4 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Lula envia carta a congresso internacional de sindicalistas

Lula envia carta a congresso internacional de sindicalistas

O ex-presidente Lula enviou nesta terça-feira (4) uma carta ao 4º Congresso Mundial da CSI (Confederação Sindical Internacional), que acontece durante essa semana em Copenhagen, na Dinamarca.  ... 

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15 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Movimento sindical vai às ruas nesta terça contra o golpe nos direitos dos trabalhadores

temer_fim_CLTOito entidades representativas dos trabalhadores sairão às ruas de todo o país, nesta terça (16), no Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e Garantia de Direitos. Leia mais

27 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Reinaldo de Almeida César: Mirem-se no exemplo dos professores; líderes classistas das polícias, uni-vos!

Reinaldo de Almeida César*

A histórica paralisação e mobilização dos professores fez baixar o topete da soberba do governo e caminha, felizmente, para seu epílogo. Nestes momentos finais, a bancada governista na Alep anuncia, pela palavra do seu líder, irrestrito apoio aos 8,17%, que nada mais é do que uma mera reposição da inflação no período, levando-se em conta o índice do IPCA.

De um lado da mesa, um movimento sindical muito coeso, com capilaridade e bem organizado. Do outro, auxiliares do Governador esticando a corda, no pior momento possível, onde há reconhecida dificuldade política e a palavra de ordem “fora Beto Richa” ecoa nos mais inusitados ambientes.

Se demorar ainda mais para fechar este acordo, o anúncio do aumento do funcionalismo, mesmo que seja no patamar desejado de 8,17%, poderá soar como uma estridente derrota do governo. Se a decisão final se arrastar ainda por mais tempo, daqui a pouco a assinatura da mensagem de aumento de 8,17%, ao invés de ter lugar no Palácio Iguaçu, poderá ser feita em Reims, na França. Daria uma foto perfeita para a rendição, a exemplo do que ocorreu com o exército alemão em 1945.

Encerrada a greve, prevalecendo o índice de 8,17%, teremos página virada, com os conhecidos rescaldos que ficarão ardentes em brasa, como as cicatrizes físicas e morais do Massacre do 29 de Abril.

Mas, vida que segue.

Isto posto, como se diria em boa petição judicial, outras categorias do funcionalismo poderão começar a colocar na mesa suas legítimas reivindicações, de caráter específico e setorial.

Agentes penitenciários, que pedem apenas condições de trabalho, puxam a fila. Não aguentam mais trabalhar e viver em sobressalto. Nos últimos meses, o Paraná assistiu dezenas de rebeliões, com agentes feitos reféns e presos degolados. Num inacreditável erro de visão, o governo removeu a administração do sistema prisional para a SESP, retirando da Secretaria da Justiça esta atribuição que lhe era secular. O que é pior, sem motivo aparente. Talvez possa haver alguma verdade encoberta. A saber.

A Carta de Demissão do ex-Secretário de Segurança, distribuída para a imprensa e tornada pública, quando este foi varrido das funções pelos fatos que sucederam o Massacre de 29 de Abril, colocou sutilmente uma caixinha fazendo tic-tac no colo do Governador, ao fazer surgir um cenário de enormes expectativas entre os servidores da segurança pública.

A missiva relata que já foi encaminhado, Leia mais

10 de março de 2014
por Esmael Morais
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UGT x Força: Richa e Requião travam queda de braço no movimento sindical

Pré-candidatos ao governo do Paraná se engalfinham pelo apoio de centrais sindicais; na semana passada, Manassés Oliveira, presidente do poderoso Siemaco, trocou a Força pela UGT para facilitar torcida pela reeleição de Richa; Força Sindical, de Sérgio Butka e Nelsão, mesmo sendo ligada ao Solidariedade, quer levar Requião ao quarto mandato no Palácio Iguaçu; Gleisi parte com o apoio da NCST e CUT; o PCdoB ainda não sabe para onde leva a CTB nas eleições de outubro.

Pré-candidatos ao governo do Paraná se engalfinham pelo apoio de centrais sindicais; na semana passada, Manassés Oliveira, presidente do poderoso Siemaco, trocou a Força pela UGT para facilitar torcida pela reeleição de Richa; Força Sindical, de Sérgio Butka e Nelsão, mesmo sendo ligada ao Solidariedade, quer levar Requião ao quarto mandato no Palácio Iguaçu; Gleisi parte com o apoio da NCST e CUT; o PCdoB ainda não sabe para onde leva a CTB nas eleições de outubro.

Há uma cruenta guerra gestada no meio sindical paranaense tendo em vista as eleições de outubro. Na semana que passada, o ex-vereador curitibano Manassés Oliveira — ex-PRTB e agora no PTB — tirou o Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação de Curitiba e Região Metropolitana (Siemaco) da Força Sindical para levá-lo debaixo do guarda-chuva da UGT (União Geral dos Trabalhadores). Manassés é candidato a deputado federal e torce pelo sucesso do governador Beto Richa (PSDB) na reeleição. ... 

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