Requião Filho denuncia empregos fakes no governo Ratinho Junior

► Comparação histórica sobre geração de emprego foi feita sem embasamento técnico e divulgada como recorde, em propagandas do governo ► Deputado classifica de um ‘ato de covardia’ do governador acerca da criação de 542 novos cargos comissionados O deputado estadual Requião Filho (PT) subiu à tribuna do plenário da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (25/05), … Read more

Cadê o meu emprego? Governo jura que gerou 309 mil empregos formais em junho

Se tomarmos como régua o entendimento do Supremo Tribunal Federal, segundo o qual “uma mentira contada mil vezes não vira verdade”, é questionável que o Brasil tenha gerado 309 mil empregos formais em junho. Nas ruas, os brasileiros perguntam em jogral: ‘Bolsonaro, cadê o meu emprego?‘ Segundo o governo, o País gerou 309.114 postos de … Read more

A máscara dos números para fazer parecer menos feio

Dados alterados demonstram eficiência que não existe Por Requião Filho* “Registramos o maior número de empregos, vejam como nosso Estado é eficiente”, diz a propaganda… mas só a propaganda. Saia na rua, nos bairros e pergunte ao cidadão comum se, de fato, estão trabalhando com carteira assinada. Pois é… contra fatos é difícil convencer com … Read more

Pandemia é mais cruel para quem ganha de 1 a 2 salários mínimos, segundo Caged

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão do IBGE, a pandemia do novo coronavírus tem sido mais cruel para os trabalhadores que ganham de 1 a 2 salários mínimos. De acordo com levantamento da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, 75,5% do total de vagas fechadas no ano estão nesse patamar de … Read more

Brasil ruma para a extinção do trabalho com carteira assinada

É mais fácil encontrar uma agulha no palheiro do que um trabalhador com carteira assinada. O Brasil ruma a passos largos para a extinção do trabalho com carteira assinada. E essa tendência já era verificada antes mesmo da pandemia de coronavírus. Embora o vírus integral culpa, a desastrosa política econômica do presidente Jair Bolsonaro (sem … Read more

Desemprego subnotificado, a exemplo do coronavírus

O governo de Jair Bolsonaro afirma que a taxa de desemprego no país subiu para 12,6% no trimestre encerrado em abril deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é superior aos 11,2% do trimestre encerrado em janeiro. … Read more

PT denuncia na Justiça Federal “apagão de dados” no Caged

O PT entrou na 20ª Vara Cível da Justiça Federal com a Ação Popular 1030285-75.2020.4.01.3400, denunciando a ausência de divulgação dos dados sobre o mercado de trabalho registrados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), suspenso desde 30 de março. A presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), e os líderes da legenda … Read more

Cresceu o emprego precarizado no governo Bolsonaro, revela o CAGED

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho, põe a nu o suposto aumento de empregos no Brasil durante o mês de novembro. Segundo o órgão, 11,4% dos postos criados são intermitentes, qual seja, precarizados. A modalidade do trabalho intermitente foi gerada na reforma trabalhista ainda no governo de Michel Temer … Read more

Um país estagnado, em compasso de espera. E qual é o plano?

“É a economia, estúpido!”. James Carville Se você é do tipo que acha bonito fazer arminha com as mãos, que discutir o fim da tomada de três pinos e da multa para quem não usa a cadeirinha para as crianças é importante para o Brasil, não perca o seu tempo lendo esse artigo. O governo … Read more

Governo Temer infla estatísticas sobre emprego

O Ministério do Trabalho do governo golpista de Temer tem incluído todos os contratos intermitentes – que foram criados com a reforma trabalhista – na estatística do emprego formal. Isso significa que o governo Temer tem inflado dados ao considerar brasileiros que têm contratos intermitentes, mas que não trabalharam e muito menos receberam salários. Duplicidade … Read more

Cresceu o desemprego e a precarização em maio, informa o Caged

O Brasil registrou no mês de maio a menor taxa de geração de empregos formais deste ano. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foram criadas 33.659 vagas de emprego com carteira assinada no mês passado, contra as 115.898 vagas criadas em abril – o resultado representa uma queda de … Read more

Brasil registra menos empregos com carteira assinada em março, segundo o Caged

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em março, o Brasil contratou menos empregos com carteira assinada. Por outro lado, aumentou o número de trabalhadores assinando acordos de demissões com os empresários e perdendo direitos, como 20% a menos do saldo do FGTS e seguro-desemprego. Em março, o Brasil registrou a … Read more

Caged: Trabalho precário e intermitente avança no país

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgado nesta sexta-feira (23) aponta para um crescimento do trabalho de tipo intermitente e precarizado em todo país. Em relação ao trabalho formalizado, com carteira assinada, foram abertas 61.188 vagas, um aumento de 0,16% em comparação ao mês de janeiro — um resultado … Read more

Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

A velha mídia chapa branca tortura os números na tentativa de mostrar que as coisas “melhoraram” em meio a 12,7 milhões de desempregados anunciados esta semana pelo IBGE. Segundo o Estadão, citando o Caged, 77,8 mil vagas formais em janeiro e este seria o melhor resultado desde 2012. Truco! Há uma contradição com o IBGE … Read more

Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

A velha mídia chapa branca tortura os números na tentativa de mostrar que as coisas “melhoraram” em meio a 12,7 milhões de desempregados anunciados esta semana pelo IBGE. Segundo o Estadão, citando o Caged, 77,8 mil vagas formais em janeiro e este seria o melhor resultado desde 2012. Truco! Há uma contradição com o IBGE … Read more

Estadão tortura números sobre empregos para ajudar Michel Temer

A velha mídia chapa branca tortura os números na tentativa de mostrar que as coisas “melhoraram” em meio a 12,7 milhões de desempregados anunciados esta semana pelo IBGE. Segundo o Estadão, citando o Caged, 77,8 mil vagas formais em janeiro e este seria o melhor resultado desde 2012. Truco! Há uma contradição com o IBGE … Read more

O Ministério do Trabalho vai continuar um “trem desgovernado” até fevereiro

Para um governo que tem como objetivo gerar desemprego, nada mais normal o Ministério do Trabalho continuar sem comando até fevereiro. A informação de que o PTB insistirá até fevereiro no nome da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), barrada pela Justiça, coincidiu hoje (26) com os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) segundo … Read more

Cristiane Brasil, do PTB, no Ministério do Desemprego, para continuar ferrando os trabalhadores

A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do mensaleiro Roberto Jefferson, vai assumir o Ministério do Desemprego para continuar ferrando os trabalhadores do Brasil. “O Brasil está sendo governado pelo Temer, Jucá, Marun e pela filha do Roberto Jefferson? No Paraná pelo Richa, Rossoni e deputados do Camburão?”, disparou o senador Roberto Requião (MDB-PR), uma … Read more

URGENTE: AUMENTO DO DESEMPREGO DERRUBA MINISTRO DO TRABALHO

O ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira (PTB-RS) caiu nesta quarta-feira (27), após o anúncio de 12,3 mil desempregos gerados pelo governo Michel Temer. Segundo ele, citando dados oficiais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), foram exatos 12.292 postos a menos de trabalho no mês de novembro de 2017. Nogueira alegou razões “pessoais” e … Read more

Paulo Rossi: Cadê o emprego, Temer?

O presidente da UGT-Paraná, Paulo Rossi, desmente Michel Temer e a velha mídia acerca da reforma trabalhista de que geraria milhares de novos empregos. Segundo ele, citando dados oficiais do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), foram exatos 12.292 postos a menos de trabalho no mês de novembro de 2017. Mais de 12 mil … Read more

Golpe de Temer já fechou mais de meio milhão de vagas de emprego só em 2016

temer_desempregoContrariando o “filósofo” deputado Tiririca (PR-SP), o interino Michel Temer (PMDB) está deixando o país muito pior do que estava. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, já foram fechadas 531.765 vagas de empregos formais no primeiro semestre deste ano.

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Luiz Claudio Romanelli: Bilhões recuperados são irrelevantes diante do caos econômico provocado pela operação Lava Jato

Romanelli_desempregoO deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, em sua coluna desta segunda-feira (20), afirma que “os bilhões recuperados e em recuperação são irrelevantes diante do caos econômico provocado” pela operação Lava Jato.

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Mesmo nadando em lucros, bancos demitem e diminuem salários

bancosUma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou o desemprego gerado pelos bancos brasileiros que, de janeiro e julho de 2015, fecharam 5.864 postos de trabalho. E pior, na dança da reposição, os novos contratados chegam a ganhar 55% menos dos que os demitidos nos mesmos cargos. As mulheres continuam sofrendo discriminação, recebendo menos salários, mesmo com maior grau de escolaridade.

O estudo do Dieese é baseado nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os bancos múltiplos, com carteira comercial, categoria que engloba grandes instituições, como Itaú, Bradesco, Santander, HSBC e Banco do Brasil, foram os principais responsáveis pelo saldo negativo. Eles eliminaram 3.715 empregos. A Caixa, apresentou corte de 2.180 postos de trabalho no período.

De acordo com o levantamento, além do corte de vagas, a rotatividade continuou alta. Os bancos contrataram 20.426 funcionários e desligaram 26.290 nos sete primeiros meses de 2015.

A pesquisa também revela que o salário médio dos admitidos pelos bancos foi de R$ 3.427,10, contra R$ 6.234,13 dos desligados. Assim, os trabalhadores que entraram nos bancos receberam valor médio 55% menor que a remuneração dos dispensados.

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Coluna do Luiz Claudio Romanelli: Pacto contra crise no país e o bom exemplo do Paraná

Luiz Claudio Romanelli, em sua coluna desta segunda-feira (20), oferece o exemplo da administração do Paraná ao país; segundo ele, o governo do estado liberou R$ 240 milhões em obras de infraestrutura nos município, substituindo projetos do PAC que paralisaram devido ao contingenciamento da União; colunista defende novo pacto federativo na redistribuição dos recursos arrecadados na seguinte proporção: 40% para o governo federal; 30% para os estados; e 30 para os municípios; Romanelli também analise a crise econômica, com ênfase do desemprego, e alerta para o agravamento da crise política; “Do campo econômico, a crise saltou para a política e periga, se ninguém tomar qualquer atitude mais desprendida, se tornar uma crise institucional, o que é muito ruim para todos, especialmente para a economia, que já vai tão mal”, opina; leia o texto e compartilhe.
Luiz Claudio Romanelli, em sua coluna desta segunda-feira (20), oferece o exemplo da administração do Paraná ao país; segundo ele, o governo do estado liberou R$ 240 milhões em obras de infraestrutura nos município, substituindo projetos do PAC que paralisaram devido ao contingenciamento da União; colunista defende novo pacto federativo na redistribuição dos recursos arrecadados na seguinte proporção: 40% para o governo federal; 30% para os estados; e 30 para os municípios; Romanelli também analise a crise econômica, com ênfase do desemprego, e alerta para o agravamento da crise política; “Do campo econômico, a crise saltou para a política e periga, se ninguém tomar qualquer atitude mais desprendida, se tornar uma crise institucional, o que é muito ruim para todos, especialmente para a economia, que já vai tão mal”, opina; leia o texto e compartilhe.
Luiz Claudio Romanelli*

O que tomou conta do debate político nos últimos dias está muito longe e desassociado de tudo o que o país mais precisa neste momento de forma urgente: um pacto social e federativo frente à crise econômica nacional que se torna mais aguda a cada pesquisa ou dado revelado por órgãos como o IBGE e o Ipea.

Na sexta-feira, 17, por exemplo, o Ministério do Trabalho divulgou que o país perdeu 345.417 empregos no primeiro semestre – 111.199 vagas fechadas somente no mês de junho, aponta o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

Um dia antes, o Ipea revelou que um milhão de brasileiros voltaram à miséria em 2013, o que se deduz que, em 2014, com a recessão, ajuste fiscal e o corte de recursos na área social, o número de miseráveis poderá ser bem maior do que no ano anterior. Para este ano, de 2015, as projeções são ainda mais preocupantes.

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‘à‰ a economia estúpido’: Emprego formal cresceu no país em novembro

DILMA-EMPREGOSà‰ a economia, estúpido!!. Essa frase dita por James Carville, estrategista de Bill Clinton na campanha eleitoral norte-americana de 1992, pode ser também empregada hoje para explicar o pleno emprego no Brasil e o aumento de popularidade da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Assim como os partidários George H. Bush, o pai, não entendiam porque perdiam a reeleição para Clinton, os correligionários de Aécio Neves e PSDB não entenderam ontem como subiu a aprovação de Dilma na pesquisa do Ibope (clique aqui) mesmo apanhado covardemente da mídia todo santo dia.

Bush perdeu eleição porque a economia dos Estados Unidos mergulhava na recessão. Dilma foi reeleita porque o pleno emprego, o crescimento de postos formais, continua dando sustentação política a ela.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (18), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a geração de empregos com carteira assinada na economia brasileira mostrou sinais de recuperação em novembro, com 8.381 vagas formais, saldo entre um total de admissões de 1.613.006 menos 1.604.625 desligamentos no período.

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Brasil cria 101,4 mil novos empregos em agosto. Que crise?

do Brasil 247

País gerou 101.425 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado; destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil vagas no período, seguido por comércio, responsável por 40,6 mil empregos; de janeiro a agosto, o número de empregos formais criados no País foi de 751,5 mil; dados foram divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Emprego e fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado); emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.
País gerou 101.425 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado; destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil vagas no período, seguido por comércio, responsável por 40,6 mil empregos; de janeiro a agosto, o número de empregos formais criados no País foi de 751,5 mil; dados foram divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Emprego e fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado); emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.
O Brasil criou em agosto 101.425 vagas formais de emprego, anunciou o Ministério do Trabalho e Emprego na tarde desta quinta-feira 11. De janeiro a agosto, o número de empregos formais foi de 751,5 mil.

O destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil postos de trabalho no período. O setor de comércio, responsável por 40,6 mil empregos com carteira assinada no mês, ficou em segundo lugar.

Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado) e foram divulgados na tarde desta quinta-feira 11 pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

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Geração de empregos no governo Dilma supera 5 mi de postos, diz Caged

do Brasil 247

Com o resultado de maio, quando foram gerados pouco mais de 58 mil postos de trabalho, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira, geração de empregos formais durante o governo da presidente Dilma Rousseff supera a marca de 5 milhões; entre janeiro de 2011 e maio de 2014, houve crescimento de 11,47% na geração de postos formais de trabalho alcançando 5.052.710 empregos criados, média mensal de 123.237 vagas; ministro do Trabalho, Manoel Dias destacou a trajetória positiva do Brasil no cenário mundial: "Mesmo com a falta de empregos no mundo, o Brasil continua sua trajetória positiva de geração de postos de trabalho".
Com o resultado de maio, quando foram gerados pouco mais de 58 mil postos de trabalho, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira, geração de empregos formais durante o governo da presidente Dilma Rousseff supera a marca de 5 milhões; entre janeiro de 2011 e maio de 2014, houve crescimento de 11,47% na geração de postos formais de trabalho alcançando 5.052.710 empregos criados, média mensal de 123.237 vagas; ministro do Trabalho, Manoel Dias destacou a trajetória positiva do Brasil no cenário mundial: “Mesmo com a falta de empregos no mundo, o Brasil continua sua trajetória positiva de geração de postos de trabalho”.
O destaque para a geração de empregos formais no mês de maio, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira 24, foi para a maior baixa para o período em 22 anos. Com os números, no entanto, chega-se à  seguinte soma: durante o governo da presidente Dilma Rousseff, a geração de empregos formais no País superou a marca de 5 milhões, um crescimento de 11,47% na criação de postos de trabalho entre 2011 e 2014. O número significa ainda que foram criados, por mês, uma média de 123.237 vagas com carteira assinada. Como destacou o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o Brasil mantém uma trajetória positiva, “mesmo com a falta de empregos no mundo”.

Veja abaixo dados publicados pelo Blog do Planalto após a divulgação dos números de maio do Caged:

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Coluna do Ademar Traiano: Paraná desenvolve a economia e faz política social sem demagogia

Ademar Traiano, em sua coluna desta quarta, robustecido pelo papel que teve no fim da greve dos professores, aborda questões relativas ao mundo do trabalho; guru e ideólogo do Palácio Iguaçu enaltece o novo valor do salário mínimo regional do Paraná, R$ 1.095,60, mais alto do país; o líder de Beto Richa na Assembleia diz que novo acordo com Renault vai investir R$ 500 milhões no desenvolvimento e produção de dois novos veículos; o colunista garante que o estado privilegia a economia, não a ideologia, ao apontar a geração de 341.393 empregos com carteira assinada entre janeiro de 2011 e fevereiro de 2014, citando o Caged; No Paraná, o objetivo das políticas sociais é ajudar pessoas e não manipular a pobreza para formar legiões de eleitores-clientes!, ressalta, ao fazer contraponto à s ações do governo federal na área social; leia o texto.
Ademar Traiano, em sua coluna desta quarta, robustecido pelo papel que teve no fim da greve dos professores, aborda questões relativas ao mundo do trabalho; guru e ideólogo do Palácio Iguaçu enaltece o novo valor do salário mínimo regional do Paraná, R$ 1.095,60, mais alto do país; o líder de Beto Richa na Assembleia diz que novo acordo com Renault vai investir R$ 500 milhões no desenvolvimento e produção de dois novos veículos; o colunista garante que o estado privilegia a economia, não a ideologia, ao apontar a geração de 341.393 empregos com carteira assinada entre janeiro de 2011 e fevereiro de 2014, citando o Caged; No Paraná, o objetivo das políticas sociais é ajudar pessoas e não manipular a pobreza para formar legiões de eleitores-clientes!, ressalta, ao fazer contraponto à s ações do governo federal na área social; leia o texto.
Ademar Traiano*

A Assembleia aprovou mensagem do governo do Estado sobre o novo salário mínimo regional. O novo piso, que entra em vigor no feriado de 1!º de Maio, será aplicado em quatro faixas salariais, que variam de R$ 948,20 a R$ 1.095,60. à‰ o mínimo regional mais alto do país e seu valor foi estabelecido a partir de uma ampla negociação e um consenso entre governo, trabalhadores e iniciativa privada.

O piso regional, que beneficia um milhão de pessoas, regula o salário de categorias profissionais que não têm convenção nem acordo coletivo de trabalho. O piso busca um equilíbrio que permita ao empresário continuar a investir e garantir a reposição do poder de compra dos trabalhadores, duramente atingido pela inflação provocada pelas barbeiragens econômicas do governo do PT.

Ao contrário do governo federal, que provoca pânico nos investidores com seu voluntarismo e incompetência, o bom ambiente para empreendimentos criado pelo governo do Paraná fez com que o estado contornasse, com êxito, a crise que atingiu o setor automobilístico. O estado acaba de firmar um novo acordo com a montadora francesa Renault para a produção de dois novos carros no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais.

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País cria 260 mil empregos e isola pessimistas nas vésperas das eleições

Brasil 247, com Reuters

Número de vagas formais, com carteira assinada, é 111% maior do que o registrado no mesmo mês de 2013, informa o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho; expectativas de analistas de mercado era de abertura de apenas 110 mil vagas; este é o melhor fevereiro desde 2011; "Em 2014, o emprego não vai diminuir. Pelo contrário, vai garantir a irrigação da nossa economia por muito tempo ainda. Vivemos em pleno emprego", celebrou o ministro Manoel Dias; resultado é divulgado nas vésperas de importantes definições partidárias que impactarão nas urnas de 2014.
Número de vagas formais, com carteira assinada, é 111% maior do que o registrado no mesmo mês de 2013, informa o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje pelo Ministério do Trabalho; expectativas de analistas de mercado era de abertura de apenas 110 mil vagas; este é o melhor fevereiro desde 2011; “Em 2014, o emprego não vai diminuir. Pelo contrário, vai garantir a irrigação da nossa economia por muito tempo ainda. Vivemos em pleno emprego”, celebrou o ministro Manoel Dias; resultado é divulgado nas vésperas de importantes definições partidárias que impactarão nas urnas de 2014.
O Brasil registrou abertura de 260.823 vagas de trabalho em fevereiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta segunda-feira. O número é 111% maior do que o registrado em fevereiro do ano passado. Trata-se também do melhor fevereiro desde 2011.

Pesquisa da agência Reuters feita com analistas de mercado mostrou que a mediana das expectativas era de abertura de 110 mil novas vagas, com as projeções variando entre 91 mil e 130 mil novos postos. Em janeiro, haviam sido criados 29.595 postos com carteira assinada, sem ajuste.

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Geração de empregos em setembro tem melhor resultado desde abril

da Agência Brasil

à€ medida que dados macroeconômicos positivos são divulgados, como de geração de empregos, a popularidade da presidenta Dilma Rousseff sobe (vide o último Vox Populi); Ministério do Trabalho aponta aumento da taxa de emprego no país; estados com os melhores resultados foram São Paulo (45,2 mil), Pernambuco (29,9 mil) e Alagoas (16,2 mil). O único estado em que houve fechamento de vagas foi Rondônia, com menos 72 postos de trabalho; Acre foi o segundo com o pior desempenho (268 postos), seguido pelo Piauí (379); dados do Caged, de janeiro a setembro deste ano, houve aumento real de 2,2% nos salários de admissão !“ de R$ 1.076 para R$ 1.100, aproximadamente.
à€ medida que dados macroeconômicos positivos são divulgados, como de geração de empregos, a popularidade da presidenta Dilma Rousseff sobe (vide o último Vox Populi); Ministério do Trabalho aponta aumento da taxa de emprego no país; estados com os melhores resultados foram São Paulo (45,2 mil), Pernambuco (29,9 mil) e Alagoas (16,2 mil). O único estado em que houve fechamento de vagas foi Rondônia, com menos 72 postos de trabalho; Acre foi o segundo com o pior desempenho (268 postos), seguido pelo Piauí (379); dados do Caged, de janeiro a setembro deste ano, houve aumento real de 2,2% nos salários de admissão !“ de R$ 1.076 para R$ 1.100, aproximadamente.
A geração de empregos em setembro teve o melhor resultado desde abril deste ano, com a criação de mais de 211 mil postos de trabalho formal.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (16) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o saldo do mês passado foi também o melhor dos últimos três anos, quando foram criados 246 mil postos. A mão de obra adicional no mês passado foi o resultado de aproximadamente 1,8 milhão de admissões e 1,6 milhão de demissões.

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