17 de Março de 2015
por esmael
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Outra vez, Dilma é empurrada à lama pelos próprios estrategistas do governo. “É a economia, estúpido!”

A pauta do esgoto interessa somente ao PSDB, à oposição, e aos extremistas de direita alimentados pela velha mídia; Dilma é empurrada para lama pelos próprios estrategistas do Palácio do Planalto; barões da mídia adoram chafurdar para esconder sua fétida existência corrupta, a exemplo do escândalo SwissLeaks-HSBC.

A pauta do esgoto interessa somente ao PSDB, à oposição, e aos extremistas de direita alimentados pela velha mídia; Dilma é empurrada para lama pelos próprios estrategistas do Palácio do Planalto; barões da mídia adoram chafurdar para esconder sua fétida existência corrupta, a exemplo do escândalo SwissLeaks-HSBC.

Se burrice pagasse imposto os estrategistas do Palácio do Planalto estariam muito endividados. Os próprios palacianos empurram a presidenta Dilma Rousseff ao cadafalso, sem dó nem piedade. Veja se não há um pingo de razão na afirmação do Blog do Esmael. Leia mais

18 de dezembro de 2014
por esmael
14 Comentários

‘à‰ a economia estúpido’: Emprego formal cresceu no país em novembro

DILMA-EMPREGOSà‰ a economia, estúpido!!. Essa frase dita por James Carville, estrategista de Bill Clinton na campanha eleitoral norte-americana de 1992, pode ser também empregada hoje para explicar o pleno emprego no Brasil e o aumento de popularidade da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Assim como os partidários George H. Bush, o pai, não entendiam porque perdiam a reeleição para Clinton, os correligionários de Aécio Neves e PSDB não entenderam ontem como subiu a aprovação de Dilma na pesquisa do Ibope (clique aqui) mesmo apanhado covardemente da mídia todo santo dia.

Bush perdeu eleição porque a economia dos Estados Unidos mergulhava na recessão. Dilma foi reeleita porque o pleno emprego, o crescimento de postos formais, continua dando sustentação política a ela.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (18), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a geração de empregos com carteira assinada na economia brasileira mostrou sinais de recuperação em novembro, com 8.381 vagas formais, saldo entre um total de admissões de 1.613.006 menos 1.604.625 desligamentos no período.