Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

9 de julho de 2018
por Redacao
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Governo Temer infla estatísticas sobre emprego

O Ministério do Trabalho do governo golpista de Temer tem incluído todos os contratos intermitentes – que foram criados com a reforma trabalhista – na estatística do emprego formal. Isso significa que o governo Temer tem inflado dados ao considerar brasileiros que têm contratos intermitentes, mas que não trabalharam e muito menos receberam salários. Duplicidade de cadastro também acontece. Leia mais

21 de junho de 2018
por Redacao
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Cresceu o desemprego e a precarização em maio, informa o Caged

O Brasil registrou no mês de maio a menor taxa de geração de empregos formais deste ano. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foram criadas 33.659 vagas de emprego com carteira assinada no mês passado, contra as 115.898 vagas criadas em abril – o resultado representa uma queda de 82.239 empregos em relação ao mês anterior. Até na comparação com maio de 2017, quando houve abertura de apenas 34.253 vagas, houve redução de 594 postos de trabalho. Leia mais

20 de abril de 2018
por esmael
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Brasil registra menos empregos com carteira assinada em março, segundo o Caged

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em março, o Brasil contratou menos empregos com carteira assinada. Por outro lado, aumentou o número de trabalhadores assinando acordos de demissões com os empresários e perdendo direitos, como 20% a menos do saldo do FGTS e seguro-desemprego. Leia mais

23 de março de 2018
por Redacao
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Caged: Trabalho precário e intermitente avança no país

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgado nesta sexta-feira (23) aponta para um crescimento do trabalho de tipo intermitente e precarizado em todo país. Em relação ao trabalho formalizado, com carteira assinada, foram abertas 61.188 vagas, um aumento de 0,16% em comparação ao mês de janeiro — um resultado pífio que confirma a permanência do quadro de desemprego e recessão na economia. Leia mais

2 de março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

A velha mídia chapa branca tortura os números na tentativa de mostrar que as coisas “melhoraram” em meio a 12,7 milhões de desempregados anunciados esta semana pelo IBGE. Segundo o Estadão, citando o Caged, 77,8 mil vagas formais em janeiro e este seria o melhor resultado desde 2012. Truco! Leia mais

2 de março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

A velha mídia chapa branca tortura os números na tentativa de mostrar que as coisas “melhoraram” em meio a 12,7 milhões de desempregados anunciados esta semana pelo IBGE. Segundo o Estadão, citando o Caged, 77,8 mil vagas formais em janeiro e este seria o melhor resultado desde 2012. Truco! Leia mais

2 de março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

A velha mídia chapa branca tortura os números na tentativa de mostrar que as coisas “melhoraram” em meio a 12,7 milhões de desempregados anunciados esta semana pelo IBGE. Segundo o Estadão, citando o Caged, 77,8 mil vagas formais em janeiro e este seria o melhor resultado desde 2012. Truco! Leia mais

26 de janeiro de 2018
por esmael
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O Ministério do Trabalho vai continuar um “trem desgovernado” até fevereiro

Para um governo que tem como objetivo gerar desemprego, nada mais normal o Ministério do Trabalho continuar sem comando até fevereiro. A informação de que o PTB insistirá até fevereiro no nome da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), barrada pela Justiça, coincidiu hoje (26) com os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) segundo qual Michel Temer fechou 20.832 vagas de trabalho formal em 2017. Leia mais

3 de janeiro de 2018
por esmael
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Cristiane Brasil, do PTB, no Ministério do Desemprego, para continuar ferrando os trabalhadores

A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do mensaleiro Roberto Jefferson, vai assumir o Ministério do Desemprego para continuar ferrando os trabalhadores do Brasil. Leia mais

27 de dezembro de 2017
por esmael
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Paulo Rossi: Cadê o emprego, Temer?

O presidente da UGT-Paraná, Paulo Rossi, desmente Michel Temer e a velha mídia acerca da reforma trabalhista de que geraria milhares de novos empregos. Segundo ele, citando dados oficiais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), foram exatos 12.292 postos a menos de trabalho no mês de novembro de 2017. Leia mais

28 de julho de 2016
por esmael
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Golpe de Temer já fechou mais de meio milhão de vagas de emprego só em 2016

temer_desempregoContrariando o “filósofo” deputado Tiririca (PR-SP), o interino Michel Temer (PMDB) está deixando o país muito pior do que estava. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, já foram fechadas 531.765 vagas de empregos formais no primeiro semestre deste ano.

20 de junho de 2016
por esmael
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Luiz Claudio Romanelli: Bilhões recuperados são irrelevantes diante do caos econômico provocado pela operação Lava Jato

Romanelli_desempregoO deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, em sua coluna desta segunda-feira (20), afirma que “os bilhões recuperados e em recuperação são irrelevantes diante do caos econômico provocado” pela operação Lava Jato.

28 de agosto de 2015
por esmael
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Mesmo nadando em lucros, bancos demitem e diminuem salários

bancosUma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou o desemprego gerado pelos bancos brasileiros que, de janeiro e julho de 2015, fecharam 5.864 postos de trabalho. E pior, na dança da reposição, os novos contratados chegam a ganhar 55% menos dos que os demitidos nos mesmos cargos. As mulheres continuam sofrendo discriminação, recebendo menos salários, mesmo com maior grau de escolaridade.

O estudo do Dieese é baseado nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os bancos múltiplos, com carteira comercial, categoria que engloba grandes instituições, como Itaú, Bradesco, Santander, HSBC e Banco do Brasil, foram os principais responsáveis pelo saldo negativo. Eles eliminaram 3.715 empregos. A Caixa, apresentou corte de 2.180 postos de trabalho no período.

De acordo com o levantamento, além do corte de vagas, a rotatividade continuou alta. Os bancos contrataram 20.426 funcionários e desligaram 26.290 nos sete primeiros meses de 2015.

A pesquisa também revela que o salário médio dos admitidos pelos bancos foi de R$ 3.427,10, contra R$ 6.234,13 dos desligados. Assim, os trabalhadores que entraram nos bancos receberam valor médio 55% menor que a remuneração dos dispensados.

20 de julho de 2015
por esmael
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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: Pacto contra crise no país e o bom exemplo do Paraná

Luiz Claudio Romanelli*

O que tomou conta do debate político nos últimos dias está muito longe e desassociado de tudo o que o país mais precisa neste momento de forma urgente: um pacto social e federativo frente à crise econômica nacional que se torna mais aguda a cada pesquisa ou dado revelado por órgãos como o IBGE e o Ipea.

Na sexta-feira, 17, por exemplo, o Ministério do Trabalho divulgou que o país perdeu 345.417 empregos no primeiro semestre – 111.199 vagas fechadas somente no mês de junho, aponta o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

Um dia antes, o Ipea revelou que um milhão de brasileiros voltaram à miséria em 2013, o que se deduz que, em 2014, com a recessão, ajuste fiscal e o corte de recursos na área social, o número de miseráveis poderá ser bem maior do que no ano anterior. Para este ano, de 2015, as projeções são ainda mais preocupantes.

Nessa escalada de dados, números e estatísticas, a economia desanda, o povo enfrenta a inflação alta nas compras no supermercado ou quando contrata algum serviço, vê-se uma luta política desenfreada pautada pelo achincalhe, denuncismo, acusações de toda ordem e até a falta de urbanidade nas relações entre os poderes. Do campo econômico, a crise saltou para a política e periga, se ninguém tomar qualquer atitude mais desprendida, se tornar uma crise institucional, o que é muito ruim para todos, especialmente para a economia, que já vai tão mal.

Com tudo isso acontecendo, volto a reafirmar que já passou da hora de todas as forças políticas do país, os agentes públicos, os atores políticos, os trabalhadores e o setor produtivo – as chamadas forças vivas da sociedade – tomarem frente da crise e apontarem as alternativas e soluções para os problemas que o Brasil enfrenta atualmente.

Essas mudanças são urgentes e passam pelo novo pacto federativo que contemple a redistribuição dos recursos arrecadados por meio dos impostos e contribuições entre os entes federados: União, estados e municípios, os mais penalizados com o corte de verbas e de repasses federais.

Dados da Frente Nacional dos Prefeitos mostram que, em 2013, 57,42% da receita disponível ficou com a União, 24,18% com os estados e 18,40% com os municípios. Os prefeitos defendem – e eu concordo com a proposta – que essa divisão ocorra da seguinte maneira: 40% para a União, 30% para estados e 30% para municípios. Não há porque penalizar ainda mais as prefeituras que, frequentemente têm as despesas aumentadas na prestação dos serviços essenciais, como saúde e educação. Além de prover as cidades de hospitais, postos de saúde e creches, são necessários recursos para manutenção e a contratação de médicos, enfermeiros e professores. A contrapartida do governo federal é pífia e as obrigações recaem todas nas costas dos prefeitos. E isso é só um exemplo.

A situação dos estados parece idêntica, guardadas as proporções, com os municípios. Os estados cortaram mais de 46% do orçamento de 2014 para 2015 e mais 11,3 bilhões em obras. Os estados, e o Paraná não é exceção, padecem com as obras paradas, projetos adiados e atrasos de pagamento de serviços. Sem capacidade de investimentos, os estados vivem no sufoco e a União se tornou um paquiderme com muito pouca desenvoltura.

Sem as obras públicas dos governos estaduais, a economia, como um todo, acaba sendo afetada. Como exemplo, o mercado de máquinas para construção estimou queda de 36% na demanda de novos equipamentos – valor comparável apenas ao registrado em 2009, em meio à crise internacional. Além disso, com a crise atual, os gastos dos governos estaduais ficaram limitados e

18 de dezembro de 2014
por esmael
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‘à‰ a economia estúpido’: Emprego formal cresceu no país em novembro

DILMA-EMPREGOSà‰ a economia, estúpido!!. Essa frase dita por James Carville, estrategista de Bill Clinton na campanha eleitoral norte-americana de 1992, pode ser também empregada hoje para explicar o pleno emprego no Brasil e o aumento de popularidade da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Assim como os partidários George H. Bush, o pai, não entendiam porque perdiam a reeleição para Clinton, os correligionários de Aécio Neves e PSDB não entenderam ontem como subiu a aprovação de Dilma na pesquisa do Ibope (clique aqui) mesmo apanhado covardemente da mídia todo santo dia.

Bush perdeu eleição porque a economia dos Estados Unidos mergulhava na recessão. Dilma foi reeleita porque o pleno emprego, o crescimento de postos formais, continua dando sustentação política a ela.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (18), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a geração de empregos com carteira assinada na economia brasileira mostrou sinais de recuperação em novembro, com 8.381 vagas formais, saldo entre um total de admissões de 1.613.006 menos 1.604.625 desligamentos no período.

11 de setembro de 2014
por esmael
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Brasil cria 101,4 mil novos empregos em agosto. Que crise?

do Brasil 247
O Brasil criou em agosto 101.425 vagas formais de emprego, anunciou o Ministério do Trabalho e Emprego na tarde desta quinta-feira 11. De janeiro a agosto, o número de empregos formais foi de 751,5 mil.

O destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil postos de trabalho no período. O setor de comércio, responsável por 40,6 mil empregos com carteira assinada no mês, ficou em segundo lugar.

Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado) e foram divulgados na tarde desta quinta-feira 11 pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Em julho, haviam sido criados 11.796 postos com carteira assinada, sem ajustes. O resultado de agosto é 21,5% inferior ao do mesmo período do ano passado, quando o país criou 127,6 mil postos de trabalho.

Emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.

25 de junho de 2014
por esmael
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Geração de empregos no governo Dilma supera 5 mi de postos, diz Caged

do Brasil 247 O destaque para a geração de empregos formais no mês de maio, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira 24, foi para a maior baixa para o período em 22 anos. Com os números, no entanto, chega-se à  seguinte soma: durante o governo da presidente Dilma Rousseff, a geração de empregos formais no País superou a marca de 5 milhões, um crescimento de 11,47% na criação de postos de trabalho entre 2011 e 2014. O número significa ainda que foram criados, por mês, uma média de 123.237 vagas com carteira assinada. Como destacou o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o Brasil mantém uma trajetória positiva, “mesmo com a falta de empregos no mundo”.

Veja abaixo dados publicados pelo Blog do Planalto após a divulgação dos números de maio do Caged:

O Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mede geração de postos de trabalho com carteira assinada no País, registrou criação de 58.836 vagas em maio, valor que representa crescimento 0,14% em relação ao estoque do mês anterior. O número é o saldo entre 1,849 milhão de admissões e 1,790 milhão de desligamentos em maio.

Com o resultado de maio, a geração de empregos formais no governo Dilma Rousseff superou a marca de 5 milhões. “No período de janeiro de 2011 a maio de 2014, ocorreu um crescimento de 11,47% na geração de postos formais de trabalho alcançando 5.052.710 empregos criados, uma média mensal de geração de 123.237 postos de trabalho com carteira assinada”, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O Caged revela também que no acumulado do ano (janeiro a maio) houve expansão de 1,34% no nível de emprego, equivalente ao acréscimo de 543.231 postos de trabalho. Se considerados os últimos 12 meses, o aumento foi de 867.423 postos de trabalho, correspondendo à  elevação de 2,15%. Com relação a maio do ano passado, no entanto, saldo de maio significa queda de 18,3%.

Trajetória positiva no cenário mundial

Os dados foram apresentados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, que destacou a média de empregos gerados mensalmente no Brasil.

“Nós atingimos cinco milhões de empregos no atual governo e vamos continuar gerando novos postos de trabalho. Mantivemos uma ótima média mensal de 123 mil empregos. Mesmo com a falta de empregos no mundo, o Brasil continua sua trajetória positiva de geração de postos de trabalho”, ressaltou.

A geração de 5.052.710 no período de 2011 a 2014 dem

30 de abril de 2014
por esmael
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Coluna do Ademar Traiano: Paraná desenvolve a economia e faz política social sem demagogia

Ademar Traiano*

A Assembleia aprovou mensagem do governo do Estado sobre o novo salário mínimo regional. O novo piso, que entra em vigor no feriado de 1!º de Maio, será aplicado em quatro faixas salariais, que variam de R$ 948,20 a R$ 1.095,60. à‰ o mínimo regional mais alto do país e seu valor foi estabelecido a partir de uma ampla negociação e um consenso entre governo, trabalhadores e iniciativa privada.

O piso regional, que beneficia um milhão de pessoas, regula o salário de categorias profissionais que não têm convenção nem acordo coletivo de trabalho. O piso busca um equilíbrio que permita ao empresário continuar a investir e garantir a reposição do poder de compra dos trabalhadores, duramente atingido pela inflação provocada pelas barbeiragens econômicas do governo do PT.

Ao contrário do governo federal, que provoca pânico nos investidores com seu voluntarismo e incompetência, o bom ambiente para empreendimentos criado pelo governo do Paraná fez com que o estado contornasse, com êxito, a crise que atingiu o setor automobilístico. O estado acaba de firmar um novo acordo com a montadora francesa Renault para a produção de dois novos carros no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais.

A empresa vai investir R$ 500 milhões no desenvolvimento e produção de dois novos veículos. O novo empreendimento da Renault vem se somar aos R$ 30 bilhões de novos investimentos atraídos ao Paraná em 3 anos pelo programa Paraná Competitivo.

Por privilegiar a economia, em lugar da ideologia, o Paraná também se destaca na geração de empregos. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Estado gerou 341.393 empregos com carteira assinada entre janeiro de 2011 e fevereiro de 2014. São bons resultados colhidos apesar da notória perseguição e políticas discriminatórias movidas contra o estado. Entre elas, o bloqueio dos empréstimos que continua, apesar de seguidas liminares do STF determinarem a liberação dos recursos para o estado.

O estado faz investimentos pesados em setores essenciais, como a educação. Entre eles, é importante citar a reposição salarial de 50,16 % para os professores da rede estadual, que enfrentaram um longo período de achatamento salarial no governo anterior.

Outro destaque são os programas sociais. O Programa Família Paranaense, por exemplo, que envolve 17 secretarias de Estado e é coordenado pela Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, garante atenção especial à s pessoas com vulnerabilidade social e se revelou um exemplo de eficiência.

Em três anos, de 2011 a 2013, o Paraná atingiu 92% de uma meta prevista para quatro anos: tirar 100 mil famílias da extrema pobreza. Quem atesta que a quase totalidade desse objetivo já foi atingido é o Ministério do Desenvolvimento Social. Em três anos, 92.250 famílias tiveram melhoria substancial em suas condições de vida no estado.

O acompanhamento à s famílias carentes e a garantia dos direitos das crianças e adolescentes que vivem no Paraná é feito pela Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, criada pelo governador Beto Richa. Até então o Paraná não possuía uma pasta dedicada exclusivamente das pessoas que vivem em vulnerabilidade social.

No Paraná, o objetivo das políticas sociais é ajudar p

17 de março de 2014
por esmael
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País cria 260 mil empregos e isola pessimistas nas vésperas das eleições

Brasil 247, com Reuters
O Brasil registrou abertura de 260.823 vagas de trabalho em fevereiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta segunda-feira. O número é 111% maior do que o registrado em fevereiro do ano passado. Trata-se também do melhor fevereiro desde 2011.

Pesquisa da agência Reuters feita com analistas de mercado mostrou que a mediana das expectativas era de abertura de 110 mil novas vagas, com as projeções variando entre 91 mil e 130 mil novos postos. Em janeiro, haviam sido criados 29.595 postos com carteira assinada, sem ajuste.

“Em 2014, o emprego não vai diminuir. Pelo contrário, vai garantir a irrigação da nossa economia por muito tempo ainda. Vivemos em pleno emprego. Agora, temos que qualificar esse emprego para ter competitividade e disputar a supremacia mundial”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, ao apresentar os dados.

Na avaliação do ministério do Trabalho, o resultado mostra uma “reação do mercado de trabalho”. “Com essa expansão, este é o sétimo mês consecutivo de desempenho superior, quando comparado ao mesmo período do ano”, diz trecho do relatório divulgado pela pasta.