3 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Os verdadeiros responsáveis pela tragédia de Brumadinho não foram demitidos

Os verdadeiros responsáveis pela tragédia de Brumadinho não foram demitidos

Os jornalões comemoram o afastamento temporário do presidente da Vale, Fabio Schvartsman, em virtude da recomendação da força-tarefa que investiga o rompimento da barragem de Brumadinho (MG). ... 

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6 de setembro de 2016
por Esmael Morais
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Bancários dão pontapé inicial na greve geral de todos os trabalhadores do Brasil

greve_geralOs bancários de bancos privados e públicos entraram em greve nesta terça-feira, 6 de setembro, em todo o Brasil. O movimento é o pontapé inicial para a grande greve geral unificada de todos os trabalhadores do país, representados por todas as centrais sindicais. Leia mais

31 de maio de 2016
por Esmael Morais
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Operação Zelotes da Polícia Federal indicia presidente do Bradesco

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O presidente do Bradesco, Luiz Trabuco, foi indiciado pela Polícia Federal depois de investigações da Operação Zelotes.

A Operação Zelotes, deflagrada pela Polícia Federal em março de 2015, investiga um dos maiores esquemas de sonegação fiscal já descobertos no Brasil.

Além do Bradesco, estão sob investigação da Zelotes: Ford e Mitsubishi (automobilístico), BR Foods (alimentício) (BR Foods), Camargo Corrêa (construção civil), comunicação (RBS, afiliada da Rede Globo no Sul) e os bancos/financeiras Opportunity, Safra, Santander, BankBoston, dentre outros. Leia mais

1 de março de 2016
por Esmael Morais
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HSBC dá calote em PLR de funcionários

“Cachorro com dois donos morre de fome e de sede”, diz o sindicalista Messias da Silva, o Obama das Araucárias, ao relatar com exclusividade ao Blog do Esmael que o banco HSBC deu calote no PLR (Participação nos Lucros e Resultados), no valor de R$ 3 mil reais, para cada um dos 7 mil bancários da base de Curitiba e Região Metropolitana.

A alegação do banco para o calote é de que houve prejuízo no exercício de 2015, mas os bancários calculam o PLR com base nos resultados de 2014.

No ano passado, o HSBC anunciou sua venda para o banco Bradesco. No entanto, o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) ainda não aprovou a negociação por conta de uma ação do Sindicato dos Bancários de Curitiba que se colocou como terceiro interessado na transação visando garantir empregos para os trabalhadores no banco.

O diabo é que como há uma intervenção branca do Bradesco no HSBC, os “antigos donos” dizem que não têm mais autonomia para negociar com os trabalhadores; quando o sindicato vai até o Bradesco o mesmo diz que ainda não adquiriu formalmente a instituição financeira.

Em virtude do calote no PLR, bancários paralisaram todas as agências do HSBC na Grande Curitiba.

Ou seja, Obama das Araucárias tem razão: “Cachorro com dois donos morre de fome e de sede”.

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11 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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“Joaquim Levy fracassou com o rebaixamento de nota do Brasil”, diz senador Lindbergh Farias

levy_lindberghO senador fluminense Lindbergh Farias (PT), ao comentar o “junk” na nota do Brasil pela agência de risco Standard & Poor´s, fulminou o ministro da Fazenda: “Joaquim Levy fracassou com o rebaixamento de nota do Brasil”. ... 

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10 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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Bancos Itaú e Bradesco também têm notas rebaixadas pela Standard & Poor’s. Vai dar na Globo?

bancos_globo ... 

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1 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Bancada federal pede intervenção do Banco Central no caso HSBC

hsbc_bacenA bancada federal paranaense se reuniu na manhã desta quarta-feira (1), em Brasília, com o presidente do Banco Central (BACEN), Alexandre Tombini, com o objetivo de discutir a saída do HSBC do Brasil.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT), a vice-prefeita de Curitiba Mirian Gonçalves (PT) e o deputado João Arruda (PMDB) acompanharam uma comitiva de sindicalistas do setor bancário no encontro.

O grupo pediu ao BACEN acompanhamento de perto sobre a transferência dos ativos do banco HSBC para outra instituição privada, antes de deixar o país. Bradesco e Santander seriam as mais interessadas na transação comercial.

“A preocupação é com a manutenção de empregos no país”, disse Gleisi ao Blog do Esmael. Segundo ela, o HSBC deve fazer compensações e o futuro dono, se o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovar a venda do banco, tem que manter as estruturas administrativas no Paraná.

O CADE ainda analisará se não haverá concentração do setor bancário e o BACEN acompanhará os impactos social e econômico da saída do HSBC do Brasil, pois representará risco de demissão de 21.479 funcionários. 11 mil só no Paraná, com grande concentração em Curitiba, cerca de 7 mil. Leia mais