Ao vivo: Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Soberania

Gleisi Hoffmann: Um ano sem CLT; menos direitos, menos empregos

Gleisi: “É crime atrelar os preços dos combustíveis no Brasil ao dólar”

Coluna da Gleisi Hoffmann: Eleições, alianças e o PT

gleisi
Em sua coluna semanal, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) fala sobre o atual momento político brasileiro e sobre o antipetismo em que tudo de ruim na política e na vida nacional vem sido atribuído como culpa do PT. Gleisi se lembra das diversas realizações, principalmente na área social dos governos do PT. Aborda também as eleições que se aproximam e das alianças que seu partido pode fazer, citando o caso de Curitiba, que o prefeito Gustavo Fruet (PDT) não manifesta intenção de prosseguir com a aliança que o elegeu. Leia, ouça, comente e compartilhe. 

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Gleisi Hoffmann*

Tem sido lugar comum criticar o PT, e até odiá-lo neste momento. Recaem sobre o partido todas as mazelas da política brasileira. Seus filiados e dirigentes são taxados de corruptos e incompetentes. Parece que, para melhorar o Brasil, o PT tem de ser dizimado, destruído.

É fato que como organização humana o PT falhou e cometeu muitos erros, mas só quem desconhece a história, ou quer esquecê-la, coloca em sua conta a falência da política.

Maria Rita Loureiro, socióloga e professora da área de Administração Pública e Governo da FGV/SP, fez um belo artigo para a revista Carta Maior, falando da deslegitimação recorrente de governos populares na história brasileira.

Com essa campanha sistemática contra o PT, no entender de Maria Rita, “procura-se destruir o único partido político de base popular que assumiu o poder nesse país e que ousou realizar, ainda que de forma muito tímida, políticas de redução de suas seculares desigualdades sociais”.

Quais foram os governos, ao longo de nossa história, que garantiram poder de compra e aumento real do salário mínimo?! Que fizeram políticas para combater a pobreza estrutural do país, possibilitando a primeira geração sem fome no Brasil?! Que apresentaram um programa de habitação popular beneficiando milhões de famílias?! Que construíram tantas universidades públicas, escolas técnicas e creches?! Que fizeram programas de acesso ao ensino superior para os mais pobres?! Que criaram farmácias populares e distribuíram remédios gratuitamente?! Que viabilizaram milhares de médicos para atender a população pobre do Brasil?! Que aumentaram e baratearam o crédito e o acesso aos bens?!  Poderíamos citar tantas outras melhorias. E, com certeza, apesar dos erros e desvios, não é o que patrocinou a maior corrupção de nossa história.

Blog do Esmael transmite ao vivo na quinta-feira manifestação pró-Dilma

Manifestação anti-Aécio Neves ocorrerá quinta-feira (20) em várias capitais do país e, no Paraná, em dezenas de cidades; movimentos sociais querem iniciar contraponto ao avanço da direita que defende golpe contra Dilma e o PT; Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, transmite protesto ao vivo, desde Curitiba, para o Brasil e o mundo a partir das 11 horas.
Manifestação anti-Aécio Neves ocorrerá quinta-feira (20) em várias capitais do país e, no Paraná, em dezenas de cidades; movimentos sociais querem iniciar contraponto ao avanço da direita que defende golpe contra Dilma e o PT; Blog do Esmael, em parceria com a TV 15, transmite protesto ao vivo, desde Curitiba, para o Brasil e o mundo a partir das 11 horas.
Os movimentos sociais do Paraná e do Brasil estarão nas ruas nesta quinta-feira (20) na luta por direitos, liberdade e democracia, contra o golpismo tucano. O ato em Curitiba será na Praça Santos Andrade com a concentração marcada para 11 horas. Diversas cidades do interior estado realizarão manifestações semelhantes.

O Blog do Esmael transmitirá ao vivo a mobilização na capital paranaense em parceria com a TV 15.

As manifestações pró-Dilma Rousseff serão comentadas pelos senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), que intervirão de Brasília, assim como o deputado federal Fernando Francischini (SD).

Nos estúdios da TV 15, em Curitiba, com mediação do repórter César Setti, estarão Murilo Hidalgo, presidente da Paraná Pesquisas; deputado Requião Filho (PMDB); Ricardo Mac Donald, secretário Municipal de Governo de Curitiba; e este editor.

No último domingo (16), o Blog do Esmael e a TV 15 transmitiram ao vivo para o Brasil e o mundo os protestos organizados pelo PSDB contra Dilma e o PT.

Participam da mobilização de quinta entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), as centrais sindicais (CUT, CTB, Intersindical), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), União Brasileira de Mulheres (UBM), União Paranaense dos Estudantes (UPE), União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), entre outras.

Coluna da Gleisi Hoffmann: “Andar de cima” tem de dar contribuição ao ajuste

bancos
Em sua coluna desta segunda-feira, a senadora Gleisi Hoffmann fala sobre o lucro dos bancos e sobre a necessidade das instituições financeiras contribuírem mais com o ajuste fiscal para o país superar a crise econômica.  A senadora do PT defende a aprovação da Medida Provisória que aumenta o imposto sobre o lucro dos bancos de 15% para 20%. Leia, ouça, comente e compartilhe.

Gleisi Hoffmann*

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Apesar dos nossos avanços sociais nos últimos anos, que não são poucos, o Brasil ainda é um dos países que apresenta a maior diferença de renda entre os mais ricos e os mais pobres. Uma das causas principais desse resultado é a baixa tributação da parte mais rica da população, que vive da renda do capital (juros, lucros, dividendos) e não da renda do trabalho. Esta é mais tributada no nosso país.

Essa situação nada tem a ver com questões meramente econômicas, mas sim com decisões políticas tomadas ao longo da nossa história. Como diz Thomas Piketti em seu Capital no século XXI “A história das desigualdades é moldada pela forma como os atores políticos, sociais e econômicos, enxergam o que é justo e o que não é… Ou seja, ela é fruto da combinação de forças de todos os atores envolvidos”.

Temos a chance, agora, de começar a mudar essa situação. Nessa semana discutiremos, no Congresso, a Medida Provisória que aumenta o imposto sobre o lucro dos bancos. Enviada pela presidenta Dilma, a MP propõe aumentar a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido dos bancos de 15% para 20%. Faz parte do pacote de ajuste fiscal, e visa buscar a contribuição do “andar de cima” para enfrentarmos a crise.

Como relatora da Medida, apresentei duas grandes mudanças ao texto. Passo a CSLL dos bancos para 23%, baixando para 17% para as cooperativas de crédito, e proponho a redução gradual, para o fim em três anos, do chamado Juros sobre Capital Próprio, uma espécie de benefício tributário para reduzir o Imposto de Renda das grandes empresas no Brasil. Uma jabuticaba tributária que só existe aqui.

Os bancos tiveram, no primeiro trimestre deste ano, lucros elevados, apesar das dificuldades econômicas por que passa o país. Obviamente que a absurda taxa de juros básica de 14,25% contribuiu para isso. Nada mais justo que com esta lucratividade deem uma contribuição maior para a sociedade brasileira.

Brasil cria 101,4 mil novos empregos em agosto. Que crise?

do Brasil 247

País gerou 101.425 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado; destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil vagas no período, seguido por comércio, responsável por 40,6 mil empregos; de janeiro a agosto, o número de empregos formais criados no País foi de 751,5 mil; dados foram divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Emprego e fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado); emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.
País gerou 101.425 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado; destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil vagas no período, seguido por comércio, responsável por 40,6 mil empregos; de janeiro a agosto, o número de empregos formais criados no País foi de 751,5 mil; dados foram divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho e Emprego e fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado); emprego é uma das principais armas da campanha da presidente Dilma, que vem alertando sobre o risco de redução na criação de vagas com a proposta de autonomia do Banco Central.
O Brasil criou em agosto 101.425 vagas formais de emprego, anunciou o Ministério do Trabalho e Emprego na tarde desta quinta-feira 11. De janeiro a agosto, o número de empregos formais foi de 751,5 mil.

O destaque ficou para o setor de serviços, que criou 71,3 mil postos de trabalho no período. O setor de comércio, responsável por 40,6 mil empregos com carteira assinada no mês, ficou em segundo lugar.

Os dados fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregado) e foram divulgados na tarde desta quinta-feira 11 pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Geração de empregos no governo Dilma supera 5 mi de postos, diz Caged

do Brasil 247

Com o resultado de maio, quando foram gerados pouco mais de 58 mil postos de trabalho, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira, geração de empregos formais durante o governo da presidente Dilma Rousseff supera a marca de 5 milhões; entre janeiro de 2011 e maio de 2014, houve crescimento de 11,47% na geração de postos formais de trabalho alcançando 5.052.710 empregos criados, média mensal de 123.237 vagas; ministro do Trabalho, Manoel Dias destacou a trajetória positiva do Brasil no cenário mundial: "Mesmo com a falta de empregos no mundo, o Brasil continua sua trajetória positiva de geração de postos de trabalho".
Com o resultado de maio, quando foram gerados pouco mais de 58 mil postos de trabalho, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira, geração de empregos formais durante o governo da presidente Dilma Rousseff supera a marca de 5 milhões; entre janeiro de 2011 e maio de 2014, houve crescimento de 11,47% na geração de postos formais de trabalho alcançando 5.052.710 empregos criados, média mensal de 123.237 vagas; ministro do Trabalho, Manoel Dias destacou a trajetória positiva do Brasil no cenário mundial: “Mesmo com a falta de empregos no mundo, o Brasil continua sua trajetória positiva de geração de postos de trabalho”.
O destaque para a geração de empregos formais no mês de maio, segundo dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira 24, foi para a maior baixa para o período em 22 anos. Com os números, no entanto, chega-se à  seguinte soma: durante o governo da presidente Dilma Rousseff, a geração de empregos formais no País superou a marca de 5 milhões, um crescimento de 11,47% na criação de postos de trabalho entre 2011 e 2014. O número significa ainda que foram criados, por mês, uma média de 123.237 vagas com carteira assinada. Como destacou o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o Brasil mantém uma trajetória positiva, “mesmo com a falta de empregos no mundo”.

Veja abaixo dados publicados pelo Blog do Planalto após a divulgação dos números de maio do Caged: