10 de Janeiro de 2018
por esmael
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A pior recessão em 20 anos derrubou IPCA

Na Antártida não há inflação, nem IPCA, porque lá só tem pinguim. Os pinguins não compram nem vendem nada. Por isso naquelas plagas os preços não sobem nem descem. Dito isto, o Brasil de Michel Temer é uma Antártida. O desemprego aumentou, o consumo caiu, e, a exemplo do continente de gelo, não tem escalada inflacionária. Leia mais

5 de dezembro de 2016
por esmael
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Eleições agora! Só o voto popular salva nossa democracia

gleisi_hoffmannA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda (5), sustenta que é preciso antecipar as eleições de 2018, sob pena de o país ser transformado numa praça de guerra, num território de intolerância e ódio e, mais do que isso, num cenário de retrocessos sociais irreversíveis. “Somente o voto popular tem poder de restaurar a democracia brasileira! Eleições agora!”, escreve.

5 de dezembro de 2016
por esmael
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Quais dos brasis sobreviverá, o de Moro ou de Meirelles?

romanelli_moro_meirellesO deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, afirma em sua coluna desta segunda que o ministro da Fazenda Henrique Meireles erra ao não entender a importância simbólica do combate à corrupção para a população e o juiz federal Sérgio Moro erra ao não entender quanto é urgente sairmos da recessão.

2 de dezembro de 2016
por esmael
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Planalto já cogita demitir Meirelles

meirelles_dolarO banqueiro Henrique Meirelles chegou ao governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) com pinta de “Neymar”, mas, passados seis meses, o ministro da Fazenda está mais mesmo para “Joaquim Levy” — o antigo ministro que desgraçou a economia e acelerou a queda de Dilma Rousseff (PT).

18 de agosto de 2016
por esmael
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“Temer promoverá uma guerra civil congelando gastos púbicos por 20 anos”, alerta Requião

requiao_pec241_temerO senador Roberto Requião (PMDB-PR), em discurso nesta quinta (18), alertou que o interino Michel Temer (PMDB) promoverá uma guerra civil se congelar gastos públicos por 20 anos, como prevê a PEC 241. “É a proposta mais idiota e desumana em toda a História”. Abaixo, assista ao vídeo:

4 de Março de 2016
por admin
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Coluna do Marcelo Belinati: O Brasil precisa voltar a crescer

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Marcelo Belinati*

Estão cada dia mais evidentes os sinais que desta vez a crise econômica que assola o país veio para ficar. Paralelamente a isso temos a crise política, que também não dá sinais de arrefecimento. O pior é que os últimos acontecimentos envolvendo a deleção premiada do Senador Delcidio do Amaral colocaram ainda mais combustível nesta fogueira.

Nos últimos dias, as manchetes dos principais jornais brasileiros estamparam uma sucessão interminável dos efeitos desastrosos da economia na vida das pessoas: “brasileiros deixaram de pagar contas de luz, água e telefone”; “planos de saúde perdem 13,7 mil beneficiários por mês”, “100 mil lojas foram fechadas em 2015”, “mais de um milhão de alunos deixaram escolas particulares em meio à crise”, entre tantas outras chamadas alarmantes.

Ao mesmo tempo, a população atônita com tanta notícia ruim e preocupada com os índices crescentes de desemprego, sente diariamente no bolso os aumentos em produtos e serviços de primeira necessidade, principalmente nos alimentos que compõem a cesta básica.

Em outros momentos de crise o frango foi a salvação de boa parte da população, que o comprava a R$ 1,00 o quilo, su

28 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: E Dilma, está voltando a ser Dilma?

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Não adianta dizer: “Estamos fazendo o melhor que podemos.
Temos que conseguir o que quer que seja necessário”.
Winston Churchill

Luiz Cláudio Romanelli*

E não é que a Dilma, após um ano de governo, prepara-se para tomar posse?

Para felicidade de todos que a apoiaram, verificamos que a presidente Dilma finalmente assumiu o comando do seu governo, livrou-se do ministro Joaquim Levy, imposto pelo chamado “mercado” e nomeou Nelson Barbosa, desenvolvimentista e quase um “comissário”, para comandar a economia.

Nos primeiros dias de trabalho  já demonstrou que perseguirá o equilíbrio fiscal das contas públicas (e só se alcança esse objetivo gerando receita e cortando despesas), e definindo investimentos que gerem atividade econômica e empregos.

Daqui para a frente esperamos que a economia possa retomar o ciclo virtuoso do desenvolvimento, inclusive aproveitando o momento especulativo que vivemos, já que o “mercado” elevou o dólar ao patamar de quatro reais. Com isso, cadeias produtivas que haviam sido desativadas, fábricas que foram fechadas, empregos que foram exportados ou que haviam sido extintos, se tornam novamente viáveis.

É claro que antes de melhorar, pode piorar. Tem ainda a taxa de juros para ser reduzida, mas o caminho que estava sendo seguido, do ideário neoliberal onde reina absoluto o mercado, espero que não seja mais o modelo a ser seguido pela presidente Dilma, mesmo ouvindo o ruído do choro e ranger de dentes dos colunistas do jornal O Globo.

Por outro lado, a crise política vivida no Congresso, reduziu de tamanho e importância, com a decisão do STF.

É claro que como todos, espero a saída do Eduardo Cunha da presidência da Câmara, primeiro, pelo aspecto moral e segundo, por ser ele o elemento desestabilizador da relação política em nosso país.

O que se espera é que o Congresso livre do mensalão e do petrolão, e do toma lá da cá, possa definir uma agenda propositiva que garanta o ajuste fiscal e discuta as políticas públicas e programas do governo à luz do interesse público e pensando no povo,  e não como vinha sendo feito: um terceiro turno das eleições de 2014.

Eu acredito que estamos vivendo o início de uma nova era. Nós temos doi

19 de outubro de 2015
por admin
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Coluna da Gleisi Hoffmann: São os juros, ministro!

Gleisi Hoffmann*

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A despesa que mais cresceu no orçamento da União nos últimos tempos foi a despesa com juros. A cada ponto percentual que se eleva a Selic (taxa básica de juros controlada pelo Banco Central), são R$ 15 bilhões a mais que temos de pagar para os credores.  Faça uma conta rápida: em 2012 nossa taxa Selic estava na casa dos 7,5%, agora está 14,25%, o dobro. Não há orçamento que resista e ajuste fiscal que dê conta de estabilizar as finanças e reduzir a dívida.

Somam-se a isso as operações do Banco Central para tentar equilibrar o dólar. Essa conta também vai para o orçamento da União. Se não consegue pagar dentro do ano, aumenta a dívida. Por isso nossas dívidas, líquida e bruta, estão crescendo. São as despesas com juros e os chamados swaps cambiais que aumentaram muito. Neste ano essas despesas financeiras já somaram R$ 226 bilhões, contra R$ 120 bilhões em 2014.

A pressão, o comportamento do mercado e o argumento prevalente de combate à inflação pela demanda nos levaram a isso. Nenhuma despesa do orçamento cresceu mais em relação ao PIB do que a conta de juros. A despesa de pessoal diminuiu, a previdência cresceu pouco, as despesas sociais, incluindo Bolsa Família, educação e saúde somadas não perfazem a conta das despesas financeiras.

É claro que sempre podemos e devemos melhorar as finanças públicas. A presidenta Dilma tomou uma série de medidas para isso, mas não são elas que vão resolver sozinhas o equilíbrio orçamentário e nem tampouco a retomada do crescimento econômico. Se os juros continuarem nesse patamar, é como enxugar gelo.

Lembro, perfeitamente, em 2012, quando conseguimos chegar a mais baixa taxa de juros da nossa história, 7,25%. Aproveitando a queda, que sempre foi tão defendida pelo setor produtivo, a presidenta Dilma fez uma política ousada de desoneração tributária, tirando grande parte dos encargos da folha de pagamento de vários setores da economia. O objetivo era dar competitividade às nossas empresas e garantir empregos. Juros baixos, menos tributos, igual a investimentos.

Não foi bem isso o que aconteceu. Descobrimos que a queda dos juros também afetou fortemente as empresas do setor produtivo que, em sua maioria, tiravam rentabilidade de aplicações financeiras e não só da produção. Setores que tiveram a folha desonerada usaram  esse espaço fiscal para compensar a queda de rendimentos, não investiram como o esperado, não melhoraram a produtividade e também não mantiveram os postos de trabalho.

Isso ficou tão evidente que o setor produtivo parou de criticar as taxas de juros, mesmo elas dobrando. É a cultura rentista da economia brasileira. E não venham com a história que é o custo Brasil. Se reduzíssemos 4 a 5 pontos percentuais da Selic ainda ficaríamos com a taxa de juros mais atrativa do planeta. Duvido que os investidores migrariam para os juros negativos americanos ou europeus. Também não digam que controlaria a inflação, pois esta sentiu de leve o aumento da Selic.

Reduzir a taxa de juros