Centrais sindicais realizam hoje ato pelo auxílio emergencial de R$ 600 em São Paulo

As principais centrais sindicais do país voltarão às ruas nesta terça-feira (3) para um ato em São Paulo, em frente à sede do Banco Central, na Avenida Paulista. Na pauta, a manutenção do auxílio emergencial no valor de R$ 600 e a desoneração da folha de pagamento para que empresas possam reagir aos efeitos da … Read more

Fiesp virou ‘aparelho político’, critica presidente da CUT em ato das centrais contra Bolsonaro

No primeiro ato das centrais sindicais em 2020, em defesa do emprego e da indústria, dirigentes atacaram o governo e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, pelo apoio explícito a Jair Bolsonaro, que participaria de almoço na entidade nesta segunda-feira (3). “Tenho muito respeito por muitos diretores … Read more

Centrais sindicais lançam cartilha que explica retrocessos da Carteira Verde e Amarela; confira

As principais centrais sindicais brasileiras lançaram uma cartilha que explica todos os direitos que os trabalhadores e as trabalhadoras podem perder se a medida provisória (MP 905), do Programa Verde Amarelo, editada pelo governo de Jair Bolsonaro em 11 de novembro do ano passado, for aprovada pelo Congresso Nacional. O tema retorna à pauta a … Read more

Centrais sindicais aderem ao Grito dos Excluídos, no dia 7 de setembro

Reunidas nesta segunda-feira (26), na sede do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em São Paulo, as centrais sindicais – CUT, CGTB, CSB, CSP Conlutas, CTB, Força Sindical, Intersindical, Nova Central Sindical e UGT – definiram uma agenda de luta em defesa da Previdência e decidiram aderir e potencializar o Grito dos Excluídos, … Read more

Centrais sindicais intensificam mobilização contra a reforma da Previdência

A CUT, CGTB, CSB, CSP-Conlutas, CTB, Força Sindical, Intersindical, Nova Central, Pública e UGT definiram na última sexta-feira (28) que o próximo dia de luta dos trabalhadores e das trabalhadoras contra a reforma da Previdência de Jair Bolsonaro (PSL) será em 12 de julho. LEIA TAMBÉM: A Lava Jato quebrou as construtoras e elevou o … Read more

Presidente da CUT: Greve geral é dia de parar tudo

Nesta sexta-feira (14), em todo o Brasil, trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias irão cruzar os braços contra a Reforma da Previdência, em defesa da educação e por mais empregos. Dia 14 de junho é greve geral. É dia de ficar em casa, é dia de paralisação, é dia de mandar um recado ao governo … Read more

Em SP, 1º de maio unificado será no Vale do Anhangabaú

As centrais sindicais – CUT, Força Sindical, CTB, UGT, Intersindical (Classe Trabalhadora) e Intersindical (Instrumento de Luta e Organização), CSB, CGTB, Nova Central e CSP-Conlutas, ao lado das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, informam que as atividades do 1º de maio unificado na capital paulista serão realizadas no Vale do Anhangabaú, na região … Read more

“Se derrubar a reforma, a gente derruba o Bolsonaro”, afirmou o presidente da CGTB

“Se derrubar essa reforma, a gente derruba o Bolsonaro”, afirmou o presidente da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira, o Bira. “A mentira de Bolsonaro está ficando clara para o povo brasileiro”. LEIA TAMBÉM: “Temos uma chance enorme de derrubar essa reforma”, disse Vagner Freitas A fala foi no Ato das Centrais Sindicais contra a “reforma” … Read more

Bolsonaro quer enfraquecer sindicatos para aprovar reforma da Previdência, acusam centrais

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirmou que o objetivo central do governo Bolsonaro ao publicar a Medida Provisória 873 é enfraquecer os sindicatos para tentar facilitar a aprovação da reforma da Previdência. A declaração ocorreu ontem (12) durante reunião das centrais sindicais com a bancada do PT na Câmara e … Read more

Movimento sindical vai às ruas nesta terça contra o golpe nos direitos dos trabalhadores

temer_fim_CLTOito entidades representativas dos trabalhadores sairão às ruas de todo o país, nesta terça (16), no Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e Garantia de Direitos.

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Coluna do Enio Verri: “Não à terceirização (precarização) das condições do trabalho”

Enio Verri* Décadas de lutas por direitos trabalhistas podem ser jogados na sarjeta esta semana, caso o Congresso Nacional aprove o Projeto de Lei (PL) 4330/2004 que regulamenta a terceirização do trabalho. O PL garante que empresários deixem de contratar trabalhadores com carteira assinada para priorizar empresas terceirizadas. De uma forma inconsequente, o Projeto de … Read more

Artigo: Por medidas sociais e humanitárias para os trabalhadores desempregados pelo ajuste fiscal

desmpregoMilton Alves*

A crise corta fundo. E, novamente, são os trabalhadores da cidade e do campo que sofrem o ônus pesado do ajuste fiscal, com desemprego chegando forte e eliminando milhares de postos de trabalho nos mais diversos setores da economia.

Filas por emprego nos anos 90: desemprego e recessão

A opção do governo foi aliviar o sistema financeiro e penalizar a classe trabalhadora, mais uma vez, como nos planos recessivos dos governos de Sarney, Collor e FHC.

Ao lado da resistência classista, ativa e urgente, é necessária uma agenda do movimento sindical para os setores mais vulneráveis da classe, principalmente os já afetados pelo flagelo do desemprego, que tende ampliar com a aplicação das medidas de “ajustes” de Dilma/Levy.

Derrotar globalmente os planos recessivos dos governos em todos os níveis será o grande desafio da classe trabalhadora neste período, abrindo espaço para uma nova política econômica que promova o desenvolvimento do país, recupere a empregabilidade e a renda e fortaleça o mercado interno de massas.

Neste sentido, as centrais e os sindicatos devem demandar uma plataforma de medidas sociais e humanitárias de proteção aos trabalhadores desempregados com vistas a mitigar os efeitos do desemprego massivo:

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Trabalhadores exigem voz nas decisões do Brics; governo reconhece que ouve mais! empresários

Sindicalista Paulo Rossi, presidente da UGT-Paraná, participou do Brics Sindical em Fortaleza; dirigente paranaense foi uma das vozes a exigir espaço para os trabalhadores decidirem dentro do novo bloco econômico; ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, reconheceu também que o governo federal ouve mais os empresários do que os trabalhadores; evento também contou com as presenças das centrais sindicais CUT, Força Sindical, CGTB e CTB, bem como de entidades da Rússia, àndia, China e àfrica do Sul.
Sindicalista Paulo Rossi, presidente da UGT-Paraná, participou do Brics Sindical em Fortaleza; dirigente paranaense foi uma das vozes a exigir espaço para os trabalhadores decidirem dentro do novo bloco econômico; ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, reconheceu também que o governo federal ouve mais os empresários do que os trabalhadores; evento também contou com as presenças das centrais sindicais CUT, Força Sindical, CGTB e CTB, bem como de entidades da Rússia, àndia, China e àfrica do Sul.
As principais centrais sindicais do Brasil — UGT, CUT, Força Sindical, CGTB e CTB — e da Rússia, àndia, China e àfrica do Sul, realizaram ontem (15), em Fortaleza, o III Fórum do Brics Sindical.

O evento paralelo ao encontro econômico dos países que compõe o Brics (Brasil, Rússia, àndia, China e àfrica do Sul) debateu temas como: “Desenvolvimento Sustentável, Trabalho Decente, Inclusão Social, Diálogo Social e Ação Sindical!.

O Ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, participou da abertura e ouviu dos dirigentes sindicais o pedido para que os trabalhadores tenham uma participação ativa nas decisões dos Brics, e que esse grupo de países não se transforme numa ação mercantilista e de interesse de empresários, como ocorrem em outros blocos econômicos. O ministro reconheceu também que o governo federal ouve mais os empresários do que os trabalhadores.

O presidente da UGT-PARANà, Paulo Rossi, lembrou aos painelistas que a China deverá ser a maior economia mundial já em 2014, mas é preciso que isso se transforme em mais direitos sociais para os trabalhadores. “Os países que compõe o Brics representam cerca de 40% da população mundial, por isso chegou a hora dessa força de trabalho ser respeitada e ter assento nas discussões econômicas e sociais”, ressaltou Rossi.

Os sindicalistas lembram que, quando da formação do Mercosul, os trabalhadores foram os seus maiores defensores e agora não participam das decisões, sendo muitas delas prejudiciais aos interesses da classe operária.

Ao final do evento foi aprovada a “Carta de Fortaleza” com o posicionamento das entidades sindicais. Confira a íntegra do documento:

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