20 de abril de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Dilma ao Democracy Now: ‘Sem Lula, extrema-direita avança no Brasil’

Dilma ao Democracy Now: ‘Sem Lula, extrema-direita avança no Brasil’

A presidenta eleita Dilma Rousseff foi entrevistada nesta sexta (20) pela jornalista norte-americana Amy Goodman, do Democracy Now, sobre a prisão política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Abaixo, assista ao vídeo. ... 

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13 de novembro de 2016
por Esmael Morais
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Richa diz que está fácil enfrentar o PT, rifa Aécio e aponta Alckmin para 2018

richa_alckmin_folhaO governador do Paraná Beto Richa (PSDB), em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, disse neste domingo (13), que hoje é bem mais fácil enfrentar o PT nas eleições. Leia mais

21 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Se passar o impeachment, Temer vai elevar para 70 anos a idade de aposentaria

dilma_julgamentoReportagem do Estadão neste domingo (21) reafirma que Michel Temer (PMDB), caso consiga o impeachment de Dilma Rousseff, elevará a idade mínima para se aposentar somente aos 70 anos. Leia mais

7 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Fracassam protestos contra Dilma no 7 de Setembro; agora só falta ela mudar a economia

defile_7setembroAs ruas deram uma trégua para Dilma Rousseff (PT) neste 7 de Setembro. As manifestações nos desfiles da Pátria, Brasil afora, foram um fiasco. Agora só falta a presidenta da República mudar a política econômica, ponto de tensão na sociedade. ... 

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5 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Comício em BH sugere que Dilma está “sequestrada” pelo Bradesco; assista

dilma_levy_frenteCentenas de militantes dos movimentos populares e partidos políticos lançaram neste sábado (5), em Belo Horizonte, a “Frente Brasil Popular” com o objetivo de conter o avanço conservador no país. A tônica do movimento foi de que a presidenta Dilma Rousseff (PT) está “sequestrada” pela direita e pelos banqueiros.

Os três principais líderes a discursar na tarde de hoje foram o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), e os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (PMDB). Também participaram representantes de entidades sociais e lideranças do PCdoB e PSB.

Requião disse que 54 milhões de brasileiros elegeram outro programa de governo, não o neoliberalismo de Aécio Neves e do PSDB. Ele pediu para que a presidenta Dilma volte a governar por aqueles que nela votaram.

“Queremos a Dilma que elegemos na campanha, não a Dilma comandada pelo Bradesco e pelo Levy”, disse o senador paranaense.

O mesmo tom adotou Lindbergh, que pediu que a presidenta volte a exibir o “coração valente” da campanha de reeleição. O senador carioca acusou os golpistas de tentar impor a agenda derrotada nas eleições e exortou a sociedade a sair às ruas contra o golpe e a favor da mudança na economia. “O melhor amigo é aquele que fala a verdade. É preciso voltar a Dilma ‘coração valente’ para governar com o programa vencedor”, discursou.

Tarso afirmou que o sistema fisiológico grassa dentro do governo federal. Ele pregou luta antigolpista haja vista que o golpe ocorre hoje não pela tradicional via militar, mas pelo estilo paraguaio, pela centro-direita dentro do governo. “É preciso mudar a política econômica que leva à recessão”.

Veja como foi o lançamento da Frente Brasil Popular: Leia mais

30 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Contra “estupidez” de rompimento com Dilma, Requião vai disputar presidência nacional do PMDB

dilma_requiaoO senador paranaense Roberto Requião, em entrevista ao Blog do Esmael, neste domingo (30), afirmou que vai disputar a presidência nacional do PMDB, provavelmente em novembro, contra a “estupidez” do rompimento do partido com a presidenta Dilma Rousseff e o PT. ... 

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6 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Movimentos populares se levantam contra ‘golpe’ de Aécio e Sérgio Moro

do Brasil 247
Em manifesto, militantes de movimentos populares, sindicais, pastorais e partidos políticos reagem ao golpismo da oposição contra a presidente Dilma Rousseff. O grupo também denuncia ‘justiceiros’ do Judiciário, em referência à condução da Lava Jato pelo juiz Sérgio Moro e pela força-tarefa do MP.

Leia a íntegra do manifesto:

Nós, militantes de movimentos populares, sindicais, pastorais e partidos políticos, manifestamos o que segue:

1. Não aceitaremos a quebra da legalidade democrática, sob que pretexto for.

2. O povo brasileiro foi as urnas e escolheu, para um mandato de quatro anos, a presidenta da República, 27 governadores de estado, os deputados e deputadas que compõem a Câmara dos Deputados e as Assembleias Legislativas, assim como elegeu para um mandato de 8 anos 1/3 do Senado Federal. Os inconformados com o resultado das eleições ou com as ações dos mandatos recém-nomeados têm todo o direito de fazer oposição, manifestar-se e lançar mão de todos os recursos previstos em lei. Mas consideramos inaceitável e nos insurgimos contra as reiteradas tentativas de setores da oposição e do oligopólio da mídia, que buscam criar, através de procedimentos ilegais, pretextos artificiais para a interrupção da legalidade democrática.

3. O povo brasileiro escolheu, em 1993, manter o presidencialismo. Desde então, a relação entre o presidente da República e o Congresso Nacional já passou por diversas fases. Mas nunca se viu o que se está vendo agora: a tentativa, por parte do presidente da Câmara dos Deputados, às vezes em conluio com o presidente do Senado, de usurpar os poderes presidenciais e impor, ao país, uma pauta conservadora que não foi a vitoriosa nas eleições de 2014. Contra esta coalizão eventual que no momento prevalece no Congresso Nacional – disposta a aprovar uma reforma política conservadora, a redução da maioridade penal, a violação da CLT via aprovação do PL 4330, a alteração na Lei da Partilha, dentre tantas outras medidas – convocamos o povo brasileiro a manifestar-se, a pressionar os legisladores, para que respeitem os direitos das verdadeiras maiorias, a democracia, os direitos sociais, os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, os direitos humanos, os direitos das mulheres, da juventude, dos negros e negras, dos LGBTT, dos povos indígenas, das comunidades quilombolas, o direito ao bem-estar, ao desenvolvimento e à soberania nacional.

4. A Constituição Brasileira de 1988 estabelece a separação e o equilíbrio entre os poderes. Os poderes Executivo e Legislativo são submetidos regularmente ao crivo popular. Mas só recentemente o poder Judiciário começou a experimentar formas ainda muito tímidas de supervisão, e basicamente pelos seus próprios integrantes. E esta supervisão vem demonstrando o que todos sabíamos desde há muito: a corrupção, o nepotismo, a arbitrariedade e os altos salários são pragas que também afetam o Poder Judiciário, assim como o Ministério Público. O mais grave, contudo, é a disposição que setores do Judiciário e do Ministério Público vem crescentemente demon Leia mais

26 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Reeleita, Dilma Rousseff clama por paz, união e mudanças no país

do Brasil 247
Aos gritos de olê, olê, olá, Dilma foi recebida por militante do PT em São Paulo. Seu primeiro agradecimento foi ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em seguida, ao vice Michel Temer e a sua esposa Marcela. Depois, vieram os presidentes dos partidos que a apoiam, começando por Rui Falcão, do PT.

Eis trechos de sua fala:

“Chegamos ao final de uma disputa que mobilizou todas as forças dessa Nação. Tenho palavras de agradecimento e conclamação. Agradeço a meu vice e aos partidos que sustentaram nossa aliança. Agradeço a cada um e a cada uma dos integrantes dessa militância combativa, que foi a alma e a força dessa vitória. E agradeço a todos os brasileiros e brasileiras.

Agradeço, do fundo do mundo do meu coração, ao militante número 1 das causas do povo brasileiro: o presidente Lula. Conclamo a todos os brasileiros e brasileiras a nos unirmos. Não acredito que essas eleições tenham dividido o Brasil ao meio. Entendo que elas mobilizaram emoções contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca de um futuro melhor.

Em lugar de ampliar divergências, creio que é hora de construção de pontes. O calor liberado no fragor da disputa pode ser transformado em energia construtiva de um novo momento no Brasil. Em alguns momentos da história, resultados apertados produziram mudanças mais rápidas e mais amplas. Essa é minha esperança. Aliás, é minha certeza. Esta presidenta aqui está disposta ao diálogo e este é meu primeiro compromisso neste segundo mandato. Toda eleição é uma forma de mudança. Principalmente para nós, que vivemos numa das maiores democracias do mundo.

Quero ser uma presidenta muito melhor do que fui até agora. Quero ser uma pessoa ainda melhor do que tenho me esforçado por ser. A palavra mais dita foi mudança. O tema mais amplamente invocado foi reforma. Estou sendo reconduzida à  presidência para realizar as grandes mudanças que a sociedade brasileira exige. Estou pronta a responder a essa convocação. Sei do poder que cada presidente tem de liderar as grandes causas populares. E eu o farei.”

Em seguida, Dilma defendeu o plebiscito pela reforma política. “Quero discutir esse tema profundamente com o novo Congresso Nacional e com toda a sociedade brasileira”.

Com as urnas apuradas, a presidente Dilma Rousseff teve 51,6% e Aécio Neves 48,4%. Ela venceu no Norte, no Nordeste, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e perdeu em São Paulo.

O resultado é muito semelhante ao da pesquisa Datafolha, que apontou vitória de Dilma por 52% a 48%.

Com a vitória, o Partido dos Trabalhadores, que foi criado em 1980, terá um ciclo de 16 anos no poder.

Abaixo, reportagem da Agência Brasil:
Luana Lourenço e Sabrina Craide !“ Repórteres da Agência Brasil

Com 97,62% das urnas apuradas, a atual Leia mais