14 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Congresso pode devolver ao governo MP que estrangula os sindicatos

Congresso pode devolver ao governo MP que estrangula os sindicatos

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP), reconheceu que a MP 873 “inviabiliza a existência dos sindicatos” e admitiu a possibilidade de devolver essa medida provisória à Presidência da República. ... 

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14 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em PDT vai ao Supremo contra medida de Bolsonaro que estrangula sindicatos

PDT vai ao Supremo contra medida de Bolsonaro que estrangula sindicatos

O PDT apresentou ao Supremo Tribunal Federal na quarta-feira (13/3) uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Medida Provisória que proíbe o desconto em folha da contribuição sindical. ... 

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13 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro quer enfraquecer sindicatos para aprovar reforma da Previdência, acusam centrais

Bolsonaro quer enfraquecer sindicatos para aprovar reforma da Previdência, acusam centrais

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirmou que o objetivo central do governo Bolsonaro ao publicar a Medida Provisória 873 é enfraquecer os sindicatos para tentar facilitar a aprovação da reforma da Previdência. A declaração ocorreu ontem (12) durante reunião das centrais sindicais com a bancada do PT na Câmara e com parlamentares de outros partidos de oposição. ... 

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2 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em MP de Bolsonaro aplica um ‘mata-leão’ no financiamento dos sindicatos

MP de Bolsonaro aplica um ‘mata-leão’ no financiamento dos sindicatos


Às vésperas do Carnaval, o presidente Jair Bolsonaro edita a Medida Provisória (MP) nº 873, publicada na edição do Diário Oficial da União nesta sexta-feira (1), que aplica um brutal ‘mata-leão’ no financiamento dos sindicatos de trabalhadores e centrais sindicais. ... 

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20 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Assembleia na Praça da Sé marca a resistência dos trabalhadores contra o fim do direito à aposentadoria

Assembleia na Praça da Sé marca a resistência dos trabalhadores contra o fim do direito à aposentadoria

Em defesa do direito à aposentadoria e da Previdência Social, nesta quarta-feira (20), a partir das 10h, na Praça da Sé, no centro de São Paulo, os trabalhadores e trabalhadoras realizaram uma Assembleia Nacional para definir um plano de lutas unitário contra a proposta de reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL).  ... 

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15 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais estudam greve geral contra reforma da Previdência

Centrais sindicais estudam greve geral contra reforma da Previdência

As centrais sindicais CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, CGTB, CSB, Intersindical e CSP-Conlutas reuniram-se nesta quinta-feira (14) e debateram atividades de enfrentamento da “reforma” da previdência de Bolsonaro. ... 

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8 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais convocam ato contra fim da Previdência dia 20, na Praça da Sé

Centrais convocam ato contra fim da Previdência dia 20, na Praça da Sé

As centrais sindicais CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, CSP-Conlutas e CGTB vão realizar, no próximo dia 20 de fevereiro, a Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria. O ato será realizado a partir das 10 horas, na Praça da Sé, em São Paulo. ... 

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15 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro enfrentará greve geral contra reforma da previdência

Bolsonaro enfrentará greve geral contra reforma da previdência

É tão certo quanto uma mais um são dois que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) terá de encarar uma greve geral contra a reforma da previdência, em fevereiro, quando o texto será apresentado ao Congresso Nacional.

Nunca antes na história deste país um presidente da República havia começado o governo sob o signo paredista.

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7 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Petistas querem reeditar “coletes amarelos” no Brasil

Petistas querem reeditar “coletes amarelos” no Brasil

Os principais caciques do PT redobraram as atenções para os protestos contra o governo Emmanuel Macron, na França, comandados pelos conhecidos “coletes amarelos”.

Os petistas acreditam que podem reeditar o movimento no Brasil, sem as centrais sindicais, para conter as agendas de retrocesso do governo Jair Bolsonaro (PSL).

O partido avalia que os sindicatos lutam pela sobrevivência material e por isso irão se dedicar exclusivamente aos trabalhadores contratados dentro da formalidade (registro em carteira).

“Cerca de 60 milhões de brasileiros estão no grupo dos desempregados, desalentados, subutilizados e informalizados”, afirmou ao Blog do Esmael uma graduada fonte do PT.

Ou seja, os petistas apostam que o k-suco vai ferver nos próximos meses.
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2 de janeiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais mandam recado para Bolsonaro

Centrais sindicais mandam recado para Bolsonaro

As seis centrais sindicais divulgaram na terça-feira (1º) uma mensagem ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) pedindo diálogo “em benefício dos trabalhadores e do povo brasileiro”.

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7 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais convocam atos em defesa do Ministério do Trabalho

Centrais sindicais convocam atos em defesa do Ministério do Trabalho


Na próxima terça-feira (11), as centrais sindicais CUT, Força Sindical, CTB, CSB e Nova Central farão atos em todo o Brasil em defesa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que está sendo extinto pelo futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL) e terá suas atribuições fatiadas em três ministérios. As manifestações serão realizadas em frente às Superintendências do Trabalho, antigas DRTs, em todo país.

Durante a semana as centrais lançaram um manifesto contra o fim do Ministério do Trabalho que, nos seus 88 anos de existência,“vem cumprindo importante papel na sociedade”. Como diz a nota, “sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, de formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e saúde no trabalho”. Leia mais

5 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais repudiam declaração patronal de Bolsonaro e fim do Ministério do Trabalho

Centrais sindicais repudiam declaração patronal de Bolsonaro e fim do Ministério do Trabalho


As Centrais Sindicais – CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central e CSB – divulgaram nota nesta quarta-feira (5) sobre o fim do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE ) e rebateram a afirmação patronal do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), de que “é horrível ser patrão no Brasil” por causa das leis trabalhistas.

Leia a íntegra da nota:

– A declaração do presidente eleito, Jair Bolsonaro, que disse que “é horrível ser patrão no Brasil”, reflete sua falta de consideração e demonstra total desconhecimento da situação causada pela reforma trabalhista, que resultou em perda de direitos e não gerou empregos no País. É lamentável que, em uma nação com 13 milhões de desempregados, o presidente eleito faça tal declaração para agradar apenas aos empresários, que financiaram e apoiaram sua eleição.

– Sobre o fim do Ministério do Trabalho, as Centrais Sindicais lembram que o MT foi criado em 1930, e que cumpre um papel importante na sociedade. Vale ressaltar que sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e a geração de renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, de formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e saúde no trabalho. Desta forma, a importância e a relevância política do MT são inquestionáveis.

– É preocupante o fim do MT. Para a classe trabalhadora isto representará um retrocesso político que vai resultar em enormes prejuízos aos trabalhadores da ativa, aos aposentados e aos pensionistas. A fiscalização contra trabalhos análogos à escravidão e à prevenção contra acidentes serão desarticuladas, gerando enormes prejuízos à sociedade. E os números já são alarmantes: em 2015 tivemos o registro de 376 mil casos de afastamento em função de acidentes de trabalho.

– A extinção do Ministério do Trabalho viola vários artigos da Constituição e Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que já foram ratificadas pelo Brasil.

– A transferência do registro sindical para o Ministério da Justiça tem o claro propósito de criminalizar a ação sindical.

– O Brasil precisa de um Ministério do Trabalho técnico, forte, parceiro e protagonista na luta contra a recessão e pela retomada do crescimento econômico do País, com respeito aos direitos sociais, previdenciários e trabalhistas da classe trabalhadora, geração de empregos, distribuição de renda e inclusão social.

Miguel Torres
presidente da Força Sindical

Antonio Neto
presidente da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros

Vagner Freitas
presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores

Adilson Araújo
presidente da CTB – Central dos Trabalhadores Brasileiros

José Calixto
presidente da NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores Leia mais

4 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Sindicatos e centrais de 132 países pedem liberdade imediata para Lula

Sindicatos e centrais de 132 países pedem liberdade imediata para Lula

Centrais sindicais reunidas no 4° Congresso da Confederação Sindical Internacional (CSI), que acontece durante essa semana em Copenhagen, na Dinamarca, realizaram nesta terça-feira (4) um ato de solidariedade e em defesa da liberdade imediata do ex-presidente Lula. A CSI reúne sindicatos de 132 países e decidiu impulsionar a campanha internacional por Lula Livre.

Lula é preso político na sede da Polícia Federal em Curitiba desde abril deste ano. Desde sua prisão sem provas uma campanha internacional foi organizada para lutar por sua liberdade. Nesta terça-feira (4), o Supremo Tribunal Federal (STF) julga mais um habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente.

A 4ª edição do Congresso começou no domingo (2) e se extenderá até sexta-feira (7), em Copenhagem, na Dinamarca. Reunirá cerca de 1.200 sindicalistas de 132 países e discutir as estratégias de luta para garantir a defesa dos direitos da classe trabalhadora de todo o mundo. Leia mais

3 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Sindicatos ficarão sob a tutela de Sérgio Moro, diz ministro da transição

Sindicatos ficarão sob a tutela de Sérgio Moro, diz ministro da transição

O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta segunda-feira (3) que o ex-juiz Sérgio Moro será o responsável pela emissão de carta sindical via Ministério da Justiça.

Perdoado por Moro recentemente pelo crime de caixa dois,

o futuro ministro da Casa Civil ... 

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9 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais convocam dia nacional de luta contra ‘reforma’ da Previdência

Centrais sindicais convocam dia nacional de luta contra ‘reforma’ da Previdência


As centrais sindicais marcaram para o dia 22 de novembro um dia nacional de luta contra a “reforma’ da Previdência, que vem sendo elaborada pela equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O objetivo das entidades sindicais é alertar a população sobre as mudanças nas regras de aposentadoria que são prejudiciais aos trabalhadores.

“Não dá para fazer uma reforma às pressas, de forma estabanada e autoritária, sem discutir as alterações com a sociedade”, disse o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.

Bolsonaro tem afirmado que uma das prioridades de seu governo é a reforma da Previdência e que gostaria de aprovar uma parte dela em 2018, com ajuda da atual base parlamentar do governo golpista de Temer.

A mobilização será o primeiro protesto trabalhista contra Jair Bolsonaro. Leia mais

8 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Secretários estaduais criticam proposta de Bolsonaro de acabar com Ministério do Trabalho

Secretários estaduais criticam proposta de Bolsonaro de acabar com Ministério do Trabalho

O Fórum Nacional de Secretarias do Trabalho (Fonset) criticou a proposta da equipe de transição de governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), de extinguir o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Em nota divulgada nesta quinta-feira (08), o Fonset afirma que os titulares das pastas do Trabalho nos estados e no Distrito Federal receberam a informação “de certa forma incrédulos, por ser um anúncio inimaginável frente ao cenário atual de desemprego que assola o país”.

Segundo o Fonset, o Ministério do Trabalho, criado em 26 de novembro de 1930, cumpre um papel estratégico para o equilíbrio das desigualdades sociais no Brasil. “Após 88 anos, esse seria um erro histórico”, diz a nota do Fórum.

O Fonset salienta que em um país com quase 13 milhões de desempregados causa “comoção e extrema preocupação” aos secretários “a possibilidade da extinção ou mesmo da redução” do Ministério do Trabalho.

Veja a nota do Fonset na íntegra 

AQUI ... 

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1 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais sindicais iniciam luta para barrar reforma da Previdência de Bolsonaro/Temer

Centrais sindicais iniciam luta para barrar reforma da Previdência de Bolsonaro/Temer

As Centrais Sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central, reunidas nesta quinta-feira (1)em São Paulo, decidiram iniciar uma campanha de mobilização contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro/Temer. As entidades firmaram um compromisso conjunto de organizar o combate contra as medidas que ameacem as conquistas dos trabalhadores. Confira a íntegra da nota oficial das centrais.

Reunidas hoje, 1º de novembro, na sede do DIEESE, em São Paulo, as Centrais Sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central decidiram:

– Intensificar a luta contra a proposta da reforma da Previdência Social, divulgada recentemente pelos meios de comunicação;

– Organizar o movimento sindical e os segmentos sociais para esclarecer e alertar a sociedade sobre a proposta de fim da aposentadoria;

– Realizar um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a Previdência que queremos;

– Retomar a luta por uma Previdência Social pública, universal, que acabe com os privilégios e amplie a proteção social e os direitos.

CENTRAL DOS SINDICATOS BRASILEIROS (CSB)

CENTRAL SINDICAL E POPULAR (CSP-Conlutas)

CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL (CTB)

CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES (CUT)

FORÇA SINDICAL

INTERSINDICAL – CENTRAL DA CLASSE TRABALHADORA

NOVA CENTRAL SINDICAL DOS TRABALHADORES (NCST) Leia mais

30 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Centrais preparam mobilização contra reforma da Previdência do ‘consórcio Bolsotemer’

Centrais preparam mobilização contra reforma da Previdência do ‘consórcio Bolsotemer’


As centrais sindicais Força Sindical, CTB, CUT, Nova Central, UGT, CSB e Intersindical se reúnem nesta quinta-feira (1º), na sede do Dieese, na região central de São Paulo, para discutir uma agenda de mobilizações contra a Reforma da Previdência do chamado “consórcio Bolsotemer”, como os sindicalistas têm chamado a aliança programática e de governo entre Bolsonaro e o governo golpista de Temer.

Segundo o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, o movimento sindical deve fortalecer ainda mais a unidade de ação para impedir a aprovação de uma reforma que retire direitos dos trabalhadores. “A unidade, a resistência e a luta serão fundamentais para barrarmos mais este retrocesso e os graves impactos da ‘reforma’ na vida dos trabalhadores e trabalhadoras”.

Agenda: Reunião das centrais sindicais sobre mobilizações contra a Reforma da Previdência

Data: 1º de novembro
Horário: 10 horas
Local: sede do Dieese
Endereço: Rua Aurora, 957, Santa Ifigênia – São Paulo/SP

*Com informações da Força Sindical Leia mais

23 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Metalúrgicos de todo o país intensificam campanha a favor de Haddad

Metalúrgicos de todo o país intensificam campanha a favor de Haddad


O Movimento Brasil Metalúrgico, que reúne sindicatos do setor de todo o país e vinculados a diversas centrais sindicais, se manifestou a favor da chapa Fernando Haddad/Manuela D´Ávila e contra a candidatura Jair Bolsonaro. Segundo os metalúrgicos, o presidenciável do PSL “quer nos impedir de lutar em defesa dos nossos direitos e ameaça o país com uma ditadura”.

As entidades lembram que além das ameaças aos direitos trabalhistas e sociais,como 13º, férias e aposentadoria, Bolsonaro pode “atacar diretamente” os sindicatos, “o direito de organização, o direito de greve, de expressão e de mobilização dos trabalhadores e setores oprimidos da sociedade”.

Os sindicalistas afirmam que não se pode aceitar mais retrocessos, violência e ódio, “nem soluções simplistas para os sérios problemas econômicos e sociais” do país. E conclamam todos a ir às urnas no domingo “e a votar em Haddad, 13, contra Bolsonaro”. Eles lembram que os ataques vão aumentar depois da eleição, com empresários já pressionando pela reforma da Previdência.

O Movimento reúne sindicalistas do setor ligados a CGTB, CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e UGT. Confira a íntegra do documento.

EM DEFESA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES E DAS LIBERDADES DEMOCRÁTICAS, VOTAMOS CONTRA BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO

Lideranças do movimento Brasil Metalúrgico, formado por sindicalistas metalúrgicos de todo o país e de todas as centrais sindicais, sem prejuízo de suas convicções e opiniões políticas acerca da candidatura do PT, declaram seu voto em Haddad e Manuela, 13, no segundo turno, para derrotar o candidato do PSL.

Além das ameaças aos direitos trabalhistas e sociais representados por este candidato – ameaça ao 13º salário, às férias e à aposentadoria dos trabalhadores – Bolsonaro ameaça atacar diretamente os sindicatos, o direito de organização, o direito de greve, de expressão e de mobilização dos trabalhadores e setores oprimidos da sociedade. Quer nos impedir de lutar em defesa dos nossos direitos e ameaça o país com uma ditadura.

Não podemos aceitar mais retrocessos, violência e o ódio, nem soluções simplistas para os sérios problemas econômicos e sociais que afetam o nosso país. Por isto, além de continuarmos na luta de resistência contra a terceirização, a “reforma” trabalhista e a “reforma” da Previdência, convocamos todos os companheiros e companheiras a comparecerem às urnas no domingo, 28 de outubro de 2018 e a votar em Haddad, 13, contra Bolsonaro.

Por outro lado, sabemos que as pressões para o ataque aos nossos direitos – por parte do sistema financeiro, das multinacionais e dos grandes empresários – vão aumentar depois da eleição, ganhe quem ganhe. Empresários já anunciam exigência de aprovação da “reforma” da Previdência no primeiro semestre do próximo ano.

Por esta razão, independentemente das diferentes opiniões existentes no interior das organizações sindicais e da própria classe trabalhadora, é fundamental que nos dediquemos todos ao esforço para construir uma frente única de todas as organizações dos trabalhadores em nosso país, a unidade de toda a nossa classe para a luta em defesa de seus direitos e interesses.

É na luta que a classe trabalhadora brasileira construirá o futuro que queremos para nossas famílias e nosso país. Leia mais

10 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Haddad recebe apoio das centrais sindicais em defesa dos direitos dos trabalhadores

Haddad recebe apoio das centrais sindicais em defesa dos direitos dos trabalhadores


Sete centrais sindicais – CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, Intersindical, CSB e CTB – declararam nesta quarta-feira (10) apoio ao candidato à presidência Fernando Hadadd (PT). O encontro aconteceu em São Paulo com a presença do candidato e da vice, Manuela D’Ávila, da presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann e dirigentes sindicais de diversas categorias. “Estamos de corpo e alma na campanha de Haddad e Manuela”, afirmou Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

Haddad e Manuela receberam das mãos dos sindicalistas dois documentos, ambos assinados pelas sete centrais sindicais. São eles a carta que explica os motivos porque a classe trabalhadora deve eleger Haddad e o documento Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora com 22 pontos elaborados pelas centrais que apontam alternativas para tirar o Brasil da crise. Confira a seguir a íntegra da carta dos sindicalistas a Fernando Haddad e Manuela d’Ávila.

MOVIMENTO SINDICAL EM DEFESA DOS DIREITOS TRABALHISTAS E DA DEMOCRACIA

PORQUE A CLASSE TRABALHADORA DEVE ELEGER HADDAD

Em 28 de outubro teremos uma eleição decisiva para o futuro da classe trabalhadora brasileira. De um lado, Fernando Haddad, um candidato comprometido com a democracia, os direitos sociais e a soberania nacional. Do outro, um candidato que encarna o autoritarismo, a desnacionalização da economia e a extinção dos direitos sociais e trabalhistas, com consequências diretas na vida dos trabalhadores e das trabalhadoras, como desemprego, a precarização do trabalho, redução dos direitos e da qualidade de vida.

Jair Bolsonaro defende os interesses de grandes corporações nacionais e estrangeiras, seu projeto privilegia o mercado financeiro sobre qualquer outro setor da sociedade. Sua intenção de supressão dos direitos dos trabalhadores é tão flagrante que o candidato afirmou que, se eleito, vai criar uma “nova” carteira de trabalho em contraposição à atual. Com esta fantasiosa carteira, o empregado não terá nenhum dos direitos previstos na CLT como férias, 13º salário e licença maternidade.

O programa de governo de Haddad está em sintonia com os interesses da Nação e do nosso povo. Propõe a revogação da reforma trabalhista e da Emenda Constitucional 95, que congelou os investimentos públicos por 20 anos. Propõe a retomada do desenvolvimento e crescimento econômico, com distribuição de renda, inclusão e justiça social e redução do desemprego. Defende o fortalecimento e a valorização da agricultura familiar e do salário mínimo, o combate da precarização do mercado de trabalho, a democratização dos meios de comunicação e uma política externa soberana.

Haddad está comprometido com a valorização das estatais, das empresas e bancos públicos, redução dos juros, isenção do imposto de renda para trabalhadores e trabalhadoras que ganham até cinco salários mínimos e de impostos para os mais pobres, manutenção da Previdência Social como política pública e a valorização das aposentadorias. O fim das privatizações e a valorização de todo setor energético, com a consequente redução das tarifas de combustíveis, luz e gás, também são compromissos já firmados.

Há uma massa de trabalhadores, desempregados e desalentados, sendo iludida pelo canto de sereia, desorientada pela profusão de notícias falsas e disseminação do ódio. Por isso, conclamamos uma reflexão pela democracia e por um futuro melhor para todos e todas.
Fernando Haddad personifica a democracia e a possibilidade de lutarmos por mudanças que o povo reclama e anseia: educação e saúde públicas de qualidade para toda a população, moradia, segurança, democracia, soberania e bem-estar social. Haddad colocará o povo brasileiro em primeiro lugar.

Por todas essas razões, as centrais sindicais brasileiras estão unidas neste segundo turno com Fernando Haddad. E, com a certeza de que Haddad é o melhor candidato, conclama a classe trabalhadora e o povo brasileiro a participar da campanha e votar para eleger Haddad o próximo presidente do Brasil.

Somente juntos conseguiremos defender a democracia, a soberania nacional e a valorização do
trabalho e da classe trabalhadora.

São Paulo, 10 de outubro de 2018.

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores – CUT
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores – UGT
Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB
José Avelino Pereira (Chinelo), presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB
José Calixto Ramos, presidente Nova Central Sindical dos Trabalhadores – NCST
Edson Índio, secretário-geral da Intersindical Leia mais