[LIVE] Requião se revolta com propostas de privatização de Lula

Ex-presidente cogitou privatização parcial de Furnas, Caixa Econômica e Eletrobras Ex-senador do Paraná, Requião condena o discurso pró-mercado do petista LIVE – REQUIÃO – QUE ISSO COMPANHEIRO LULA ÀS 19H O ex-senador do Paraná, Roberto Requião (MDB-PR), ficou baste desolado com a entrevista do aliado e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na quinta-feira … Read more

Sobre a autocrítica necessária: Bolsonaro e Guedes prometem mais arrocho para 2020

A presidenta nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), fez uma autocrítica em nome do partido em relação aos tempos de Dilma Rousseff, há 4 anos, mas eximiu a legenda da atual crise econômica que assola o Brasil. “Se houve problema por parte dos governos petistas, foi o de adotar, em 2015, com Joaquim Levy, … Read more

Bolsonaro já deu stricke em oito auxiliares, 1 por mês; veja quem caiu do governo

Em RH e na psicanálise se atribui ao chefe os problemas, quando os funcionários não param na empresa. E é isso que acontece na “companhia” chamada Brasil, comandada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). Segundo levantamento rápido, ao menos 8 auxiliares de alto escalão já foram demitidos por Bolsonaro. Muitos dos quais em público, de forma … Read more

BNDES e Palocci, as novas fakes contra o PT

No mês passado o então presidente do BNDES, Joaquim Levy, foi demitido pelo Jair Bolsonaro (PSL). Poderia ter sido uma desavença pontual em relação aos “rumos” da política de investimentos do banco público. Poderia, mas não. O ex-agente do sistema financeiro caiu porque se recusou a forjar provas na instituição contra o PT, partido dos … Read more

Rodrigo Maia: Saída de Levy e de diretor do BNDES é “covardia sem precedentes”

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse na manhã desta segunda-feira (17) que a saída de Joaquim Levy da presidência do BNDES e do advogado Marcos Barbosa Pinto da diretoria de Mercado de Capitais do banco é “uma covardia sem precedentes”. “Uma pena o Brasil ter perdido dois nomes como os do … Read more

Maia se diz perplexo com o tratamento dado pelo governo a Levy

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (17) ter ficado perplexo com o tratamento dado pelo governo ao agora ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy. Para o presidente da Câmara, Levy era um quadro qualificado que tinha a acrescentar para garantir as reformas que … Read more

Levy caiu pelo desastre na economia; Guedes também vai cair pelo mesmo motivo

É falsa a versão de que o presidente do BNDES, Joaquim Levy, caiu porque havia uma “antipatia” entre ele e o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). Ele desabou porque a economia vai mal e o capitão já sentiu cheiro de enxofre no ar seco de Brasília. Na sexta-feira (14), em entrevista ao Blog do … Read more

Paulo Guedes é o próximo a cair do governo Bolsonaro

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é uma verdadeira balbúrdia, para usar a expressão do ministro da Educação. Só nas últimas horas ocorreram três importantes demissões. 1- General Santos Cruz (Secretaria de Governo); 2- Joaquim Levy (BNDES); e 3- Marcos Barbosa Pinto (diretor do BNDES). LEIA TAMBÉM “Moro e Dallagnol perdem apoio do setor … Read more

Joaquim Levy pede demissão do BNDES

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, pediu demissão do cargo neste domingo (16). “Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele aceda. Agradeço ao ministro o convite para servir ao país e desejo sucesso nas reformas. Agradeço também, por oportuno, … Read more

Bolsonaro ameaça Levy do BNDES por causa de assessor

O presidente Bolsonaro humilhou e ameaçou com a demissão o presidente do BNDES, Joaquim Levy. Tudo por causa de um assessor que o presidente sequer lembra o nome. Segundo o Globo, Bolsonaro  disse que Levy “não vem sendo leal” a ele. Ô, dó. “Qual o nome do assessor do BNDES? … Marcos Pinto. O Levy … Read more

Joaquim Levy, ex-ministro de Dilma, é empossado no BNDES por Bolsonaro

Foi realizada hoje a cerimônia de posse dos presidentes dos bancos públicos nacionais. Como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assumiu Joaquim Levy, ex-ministro da Fazenda do governo de Dilma Rousseff (PT). LEIA TAMBÉM: Requião: Joaquim Levy derrubou Dilma, poderá derrubar Bolsonaro Já para Guilherme Boulos (PSOL) Joaquim Levy na presidência … Read more

Equipe econômica do governo Bolsonaro está quase fechada

A equipe econômica do futuro governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já está praticamente fechada. LEIA TAMBÉM: Requião: Joaquim Levy derrubou Dilma, poderá derrubar Bolsonaro O economista Paulo Guedes vai comandar o superministério da Economia (que vai unir Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio Exterior). Também integram a equipe econômica os economistas Roberto Campos Neto, … Read more

Boulos: indicação de Levy para o BNDES é a festa dos bancos

O candidato do Psol a presidência da República derrotado no primeiro turno das eleições, Guilherme Boulos, disse nesta segunda-feira (12) que a confirmação de Joaquim Levy para a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) “é a festa dos bancos”. LEIA TAMBÉM: Requião: Joaquim Levy derrubou Dilma, poderá derrubar Bolsonaro Mais cedo, … Read more

Requião: Joaquim Levy derrubou Dilma, poderá derrubar Bolsonaro

O senador Roberto Requião (MDB-PR) afirmou neste domingo (11) ao Blog do Esmael, direto do Uruguai, onde participação de sessão do Parlasul, que Joaquim Levy poderá acelerar a queda do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). LEIA TAMBÉM Bolsonaro conseguiu promover estragos no país em 10 dias, diz PT “Joaquim Levy derrubou Dilma, poderá derrubar Bolsonaro”, … Read more

Levy será presidente do BNDES, diz jornal

Segundo a jornalista Sônia Racy, colunista do jornal O Estado de São Paulo, Joaquim Levy será o próximo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). LEIA TAMBÉM: Bolsonaro conseguiu promover estragos no país em 10 dias, diz PT De acordo com a jornalista, Levy … Read more

Joaquim Levy cotado para o BNDES bolsonarista

Ex-ministro da Fazenda no primeiro ano da segunda gestão de Dilma Rousseff (PT), Joaquim Levy, foi sondado para presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na futura gestão de Jair Bolsonaro (PSL). As informações são do Valor Econômico.   Bolsonaro ainda não definiu vários cargos na área econômica, considerados importantes, como o … Read more

Planalto já cogita demitir Meirelles

meirelles_dolarO banqueiro Henrique Meirelles chegou ao governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) com pinta de “Neymar”, mas, passados seis meses, o ministro da Fazenda está mais mesmo para “Joaquim Levy” — o antigo ministro que desgraçou a economia e acelerou a queda de Dilma Rousseff (PT).

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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Ano novo só para os que merecerem

 

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Em sua coluna desta segunda-feira, o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) fala das turbulências de 2015 e das incertezas que ficaram para 2016. Segundo Romanelli será preciso uma boa dose de otimismo e atitude positiva para que o novo ano possa trazer bons resultados, tanto na economia como na política, e na vida de todos nós. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade

Luiz Cláudio Romanelli*

O ano de 2015 não foi um ano qualquer.

Foi atípico. Foi cheio de surpresas. Foi um ano de ressaca pós-eleitoral. Foi intenso. Foi longo. E com todas as intempéries, nos preparou para uma certeza — aconteça o que acontecer,  2016 não nos pegará de surpresa.

O fato é que, ao final de 2014, sabíamos que teríamos problemas, mas havia a expectativa que com a mudança da equipe econômica, com a indicação de um especialista indicado pelo “mercado”,  seriam feitos os ajustes necessários, criaria-se uma agenda propositiva de reformas e isso  recolocaria o país no rumo certo. Ledo engano. A gestão do Ministro Joaquim Levy acabou sendo um fracasso e quando foi substituído, já no final do ano, a sensação de  foi de alívio.

Ainda assim, sabemos que a economia não está em plena atividade e que podemos ter alguns reveses, que acarretarão em dificuldades em 2016. Nesse sentido, considero inevitável incluir na lista de desejos para o ano novo, o otimismo.

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Dilma dividida entre Ciro e Requião para o Ministério da Fazenda

Nos bastidores da política, fala-se que Ciro tem certa vantagem competitiva em relação aos demais nomes. O ex-ministro é pré-candidato à Presidência da República pelo PDT e, se arrumar a economia, tornar-se-ia o ungido de Dilma.
Nos bastidores da política, fala-se que Ciro tem certa vantagem competitiva em relação aos demais nomes. O ex-ministro é pré-candidato à Presidência da República pelo PDT e, se arrumar a economia, tornar-se-ia o ungido de Dilma.
A presidente Dilma Rousseff (PT) analisa dois possíveis nomes para substituir o ministro Joaquim Levy, que deixará em breve a Fazenda. Um deles é o do ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE). Outro, também ex-governador, é o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Outros nomes ligados aos “desenvolvimentistas” são cogitados para o cargo, como os economistas Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e Luiz Gonzaga Beluzzo.

Requião se encaixa no grupo dos desenvolvimentistas e é um dos mais ácidos críticos da política econômica de Levy que, segundo ele, “arrocha os salários para beneficiar o capital vadio”.

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Coluna da Gleisi Hoffmann: Contra o corte do Bolsa Família

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Em sua coluna semanal, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) defende a manutenção dos investimentos federais no programa Bolsa Família. Para a senadora, é inaceitável fazer esse tipo de economia para pagar juros, principalmente agora, neste momento de crise, em que o desemprego aumenta. Leia, ouça, comente e compartilhe.

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Gleisi Hoffmann*

Com todo respeito ao ministro Joaquim Levy, não é razoável impor um superávit primário agora ao orçamento de 2016, ainda que seja de 0,7%. Assim como é uma sandice cortar 10% do Bolsa Família, principalmente porque entramos em um período de aumento do desemprego e piora da economia no país.

Diz-se que as contas públicas estão descontroladas, mas nada se fala do custo dos juros que as dilaceram!

Não é possível, razoável, justificável, impor uma economia no orçamento para pagar juros, cujos custos já acumulam mais de R$ 400 bilhões ao ano, e beneficiam cerca de 1% da população, em razão da alta da Selic, e reduzir o Bolsa Família, um programa que custa ao ano R$ 25 bilhões e beneficia 20% da população. Que inversão é essa?!

Atrás de discursos bonitos feitos pelos mercados sobre equilíbrio fiscal, lição de casa, gastar o quanto se ganha, enfeitados pelo argumento fácil de que basta vontade para vencer na vida, vem a velha receita de manter para os ricos e retirar dos pobres!

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Governo desautoriza Levy, que defende projeto recessivo de Serra

O ministro da Fazenda Joaquim Levy foi desautorizado na manhã desta quarta-feira (18) pelo ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Vagner, acerca de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A audiência pública discutia o Projeto de Lei 84/2007, de atuoria do senador José Serra (PSDB-SP), que estabelece limites recessivos à dívida. Aos … Read more

Senadores já discutem pós-Levy

Os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (PMDB-PR) discutiram neste sábado (14), no Rio, o cenário político e econômico sem o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que eles consideram carta fora do baralho. Além dos parlamentares, economistas da cepa nacionalista também debateram saídas alternativas ao à política de juros elevados em detrimento do emprego … Read more

UBES faz passeata com 7 mil estudantes pelo ‘Fora Cunha’, contra o golpe e ajuste fiscal

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A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) fez nesta sexta-feira (13), em Brasília, uma passeata com 7 mil estudantes. A manifestação realizada em conjunto com a Frente Brasil Popular pediu a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A passeata foi parte do 41º Congresso da UBES, que está acontecendo no Distrito Federal. Também teve como bandeiras o repúdio às tentativas de golpe contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) e críticas ao ajuste fiscal do que tem promovido cortes e a retirada de direitos.

“Essa é a juventude combativa, que está aqui para falar muito alto que esse Congresso não nos representa, para dizer que não queremos a redução da maioridade penal, não queremos o Estatuto da Família, não queremos o PL 5069 que penaliza as mulheres. Eles não passarão”, declarou a presidenta da UBES, Bárbara Melo, do alto do carro de som.

Na linha de frente do ato, caminhavam somente mulheres, representando a atual importância da afirmação de gênero no movimento estudantil, que tem presidentas em suas principais entidades.

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Coluna da Gleisi Hoffmann: São os juros, ministro!

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Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna semanal no Blog do Esmael, nesta segunda-feira (19), já no título parafraseia James Carville, marqueiteiro do ex-presidente norte-americano Bill Clinton, autor da célebre frase “É a economia, estúpido!”, e dá pistas de como agirá a bancada petista no Congresso Nacional; ou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, reduz os juros ou pede para sair; colunista, uma das mais próximas da presidenta Dilma, sintetiza a desaprovação nacional ao modelo que torra anualmente R$ 15 bilhões da taxa Selic e, pasmem!, R$ 226 bilhões nas operações do Banco Central chamadas Swaps; Gleisi prevê recessão caso os juros não sejam reduzidos urgentemente ; leia, ouça, comente e compartilhe.

Gleisi Hoffmann*

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A despesa que mais cresceu no orçamento da União nos últimos tempos foi a despesa com juros. A cada ponto percentual que se eleva a Selic (taxa básica de juros controlada pelo Banco Central), são R$ 15 bilhões a mais que temos de pagar para os credores.  Faça uma conta rápida: em 2012 nossa taxa Selic estava na casa dos 7,5%, agora está 14,25%, o dobro. Não há orçamento que resista e ajuste fiscal que dê conta de estabilizar as finanças e reduzir a dívida.

Somam-se a isso as operações do Banco Central para tentar equilibrar o dólar. Essa conta também vai para o orçamento da União. Se não consegue pagar dentro do ano, aumenta a dívida. Por isso nossas dívidas, líquida e bruta, estão crescendo. São as despesas com juros e os chamados swaps cambiais que aumentaram muito. Neste ano essas despesas financeiras já somaram R$ 226 bilhões, contra R$ 120 bilhões em 2014.

A pressão, o comportamento do mercado e o argumento prevalente de combate à inflação pela demanda nos levaram a isso. Nenhuma despesa do orçamento cresceu mais em relação ao PIB do que a conta de juros. A despesa de pessoal diminuiu, a previdência cresceu pouco, as despesas sociais, incluindo Bolsa Família, educação e saúde somadas não perfazem a conta das despesas financeiras.

É claro que sempre podemos e devemos melhorar as finanças públicas. A presidenta Dilma tomou uma série de medidas para isso, mas não são elas que vão resolver sozinhas o equilíbrio orçamentário e nem tampouco a retomada do crescimento econômico. Se os juros continuarem nesse patamar, é como enxugar gelo.

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Enfim, PT adere à tese de Requião: ‘Fora Levy’; Dilma grita “Fica Levy’

Grupo suprapartidário de senadores, deputados e economistas, tais como Márcio Pochmann e Luiz Gonzaga Belluzzo, lançarão em Brasília um Plano de Desenvolvimento da Nação; evento ocorrerá às 15 horas no gabinete do senador Roberto Requião (PMDB-PR); Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, vai transmitir ao vivo a divulgação do ato político para o Brasil e o mundo.
Grupo suprapartidário de senadores, deputados e economistas, tais como Márcio Pochmann e Luiz Gonzaga Belluzzo, lançarão nesta terça-feira (20), em Brasília, um Plano de Desenvolvimento da Nação; evento ocorrerá às 15 horas no gabinete do senador Roberto Requião (PMDB-PR); Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, vai transmitir ao vivo a divulgação do ato político para o Brasil e o mundo.

Como se fosse um “corpo estranho”, que não estivesse no cargo pela sua escolha, o PT pede que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, “mude” ou “caia fora” do governo Dilma Rousseff.

No Congresso Nacional, a especulação é de que o ministro não resiste esta semana.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em reunião com a bancada petista, em Brasília, na última sexta, também teria sugerido a demissão de Levy.

Na prática, o PT se rende à tese do senador Roberto Requião (PMDB-PR) que anteviu o aprofundamento da crise econômico em virtude do arrocho imposto pelo ministro da Fazenda. Para ele, Levy é o representante dos banqueiros contra a produção e o consumo.

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Frente marcha sábado contra privatização da Copel e Sanepar

sanepar_petrobras_copelNo próximo sábado, dia 3 de outubro, às 10 horas, sindicatos de trabalhadores, partidos e movimentos sociais prometem tomar a Boca Maldita, em Curitiba, em protesto contra o golpismo, o ajuste fiscal do governo Dilma Rousseff (PT) e as privatizações da Copel e Sanepar pelo governo Beto Richa (PSDB).

A manifestação está sendo convocada sob a bandeira da “Frente Brasil Popular”, criada no começo deste mês, e aqui no Paraná deverá ser reforçada por outros fóruns do campo da esquerda a exemplo da “Frente Povo Sem Medo”.

O objetivo desses movimentos é barrar o avanço da direita e do neoliberalismo econômico levando a sociedade às ruas. A defesa da Petrobras, assim como das estatais paranaenses, também está no radar do protesto deste sábado.

A seguir, leia a íntegra do manifesto da Frente Brasil Popular

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“Vamos às ruas pela taxação do andar de cima”, avisa líder do MTST

Guilherme Boulos, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), formado em filosofia e colunista da Folha de S. Paulo, é uma espécie de herdeiro informal urbano de João Pedro Stédile, líder do campesino Movimento Sem Terra (MST).
Guilherme Boulos, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), formado em filosofia e colunista da Folha de S. Paulo, é uma espécie de herdeiro informal urbano de João Pedro Stédile, líder do campesino Movimento Sem Terra (MST).
O filósofo e colunista Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), concedeu uma entrevista exclusiva ao Blog do Esmael neste domingo (27). Ele está em Curitiba debatendo saídas populares para crise política e econômica do Brasil e falou da “Frente Povo Sem Medo”.

Uma das saídas, segundo Boulos, é mobilizar o povo para conter o avanço conservador no país.

“Em outubro, vamos às ruas pela taxação do andar de cima. A saída é pela esquerda, uma reforma popular que exija a taxação dos mais ricos”, avisou.

Boulos, que é colunista do jornal Folha de S. Paulo, deu sua impressão sobre Curitiba: “Houve forte especulação imobiliária nos últimos anos, o que detrói o mito da cidade modelo.

“Houve forte especulação imobiliária nos últimos anos, o que reforça o mito da cidade modelo”, disse o líder do MTST, ao mencionar três ocupações na capital paranaense do MPM (Movimento Popular por Moradia) que reúnem 1200 famílias.

A seguir, leia a entrevista completa com Guilherme Boulos:

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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: “Fica Dilma, não vá pra casa!”

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Em sua coluna desta segunda-feira, o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) analisa o momento político e a postura dos empresários que pedem a saída da presidenta Dilma Rousseff (PT) do cargo, como se essa fosse a solução para a crise. Além disso, segundo ele, parte da oposição está enebriada com a possibilidade de voltar ao poder antes de 2019 e por isso aposta no “quanto pior melhor”. Leia, ouça, comente e compartilhe!

Luiz Cláudio Romanelli*

“Eu vejo o futuro repetir o passado,
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para”
Cazuza

Participei na última sexta-feira (18), da posse do Edson Campagnolo, reeleito presidente da Fiep – a Federação das Indústrias do Paraná -, a quem agradeço o gentil convite. O que vi lá, entretanto, me leva a essa reflexão: há quatro anos, neste mesmo evento, a então ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), quase recebeu um “cetro de princesa”, tal foram os mimos e deferências a ela oferecidos.

Neste ano, para minha surpresa, a posse do presidente da Fiep transformou-se num ato contra os governos da presidente Dilma (PT) e do governador Beto Richa (PSDB). Campagnolo terminou sua fala com um inusitado pedido e brado: “vá pra casa Dilma!”. ‎

Se não estivéssemos na presença de homens e mulheres influentes e, presume-se, bem informados, dir-se-ia que foi um ato de voluntarismo de um diretório acadêmico. Não era o caso.

Ocupou o lugar da senadora, o senador Álvaro Dias, aliás, ressalte-se aqui a coerência com a posição que ocupa como líder da oposição no Senado.

Mas o que leva a uma postura tão distinta e tão surpreendente do dirigente da entidade máxima da indústria paranaense? O que deu lugar ao seu conhecido otimismo? Será que é mais fácil e cômodo simplesmente criticar em vez de adotar uma atitude colaborativa para superarmos os entraves e retomar o diálogo na busca novamente do crescimento econômico?

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Coluna do Alvaro Dias: O pacote de sacrifícios para o contribuinte

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Em sua coluna semanal, o senador Alvaro Dias (PSDB) comenta o novo pacote de ajuste fiscal do governo federal. Para ele, a presidenta Dilma Rousseff (PT) não sabia o que ocorria com as finanças do País e precisou ser “avisada” por uma agência internacional de que os problemas nas contas públicas eram e são muito graves. Leia, ouça, comente e compartilhe!

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Alvaro Dias*

O pacote de cortes e aumento de impostos anunciado pelos ministros da área econômica só reforça o quanto o governo do PT está caminhando para o descaminho do desgoverno e andando na contramão da realidade do País.

Ao que tudo indica, o governo não tinha noção das suas finanças internas e não sabia o que ocorria com as contas públicas do País. Foi preciso vir um alerta lá de fora, com o rebaixamento da nota do Brasil pela  Standard & Poor’s (S&P), para que as providências fossem adotadas. Se foi possível fazer cortes agora, por que o governo não cortou antes desse atestado de incompetência internacional?

Os cortes de R$ 26 bilhões no Orçamento da União contradizem todas as propostas feitas durante a campanha eleitoral e retiram recursos de áreas estratégicas, como a agricultura, que tem sustentado o pífio crescimento da economia brasileira. É uma decisão errática, porque o dinheiro investido na agricultura tem retorno garantido. É provável que as pedaladas fiscais, a que o governo vem recorrendo para maquiar as contas públicas, tenham comprometido também o caixa das instituições financeiras que financiam a agricultura no País.

Além de mexer com o campo, o governo também jogou um balde de água fria nas expectativas dos servidores públicos, que ficarão sem reajuste, e dos que almejam a estabilidade do serviço público, suspendendo os concursos.

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Novas medidas taxam o “andar de cima”, diz líder do governo na Câmara

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As medidas apresentadas pelos ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa nesta segunda-feira 14, a fim de reajustar o orçamento de 2016, faz o Brasil recuperar sua credibilidade “diante do mercado, do País e do mundo”, avalia o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães, em entrevista ao 247.

Além disso, junto com outras ações debatidas e algumas já aprovadas no Congresso, as medidas “chegam com força no andar de cima”, diz ele, em alusão à maior oneração sobre os que possuem rendas mais elevadas.

A equipe econômica anunciou um corte de gastos de R$ 26 bilhões para 2016 e uma proposta de aumento de receitas, incluindo a criação de novas, como a volta da CPMF. O objetivo do governo é obter R$ 64,9 bilhões a fim de reverter o déficit orçamentário de R$ 30,5 bilhões no ano que vem e fechar as contas no azul. Questionado por que o governo não havia discutido essas medidas antes de enviar ao Congresso uma proposta de orçamento deficitário, Guimarães falou sobre a necessidade de diálogo.

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