15 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Movimento sindical vai às ruas nesta terça contra o golpe nos direitos dos trabalhadores

temer_fim_CLTOito entidades representativas dos trabalhadores sairão às ruas de todo o país, nesta terça (16), no Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e Garantia de Direitos. Leia mais

7 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Enio Verri: “Não à terceirização (precarização) das condições do trabalho”

enio_terceirizacaoEnio Verri* ... 

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28 de março de 2015
por Esmael Morais
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Artigo: Por medidas sociais e humanitárias para os trabalhadores desempregados pelo ajuste fiscal

desmpregoMilton Alves*

A crise corta fundo. E, novamente, são os trabalhadores da cidade e do campo que sofrem o ônus pesado do ajuste fiscal, com desemprego chegando forte e eliminando milhares de postos de trabalho nos mais diversos setores da economia.

Filas por emprego nos anos 90: desemprego e recessão

A opção do governo foi aliviar o sistema financeiro e penalizar a classe trabalhadora, mais uma vez, como nos planos recessivos dos governos de Sarney, Collor e FHC.

Ao lado da resistência classista, ativa e urgente, é necessária uma agenda do movimento sindical para os setores mais vulneráveis da classe, principalmente os já afetados pelo flagelo do desemprego, que tende ampliar com a aplicação das medidas de “ajustes” de Dilma/Levy.

Derrotar globalmente os planos recessivos dos governos em todos os níveis será o grande desafio da classe trabalhadora neste período, abrindo espaço para uma nova política econômica que promova o desenvolvimento do país, recupere a empregabilidade e a renda e fortaleça o mercado interno de massas.

Neste sentido, as centrais e os sindicatos devem demandar uma plataforma de medidas sociais e humanitárias de proteção aos trabalhadores desempregados com vistas a mitigar os efeitos do desemprego massivo: Leia mais

16 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Trabalhadores exigem voz nas decisões do Brics; governo reconhece que ouve mais! empresários

As principais centrais sindicais do Brasil — UGT, CUT, Força Sindical, CGTB e CTB — e da Rússia, àndia, China e àfrica do Sul, realizaram ontem (15), em Fortaleza, o III Fórum do Brics Sindical.

O evento paralelo ao encontro econômico dos países que compõe o Brics (Brasil, Rússia, àndia, China e àfrica do Sul) debateu temas como: “Desenvolvimento Sustentável, Trabalho Decente, Inclusão Social, Diálogo Social e Ação Sindical!.

O Ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, participou da abertura e ouviu dos dirigentes sindicais o pedido para que os trabalhadores tenham uma participação ativa nas decisões dos Brics, e que esse grupo de países não se transforme numa ação mercantilista e de interesse de empresários, como ocorrem em outros blocos econômicos. O ministro reconheceu também que o governo federal ouve mais os empresários do que os trabalhadores.

O presidente da UGT-PARANà, Paulo Rossi, lembrou aos painelistas que a China deverá ser a maior economia mundial já em 2014, mas é preciso que isso se transforme em mais direitos sociais para os trabalhadores. “Os países que compõe o Brics representam cerca de 40% da população mundial, por isso chegou a hora dessa força de trabalho ser respeitada e ter assento nas discussões econômicas e sociais”, ressaltou Rossi.

Os sindicalistas lembram que, quando da formação do Mercosul, os trabalhadores foram os seus maiores defensores e agora não participam das decisões, sendo muitas delas prejudiciais aos interesses da classe operária.

Ao final do evento foi aprovada a “Carta de Fortaleza” com o posicionamento das entidades sindicais. Confira a íntegra do documento:

CARTA DE FORTALEZA – BRICS SINDICAL

01 !“ Nós, dirigentes sindicais da República Federativa do Brasil, da Federação Russa, da República da àndia, da República Popular da China e da República da àfrica do Sul, representando os trabalhadores organizados em sindicatos de nossas nações, reunidos em Fortaleza, Brasil, em 15 de julho de 2014, simultaneamente à  Cúpula de Chefes e Governos de Estado dos países BRICS, no espaço denominado BRICS SINDICAL, na intenção de apoiar os esforços de consolidação desta estrutura de governança global.

02 !“ Nós reafirmamos os princípios contidos em nossa Declaração de Moscou que se expressam em:
– Defender os interesses e direitos legítimos da Classe Trabalhadora dentro de uma dimensão social progressista;
– Estabelecer o diálogo e a cooperação para a promoção da paz, da segurança e do desenvolvimento global;
– Trabalhar conjuntamente com os outros países com base em normas universalmente reconhecidas do direito universal, especialmente com as normas e princípios da Organização Internacional do Trabalho, (OIT).

03 !“ Salientamos que vivemos, neste momento, uma profunda crise do sistema capitalista, que teve início nos Estados Unidos e na Europa, porém se espraiando para os demais continentes, variando de grau e de Leia mais

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