3 de fevereiro de 2019
por Esmael Morais
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Cresce em 300% o número de escolarizados que desistem de procurar emprego

Dilma Rousseff no pleno emprego.

Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cresceu em 300% o número de desalentados no país desde 2014, entre pessoas escolarizadas. Ou seja, aquele indivíduo que desistiu de procurar emprego em virtude da recessão econômica. ... 

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28 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Emprego precarizado cresce e desalento atinge 4,7% milhões, aponta números do IBGE

Emprego precarizado cresce e desalento atinge 4,7% milhões, aponta números do IBGE


Os números apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para um leve recuo na taxa oficial de desemprego para 11,6% no trimestre encerrado em novembro ante 12,1% em agosto e 12% em igual período do ano passado. A estimativa é de 12,206 milhões de desempregados, 501 mil a menos no trimestre (-3,9%) e 364 mil a menos em 12 meses (-2,9%). O dado estatístico é positivo, mas o mercado de trabalho tem, basicamente, criado vagas entre trabalhadores sem carteira e por conta própria, precarizando as condições gerais da renda e a qualidade de vida da população economicamente ativa.

De agosto para novembro, o país tem 1,108 milhão de ocupados a mais (alta de 1,2%), em um total de 93,189 milhões. Mas, dessas vagas criadas, nenhuma é com carteira assinada. Já o emprego sem carteira cresceu 4,5%, com acréscimo de 498 mil. E há mais 528 mil trabalhadores por conta própria (2,3%).

Isso se repete na comparação anual. Em relação a novembro de 2017, são mais 1,241 milhão de ocupados (1,3%). Nesse intervalo, o país perde 256 mil empregos com carteira no setor privado (-0,8%) e ganha 522 mil (4,7%). São mais 771 mil por conta própria (3,3%).

A chamada taxa de subutilização da força de trabalho, que inclui pessoas que gostariam de trabalhar mais, porém não conseguem, passou de 24,4% para 23,9% no trimestre, ainda acima de 2017 (23,7%). A população subutilizada foi estimada em 27 milhões, 478 mil a menos no trimestre (-1,7%) e 486 mil a mais em um ano (1,8%).

O número de pessoas desalentadas, que desistiram de procurar trabalho, é estimado em 4,7 milhões, 9,9% a mais do que no ano passado (4,3 milhões). No trimestre, houve estabilidade.

Comércio, construção e administração pública cresceram no trimestre. A indústria fechou vagas, inclusive na comparação anual.

Estimado em R$ 2.238, o rendimento médio não teve variação considerada significativa pelo IBGE. Isso acontece também com a massa de rendimentos, calculada em R$ 203,5 bilhões.

*Com informações da RBA Leia mais

28 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
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Temer deixa 27 milhões de subutilizados como herança maldita

Michel Temer deixará o país na semana que vem com uma diabólica taxa de desemprego e, o que é pior, com 27 milhões de subutilizados. Por exemplo, o engenheiro que não conseguiu emprego na área virou motorista de aplicativo (UBER, 99, dentre outros).

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, a taxa de desemprego recuou para 11,6% no trimestre, mas ainda continua diabolicamente alta.

Se recuou a taxa de desemprego — de 12,1% do trimestre anterior para 11,6% — é porque aumentou o número de desalentados, isto é, pessoas que desistiram de procurar emprego. Agora são 4,7 milhões de desalentados ante 4,3 milhões em novembro de 2017.

No balanço geral, a situação piorou para os trabalhadores porque houve aumento da informalidade. Também não é nada boa a situação para a previdência, haja vista a perda de arrecadação.

Resumo da ópera: Temer produziu um inédito perde-perde; perde o trabalhador, mas perde também o Estado que não arrancada.

Se há dois perdedores, por óbvio, existe um ganhador a curto prazo. Fatura um doce quer responder o explorador de mão de obra barata, que muitos gostam de chamar de “empreendedor”. Leia mais

26 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Eleitor mostra “arrependimento” depois de reeleger Beto Richa

richa_arrependimento.jpgReeleito no primeiro turno com 55,67% dos votos válidos na eleição de 5 de outubro, o governador Beto Richa (PSDB) terminará o mandato em 31 de dezembro e iniciará o segundo em 1!º de janeiro, em menos de uma semana, sob os signos da desconfiança e da desaprovação dos paranaenses.

Enquete realizada pelo Blog do Esmael entre os últimos dias 22 e 24 mostra que nada mais nada menos

73% reprovam a administração do governador tucano ... 

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