11 de Janeiro de 2018
por esmael
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Requião quer “princípio da moralidade” barrando “todos” os ministros de Temer

O senador Roberto Requião (MDB-PR) não é nenhum fã de Roberto Jefferson, mas vê com estranheza que o tal “princípio da moralidade” só barre a filha do ex-mensaleiro, a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), no Ministério do Trabalho. Para ele, o instituto jurídico também deveria valer para os demais ministros de Michel Temer enrolados em falcatruas. Leia mais

8 de Janeiro de 2018
por esmael
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Cristiane Brasil, filha de Jefferson, caiu antes de assumir o Ministério do Trabalho

A deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do mensaleiro Roberto Jefferson, teve a posse no Ministério do Trabalho, prevista para esta terça-feira (9), suspensa pela Justiça Federal do Rio de Janeiro. Leia mais

3 de Janeiro de 2018
por esmael
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Cristiane Brasil, do PTB, no Ministério do Desemprego, para continuar ferrando os trabalhadores

A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do mensaleiro Roberto Jefferson, vai assumir o Ministério do Desemprego para continuar ferrando os trabalhadores do Brasil. Leia mais

28 de julho de 2016
por esmael
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Golpe de Temer já fechou mais de meio milhão de vagas de emprego só em 2016

temer_desempregoContrariando o “filósofo” deputado Tiririca (PR-SP), o interino Michel Temer (PMDB) está deixando o país muito pior do que estava. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, já foram fechadas 531.765 vagas de empregos formais no primeiro semestre deste ano.

6 de julho de 2016
por esmael
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Ricardo Patah: “UGT é uma central plural, defendemos a CLT e somos contra o PL 4330”

Patah_RossiO presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, encaminhou nota de esclarecimento ao Blog do Esmael, contestando a informação publicada na manhã desta quarta (6) sobre o posicionamento da central acerca das terceirizações e o fim da CLT.

6 de julho de 2016
por esmael
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Central sindical ligada a Michel Temer realiza seminário em Curitiba pelo fim da CLT e em apoio a terceirizações

ugt_seminario_cltA União Geral dos Trabalhadores (UGT), braço sindical do PSD e do governo golpista de Michel Temer (PMDB), escolheu a cidade de Curitiba para realizar, nesta quinta (7), o 2º seminário jurídico nacional para discutir o fim da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o lançamento de uma campanha pela aprovação da terceirização no Senado.

18 de Maio de 2016
por esmael
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Paulinho da Força diz que foi ‘enganado’ pelo colega de golpe Temer

paulinho_forcaO deputado Paulinho da Força (SD) lamentou nesta quarta-feira (18) que o governo ditatorial de Michel Temer (PMDB) tenha “esquecido” os representantes da classe trabalhadora. Na verdade, o presidente da Força Sindical quis dizer que ele, Paulinho, foi “preterido”, “enganado”, pelo colega de golpe contra a democracia. CUT e CTB se negam a reconhecer o governo golpista.

Paulinho da Força chegou a ser cogitado para o Ministério do Trabalho, mas, após o afastamento da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), Temer escolheu para o desconhecido deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), o qual abriu vaga na Câmara para o suplente Cajar Nardes (PTB-RS) — irmão do ministro Carlos Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU).

Além de Paulinho da Força, quem também ficou chupando os dedos foi o deputado Alex Canziani (PTB-PR). O parlamentar paranaense já tinha montado equipe de transição, pedido contribuições sobre programas sociais para o ex-secretário estadual do Trabalho e atual Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governador Beto Richa (PSDB) na Assembleia; Canziani também havia conversado com o vereador colombense José Renato Strapasson (PTB), o Pelé, suplente do deputado, sobre a “convocação” de Temer.

A seguir, leia matéria da Agência Brasil:

18 de dezembro de 2014
por esmael
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‘à‰ a economia estúpido’: Emprego formal cresceu no país em novembro

DILMA-EMPREGOSà‰ a economia, estúpido!!. Essa frase dita por James Carville, estrategista de Bill Clinton na campanha eleitoral norte-americana de 1992, pode ser também empregada hoje para explicar o pleno emprego no Brasil e o aumento de popularidade da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Assim como os partidários George H. Bush, o pai, não entendiam porque perdiam a reeleição para Clinton, os correligionários de Aécio Neves e PSDB não entenderam ontem como subiu a aprovação de Dilma na pesquisa do Ibope (clique aqui) mesmo apanhado covardemente da mídia todo santo dia.

Bush perdeu eleição porque a economia dos Estados Unidos mergulhava na recessão. Dilma foi reeleita porque o pleno emprego, o crescimento de postos formais, continua dando sustentação política a ela.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (18), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a geração de empregos com carteira assinada na economia brasileira mostrou sinais de recuperação em novembro, com 8.381 vagas formais, saldo entre um total de admissões de 1.613.006 menos 1.604.625 desligamentos no período.

3 de dezembro de 2014
por esmael
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Auditores Fiscais do Trabalho solicitam direito de resposta

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O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho !“ Sinait, a Delegacia Sindical do Sinait no Paraná e a Associação dos Auditores Fiscais do Trabalho no Paraná !“ AAFTPR solicitaram direito de resposta à s declarações e à  nota de esclarecimento emitidas pelo Superintendente Regional do Trabalho e Emprego no Estado do Paraná (SRTE), Neivo Beraldin.

As declarações e a nota de Neivo foram publicadas no Blog do Esmael no dia 28 de novembro sob a manchete Acabei com a mordomia deles, por isso protestam!, diz Neivo Beraldin, sobre auditores fiscais da SRTE. Atendendo a solicitação dos auditores, publicamos a seguir a íntegra da nota por eles emitida:

11 de setembro de 2014
por esmael
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Brasil cria 101,4 mil novos empregos em agosto. Que crise?

do Brasil 247
O Brasil criou em agosto 101.425 vagas formais de emprego, anunciou o Ministério do Trabalho e Emprego na tarde desta quinta-feira 11. De janeiro a agosto, o número de empregos formais foi de 751,5 mil.

O destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil postos de trabalho no período. O setor de comércio, responsável por 40,6 mil empregos com carteira assinada no mês, ficou em segundo lugar.

Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado) e foram divulgados na tarde desta quinta-feira 11 pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Em julho, haviam sido criados 11.796 postos com carteira assinada, sem ajustes. O resultado de agosto é 21,5% inferior ao do mesmo período do ano passado, quando o país criou 127,6 mil postos de trabalho.

Emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.

31 de Março de 2014
por esmael
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Considerado “feudo” do PDT, 4 disputam superintendência da SRTE/PR

A briga é de foice no escuro! no PDT pela Regional do Trabalho (SRTE/PR); titular da pasta, Neivo Beraldi, deverá deixar o cargo até sábado (5) para concorrer à  Câmara; Falta uma conversa com o Fruet!, revelou ao blog nesta segunda (31); disputam o órgão vinculado ao Ministério do Trabalho os pedetistas Valdir Stédile, Nivaldo Orlandi e Maria Tereza Cunha; o neopetista Milton Alves, do Grupo do Amendoim, também entrou no aquecimento pela vistosa pasta.

A briga é de foice no escuro! no PDT pela Regional do Trabalho (SRTE/PR); titular da pasta, Neivo Beraldi, deverá deixar o cargo até sábado (5) para concorrer à  Câmara; Falta uma conversa com o Fruet!, revelou ao blog nesta segunda (31); disputam o órgão vinculado ao Ministério do Trabalho os pedetistas Valdir Stédile, Nivaldo Orlandi e Maria Tereza Cunha; o neopetista Milton Alves, do Grupo do Amendoim, também entrou no aquecimento pela vistosa pasta.

O superintendente Regional do Trabalho, Neivo Beraldin, convencido pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, vai disputar uma cadeira na Câmara. Mas, para isso, terá que deixar o cargo na Superintendência Regional do Trabalho (SRTE/PR) até o próximo sábado (5). Leia mais

5 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Paulo Rossi: “‘MP do Magazine Luiza’ é uma fraude do PT contra os trabalhadores”

Paulo Rossi*

Parece piada pronta, mas não é! O governo federal quer precarizar ainda mais as relações de trabalho em nosso país.

O Ministério do Trabalho e Emprego, pasta comandada pelo PDT !“ Partido originalmente constituído pelos ideais trabalhistas, pretende editar uma portaria flexibilizando a contratação de trabalhadores temporários pelo setor privado. Essas contratações anteriormente visavam somente a Copa do Mundo da FIFA, entidade máxima do futebol e que tem mandado e desmandado em nossa soberania nacional. Infelizmente, durante o dia o senhor ministro, Manoel Dias, prega o combate ao trabalho escravo e defende o Trabalho Decente, mas nos bastidores seus subordinados trabalham para por em prática essa medida que escraviza o trabalhador brasileiro.

No próprio governo, essa medida, apelidada de “MP do Magazine Luiza!, 2!ª maior rede varejista do Brasil, comandada pela empresária Luiza Trajano, que declinou do convite da presidenta Dilma para se tornar ministra das Micro e Pequenas Empresas, mas mesmo assim mantém grande influência junto à  presidenta da República, está caminhando mais rápido do que podemos imaginar. O lobby é grande, e caso isso aconteça, será na prática o maior desrespeito à  CLT !“ Consolidação das Leis do Trabalho, à  Constituição Federal e principalmente à  classe trabalhadora brasileira, como “nunca antes na história deste país!.

A proposta permite que empresas, principalmente indústrias e comércio varejista, façam contratos temporários diretamente com os trabalhadores por 14 dias, renováveis (com intervalo de 7 dias corridos) até o limite de 60 dias por ano. E quem ganha com isso? Claro que são as grandes redes de varejo, dentre as quais a Magazine Luiza que alegam que essa medida irá reduzir os custos de mão de obra para as empresas. A pergunta é: quem mais perderá com isso? Claro que serão os trabalhadores, pois, um trabalhador sem registro em carteira ficará sem direito aos benefícios sociais, tais como direito à  aposentadoria, além de ficar totalmente desprotegido em caso de acidente de trabalho.

Vale lembrar que desde 1974, ou seja, há quarenta anos existe a Lei 6.019/74, que trata da contratação dos Trabalhadores Temporários. De acordo com essa Lei, os trabalhadores são contratados por meio de uma empresa específica que presta serviços aos tomadores de serviços. Por este modelo de contratação os trabalhadores têm direito ao 13!º salário proporcional, Férias, FGTS !“ exceto a multa de 40%, mesma remuneração que o empregado da empresa tomadora de serviços, e, principalmente, estão protegidos pelas Leis Trabalhistas vigentes.

A UGT !“ União Geral dos Trabalhadores, a maior no Paraná e 3!ª maior central sindical brasileira, presidida nacionalmente pelo comerciário Ricardo Patah, e o Sindicato dos Comerciários de São Paulo (maior sindicato da América Latina) lançaram em 2013 uma campanha contra a informalidade no trabalho, que contou com o apoio do Ministério da Previdência Social, visando o registro formal em carteira de trabalho, pois acreditamos que essa é uma das formas de capitalizarmos e garantirmos o direito à  aposentadoria digna para toda a classe trabalhadora brasileira.

Mantendo o princípio da coerência e da prática de um sindicalismo cidadão, ético e inovador, a UGT não pode e não deve apoiar tal projeto (MP do Magazine Luiza) que precarizará ainda mais os direitos dos trabalhadores em nosso país.

Acredito que somente com a união de todas as centrais sindicais, federações, confederações e sindicatos de trabalhadores e com o apoio da classe trabalhadora é que conseguiremos barrar tal iniciativa que atenta contra o Trabalho Decente, tão preconizado pela O

31 de Janeiro de 2014
por esmael
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Denúncia contra Lupi expõe racha sobre o FGTS

via Coluna da EsplanadaA denúncia publicada em uma revista no último sábado de que uma empresária pagou R$ 200 mil de propina ao ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi, e na qual cita que o atual titular, Manoel Dias, “é nosso”, envolve muito mais que a acusação sobre um suposto esquema milionário de venda de registro sindical.

Nos bastidores, descerram-se as cortinas de algo maior dentro do ministério: a disputa pelo poder no Comitê do Fundo de Investimento do FGTS (Fundo de garantia do tempo de Serviço), com saldo de bilhões para investimentos.

Em entrevista, a empresária Ana Cristina Aquino disse que entregou dentro de uma bolsa Louis Vuitton a quantia ao próprio ministro. Ele nega e rebate que não há provas. Mas em uma outra frente, Ana Cristina envolve o advogado do PDT no Paraná, João Alberto Graça. Segundo Ana Cristina, ele se tornou sócio de sua empresa no Estado, de carretas “cegonha” para transporte de carros, a fim de abocanhar contrato com a Renault, recém-instalada na região; mas nada andou, e a empresa não saiu do papel.

à‰ nesse ponto que começa a encrenca, e aparece outra encrenca na esteira da denúncia. Não é apenas a acusação política. Há um jogo de interesses dentro do Comitê do Fundo de Investimento do FGTS. João Graça será (ou seria) o próximo presidente do comitê, com poder de caneta para direcionar investimentos do fundo. Mas agora é detonado por parte do conselho. Abriu-se, então, uma guerra entre dois grupos.

Um defende a posse de Graça na presidência, por direito de rodízio, como representante do governo. Outro o quer fora dali, e usa a denúncia da revista para extirpar do ministério a turma de Graça. Esse grupo quer indicar para o cargo o representante da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto.

E por trás dessa disputa de indicações, os objetivos de cada grupo: João Graça é contra a aplicação de R$ 9 bilhões do FGTS para a Petrobras no projeto do complexo petroquímico de Itaboraí (RJ), o Comperj. Os adversários internos de Graça trabalham pelo aporte para ajudar a petroleira no projeto. (Aqui, um parêntese: a destinação dessa vultosa quantia para a Petrobras é surpresa para muita gente graúda do governo. à‰

16 de outubro de 2013
por esmael
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Geração de empregos em setembro tem melhor resultado desde abril

da Agência Brasil A geração de empregos em setembro teve o melhor resultado desde abril deste ano, com a criação de mais de 211 mil postos de trabalho formal.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (16) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o saldo do mês passado foi também o melhor dos últimos três anos, quando foram criados 246 mil postos. A mão de obra adicional no mês passado foi o resultado de aproximadamente 1,8 milhão de admissões e 1,6 milhão de demissões.

Setembro foi o segundo mês consecutivo de crescimento. Em julho havia sido registrado o pior resultado para o mês desde 2003, com 61,6 mil novas vagas. Desde maio, o Caged vinha constatando ritmo mais lento da geração de postos no mercado de trabalho.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o resultado do mês passado deve-se á expansão do setor de serviços, que, individualmente, criou mais de 70,5 mil postos !“ 33,4% de todas as vagas formais no mês. Para o ministério, o bom desempenho foi impulsionado pela expansão generalizada dos ramos que integram o setor, com destaque para os serviços em alojamento e alimentação (mais de 22 mil vagas), de comércio e administração de imóveis (20 mil) e ensino (9,8 mil).

Outros setores que tiveram desempenho positivo em setembro foram a indústria de transformação, com a criação de mais de 63,2 mil postos, e o comércio, com 53,8 mil.

Os estados com os melhores resultados foram São Paulo (45,2 mil), Pernambuco (29,9 mil) e Alagoas (16,2 mil). O único estado em que houve fechamento de vagas foi Rondônia, com menos 72 postos de trabalho. O Acre foi o segundo com o pior desempenho (268 postos), seguido pelo Piauí (379).

Conforme os dados do Caged, de janeiro a setembro deste ano, houve aumento real de 2,2% nos salários de admissão !“ de R$ 1.076 para R$ 1.100, aproximadamente.

11 de outubro de 2013
por esmael
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Salário de educadores apresenta queda em 2012, aponta Ministério do Trabalho

da Agência BrasilOs salários dos profissionais que prestam serviços em ensino – como professores, pedagogos, coordenadores, assistentes, vigilantes, secretárias, merendeiras, porteiros, entre outros – tiveram redução quantitativa e percentual de 2011 a 2012. De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2012, divulgada hoje (11) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, os salários no setor de ensino caíram de R$ 2.884 para R$ 2.852 !“ redução de 1,1%, o que representa R$ 32 a menos na folha de pagamento.

Entre os setores elencados pela Rais, o de serviços está entre os três que tiveram os menores aumentos no período avaliado !“ 2,1%, taxa inferior à  média nacional (2,97%). Entre os subsetores elencados pela relação do Ministério do Trabalho, em que estão incluídos os serviços em ensino, o de produção de materiais de transporte também teve redução, de 0,34%.

A informação de que os salários dos profissionais em educação apresentaram redução em 2012 vai de encontro com outro dado também da Rais: o setor de serviços foi o que mais gerou empregos no mesmo ano, cerca de 794 mil. Um dos destaques nesse setor foi justamente o de prestação de serviços em educação, responsável por 5,67% do total, aproximadamente 45 mil postos de trabalho.

De acordo com o Ministério do Trabalho, a geração de emprego demonstra o aumento do consumo das famílias em saúde e educação !“ o que, economicamente, deveria provocar alta dos salários, motivado pelo crescimento da demanda por esses serviços. No entanto, o que ocorre é a escassez de profissionais.

Esse dado [redução salarial] mostra uma realidade que, infelizmente, denunciamos há muito tempo. O decréscimo mostra que a educação não está sendo valorizada, em uma dinâmica em que não há a valorização do trabalhador!, disse à  Agência Brasil o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão.

Segundo Leão, o fato de a demanda por profissionais ser grande e os salários baixos intensifica ainda mais escassez de mão de obra. Há cursos de licenciatura nas universidades que estão fechando porque não há alunos. Ninguém quer seguir carreira que não tem perspectiva de futuro, em que se ganha pouco!, explicou o presidente da CNTE, em relação à  formação de professores.

Atualmente, o piso salarial dos professores do magistério público é R$ 1.567. Para Roberto Leão, o fato de o piso n