12 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em País ‘na lona’, mas Itaú, Bradesco, Santander e BB têm maior lucro em 12 anos

País ‘na lona’, mas Itaú, Bradesco, Santander e BB têm maior lucro em 12 anos

Enquanto o país amarga uma longa e penosa recessão, desemprego e desalento de milhões de brasileiros, o lucro líquido dos quatro maiores bancos do Brasil com ações na Bolsa somou R$ 17,47 bilhões no terceiro trimestre. O valor representa uma alta de 28,5% na comparação com a mesma etapa do ano passado.
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7 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Mais lucro para os bancos, mais doenças para os trabalhadores

Mais lucro para os bancos, mais doenças para os trabalhadores

Uma verdadeira epidemia vem afetando os trabalhadores do sistema financeiro em todo o Brasil. São os casos de Lesão por Esforça Repetitivo (LER) e de transtornos mentais ligados ao trabalho.  ... 

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26 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Greve nos bancos pode terminar hoje

Após três semanas de forte paralisação, os bancários podem decidir hoje pelo fim da greve nos bancos.

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou ao Comando Nacional da Greve a proposta de 10% de reajuste nos salários, participação nos lucros e piso; e 14% de reajuste para os vales refeição e alimentação. Além disso, os bancos vão abonar 63% das horas da greve dos trabalhadores de 6 horas diárias, e 72% dos trabalhadores de 8 horas.

Essa proposta apresentada no sábado (24) está sendo considerada positiva pelo comando nacional que está orientando pela aprovação e retorno ao trabalho. Sindicatos de todo o país devem realizar assembleias nesta segunda-feira para decidir se aceitam a proposta da Fenaban e encerram a paralisação.

Para o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Elias Jordão, o movimento está forte, mas essa proposta da Fenaban, mesmo não sendo o ideal, representa o limite da negociação.

“Nós defenderemos a aprovação dessa proposta em assembleia como uma vitória da categoria. A negociação foi difícil e alcançamos ganhos reais, melhorando bastante a proposta original dos bancos” completou.

Para presidente da Contraf-CUT, Roberto Von der Osten, “os banqueiros tentaram impor uma derrota a categoria, inicialmente com um reajuste abaixo da inflação. A greve reverteu essa tentativa. Depois, a Fenaban queria, para punir os grevistas, o pagamento ou a compensação total das horas. Mais uma derrota para os bancos. Foi uma surpreendente vitória da unidade e da determinação da nossa categoria”, comemorou.

A assembleia de Curitiba será às 18 horas no Espaço Cultural e Esportivo dos Bancários, Rua Piquiri, 380 – Rebouças.

As informações são da Contraf-CUT e do Sindicato dos Bancários de Curitiba.   Leia mais

21 de outubro de 2015
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bancários rejeitam proposta da Fenaban e greve nos bancos continua

Bancários rejeitam proposta da Fenaban e greve nos bancos continua

bancosA Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou a proposta de 7,5% de reajuste salarial ao comando nacional da greve dos bancários em negociação ontem, em São Paulo. A proposta foi prontamente rejeitada pelos trabalhadores que reivindicam o reajuste de 16%, e vão continuar em greve.

Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e um dos coordenadores do Comando, reforçou que a categoria não aceita redução de salários.

“Sobre o ponto de vista da esperança que os bancários e as bancárias tinham de que hoje os banqueiros iam começar um debate do ganho real, foi frustrante. Hoje, apresentaram uma proposta de reajuste de 7,5%, que representa uma redução de salário. Nós avisamos para eles, nós não estamos aqui para discutir redução de salário”, explicou.

Para Roberto, a retomada da negociação foi positiva. “Demonstra uma vontade de acertar uma campanha que seja boa para os dois lados. Esperamos que os banqueiros realinhem sua posição e tragam para a gente uma proposta, que seja reposição da inflação mais um ganho real. É isso que esperamos ouvir amanhã”, disse. As negociações continuam nesta quarta-feira (21). Leia mais

19 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Bancários entram na 3ª semana de greve sem perspectiva de negociação

bancariosA greve dos bancários de todo o país está entrando na terceira semana, mantendo viés de alta na paralisação. Em Curitiba e Região Metropolitana, a paralisação já atinge 75% da rede bancária, com o avanço da greve pelos bairros mais distantes. Segundo o Sindicato dos Bancários, cerca de 13,8 mil bancários de 301 agências e 11 centros administrativos estão parados.

Os trabalhadores bancários da capital realizaram na sexta-feira (16) uma assembleia para discutir os rumos e a organização do movimento. A possibilidade do fim da greve sequer foi discutida visto que os bancos ainda não sinalizaram com nenhuma negociação. Leia mais

28 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Mesmo nadando em lucros, bancos demitem e diminuem salários

bancosUma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apontou o desemprego gerado pelos bancos brasileiros que, de janeiro e julho de 2015, fecharam 5.864 postos de trabalho. E pior, na dança da reposição, os novos contratados chegam a ganhar 55% menos dos que os demitidos nos mesmos cargos. As mulheres continuam sofrendo discriminação, recebendo menos salários, mesmo com maior grau de escolaridade.

O estudo do Dieese é baseado nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Os bancos múltiplos, com carteira comercial, categoria que engloba grandes instituições, como Itaú, Bradesco, Santander, HSBC e Banco do Brasil, foram os principais responsáveis pelo saldo negativo. Eles eliminaram 3.715 empregos. A Caixa, apresentou corte de 2.180 postos de trabalho no período.

De acordo com o levantamento, além do corte de vagas, a rotatividade continuou alta. Os bancos contrataram 20.426 funcionários e desligaram 26.290 nos sete primeiros meses de 2015.

A pesquisa também revela que o salário médio dos admitidos pelos bancos foi de R$ 3.427,10, contra R$ 6.234,13 dos desligados. Assim, os trabalhadores que entraram nos bancos receberam valor médio 55% menor que a remuneração dos dispensados. Leia mais