegurados à classe trabalhadora. No entendimento dos sindicalistas, só unidos e organizados será possível impedir este imenso retrocesso.

Os trabalhadores da Ford em São Bernardo do Campo já se posicionaram contra o golpe em defesa dos direitos trabalhistas. A decisão foi votada em assembleias realiz