1 de março de 2016
por esmael
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HSBC dá calote em PLR de funcionários

“Cachorro com dois donos morre de fome e de sede”, diz o sindicalista Messias da Silva, o Obama das Araucárias, ao relatar com exclusividade ao Blog do Esmael que o banco HSBC deu calote no PLR (Participação nos Lucros e Resultados), no valor de R$ 3 mil reais, para cada um dos 7 mil bancários da base de Curitiba e Região Metropolitana.

A alegação do banco para o calote é de que houve prejuízo no exercício de 2015, mas os bancários calculam o PLR com base nos resultados de 2014.

No ano passado, o HSBC anunciou sua venda para o banco Bradesco. No entanto, o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) ainda não aprovou a negociação por conta de uma ação do Sindicato dos Bancários de Curitiba que se colocou como terceiro interessado na transação visando garantir empregos para os trabalhadores no banco.

O diabo é que como há uma intervenção branca do Bradesco no HSBC, os “antigos donos” dizem que não têm mais autonomia para negociar com os trabalhadores; quando o sindicato vai até o Bradesco o mesmo diz que ainda não adquiriu formalmente a instituição financeira.

Em virtude do calote no PLR, bancários paralisaram todas as agências do HSBC na Grande Curitiba.

Ou seja, Obama das Araucárias tem razão: “Cachorro com dois donos morre de fome e de sede”.

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18 de agosto de 2015
por esmael
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Blog do Esmael transmite ao vivo na quinta-feira manifestação pró-Dilma

Os movimentos sociais do Paraná e do Brasil estarão nas ruas nesta quinta-feira (20) na luta por direitos, liberdade e democracia, contra o golpismo tucano. O ato em Curitiba será na Praça Santos Andrade com a concentração marcada para 11 horas. Diversas cidades do interior estado realizarão manifestações semelhantes.

O Blog do Esmael transmitirá ao vivo a mobilização na capital paranaense em parceria com a TV 15.

As manifestações pró-Dilma Rousseff serão comentadas pelos senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), que intervirão de Brasília, assim como o deputado federal Fernando Francischini (SD).

Nos estúdios da TV 15, em Curitiba, com mediação do repórter César Setti, estarão Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisas; deputado Requião Filho (PMDB); Ricardo Mac Donald, secretário Municipal de Governo de Curitiba; e este editor.

No último domingo (16), o Blog do Esmael e a TV 15 transmitiram ao vivo para o Brasil e o mundo os protestos organizados pelo PSDB contra Dilma e o PT.

Participam da mobilização de quinta entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), as centrais sindicais (CUT, CTB, Intersindical), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), União Brasileira de Mulheres (UBM), União Paranaense dos Estudantes (UPE), União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), entre outras.

As manifestações de quinta-feira serão em defesa da Petrobras, da democracia, contra a terceirização e o ajuste fiscal que tiram direitos dos trabalhadores, em defesa dos empregos do bancários do HSBC, pela saída de Eduardo Cunha (PMDB) da presidência da Câmara dos Deputados e contra a onda conservadora que se instalou no país recentemente.

Uma reforma política efetiva também está na pauta dos movimentos sociais. O fim do financiamento empresarial de campanhas, um dos principais pontos defendidos pelos trabalhadores, é visto como um caminho que poderá encaminhar a resolução de diversos problemas.

Serviço: Ato por Direitos, Liberdade e Democracia
Local: Praça Santos Andrade, Centro. Curitiba -PR
Data: Quinta-feira, 20 de agosto
Horário: 11h

Com informações da CUT-PR.

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10 de agosto de 2015
por esmael
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Movimento ‘Vítimas do HSBC’ expõe a violência e o assédio moral contra trabalhadores de bancos

interno2bO Banco HSBC está se retirando do país após figurar em denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro. Há uma semana foi anunciada a venda de toda a estrutura do HSBC no Brasil ao Banco Bradesco. Mas a história da presença do banco inglês no Brasil, que já começou nebulosa nos anos 90, quando o Bamerindus foi vendido por R$ 1 (um real) no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ainda está longe de terminar.

Foi lançado neste domingo (9) o movimento “Vítima do HSBC” que tem por objetivo expor a humilhação, assédio moral, terrorismo psicológico e ameaças de demissão praticadas contra os funcionários do banco como prática de gestão para alcance e superação de metas.

Segundo o movimento, essas práticas estão levando milhares de pessoas à depressão, doenças, fadiga, stress, frustração e até suicídio.

Os dados que embasam o movimento foram coletados através de pesquisa entre os bancários demitidos, e os que desenvolveram doenças físicas ou psíquicas em função do trabalho. Os arquivos de 4 mil trabalhadores e mais de mil e quinhentas ações trabalhistas foram analisadas, além de informações da Previdência e do Ministério de Saúde.

No site e na página Vítimas do HSBC no Facebook estão sendo publicados vídeos com depoimentos das vítimas do banco. As histórias são surpreendentes.

O movimento é uma iniciativa do Instituto Defesa da Classe Trabalhadora – Declatra, que se intitula uma instituição de pesquisas, debate, ação política e desenvolvimento de atividades acadêmicas e culturais e tem entre seus membros tem, os advogados Wilson Ramos Filho (Xixo) e Mirian Gonçalves (PT), vice-prefeita de Curitiba.

Confira o vídeo que apresenta o “Vítimas do HSBC”:  Leia mais

1 de julho de 2015
por esmael
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Bancada federal pede intervenção do Banco Central no caso HSBC

hsbc_bacenA bancada federal paranaense se reuniu na manhã desta quarta-feira (1), em Brasília, com o presidente do Banco Central (BACEN), Alexandre Tombini, com o objetivo de discutir a saída do HSBC do Brasil.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT), a vice-prefeita de Curitiba Mirian Gonçalves (PT) e o deputado João Arruda (PMDB) acompanharam uma comitiva de sindicalistas do setor bancário no encontro.

O grupo pediu ao BACEN acompanhamento de perto sobre a transferência dos ativos do banco HSBC para outra instituição privada, antes de deixar o país. Bradesco e Santander seriam as mais interessadas na transação comercial.

“A preocupação é com a manutenção de empregos no país”, disse Gleisi ao Blog do Esmael. Segundo ela, o HSBC deve fazer compensações e o futuro dono, se o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovar a venda do banco, tem que manter as estruturas administrativas no Paraná.

O CADE ainda analisará se não haverá concentração do setor bancário e o BACEN acompanhará os impactos social e econômico da saída do HSBC do Brasil, pois representará risco de demissão de 21.479 funcionários. 11 mil só no Paraná, com grande concentração em Curitiba, cerca de 7 mil. Leia mais

29 de junho de 2015
por esmael
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Coluna da Gleisi Hoffmann: HSBC tem muito a explicar antes de deixar o país

gleisi_HSBCGleisi Hoffmann*

O Brasil é a sexta economia do mundo. Um banco que se estabeleceu aqui há 18 anos, incentivado com recursos de um Programa de Reestruturação Financeira disponibilizado pelo país, fez mais de U$ 15 bilhões de lucros, não pode deixar o Brasil com a desculpa de reestruturação administrativa, coincidentemente quando se torna público um escândalo internacional de que patrocinava fuga de capitais com finalidade de sonegação tributária, inclusive deste país que o acolheu.

O banco chegou ao Brasil em 1997. O Bamerindus, um banco paranaense que, com dificuldades, foi socorrido pelo PROER, programa do Banco Central na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi saneado e entregue ao HSBC.

A transferência dos ativos que agora o banco quer fazer precisa ser acompanhada de perto pelo governo federal. É por isso que durante a semana, junto com várias lideranças paranaenses ligadas ao comércio e serviços de nosso Estado, representantes sindicais dos bancários, bancada federal do Paraná e de nossa vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, nos reuniremos com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, o presidente do CADE, Vinicius de Carvalho, o presidente do Senado, senador Renan Calheiros e o presidente da CPI do HSBC, senador Paulo Rocha. Queremos deixar todos esclarecidos do impacto dessa decisão na vida dos paranaenses e solicitar o empenho das autoridades brasileiras para impedir que essa situação se concretize sem nenhuma compensação por parte do banco. Leia mais

23 de junho de 2015
por esmael
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Gleisi luta pela manutenção de 7 mil empregos no HSBC de Curitiba

Gleisi_Mirian_HSBCA senadora Gleisi Hoffmann , acompanhada de Miriam Gonçalves, vice-prefeita e secretária do Trabalho de Curitiba, na tarde desta terça-feira (23), esteve em audiência com o ministro Miguel Rosseto, da Secretaria Geral da Presidência da República. Na pauta, a situação dos funcionários do HSBC no Brasil, em especial em Curitiba, onde 7 mil pessoas estão com seus empregos ameaçados.

O HSBC também é uma das maiores fontes de receita de ISS da capital paranaense, totalizando R$ 80 milhões anuais. Entre os encaminhamentos, a confirmação de audiência do grupo liderado pela senadora Gleisi com Vinicius Marques de Carvalho, presidente do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Leia mais

14 de março de 2015
por esmael
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SwissLeaks-HSBC fisga barões da mídia e revela jornalistas “dinheirudos”

do Brasil 247
O escândalo SwissLeaks, das contas numeradas secretas mantidas na Suíça, fisgou alguns dos mais poderosos barões da mídia brasileira, assim como influentes jornalistas da imprensa nacional.

Na lista vazada por Hervé Falciani, ex-funcionário do HSBC, estão nomes poderosos como Otávio Frias, fundador já falecido da Folha de S. Paulo, e João Jorge Saad, o Johnny Saad, dono do grupo Bandeirantes !“ ambos tinham contas zeradas em 2007, ano dos registros obtidos por Falciani. A conta de Otávio Frias, depois, passou a apontar seu filho Luís Frias, um dos donos do Uol, como beneficiário.

Outro personagem curioso que aparece na lista é José Roberto Guzzo, ex-diretor de Veja e Exame e hoje conselheiro editorial da Abril, além de um dos colunistas mais mal-humorados da imprensa brasileira.

A lista também fisgou Carlos Massa, o Ratinho, do SBT, com US$ 12,4 milhões, e Lily Marinho, viúva de Roberto Marinho, da Globo, com US$ 750,2 mil.

A maior soma na lista é a de Aloysio de Andrade Faria, dono da Rede Transamérica, com US$ 120,5 milhões. Depois dele, aparecem Yolanda Queiroz, Lenise Queiroz Rocha, Paula Frota Queiroz e Edson Queiroz Filho, do grupo Verdes Mares, afiliado da Globo no Ceará, com US$ 83,9 milhões. Fernando João Pereira dos Santos, da Rádio Tribuna, do Espírito Santo, mantinha US$ 9,9 milhões.

Além deles, aparece ainda Luiz Fernando Levy, que quebrou a Gazeta Mercantil, deixando um rastro de dívidas tributárias e trabalhistas.

Entre os jornalistas assalariados, além de Guzzo, destaque para Mona Dorf, ligada à  Rádio Eldorado, com US$ 310 mil. Arnaldo Bloch, colunista do Globo, também foi correntista do HSBC de Genebra, assim como a família Dines, que, à  época manteve US$ 1,3 milhão no banco suíço.

Todos os personagens citados alegam manter contas regulares e declaradas !“ o que deve ser verificado pela Receita Federal. A divulgação da lista de barões da mídia, no entanto, coloca em xeque o trabalho de Fernando Rodrigues, jornalista do Uol que foi escolhido pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos para receber o material. Não foi Rodrigues quem divulgou o nome de seu patrão, Luís Frias, mas sim os repórteres Chico Otávio, Cristina Tartáguila e Ruben Berta, do jornal O Globo.

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1 de fevereiro de 2015
por esmael
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José Eduardo de Andrade Vieira, o Zé do Chapéu!, morre aos 76 anos

andv.jpgMorreu na manhã deste domingo (1!º), aos 76 anos, o empresário, ex-ministro e ex-senador José Eduardo de Andrade Vieira; o Zé do Chapéu! como era conhecido. Ele estava internado no! o Hospital Evangélico e faleceu por volta das 6 horas em decorrência de uma parada cardiorrespiratória.

A vida de José Eduardo foi marcada por momentos significativos tanto na área política como na econômica. O empresário presidiu o Banco Bamerindus entre os anos de 1981 e 1997, quando a instituição foi vendida ao HSBC. Em 1992, ele entrou como sócio da Folha de Londrina, e em 1999 assumiu a superintendência do jornal.

Ele também foi um dos primeiros senadores eleitos após a redemocratização do Brasil e ocupou funções importantes nos governos Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso, na década de 1990. Leia mais