2 de dezembro de 2016
por Esmael Morais
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Planalto já cogita demitir Meirelles

meirelles_dolarO banqueiro Henrique Meirelles chegou ao governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) com pinta de “Neymar”, mas, passados seis meses, o ministro da Fazenda está mais mesmo para “Joaquim Levy” — o antigo ministro que desgraçou a economia e acelerou a queda de Dilma Rousseff (PT). Leia mais

4 de janeiro de 2016
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Ano novo só para os que merecerem

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Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Carlos Drummond de Andrade

Luiz Cláudio Romanelli*

O ano de 2015 não foi um ano qualquer.

Foi atípico. Foi cheio de surpresas. Foi um ano de ressaca pós-eleitoral. Foi intenso. Foi longo. E com todas as intempéries, nos preparou para uma certeza — aconteça o que acontecer,  2016 não nos pegará de surpresa.

O fato é que, ao final de 2014, sabíamos que teríamos problemas, mas havia a expectativa que com a mudança da equipe econômica, com a indicação de um especialista indicado pelo “mercado”,  seriam feitos os ajustes necessários, criaria-se uma agenda propositiva de reformas e isso  recolocaria o país no rumo certo. Ledo engano. A gestão do Ministro Joaquim Levy acabou sendo um fracasso e quando foi substituído, já no final do ano, a sensação de  foi de alívio.

Ainda assim, sabemos que a economia não está em plena atividade e que podemos ter alguns reveses, que acarretarão em dificuldades em 2016. Nesse sentido, considero inevitável incluir na lista de desejos para o ano novo, o otimismo.

E tendo sido 2015 um ano difícil para todos nós, brasileiros, o que nos resta desejar — e lutar — mais do nunca, é por um 2016 melhor em todos os sentidos. E com a  crise onipresente, cabe nesta época, a metáfora do copo pela metade.

Para quem não sabe ou não lembra, essa metáfora diz que existem várias formas de posicionamento ao se analisar um copo com água até a metade: a dos otimistas, que sempre veem o copo quase cheio, a dos pessimistas, que enxergam o copo meio vazio, e por fim, a dos realistas, que dizem que o copo está ali e tem água.

Fato é que por mais otimistas que sejamos em relação ao país, há que se reconhecer que com o cenário econômico e político atual, as perspectivas para este ano que  se inicia são desafiadoras. A não resolução da crise política e a falta de soluções (ou o excesso de soluções erradas) para a economia, deixam os brasileiros menos confiantes do que em anos anteriores.

Mas parte dessa desconfiança, ao meu ver, vem pelo bombardeio diário da mídia em cima apenas de dados e de notícias ruins, — aliás, o Papa Francisco tem chamado a atenção da m Leia mais

18 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Dilma dividida entre Ciro e Requião para o Ministério da Fazenda

A presidente Dilma Rousseff (PT) analisa dois possíveis nomes para substituir o ministro Joaquim Levy, que deixará em breve a Fazenda. Um deles é o do ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE). Outro, também ex-governador, é o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Outros nomes ligados aos “desenvolvimentistas” são cogitados para o cargo, como os economistas Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e Luiz Gonzaga Beluzzo.

Requião se encaixa no grupo dos desenvolvimentistas e é um dos mais ácidos críticos da política econômica de Levy que, segundo ele, “arrocha os salários para beneficiar o capital vadio”.

Nos bastidores da política, fala-se que Ciro tem certa vantagem competitiva em relação aos demais nomes. O ex-ministro é pré-candidato à Presidência da República pelo PDT e, se arrumar a economia, tornar-se-ia o ungido de Dilma.

O diabo é que o PT tem outros planos. Pensa em trazer de volta Lula em 2018, mas aí é só mais um capítulo dessa novela que ainda vai longe.

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14 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: Contra o corte do Bolsa Família

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Gleisi Hoffmann*

Com todo respeito ao ministro Joaquim Levy, não é razoável impor um superávit primário agora ao orçamento de 2016, ainda que seja de 0,7%. Assim como é uma sandice cortar 10% do Bolsa Família, principalmente porque entramos em um período de aumento do desemprego e piora da economia no país.

Diz-se que as contas públicas estão descontroladas, mas nada se fala do custo dos juros que as dilaceram!

Não é possível, razoável, justificável, impor uma economia no orçamento para pagar juros, cujos custos já acumulam mais de R$ 400 bilhões ao ano, e beneficiam cerca de 1% da população, em razão da alta da Selic, e reduzir o Bolsa Família, um programa que custa ao ano R$ 25 bilhões e beneficia 20% da população. Que inversão é essa?!

Atrás de discursos bonitos feitos pelos mercados sobre equilíbrio fiscal, lição de casa, gastar o quanto se ganha, enfeitados pelo argumento fácil de que basta vontade para vencer na vida, vem a velha receita de manter para os ricos e retirar dos pobres!

Não podemos aceitar passivamente esse tipo de argumentação, achando que faz parte da natureza das coisas!

Ora, o desequilíbrio financeiro que vivemos nada tem a ver com o Bolsa Família, com aumento de recursos para educação, sempre tão cobrados pela sociedade, com os investimentos no social. Tem a ver com juros, com a exorbitante Selic de 14,25%, arbitrada pelo Banco Central, que se transforma em quase 300% ao ano para quem usa cheque especial!

Será que precisamos de uma taxa de juros tão alta para equilibrar as operações de crédito subsidiadas pelo governo, como diz o mercado, ou temos subsídios para o crédito porque o sistema financeiro não gosta de correr riscos e por isso não empresta?!

A última pérola para o discurso vicioso seria o Banco Central, como ventila-se, aumentar mais os juros para conter a inflação. Com o PIB no chão, o consumo das famílias em baixa e o crédito minguando, qual seria o efeito de um aumento da Selic?!

Com certez Leia mais

18 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Governo desautoriza Levy, que defende projeto recessivo de Serra

vagner_levyO ministro da Fazenda Joaquim Levy foi desautorizado na manhã desta quarta-feira (18) pelo ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Vagner, acerca de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. ... 

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14 de novembro de 2015
por Esmael Morais
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Senadores já discutem pós-Levy

requiao_lindbergh_economia_ttOs senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (PMDB-PR) discutiram neste sábado (14), no Rio, o cenário político e econômico sem o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que eles consideram carta fora do baralho. ... 

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13 de novembro de 2015
por admin
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UBES faz passeata com 7 mil estudantes pelo ‘Fora Cunha’, contra o golpe e ajuste fiscal

ubes

A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) fez nesta sexta-feira (13), em Brasília, uma passeata com 7 mil estudantes. A manifestação realizada em conjunto com a Frente Brasil Popular pediu a saída do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A passeata foi parte do 41º Congresso da UBES, que está acontecendo no Distrito Federal. Também teve como bandeiras o repúdio às tentativas de golpe contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) e críticas ao ajuste fiscal do que tem promovido cortes e a retirada de direitos.

“Essa é a juventude combativa, que está aqui para falar muito alto que esse Congresso não nos representa, para dizer que não queremos a redução da maioridade penal, não queremos o Estatuto da Família, não queremos o PL 5069 que penaliza as mulheres. Eles não passarão”, declarou a presidenta da UBES, Bárbara Melo, do alto do carro de som.

Na linha de frente do ato, caminhavam somente mulheres, representando a atual importância da afirmação de gênero no movimento estudantil, que tem presidentas em suas principais entidades. Leia mais

19 de outubro de 2015
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Coluna da Gleisi Hoffmann: São os juros, ministro!

Gleisi Hoffmann*

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A despesa que mais cresceu no orçamento da União nos últimos tempos foi a despesa com juros. A cada ponto percentual que se eleva a Selic (taxa básica de juros controlada pelo Banco Central), são R$ 15 bilhões a mais que temos de pagar para os credores.  Faça uma conta rápida: em 2012 nossa taxa Selic estava na casa dos 7,5%, agora está 14,25%, o dobro. Não há orçamento que resista e ajuste fiscal que dê conta de estabilizar as finanças e reduzir a dívida.

Somam-se a isso as operações do Banco Central para tentar equilibrar o dólar. Essa conta também vai para o orçamento da União. Se não consegue pagar dentro do ano, aumenta a dívida. Por isso nossas dívidas, líquida e bruta, estão crescendo. São as despesas com juros e os chamados swaps cambiais que aumentaram muito. Neste ano essas despesas financeiras já somaram R$ 226 bilhões, contra R$ 120 bilhões em 2014.

A pressão, o comportamento do mercado e o argumento prevalente de combate à inflação pela demanda nos levaram a isso. Nenhuma despesa do orçamento cresceu mais em relação ao PIB do que a conta de juros. A despesa de pessoal diminuiu, a previdência cresceu pouco, as despesas sociais, incluindo Bolsa Família, educação e saúde somadas não perfazem a conta das despesas financeiras.

É claro que sempre podemos e devemos melhorar as finanças públicas. A presidenta Dilma tomou uma série de medidas para isso, mas não são elas que vão resolver sozinhas o equilíbrio orçamentário e nem tampouco a retomada do crescimento econômico. Se os juros continuarem nesse patamar, é como enxugar gelo.

Lembro, perfeitamente, em 2012, quando conseguimos chegar a mais baixa taxa de juros da nossa história, 7,25%. Aproveitando a queda, que sempre foi tão defendida pelo setor produtivo, a presidenta Dilma fez uma política ousada de desoneração tributária, tirando grande parte dos encargos da folha de pagamento de vários setores da economia. O objetivo era dar competitividade às nossas empresas e garantir empregos. Juros baixos, menos tributos, igual a investimentos.

Não foi bem isso o que aconteceu. Descobrimos que a queda dos juros também afetou fortemente as empresas do setor produtivo que, em sua maioria, tiravam rentabilidade de aplicações financeiras e não só da produção. Setores que tiveram a folha desonerada usaram  esse espaço fiscal para compensar a queda de rendimentos, não investiram como o esperado, não melhoraram a produtividade e também não mantiveram os postos de trabalho.

Isso ficou tão evidente que o setor produtivo parou de criticar as taxas de juros, mesmo elas dobrando. É a cultura rentista da economia brasileira. E não venham com a história que é o custo Brasil. Se reduzíssemos 4 a 5 pontos percentuais da Selic ainda ficaríamos com a taxa de juros mais atrativa do planeta. Duvido que os investidores migrariam para os juros negativos americanos ou europeus. Também não digam que controlaria a inflação, pois esta sentiu de leve o aumento da Selic.

Reduzir a taxa de juros é condição básica para o crescimento da nossa economia. Não apenas porque diminui a despesa orçamentária, deixando recursos para que os programas sociais e os investime Leia mais

18 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Enfim, PT adere à tese de Requião: ‘Fora Levy’; Dilma grita “Fica Levy’

Como se fosse um “corpo estranho”, que não estivesse no cargo pela sua escolha, o PT pede que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, “mude” ou “caia fora” do governo Dilma Rousseff.

No Congresso Nacional, a especulação é de que o ministro não resiste esta semana.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em reunião com a bancada petista, em Brasília, na última sexta, também teria sugerido a demissão de Levy.

Na prática, o PT se rende à tese do senador Roberto Requião (PMDB-PR) que anteviu o aprofundamento da crise econômico em virtude do arrocho imposto pelo ministro da Fazenda. Para ele, Levy é o representante dos banqueiros contra a produção e o consumo.

Entretanto, Dilma resolveu peitar o PT visando manter o ministro moribundo: “Ele não está saindo do governo. Ponto. Eu não trato mais desse assunto”, declarou este domingo (19) em Estocolmo, na Suécia.

O diabo é que se a troca de comando na Fazenda venha mesmo ocorrer, hoje, ela ocorreria dentro dos mesmos marcos atuais. Ou seja, sairia Levy para entrar um, digamos, Henrique Meirelles da vida — tão odiento à produção quanto o primeiro.

Diante dessas incertezas econômicas e de falta de planejamento estratégico, na próxima quarta-feira (21) um grupo suprapartidário de senadores e economistas, tais como Márcio Pochmann e Luiz Gonzaga Belluzzo, lançarão em Brasília um Plano de Desenvolvimento da Nação. O evento ocorrerá às 15 horas no gabinete do senador Roberto Requião.

O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, vai transmitir ao vivo a divulgação do ato político suprapartidário para o Brasil e o mundo.

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28 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Frente marcha sábado contra privatização da Copel e Sanepar

sanepar_petrobras_copelNo próximo sábado, dia 3 de outubro, às 10 horas, sindicatos de trabalhadores, partidos e movimentos sociais prometem tomar a Boca Maldita, em Curitiba, em protesto contra o golpismo, o ajuste fiscal do governo Dilma Rousseff (PT) e as privatizações da Copel e Sanepar pelo governo Beto Richa (PSDB).

A manifestação está sendo convocada sob a bandeira da “Frente Brasil Popular”, criada no começo deste mês, e aqui no Paraná deverá ser reforçada por outros fóruns do campo da esquerda a exemplo da “Frente Povo Sem Medo”.

O objetivo desses movimentos é barrar o avanço da direita e do neoliberalismo econômico levando a sociedade às ruas. A defesa da Petrobras, assim como das estatais paranaenses, também está no radar do protesto deste sábado.

A seguir, leia a íntegra do manifesto da Frente Brasil Popular Leia mais

27 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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“Vamos às ruas pela taxação do andar de cima”, avisa líder do MTST

O filósofo e colunista Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), concedeu uma entrevista exclusiva ao Blog do Esmael neste domingo (27). Ele está em Curitiba debatendo saídas populares para crise política e econômica do Brasil e falou da “Frente Povo Sem Medo”.

Uma das saídas, segundo Boulos, é mobilizar o povo para conter o avanço conservador no país.

“Em outubro, vamos às ruas pela taxação do andar de cima. A saída é pela esquerda, uma reforma popular que exija a taxação dos mais ricos”, avisou.

Boulos, que é colunista do jornal Folha de S. Paulo, deu sua impressão sobre Curitiba: “Houve forte especulação imobiliária nos últimos anos, o que detrói o mito da cidade modelo.

“Houve forte especulação imobiliária nos últimos anos, o que reforça o mito da cidade modelo”, disse o líder do MTST, ao mencionar três ocupações na capital paranaense do MPM (Movimento Popular por Moradia) que reúnem 1200 famílias.

A seguir, leia a entrevista completa com Guilherme Boulos:

Blog do Esmael: Qual a avaliação do cenário político, os riscos para os setores populares?

Boulos: Vivemos uma conjuntura bastante complexa para a esquerda brasileira. Assistimos a uma ofensiva ultraconservadora, da direita mais golpista, que quer impor um retrocesso institucional ao país. Essa direitona precisa ser combatida no Congresso Nacional e nas ruas. O governo vai cometendo erros, que são as medidas de austeridade, impopulares, que destroem o apoio da sociedade. Esse é o nosso desafio: enfrentar os conservadores e o golpismo, combater a austeridade e defender reformas populares.

Blog do Esmael: O governo Dilma “fica” e quais as alternativas para essa encruzilhada?

Boulos: Nós temos que trabalhar com três orientações básicas: 1- retomar capacidade de mobilização, ciclo de mobilização popular, esquerda retomar as ruas (a direita tem tomado as ruas e nós não temos), deixando de fazer política com olhos na institucionalidade; 2- unidade, fazer frentes de luta e mobilização, e nós temos feito isso. Fizemos 20 de agosto para responder nas ruas o avanço da direita e temos que construir um discurso. 3) A saída tem que ser pela esquerda e precisa ser popular, com Leia mais

21 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: “Fica Dilma, não vá pra casa!”

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Luiz Cláudio Romanelli*

“Eu vejo o futuro repetir o passado,
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para”
Cazuza

Participei na última sexta-feira (18), da posse do Edson Campagnolo, reeleito presidente da Fiep – a Federação das Indústrias do Paraná -, a quem agradeço o gentil convite. O que vi lá, entretanto, me leva a essa reflexão: há quatro anos, neste mesmo evento, a então ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), quase recebeu um “cetro de princesa”, tal foram os mimos e deferências a ela oferecidos.

Neste ano, para minha surpresa, a posse do presidente da Fiep transformou-se num ato contra os governos da presidente Dilma (PT) e do governador Beto Richa (PSDB). Campagnolo terminou sua fala com um inusitado pedido e brado: “vá pra casa Dilma!”. ‎

Se não estivéssemos na presença de homens e mulheres influentes e, presume-se, bem informados, dir-se-ia que foi um ato de voluntarismo de um diretório acadêmico. Não era o caso.

Ocupou o lugar da senadora, o senador Álvaro Dias, aliás, ressalte-se aqui a coerência com a posição que ocupa como líder da oposição no Senado.

Mas o que leva a uma postura tão distinta e tão surpreendente do dirigente da entidade máxima da indústria paranaense? O que deu lugar ao seu conhecido otimismo? Será que é mais fácil e cômodo simplesmente criticar em vez de adotar uma atitude colaborativa para superarmos os entraves e retomar o diálogo na busca novamente do crescimento econômico?

Ao final, também fez críticas ao novo pacote anticrise lançado pelo governador Beto Richa. Por certo não tem acompanhado o conjunto de medidas que tem sido adotado e nem leu o projeto de lei em trâmite na Assembleia Legislativa.

Muito menos ouviu a fala bem articulada do chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra, que explicou a lógica da criação do Fundo de Combate à Pobreza e o princípio do ITCMD progressivo, que diminui a conta para 96% dos contribuintes e aumenta para os 4% mais ricos, detalhando ainda, as outras 16 medidas anticíclicas que beneficiam e estimulam a atividade econômica no Estado, sem ampliar a carga tributária em um único centavo.

Durante os últimos anos, a Fiep liderou diversas missões em apoio às iniciativas do governo brasileiro em expandir os negócios das empresas para além mar e também no continente. Aliás, já há muito tempo Campagnolo tem sido um entusiasta da industrialização – do Paraguai.

De repente as pessoas, como numa decisão de campeonato de futebol, passaram a torcer com a paixão típica de torcedores. Politizados mesmos, alguns mais, a maioria menos. É o chamado “efeito manada”. É “bonito” ser oposição até perder o emprego e no caso dos empresários, perderem os seus negócios.

Os derrotados nas eleições de outubro n Leia mais

16 de setembro de 2015
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: O pacote de sacrifícios para o contribuinte

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Alvaro Dias*

O pacote de cortes e aumento de impostos anunciado pelos ministros da área econômica só reforça o quanto o governo do PT está caminhando para o descaminho do desgoverno e andando na contramão da realidade do País.

Ao que tudo indica, o governo não tinha noção das suas finanças internas e não sabia o que ocorria com as contas públicas do País. Foi preciso vir um alerta lá de fora, com o rebaixamento da nota do Brasil pela  Standard & Poor’s (S&P), para que as providências fossem adotadas. Se foi possível fazer cortes agora, por que o governo não cortou antes desse atestado de incompetência internacional?

Os cortes de R$ 26 bilhões no Orçamento da União contradizem todas as propostas feitas durante a campanha eleitoral e retiram recursos de áreas estratégicas, como a agricultura, que tem sustentado o pífio crescimento da economia brasileira. É uma decisão errática, porque o dinheiro investido na agricultura tem retorno garantido. É provável que as pedaladas fiscais, a que o governo vem recorrendo para maquiar as contas públicas, tenham comprometido também o caixa das instituições financeiras que financiam a agricultura no País.

Além de mexer com o campo, o governo também jogou um balde de água fria nas expectativas dos servidores públicos, que ficarão sem reajuste, e dos que almejam a estabilidade do serviço público, suspendendo os concursos.

Também alterou a forma de financiamento de programas como o Minha Casa, Minha Vida. Mas a parte de sacrifício que lhe cabia nessa crise, o governo ficou devendo. Anunciou um tímido corte de R$ 200 milhões com a redução do número de ministérios, deixando-nos com a certeza de que os quadros políticos, mantidos a preço de apoio, continuarão a inchar a esplanada dos ministérios.

O mais grave no pacote, porém, é a tentativa de recriação da CPMF. É uma trombada na realidade econômica e social do país. O Brasil precisa crescer economicamente, e aumentar impostos compromete ainda mais a capacidade de investimento do setor produtivo, que vai demitir mais e aprofundar a crise social do País.

Nós, da oposição, que derrubamos a CPMF em 2007, temos o dever de rejeitar novamente esse imposto perverso. Os brasileiros não podem pagar pelos erros do governo. Se o governo errou, que pague a conta.

*Alvaro Dias é senador pelo PSDB e líder da Oposição no Senado Federal. Ele escreve nas quartas-feiras para o Blog do Esmael sobre “Ética na Política”.

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15 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Novas medidas taxam o “andar de cima”, diz líder do governo na Câmara

do Brasil 247

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As medidas apresentadas pelos ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa nesta segunda-feira 14, a fim de reajustar o orçamento de 2016, faz o Brasil recuperar sua credibilidade “diante do mercado, do País e do mundo”, avalia o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães, em entrevista ao 247.

Além disso, junto com outras ações debatidas e algumas já aprovadas no Congresso, as medidas “chegam com força no andar de cima”, diz ele, em alusão à maior oneração sobre os que possuem rendas mais elevadas.

A equipe econômica anunciou um corte de gastos de R$ 26 bilhões para 2016 e uma proposta de aumento de receitas, incluindo a criação de novas, como a volta da CPMF. O objetivo do governo é obter R$ 64,9 bilhões a fim de reverter o déficit orçamentário de R$ 30,5 bilhões no ano que vem e fechar as contas no azul. Questionado por que o governo não havia discutido essas medidas antes de enviar ao Congresso uma proposta de orçamento deficitário, Guimarães falou sobre a necessidade de diálogo. Leia mais

12 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Ao vivo: Senador Requião lidera comício no Paraná pelo “Fora Levy” e contra corrupção no governo Richa

O Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, transmite ao vivo para o Brasil e o mundo, direto de União da Vitória, região Sul do Paraná, comício liderado pelo senador Roberto Requião (PMDB) pela demissão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e contra a corrupção no governo Beto Richa (PSDB).

No último sábado (5), em Minas Gerais, o senador Requião participou do lançamento nacional da Frente Brasil Popular. Ao lado de lideranças dos movimentos sociais e partidários, ele defendeu mudanças na política econômica do governo federal e a imediata demissão de Levy.

O município de União da Vitória na divisa com o estado de Santa Catarina, na região do Contestado, a 243 km de Curitiba. Leia mais

11 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Requião realiza comício neste sábado pela demissão de Levy e contra a corrupção no governo Richa

richa_requiao_levyO senador Roberto Requião (PMDB) comandará neste sábado (12), a partir das 10 horas, um comício no município de União da Vitória, região Sul do Paraná, pela demissão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e contra a corrupção no governo Beto Richa (PSDB). ... 

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11 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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“Joaquim Levy fracassou com o rebaixamento de nota do Brasil”, diz senador Lindbergh Farias

levy_lindberghO senador fluminense Lindbergh Farias (PT), ao comentar o “junk” na nota do Brasil pela agência de risco Standard & Poor´s, fulminou o ministro da Fazenda: “Joaquim Levy fracassou com o rebaixamento de nota do Brasil”. ... 

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