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Carnaval 2018 é o mais politizado da História

Comício em BH sugere que Dilma está “sequestrada” pelo Bradesco; assista

dilma_levy_frenteCentenas de militantes dos movimentos populares e partidos políticos lançaram neste sábado (5), em Belo Horizonte, a “Frente Brasil Popular” com o objetivo de conter o avanço conservador no país. A tônica do movimento foi de que a presidenta Dilma Rousseff (PT) está “sequestrada” pela direita e pelos banqueiros.

Os três principais líderes a discursar na tarde de hoje foram o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), e os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (PMDB). Também participaram representantes de entidades sociais e lideranças do PCdoB e PSB.

Requião disse que 54 milhões de brasileiros elegeram outro programa de governo, não o neoliberalismo de Aécio Neves e do PSDB. Ele pediu para que a presidenta Dilma volte a governar por aqueles que nela votaram.

“Queremos a Dilma que elegemos na campanha, não a Dilma comandada pelo Bradesco e pelo Levy”, disse o senador paranaense.

O mesmo tom adotou Lindbergh, que pediu que a presidenta volte a exibir o “coração valente” da campanha de reeleição. O senador carioca acusou os golpistas de tentar impor a agenda derrotada nas eleições e exortou a sociedade a sair às ruas contra o golpe e a favor da mudança na economia. “O melhor amigo é aquele que fala a verdade. É preciso voltar a Dilma ‘coração valente’ para governar com o programa vencedor”, discursou.

Tarso afirmou que o sistema fisiológico grassa dentro do governo federal. Ele pregou luta antigolpista haja vista que o golpe ocorre hoje não pela tradicional via militar, mas pelo estilo paraguaio, pela centro-direita dentro do governo. “É preciso mudar a política econômica que leva à recessão”.

Veja como foi o lançamento da Frente Brasil Popular:

Ao vivo de BH: Fórum Popular e Democrático; pela renúncia de Levy e por uma Constituinte Exclusiva

O Blog do Esmael, em parceria com a TVT (geradora) e a TV 15 (repetidora), desde Belo Horizonte, transmite ao vivo para o Brasil e o mundo mais um comício da Frente Nacional Popular e Democrática.

O evento deste sábado tem como figuras centrais o governador mineiro Fernando Pimentel (PT) e os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (PMDB-PR).

Dentre as bandeiras que serão discutidas hoje serão a demissão imediata do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e a mudança na política econômica do governo Dilma; contra o golpe, instalação de uma Constituinte Exclusiva para a reforma política.

O lançamento nacional da Frente Popular e Democrática ocorreu no último dia 28 de agosto, em Curitiba (clique aqui). Na capital paranaense a palavra de ordem também foi “Fora Levy” e mudança na política econômica

Velha mídia usa tragédia em BH para sua revanche na Copa

do Brasil 247

Constrangida pelo sucesso do Mundial, reconhecido dentro e fora do Pais, oligopólio da mídia familiar no Brasil se escora no acidente de engenharia ocorrido ontem em Belo Horizonte para uma pequena vingança; na Folha, a queda de um viaduto se transformou em "Obra inacabada da Copa desaba e mata 1 em BH"; no Globo, "Viaduto de obra da Copa desaba e mata 2 em BH"; no Estado, "Viaduto planejado para Copa cai e mata 2"; nos três jornais, ênfase no fato de se tratar de uma obra do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento, que, embora federal, depende da execução de estados e municípios; no caso concreto, a responsabilidade pela execução da obra era da prefeitura de Belo Horizonte, governada por Marcio Lacerda, do PSB, que viu "falha de engenharia".
Constrangida pelo sucesso do Mundial, reconhecido dentro e fora do Pais, oligopólio da mídia familiar no Brasil se escora no acidente de engenharia ocorrido ontem em Belo Horizonte para uma pequena vingança; na Folha, a queda de um viaduto se transformou em “Obra inacabada da Copa desaba e mata 1 em BH”; no Globo, “Viaduto de obra da Copa desaba e mata 2 em BH”; no Estado, “Viaduto planejado para Copa cai e mata 2”; nos três jornais, ênfase no fato de se tratar de uma obra do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento, que, embora federal, depende da execução de estados e municípios; no caso concreto, a responsabilidade pela execução da obra era da prefeitura de Belo Horizonte, governada por Marcio Lacerda, do PSB, que viu “falha de engenharia”.
Até aqui, a imprensa familiar brasileira vinha sofrendo a maior goleada da história das Copas. Depois de apostar no fiasco da Copa do Mundo de 2014 e usar seus colunistas para disseminar o pânico de um vexame internacional, o pequeno oligopólio da mídia no Brasil tentou marcar nesta sexta-feira, dia em que o Brasil decide contra a Colômbia uma vaga nas semifinais, um golzinho de honra. Nem que para isso tenha sido necessário explorar uma tragédia, ocorrida ontem em Belo Horizonte, onde um viaduto desabou e matou duas pessoas.