18 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Recessão continua e atividade econômica tem queda de 0,41%, diz BC

Recessão continua e atividade econômica tem queda de 0,41%, diz BC


A atividade econômica iniciou o ano em queda. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou retração de 0,41%, em janeiro, em relação a dezembro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (18) pelo Banco Central (BC). ... 

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28 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Pibinho de 1,1% desmoraliza modelo econômico continuado por Bolsonaro

Pibinho de 1,1% desmoraliza modelo econômico continuado por Bolsonaro

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou nesta quinta (28) que o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu 1,1% no ano de 2018. Uma vergonha, um pibinho que desmoraliza o modelo que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) jurou continuar seguindo. ... 

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18 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Dieese: Prévia do PIB de 1,15% para 2018 indica estagnação

Dieese: Prévia do PIB de 1,15% para 2018 indica estagnação


A economia brasileira cresceu 1,15% em 2018, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) divulgado pelo Banco Central na última sexta-feira (15). Esse índice funciona como uma “prévia” do PIB (Produto Interno Bruto) oficial, que será anunciado pelo IBGE no próximo dia 28.  ... 

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12 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em País ‘na lona’, mas Itaú, Bradesco, Santander e BB têm maior lucro em 12 anos

País ‘na lona’, mas Itaú, Bradesco, Santander e BB têm maior lucro em 12 anos

Enquanto o país amarga uma longa e penosa recessão, desemprego e desalento de milhões de brasileiros, o lucro líquido dos quatro maiores bancos do Brasil com ações na Bolsa somou R$ 17,47 bilhões no terceiro trimestre. O valor representa uma alta de 28,5% na comparação com a mesma etapa do ano passado.
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6 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Desemprego deixa 60,1% das famílias endividadas e 22,9% inadimplentes

Desemprego deixa 60,1% das famílias endividadas e 22,9% inadimplentes

A recessão econômica prolongada e o desemprego galopante, potencializados pelo golpe de 2016 contra o governo da presidente Dilma Rousseff, deixou uma herança de endividamento de mais de 60% e 23% de inadimplência nas famílias brasileiras, índices que revelam a gravidade da crise e que a política econômica ultraliberal do governo Bolsonaro/Paulo tende agravar. ... 

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17 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Prévia do ‘PIBinho’ de 0,02 em outubro mostra economia estagnada

Prévia do ‘PIBinho’ de 0,02 em outubro mostra economia estagnada


A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) ficou próximo de zero no mês de outubro, 0,02% foi o percentual anunciado nesta segunda-feira (17) pelo Banco Central. O IBC-Br é considerado pelo mercado uma prévia do PIB oficial, medido pelo IBGE. Os dados revelam, mais um vez, o quadro da mais longa recessão econômica vivida pelo país – e agravada pelo golpe contra a presidente Dilma Rousseff.

Em setembro, a atividade econômica havia registrado um resultado negativo de 0,16%. Os dados dessazonalizados –espécie de compensação para analisar períodos diferentes– foram divulgados nesta 2ª feira (17) pelo Banco Central. Leia mais

30 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Construção civil demite mais de 150 mil trabalhadores em um ano, informa IBGE

Construção civil demite mais de 150 mil trabalhadores em um ano, informa IBGE


A indústria da construção civil cortou 152 mil postos de trabalho no período de um ano, segundo informa os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A prolongada recessão e o desmonte operado pela Lava Jato, que estrangulou a continuidade de milhares de obras no país, são alguns dos fatores relevantes que contribuíram para o aumento do desemprego no setor.

O total de ocupados na atividade encolheu 2,2% no trimestre encerrado em outubro de 2018 em comparação ao mesmo período de 2017. A construção civil foi um dos setores mais afetados após o golpe de 2016 contra a presidente Dilma Rousseff, o que contribuiu para elevação do desemprego e o desalento no país.

Segundo os sindicatos da categoria, são elevados os índices de trabalhadores desalentados e afetados por fenômenos psicológicos devido ao desemprego prolongado e massivo no setor. Leia mais

10 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Gleisi: Bolsonaro vai empurrar o país à pobreza

Gleisi: Bolsonaro vai empurrar o país à pobreza

A senadora da República e presidenta Nacional do PT, Gleisi Hoffmann, criticou neste sábado (10) afirmação feita ontem (ao vivo no Facebook) pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) sobre o trabalhador brasileiro ter que optar entre “menos direitos e mais empregos, ou mais empregos e menos direitos”.

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Pelo Twitter, Gleisi disse duvidar que Bolsonaro chegue perto dos 20 milhões de empregos criado pelos governo dos PT sem retirar nenhum direito dos trabalhadores.

“Com Lula e os governos do PT foram gerados 20 milhões de empregos, s/ nenhum direito retirado! Duvido q Bolsonaro chegue perto disso. Sua política econômica ultra liberal, junto c/ a retirada de direitos q já fizeram, empurrará o país pra recessão, desemprego e aumento da pobreza”, escreveu

Na transmissão ao vivo, Bolsonato também negou ser favorável ao reajuste nos salários do judiciário e que tenha a intenção de aumentar a alíquota de contribuição para servidores públicos e o tempo de contribuição para aposentadoria integral.

Com Lula e os governos do PT foram gerados 20 milhões de empregos, s/ nenhum direito retirado! Duvido q Bolsonaro chegue perto disso. Sua política econômica ultra liberal, junto c/ a retirada de direitos q já fizeram, empurrará o país pra recessão, desemprego e aumento da pobreza pic.twitter.com/CFLXqKccz3 ... 

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24 de agosto de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Setor de serviços perdeu 410 mil empregos entre 2015 e 2016

Setor de serviços perdeu 410 mil empregos entre 2015 e 2016


O setor de serviços não financeiros (manicure, pedicure, bares e restaurantes, entre outros) tinha em 2016 mais de 1,3 milhão de empresas ativas, o que gerou uma receita operacional líquida de R$ 1,5 trilhão e foi responsável pela ocupação de 12,3 milhões de pessoas, uma média de 9 pessoas por emprego. Os dados constam da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2016, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira(24), no Rio de Janeiro.

O total de salários, retiradas e outras remunerações dessas empresas foi de R$ 327,6 bilhões, com um rendimento mensal médio por trabalhador de R$ 2 mil.

No entanto, como consequência direta da crise, o estudo contabilizou 410.489 postos de trabalho a menos do que em 2015, uma queda de 3,2%.

O segmento que mais contribuiu para esses resultados foi o de serviços profissionais, administrativos e complementares, que possuía a maior participação no pessoal ocupado, e que fechou entre 2015 e 2016 com recuo de 3,5% no número de postos de trabalho.

Realizada desde 1998, a PAS, que retrata as características estruturais da oferta de serviços não financeiros no Brasil, mostra que o setor apresenta elevada participação no Produto Interno Bruto – PIB – a soma do total de bens e serviços produzidos no país – e é um importante instrumento no planejamento das ações do governo e das empresas.

Se o rendimento médio por trabalhador foi de R$ 2.048 em 2016, foram as empresas dos serviços de informação que registraram a maior média salarial, com R$ 4.119 mil, enquanto os serviços prestados às famílias apresentaram a menor média: R$ 1.288 mil.

Em relação à massa salarial, serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram a maior participação, respondendo por 35,8% da massa salarial do setor de serviços.

A maioria das empresas tinha também como principal atividade os serviços profissionais, administrativos e complementares, que absorviam 32,1% do total dessas empresas, seguido pelos serviços prestados principalmente às famílias (30,0%) e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (14,7%);

Pessoal ocupado

Eram ainda as empresas ligadas aos serviços profissionais, administrativos e complementares que concentravam a maior parcela de pessoal ocupado, com 39,9% do total, vindo, a seguir, serviços prestados às famílias (22,6%) e transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (20,4%).

Dentre os segmentos analisados, foram as empresas de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio que se destacaram ao responder pela maior parcela da receita operacional líquida (28,3%), seguidas por serviços profissionais, administrativos e complementares (27,8%) e serviços de informação e comunicação (22,5%).

Resultados regionais

Regionalmente, o Sudeste apresentou a maior concentração de empresas: 57,2%; da receita bruta de prestação de serviços (64,8%); de salários, retiradas e outras remunerações (64%) e de pessoal ocupado (57,6%).

No resultado por estados, São Paulo teve a maior participação na receita bruta, com 42,1%, seguido por Rio de Janeiro (13%) e Minas Gerais (7,4%).

Mas foi Mato Grosso, com 0,66 ponto percentual, que obteve o maior ganho de participação no período 2007/2017, seguido de Santa Catarina (0,48) e Paraná (0,34). Já as maiores perdas ocorreram na Bahia (0,318 ponto percentual), Minas Gerais (0,318) e São Paulo (0,318).

O total de empregos no setor cresceu até 2014, quando somou 12,9 milhões de postos de trabalho. Em 2015 e 2016), o emprego entrou em queda e acumulou perdas de 5,3%, o equivalente a 686,5 mil vagas.

Crise e efeitos nos serviços em 2016

A queda de 3,6% no Produto Interno Bruto em 2016 levou a economia brasileira a apresentar trajetória negativa em todos os grandes setores de atividade: agropecuária, indústria e serviços.

De uma maneira geral, observou-se um comportamento de retração da atividade econômica tanto do ponto de vista da oferta quanto da demanda, o que influenciou o setor de serviços que depende dos estímulos das famílias e empresas.

O único componente da demanda que apresentou resultado positivo foi a exportação de bens e serviços, que cresceu 1,9%.

Em decorrência da crise, o estudo revelou que o setor de serviços não financeiros teve retração de 3,4% em termos reais em sua receita operacional líquida, e a massa salarial acusou queda real de 4,2%, acompanhada por uma variação negativa de 3,2% do número de postos de trabalho mensurados em 31 de dezembro daquele ano.

Esta queda real de 3,4% da receita operacional líquida no total da PAS foi influenciada pelo desempenho do segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, cuja contribuição para a variação da receita foi de -2,6 ponto percentual.

A queda apurada nesse segmento foi de 8,7% em 2016

O IBGE informou que a atividade de transporte rodoviário de carga foi a que mais contribuiu individualmente para a queda da receita operacional líquida de 1,5 ponto percentual no setor de serviços, apresentando redução real de receita de 13,5%.

A retração da atividade, que começou em 2015 e se aprofundou em 2016, está relacionada à crise econômica que resultou em menor demanda tanto para o escoamento da produção quanto para a circulação das mercadorias.

Fonte: JB Leia mais

7 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Golpe promove recessão e faz mal aos brasileiros, reconhece mídia

Golpe promove recessão e faz mal aos brasileiros, reconhece mídia

O Estadão teve um lampejo nesta terça (7) ao admitir que o Brasil vive uma recessão continuada desde o golpe que derrubou Dilma Rousseff. E mais: a recessão custou R$ 278 bilhões para os Estados.

Segundo o jornalão, o montante seria suficiente para construir 1.070 hospitais semelhantes ao que o Sírio-Libanês está erguendo em Brasília, com 144 leitos em 30 mil metros quadrados.

O golpe cuja face pública é Michel Temer faz muito mal à economia e aos brasileiros. Além da perda dos bilhões em virtude da queda na arrecadação com tributos, também há 14 milhões de desempregados que deixam de consumir e movimentar o setor produtivo do país.

Dentre os Estados que mais perdem com a recessão do golpe estão Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio Grande do Norte. Leia mais

17 de julho de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Recessão de Temer/PSDB fecha mais de 11 mil postos de trabalho na indústria de São Paulo no mês de junho

Recessão de Temer/PSDB fecha mais de 11 mil postos de trabalho na indústria de São Paulo no mês de junho

A recessão promovida pelo governo golpista fechou 11,5 mil postos de trabalho na indústria paulista no mês de junho, o que representa uma queda de 0,53% frente a maio, na série sem ajuste sazonal. Com o ajuste sazonal, o resultado para o mês também ficou negativo, (-0,27%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (17) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Entre os 22 setores acompanhados pela pesquisa da Fiesp para o mês de junho, 4 ficaram positivos, 2, estáveis e 16, negativos. Entre os positivos, os destaques ficaram por conta de bebidas, com geração de 331 postos de trabalho, seguido por produtos farmoquímicos e farmacêuticos (196) e impressão e reprodução de gravações (108).

No campo negativo ficaram, principalmente, produtos alimentícios (-2.910), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-2.377) e produtos de borracha e de material plástico (-1.160). Leia mais

28 de junho de 2018
por Redacao
Comentários desativados em BC reduz previsão do PIB para 1,6%

BC reduz previsão do PIB para 1,6%

O Banco Central (BC) reduziu a previsão do PIB para este ano, de novo. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 2,6% para 1,6%, de acordo com o Relatório de Inflação, divulgado nesta quinta (28), em Brasília.

A previsão está um pouco acima da estimativa do mercado financeiro, que é 1,55%. Essas projeções têm sido reduzidas pelas instituições financeiras nas últimas semanas.

Segundo o Banco Central, a revisão na estimativa ocorreu devido ao “arrefecimento” da atividade econômica no início do ano, a acomodação dos indicadores de confiança de empresas e consumidores e a perspectiva de impactos da greve dos caminhoneiros no final de maio.

A estimativa para o crescimento da agropecuária subiu para 1,9%, ante estimativa de recuo de 0,3% em março, após crescimento anual de 13% em 2017 – o melhor resultado já registrado.

“A melhora na projeção se deve a resultado acima do esperado no primeiro trimestre e a sequência de elevações nos prognósticos para a produção agrícola anual”, diz o relatório do BC.

Já a projeção para o desempenho da indústria foi revista de 3,1% para 1,6%. Para o setor de comércio e serviços, a estimativa de expansão ficou em 1,3%, ante 2,4% na projeção de março.

Demanda de consumo
A estimativa para o crescimento do consumo das famílias foi revista de 3% na projeção de março, para 2,1%, “compatível com uma recuperação mais lenta da massa salarial, resultado da redução no ritmo de crescimento dos rendimentos e da população ocupada”.

A projeção para o crescimento dos investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo – FBCF) permaneceu estável (4,0% ante 4,1% na projeção de março).

O consumo do governo deverá recuar 0,2%, ante estimativa de crescimento de 0,5% em março, “consistente com expectativa de piora na arrecadação dos governos em cenário de crescimento econômico menor do que o previsto no Relatório de Inflação de março”.

As exportações e as importações de bens e serviços devem variar 5,2% e 6,4% em 2018, ante projeções respectivas de 4,9% e 6,8% no Relatório de Inflação de março.

“A ligeira elevação na projeção para as exportações reflete o desempenho melhor do que o esperado no primeiro trimestre e as revisões em prognósticos para safras agrícolas de produtos importantes da pauta de exportação”, diz o Banco Central.

 

Com informações da Agência Brasil

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28 de junho de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Política econômica de Temer/PSDB faz Indústria desabar 13,4% em maio e desemprego explode

Política econômica de Temer/PSDB faz Indústria desabar 13,4% em maio e desemprego explode

A estimativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de maio, registra que a produção industrial recuou 13,4% em relação a abril e o desemprego avançou em todos os setores, atingindo mais de 13 milhões de trabalhadores. Além do número de precarizados e desalentados, que não contam com uma pesquisa específica e confiável sobre o número exato de pessoas nessas condições.

Segundo a Carta de Conjuntura do Ipea, do segundo trimestre deste ano, “os dados ajustados para a sazonalidade mostram que a taxa de desocupação vem mantendo-se praticamente estável nos últimos meses, girando em torno de 12,5%”. Isso representa mais de 12 milhões de trabalhadores desempregados, o que é um número subestimado, pois está mascarado pelo subemprego e o desalento. Ou seja, uma situação que já existia há pelo menos quatro anos, antes da greve dos caminhoneiros.

A recessão e o desemprego são as marcas da política econômica do governo Temer/PSDB, que sofre repúdio generalizado da população. A paralisação de 11 dias dos caminhoneiros só foi mais uma das manifestações do povo contra o governo golpista, afetado pela transferência de recursos públicos – que deveriam ser aplicados em saúde, educação, transporte, segurança etc. – para os bancos e especuladores.

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11 de junho de 2018
por editor
Comentários desativados em Economia piorou para 72% dos brasileiros, aponta pesquisa

Economia piorou para 72% dos brasileiros, aponta pesquisa

Uma pesquisa do instituto Datafolha aponta que situação econômica do Brasil piorou nos últimos meses para 72% dos entrevistados. Apenas 6% acham que houve melhoras. A má impressão sobre a economia aumenta junto com a rejeição ao governo do ilegítimo Michel Temer (MDB), atingindo os piores números desde o golpe de 2016.

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22 de maio de 2018
por Redacao
Comentários desativados em Centrais sindicais preparam agenda contra a recessão e o desemprego para junho

Centrais sindicais preparam agenda contra a recessão e o desemprego para junho

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Uma agenda para o Brasil que defenda os direitos e interesses da classe trabalhadora, o fim do desmonte e das privatizações do governo golpista: É a ‘Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora 2018’, proposta aprovada no Fórum das Centrais, integrado pela CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, UGT e Intersindical –  que será lançada no próximo dia 5 de junho, às 15h, na Câmara dos Vereadores de São Paulo.

“Voltamos 20 anos em 2 e o objetivo do documento é apresentar as propostas da classe trabalhadora para a próxima etapa da luta. Com esse documento, o Fórum das Centrais ratifica que não aceitará nenhum projeto que não esteja comprometido com um projeto de país que tenha como centro a retomada do crescimento, com geração de emprego, valorização do trabalho e distribuição de renda”, ressaltou Adilson Araújo, presidente da CTB, ao falar do projeto em fase de elaboração pelas centrais sindicais e o Dieese – Departamento Intersindical de Estatística Socioeconômica.Ele indicou que o documento também será lançado no Congresso Nacional. “Faremos um corpo a corpo com os parlamentares em torno desta nova agenda”, emendou. Leia mais

22 de maio de 2018
por editor
Comentários desativados em Golpista Temer deu fim ao Fundo Soberano criado por Lula

Golpista Temer deu fim ao Fundo Soberano criado por Lula

Uma medida provisória editada nesta segunda-feira (21) pelo ilegítimo Michel Temer extinguiu o Fundo Soberano do Brasil (FSB) criado em 2008 pelo então presidente Lula. A poupança do governo servia para aumentar a riqueza, estabilizar a economia e promover investimentos de interesse nacional. Mas em tempos de golpe, nada disso faz sentido para o governo ilegítimo.

Segundo a MP, o dinheiro do fundo vai para pagamento da Dívida Pública Federal. Porém, mesmo com esses recursos e com o dinheiro arrecadado com as privatizações, a dívida só cresce.

O Fundo foi composto por recursos arrecadados com o superávit primário, recursos do Tesouro Nacional, títulos públicos de empresas como o Banco do Brasil e a Petrobras e outras aplicações financeiras. O governo golpista já vinha resgatando recursos para pagar juros da dívida pública. Até o final do ano passado o fundo tinha R$ 26 bilhões.

A extinção do fundo já estava nos planos do governo como parte das medidas para tentar salvar a combalida economia nacional. Agora, o Tesouro Nacional vai vender as ações de empresas públicas em poder do fundo para embolsar os recursos e encerrá-lo de vez.

Com informações da

Agência Brasil.  ... 

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17 de maio de 2018
por editor
Comentários desativados em Lula no Le Monde: “Porque eu quero voltar a ser presidente”

Lula no Le Monde: “Porque eu quero voltar a ser presidente”

O ex-presidente Lula publicou hoje (17) um artigo no jornal francês Le Monde explicando os motivos pelos quais quer ser novamente presidente do Brasil. No texto, Lula afirma que não cometeu crime nenhum e que pode fazer o país voltar ao caminho da democracia e do desenvolvimento. No artigo ele fala da perseguição que sofre e da condenação injusta que sofreu, mas considera os seus problemas muito menores que os dos brasileiros mais carentes.

Leia a seguir a íntegra do artigo de Lula publicado no Le Monde:

Porque eu quero voltar a ser presidente

Sou candidato a presidente do Brasil, nas eleições de outubro, porque não cometi nenhum crime e porque sei que posso fazer o país retomar o caminho da democracia e do desenvolvimento, em benefício do nosso povo. Depois de tudo que fiz como presidente da República, tenho certeza de que posso resgatar a credibilidade do governo, sem a qual não há crescimento econômico nem a defesa dos interesses nacionais. Sou candidato para devolver aos pobres e excluídos sua dignidade, a garantia de seus direitos e a esperança de uma vida melhor.

Na minha vida nada foi fácil, mas aprendi a não desistir. Quando comecei a fazer política, mais de 40 anos atrás, não havia eleições no País, não havia direito de organização sindical e política. Enfrentamos a ditadura e criamos o Partido dos Trabalhadores, acreditando no aprofundamento da via democrática. Perdi 3 eleições presidenciais antes de ser eleito em 2002. E provei, junto com o povo, que alguém de origem popular podia ser um bom presidente. Terminei meus mandatos com 87% de aprovação popular. É o que o atual presidente do Brasil, que não foi eleito, tem de rejeição hoje.

Nos oito anos que governei o Brasil, até 2010, tivemos a maior inclusão social da história, que teve continuidade no governo da companheira Dilma Rousseff. Tiramos 36 milhões de pessoas da miséria extrema e levamos mais de 40 milhões para a classe média. Foi período de maior prestígio internacional do nosso país. Em 2009, Le Monde me indicou “homem do ano”. Recebi estas e outras homenagens, não como mérito pessoal, mas como reconhecimento à sociedade brasileira, que tinha se unido para a partir da inclusão social promover o crescimento econômico.

Sete anos depois de deixar a presidência e depois de uma campanha sistemática de difamação contra mim e meu partido, que reuniu a mais poderosa imprensa brasileira e setores do judiciário, o momento do país é outro: vivemos retrocessos democráticos, uma prolongada crise econômica, e a população mais pobre sofre, com a redução dos salários e da oferta de empregos, o aumento do custo de vida e o desmonte de programas sociais.

A cada dia mais e mais brasileiros rejeitam a agenda contra os direitos sociais do golpe parlamentar que abriu caminho para um programa neoliberal que havia perdido quatro eleições seguidas e que é incapaz de vencer nas urnas. Lidero, por ampla margem, as pesquisas de intenções de voto no Brasil porque os brasileiros sabem que o país pode ser melhor.

Lidero as pesquisas mesmo depois de ter sido preso em consequência de uma perseguição judicial que vasculhou a minha casa e dos meus filhos, minhas contas pessoais e do Instituto Lula, e não achou nenhuma prova ou crime contra mim. Um juiz notoriamente parcial me condenou a 12 anos de prisão por “atos indeterminados”. Alega, falsamente, que eu seria dono de um apartamento no qual nunca dormi, do qual nunca tive a propriedade, a posse, sequer as chaves. Para me prender, e tentar me impedir de disputar as eleições ou fazer campanha para o meu partido, tiveram que ignorar a letra expressa da constituição brasileira, em uma decisão provisória por apenas um voto de diferença entre 11 na Suprema Corte.

Mas meus problemas são pequenos perto do que sofre a população brasileira. Para tirarem o PT do poder após as eleições de 2014, não hesitaram em sabotar a economia com decisões irresponsáveis no Congresso Nacional e uma campanha de desmoralização do governo na imprensa. Em dezembro de 2014 o desemprego no Brasil era 4,7%. Hoje está em 13,1%.

A pobreza tem aumentado, a fome voltou a rondar os lares e as portas das universidades estão voltando a se fechar para os filhos da classe trabalhadora. Os investimentos em pesquisa desabaram.

O Brasil precisa reconquistar a sua soberania e os interesses nacionais. Em nosso governo, o País liderou os esforços da agenda ambiental e de combate à fome, foi convidado para todos os encontros do G-8, ajudou a articular o G-20, participou da criação dos BRICS, reunindo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, e da Unasul, a União dos países da América do Sul. Hoje o Brasil tornou-se um pária em política externa, que os líderes internacionais evitam visitar, e a América do Sul se fragmenta, com crises regionais cada vez mais graves e menos instrumentos diplomáticos de diálogo entre os países.

Mesmo a parte da população que apoiou a queda da presidenta Dilma Rousseff, após intensa campanha das Organizações Globo, que monopolizam a comunicação no Brasil, já percebeu que o golpe não era contra o PT. Era contra a ascensão social dos mais pobres e os direitos dos trabalhadores. Era contra o próprio Brasil.

Tenho 40 anos de vida pública. Comecei no movimento sindical. Fundei um partido político com companheiros de todo o nosso país e lutamos, junto com outras forças políticas na década de 1980, por uma Constituição democrática. Candidato a presidente, prometi, lutei e cumpri a promessa de que todo o brasileiro teria direito a três refeições por dia, para não passar fome que passei quando criança.

Governei uma das maiores economias do mundo e não aceitei pressões para apoiar a Guerra do Iraque e outras ações militares. Deixei claro que minha guerra era contra a fome e a miséria. Não submeti meu país aos interesses estrangeiros em nossas riquezas naturais.

Voltei depois do governo para o mesmo apartamento do qual saí, a menos de 1 quilômetro do Sindicato dos Metalúrgicos do da cidade de São Bernardo do Campo, onde iniciei minha vida política. Tenho honra e não irei, jamais, fazer concessões na minha luta por inocência e pela manutenção dos meus direitos políticos. Como presidente, promovi por todos os meios o combate à corrupção e não aceito que me imputem esse tipo de crime por meio de uma farsa judicial.

As eleições de outubro, que vão escolher um novo presidente, um novo congresso nacional e governadores de estado, são a chance do Brasil debater seus problemas e definir seu futuro de forma democrática, no voto, como uma nação civilizada. Mas elas só serão democráticas se todas as forças políticas puderem participar de forma livre e justa.

Eu já fui presidente e não estava nos meus planos voltar a me candidatar. Mas diante do desastre que se abate sobre povo brasileiro, minha candidatura é uma proposta de reencontro do Brasil com o caminho de inclusão social, diálogo democrático, soberania nacional e crescimento econômico, para a construção de um país mais justo e solidário, que volte a ser uma referência no diálogo mundial em favor da paz e da cooperação entre os povos.

Artigo originalmente publicado pelo jornal francês Le Monde.

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16 de maio de 2018
por Redacao
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Atividade econômica tem nova queda no trimestre

A política econômica do governo golpista continua promovendo mais recessão, desemprego e queda na produção. É o que constata o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), que registra uma nova retração de 0,13% de janeiro a março, comparado ao último trimestre de 2017, de acordo com dados divulgados nesta quarta (16). Ou seja, a dupla Temer e Meirelles promove uma criminosa devastação na economia do país.

Em março, comparado ao mesmo mês de 2017, houve queda de 0,66%. Na comparação com fevereiro, o índice registrou retração de 0,74%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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4 de maio de 2018
por editor
Comentários desativados em Da cadeia, Lula pensa o Brasil

Da cadeia, Lula pensa o Brasil

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22 de abril de 2018
por Esmael Morais
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A saga da destruição da economia continua

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) denuncia o engodo do combate à corrupção enquanto no Brasil real aumentam o desemprego, a recessão e os juros são estratosféricos para quem produz.

“Nosso povo já não suporta tanto desemprego, recessão e juros estratosféricos. Fica fácil para quem tem no final do mês um gordo salário pago pelo erário dizer que ‘talvez seja necessário parar o país para combater a corrupção'”, escreve Romanelli.

Leia a íntegra:

A saga da destruição da economia continua ... 

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