Obama, Bush e Clinton querem se vacinar em público enquanto Bolsonaro não quer obrigatoriedade da vacina

Os ex-presidentes americanos Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton se ofereceram para encabeçar campanha de vacinação contra a Covid-19, assim que um imunizante estiver aprovado pela FDA (agência de saúde norte-americana). A ideia é encorajar os americanos a aderirem à campanha nacional de vacinação enquanto o presidente Jair Bolsonaro, no Brasil, desencoraja a … Read more

Sanders vai para o ‘tudo ou nada’ com Biden no debate de domingo

É inegável a virada de Joe Biden nas primárias do Partido Democrata. Nesta terça-feira (10) ele sagrou-se vencedor em ao menos quatro estados: Michigan, Missouri, Mississippi e Idaho. Em uma das unidades dos Estados Unidos –Washington– ainda não tem a apuração dos votos concluída por causa do fuso horário. Com o apoio de Barack Obama, … Read more

Oscar 2020: American Factory leva o prêmio de melhor documentário

O longa-metragem American Factory (Indústria Americana), produção do casal Michele e Barack Obama, levou o prêmio de melhor documentário no Oscar de 2020. Embora tenha sido bem recebido na Academia, ‘Democracia em Vertigem’ de Petra Costa sucumbiu diante do império e da indústria cinematográfica americana. O documentário dos Obama faz uma fusão de dois filmes. … Read more

Fomos a Cuba, mas já voltamos!

O Blog do Esmael ficou praticamente o dia fora de combate em virtude de sistemáticos ataques. Aproveitamos esse hiato para irmos a Cuba, onde nos encontramos com o companheiro Barack Obama. Para comemorarmos a volta, coxinhas e pão com mortadela. Segue o baile.

O que explica o golpismo? à‰ apenas o ano de 2026

via Brasil 247

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Por que será que, de repente, depois de o próprio candidato derrotado Aécio Neves (PSDB-MG) ter aceito o resultado das urnas, pregado união e desejado boa sorte à  presidente reeleita Dilma Rousseff, seu partido partiu para o mais escancarado golpismo, colocando em xeque o sistema eleitoral brasileiro, que é reconhecido no mundo inteiro?

A resposta parece ser 2026. Sim, antes disso, parecem remotas as possibilidades de que o PSDB, ou a centro-direita, retorne ao poder no Brasil. Eis os motivos:

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Putin desafia EUA e assina decreto iniciando anexação da Crimeia à  Rússia

Medida foi anunciada hoje após a realização, no domingo, de um referendo em que 97% dos eleitores da Crimeia declararam ser a favor de voltar para o domínio russo, depois de 60 anos como parte da Ucrânia; Putin também afirmou que o novo regime ucraniano abriu as portas para neonazistas; Estados Unidos e parte da Europa condenam procedimentos que levarão à  anexação do território à  Rússia.
Medida foi anunciada hoje após a realização, no domingo, de um referendo em que 97% dos eleitores da Crimeia declararam ser a favor de voltar para o domínio russo, depois de 60 anos como parte da Ucrânia; Putin também afirmou que o novo regime ucraniano abriu as portas para neonazistas; Estados Unidos e parte da Europa condenam procedimentos que levarão à  anexação do território à  Rússia.
MOSCOU, 18 Mar (Reuters), via 247 Em desafio aos protestos na Ucrânia e à s sanções do Ocidente, o presidente russo, Vladimir Putin, disse nesta terça-feira ao Parlamento que a Rússia vai seguir adiante com os procedimentos para anexar a região da Crimeia.

Putin assinou um decreto “para aprovar o projeto de tratado entre a Federação Russa e a República da Crimeia sobre a adoção da República da Crimeia pela Federação Russa”. O decreto indica que o presidente vai assinar um tratado com o líder crimeano apontado por Moscou, que está na capital russa para solicitar a incorporação, mas o documento não tem detalhes.

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Decreto de Putin torna Crimeia um Estado soberano. E agora Obama?

do Brasil 247 O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou um decreto nesta segunda-feira reconhecendo a região ucraniana da Crimeia como um Estado soberano, disseram agências de notícias russas, citando o serviço de imprensa do Kremlin. O reconhecimento oficial acontece um dia depois de a maioria da população da Crimeia ter decidio em referendo pela … Read more

Perdeu feio, Obama: 95% da Crimeia vota pela Rússia

do Brasil 247

Com 50% dos votos apurados no referendo deste domingo (16), o governo anunciou oficialmente que 95,5% dos eleitores da Crimeia decidiram pela anexação do território à  Rússia; Barack Obama sofre derrota fragorosa em sua incursão no Leste Europeu e Vladimir Putin sai vitorioso do jogo de xadrez; sanções que serão aplicadas à  Rússia não mudam a realidade: há uma nova ordem geopolítica global; secretário de Estado, John Kerry, diz que não aceita o resultado; choro de perdedor, portanto.
Com 50% dos votos apurados no referendo deste domingo (16), o governo anunciou oficialmente que 95,5% dos eleitores da Crimeia decidiram pela anexação do território à  Rússia; Barack Obama sofre derrota fragorosa em sua incursão no Leste Europeu e Vladimir Putin sai vitorioso do jogo de xadrez; sanções que serão aplicadas à  Rússia não mudam a realidade: há uma nova ordem geopolítica global; secretário de Estado, John Kerry, diz que não aceita o resultado; choro de perdedor, portanto.
Acaba de sair a primeira pesquisa sobre o referendo deste domingo na Crimeia. Nada menos que 95% da população votou pela anexação à  Rússia (leia mais no site Russian Times).

A vitória da Rússia revela ao mundo uma nova ordem geopolítica global, que substitui a chamada Pax Americana (leia mais aqui).

Nesta segunda, começarão a ser aplicadas sanções à  Rússia, mas nada que altere a realidade. Barack Obama perdeu, Vladimir Putin venceu.

Em crise econômica e com a participação de grupos nazistas, o governo golpista da Ucrânia tende a perder apoio popular a partir de agora.

Nos Estados Unidos, o secretário de Estado, John Kerry, disse que não aceita o resultado. Choro de perdedor.

Leia, abaixo, reportagem da Reuters sobre isso:

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Nova ordem mundial: anexação da Crimeia à  Rússia deve ter apoio de 70%; guerra ou paz?

do Brasil 247

Referendo está sendo realizado neste domingo com a presença de observadores de diversos países; uma pesquisa realizada pelo instituto GfK aponta que 70% são favoráveis à  anexação da Crimeia, enquanto 11% defendem que o país, que declarou sua independência, volte a ser parte da Ucrânia; vitória da Rússia marca o início de uma nova ordem mundial, em que a hegemonia norte-americana não se faz mais presente; resolução da ONU contra o referendo foi vetada ontem pela Rússia; vem aí um período de guerra ou de paz?
Referendo está sendo realizado neste domingo com a presença de observadores de diversos países; uma pesquisa realizada pelo instituto GfK aponta que 70% são favoráveis à  anexação da Crimeia, enquanto 11% defendem que o país, que declarou sua independência, volte a ser parte da Ucrânia; vitória da Rússia marca o início de uma nova ordem mundial, em que a hegemonia norte-americana não se faz mais presente; resolução da ONU contra o referendo foi vetada ontem pela Rússia; vem aí um período de guerra ou de paz?
Como previsto, a população da Crimeia deve aprovar, neste domingo, sua anexação à  Rússia. O referendo teve início à s 2h de Brasília e será encerrado à s 14h, quando já será noite na região.

Ao todo, as urnas estão abertas em 27 unidades regionais e uma pesquisa do instituto GfK aponta que 70% da população deve votar a favor da anexação à  Rússia e apenas 11% pela volta à  Ucrânia !“ na semana passada, o parlamento aprovou uma declaração de independência.

Muitos votaram já nas primeiras hora do dia e registros de pessoas que acompanham a votação apontam para uma vitória tranquila da proposta de anexação !“ bandeiras russas também dominam a paisagem das principais cidades da Crimeia, como Sebastopol e Simferopol.

A votação é acompanhada por observadores de diversos países. Seus resultados não serão reconhecidos pela União Europeia e pelos Estados Unidos, mas isso não fará diferença. A partir deste domingo, a Crimeia será parte da Rússia e uma resolução da ONU contra o referendo também foi vetada pelos russos (leia mais aqui sobre o nascimento de uma nova ordem mundial).

Leia, abaixo, o noticiário da Reuters a respeito do referendo:

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EUA estão preparados para castigar a Venezuela, ameaça Kerry

do Opera Mundi

O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, afirmou nesta quarta que confia na "pressão de outros no continente" para que proposta norte-americana de diálogo seja aceita por Nicolás Maduro; caso contrário, ameaça, os EUA estão preparados para aplicar sanções contra Venezuela; por sua vez, Maduro, na estreia de seu programa de rádio Em contato com Maduro! rechaçou as declarações do vice-presidente norte-americano Joe Biden; "O que fariam os EUA, o que aconteceria nos EUA se algum grupo dissesse que vai incendiar os EUA para que Obama saia, para que renuncie, para mudar o governo constitucional dos EUA. Seguramente o Estado reagiria, utilizaria toda a força da lei para restabelecer a ordem", disse o presidente venezuelano, em entrevista à  CNN.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, afirmou nesta quarta que confia na “pressão de outros no continente” para que proposta norte-americana de diálogo seja aceita por Nicolás Maduro; caso contrário, ameaça, os EUA estão preparados para aplicar sanções contra Venezuela; por sua vez, Maduro, na estreia de seu programa de rádio Em contato com Maduro! rechaçou as declarações do vice-presidente norte-americano Joe Biden; “O que fariam os EUA, o que aconteceria nos EUA se algum grupo dissesse que vai incendiar os EUA para que Obama saia, para que renuncie, para mudar o governo constitucional dos EUA. Seguramente o Estado reagiria, utilizaria toda a força da lei para restabelecer a ordem”, disse o presidente venezuelano, em entrevista à  CNN.
Ignorando as iniciativas de diálogo iniciadas pelo governo de Nicolás Maduro no âmbito da eclosão de protestos no país !“ como a conferência de paz e a nomeação de um embaixador para Washington !“, o secretário de Estado dos Estados, John Kerry, afirmou nesta quarta-feira (12/03) que cogita a opção de aplicar sanções à  Venezuela ou invocar a Carta Democrática Interamericana da OEA (Organização das Nações Unidas). Porém, disse, confia que outros países da região podem influenciar para que o diálogo avance.

Em 26 de fevereiro, Kerry havia dito que a tensão nas relações com a Venezuela já duraram demais! e que o governo dos EUA estava preparado! para mudá-las.

Estamos preparados, se é necessário, para invocar a Carta Democrática (…) e nos envolvermos de várias formas, com sanções ou de outra forma, mas a economia [venezuelana] já é bastante frágil!, falou hoje em audiência do Comitê de Gastos da Câmara de Representantes norte-americana. “Por isso, nossa esperança está no esforço de outros países vizinhos, que estão profundamente preocupados, que tenham a capacidade de estimular o diálogo!, acrescentou.

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Rússia x Ucrânia: Putin ameniza tensão, mas não descarta guerra

Vladimir Soldatkin e Alissa de Carbonnel, via Brasil 247

Presidente russo disse que a Rússia só usará a força militar na Ucrânia como último recurso, em aparente tentativa de acalmar relações com o Ocidente e com os mercados financeiros; no entanto, se reservou o direito de usar todas as opções para proteger seus compatriotas que estão vivendo em "terror", após o que chama de "golpe anti-constitucional e tomada do poder pelas armas"; por trás de suas ações existe o interesse em preservar a base de sua frota do Mar Negro, em Sebastopol, na Crimeia; Europa julga crise a maior já vivida no século XXI.
Presidente russo disse que a Rússia só usará a força militar na Ucrânia como último recurso, em aparente tentativa de acalmar relações com o Ocidente e com os mercados financeiros; no entanto, se reservou o direito de usar todas as opções para proteger seus compatriotas que estão vivendo em “terror”, após o que chama de “golpe anti-constitucional e tomada do poder pelas armas”; por trás de suas ações existe o interesse em preservar a base de sua frota do Mar Negro, em Sebastopol, na Crimeia; Europa julga crise a maior já vivida no século XXI.
MOSCOU/KERCH, Ucrânia, 4 Mar (Reuters) – O presidente Vladimir Putin disse nesta terça-feira que a Rússia só usará a força militar na Ucrânia como último recurso, em comentários cujo objetivo aparente é acalmar as tensões entre Ocidente e Oriente causadas pelo temor de uma guerra na ex-república soviética.

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Ex-agente que denunciou espionagem de Obama contra Dilma pede asilo ao Brasil

da Opera Mundi

Em carta, Snowden sinaliza que gostaria de morar no Brasil; ex-agente da CIA promete ajudar Brasil em investigações sobre espionagens ilegais dos EUA; nesta terça, no Senado, os presidentes das comissões de Assuntos Econômicos (CAE), Lindbergh Farias (PT-RJ), e de Relações Exteriores (CRE) do Senado, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), defenderam a concessão de asilo político ao norte-americano.
Em carta, Snowden sinaliza que gostaria de morar no Brasil; ex-agente da CIA promete ajudar Brasil em investigações sobre espionagens ilegais dos EUA; nesta terça, no Senado, os presidentes das comissões de Assuntos Econômicos (CAE), (PT-RJ), e de Relações Exteriores (CRE) do Senado, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), defenderam a concessão de asilo político ao norte-americano.
O ex-agente norte-americano Edward Snowden escreveu uma “carta aberta ao povo brasileiro” em que promete ajudar o país na investigação sobre o escândalo de espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos). Desde junho, Snowden tem revelado parte dos programas da agência, que incluem uma coleta massiva de informações sem autorização judicial, incluindo o monitoramento de telefonemas e e-mails de líderes mundiais como a presidente Dilma Rousseff e alguns de seus assessores, e de empresas como a Petrobras.

A carta foi publicada na edição desta terça-feira (17/12) do jornal Folha de S.Paulo e, embora Snowden não mencione diretamente, dá a entender que pede asilo político permanente em troca da ajuda. Segundo o jornal, a promessa será enviada a autoridades brasileiras e fará parte de uma campanha online em um site especializado em petições. Essa campanha será liderada pelo brasileiro David Miranda, namorado de Glenn Greenwald, o jornalista norte-americano que recebeu parte das informações de Snowden e revelou o esquema de espionagem ao mundo.

“Esses programas nunca foram motivados pela luta contra o terrorismo: são motivados por espionagem econômica, controle social e manipulação diplomática. Pela busca de poder”, diz Snowden na carta, alertando para o fato que a espionagem sem critério “ameaça tornar-se o maior desafio aos direitos humanos de nossos tempos”.

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Folha deu a Obama o álibi que os EUA buscavam; regulação da mídia já

do Brasil 247

"Todo mundo espiona", diz a manchete do Uol, portal do grupo Folha; "Não há virgens nesse negócio", ironiza o texto; com uma reportagem sobre "espionagem" da Abin, a Folha de S.Paulo conseguiu avacalhar o esforço do Brasil em liderar, ao lado da Alemanha, uma iniciativa contra os grampos indiscriminados dos Estados Unidos; jornal que se diz "a serviço do Brasil" trabalhou contra; é por essas e por outras que se faz necessário regular a mídia neste país, que proíba a propriedade privada e o monopólio da comunicação; a concentração da velha mídia ajuda a difundir desserviço à  Nação.
“Todo mundo espiona”, diz a manchete do Uol, portal do grupo Folha; “Não há virgens nesse negócio”, ironiza o texto; com uma reportagem sobre “espionagem” da Abin, a Folha de S.Paulo conseguiu avacalhar o esforço do Brasil em liderar, ao lado da Alemanha, uma iniciativa contra os grampos indiscriminados dos Estados Unidos; jornal que se diz “a serviço do Brasil” trabalhou contra; é por essas e por outras que se faz necessário regular a mídia neste país, que proíba a propriedade privada e o monopólio da comunicação; a concentração da velha mídia ajuda a difundir desserviço à  Nação.
A tentativa do Brasil de liderar uma ação mundial para conter a espionagem em larga escala praticada pelos Estados Unidos, ao lado da Alemanha, se tornou motivo de piada entre diplomatas norte-americanos desde a comparação feita pela Folha com casos praticados pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), em 2003.

“Apesar da diferença de escala e cenário, está confirmado que todo mundo se espiona”, dizem diplomatas do Departamento de Estado e altos funcionários na Casa Branca, segundo manchete do Uol. “Não há virgens nesse negócio”, ironizam.

Recentemente, a presidente Dilma Rousseff ganhou destaque no cenário internacional ao pedir em assembleia da ONU uma regulação da internet em referência clara aos abusos praticados pelo sistema Big Brother Obama. A Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, a NSA, vigiou cidadãos e governos de países como Brasil, México, França, Espanha e Alemanha. Em solo brasileiro, interceptou conversas de gabinete da presidente Dilma Rousseff e quebrou o sigilo da Petrobras.

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Dilma obriga uso de e-mail brasileiro contra espionagem de Obama

da Agência Brasil

Contra espionagem norte-americana, Dilma publica no Diário Oficial da União, desta terça (5), obrigando o serviço público utilizar e-mail verde-amarelo desenvolvido pelo Serpro; medida ocorre depois de revelação que espiões de Obama monitoravam mensagens da presidenta da República e da Petrobras; ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, diz que, além de a substituição de software da Microsoft pelo Expresso resultará em economia aos cofres públicos, evitará que Obama bisbilhote as mensagens estratégicas do governo; será?
Contra espionagem norte-americana, Dilma publica no Diário Oficial da União, desta terça (5), obrigando o serviço público utilizar e-mail verde-amarelo desenvolvido pelo Serpro; medida ocorre depois de revelação que espiões de Obama monitoravam mensagens da presidenta da República e da Petrobras; ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, diz que, além de a substituição de software da Microsoft pelo Expresso resultará em economia aos cofres públicos, evitará que Obama bisbilhote as mensagens estratégicas do governo; será?
Decreto publicado na edição de hoje (5) do Diário Oficial da União determina que os serviços de telecomunicações e de tecnologia da informação de órgãos ligados à  administração pública federal direta, autárquica e fundacional ocorram por meio de redes e serviços fornecido por órgãos ou entidades da própria administração pública federal.

A iniciativa, que abrange também empresas públicas e sociedades de economia mista da União e subsidiárias, tem como objetivo evitar o acesso a informações estratégicas por terceiros. A medida entra em vigor em 120 dias, mas a partir de hoje, com a publicação do decreto, já está autorizada a dispensa de licitação desses serviços nas contratações que possam comprometer a segurança nacional.

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Espionagem: Aliada ao Brasil, Alemanha pode dar asilo a Snowden

do Brasil 247

Mais do que simplesmente publicar seu manifesto, a revista Der Spiegel, a mais importante da Alemanha, tomou uma posição: defendeu que a chanceler à‚ngela Merkel conceda asilo diplomático a Edward Snowden, para que seja possível protegê-lo, mas também conhecer a fundo os detalhes da espionagem; em julho deste ano, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) defendeu que o Brasil fizesse o mesmo, mas o Itamaraty preferiu manter distância dessa hipótese; Dilma e Merkel apresentarão resolução conjunta nas Nações Unidas.
Mais do que simplesmente publicar seu manifesto, a revista Der Spiegel, a mais importante da Alemanha, tomou uma posição: defendeu que a chanceler à‚ngela Merkel conceda asilo diplomático a Edward Snowden, para que seja possível protegê-lo, mas também conhecer a fundo os detalhes da espionagem; em julho deste ano, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) defendeu que o Brasil fizesse o mesmo, mas o Itamaraty preferiu manter distância dessa hipótese; Dilma e Merkel apresentarão resolução conjunta nas Nações Unidas.
A revista alemã Der Spiegel foi a publicação escolhida por Edward Snowden, técnico da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, a NSA, para publicar um manifesto onde afirma algo incontestável: dizer a verdade não pode ser considerado um crime (leia mais aqui).

No entanto, mais do que simplesmente publicar o texto de Snowden, enviado à  revista de forma criptografada, a Spiegel tomou uma posição editorial: defendeu, na capa, que a chanceler alemã Angela Merkel conceda o asilo diplomático a ele. Embora já tenha obtido esse benefício da Rússia, Snowden se adaptaria melhor à  Alemanha. Além disso, sua presença no país ajudaria a desvendar os segredos da espionagem norte-americana.

Caso Merkel tome essa decisão, ela poderá fazer por Snowden algo que esteve diante também do Brasil. Em julho deste ano, quando vieram à  tona as primeiras informações sobre a espionagem americana sobre o governo Dilma, alguns senadores defenderam que o Brasil lhe desse asilo diplomático.

“A reação mais lógica e mais séria em relação a essa história da espionagem americana seria imediatamente conceder asilo ao Snowden. E nós teríamos condição de saber, nós e o mundo, com mais seriedade e transparência, o que realmente significou a espionagem. O Snowden é um herói dos Estados Unidos. Amanhã ou depois, a história vai se lembrar do Snowden, e não do Obama, que foi quem acabou sendo responsável pela espionagem na internet no mundo inteiro. à‰ uma vergonha que alguns países latino-americanos tenham oferecido, e nós fiquemos enrolando esse assunto”, disse o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

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Angela Merkel diz a Obama que espionagem entre aliados é inaceitável

Da Agência Brasil*

Argumentando que a espionagem entre aliados é inaceitável e que a confiança deve ser restabelecida!, Angela Merkel informou que já teve oportunidade de dizer isso ao próprio presidente norte-americano, Barack Obama, ontem (23), em uma conversa por telefone.
Argumentando que a espionagem entre aliados é inaceitável e que a confiança deve ser restabelecida!, Angela Merkel informou que já teve oportunidade de dizer isso ao próprio presidente norte-americano, Barack Obama, ontem (23), em uma conversa por telefone.
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse hoje (24), em sua chegada a Bruxelas para a reunião do Conselho Europeu, que espionagem entre amigos é algo que não se faz!, referindo-se ás escutas de que teria sido alvo por parte dos serviços secretos dos Estados Unidos.

Argumentando que a espionagem entre aliados é inaceitável e que a confiança deve ser restabelecida!, Angela Merkel informou que já teve oportunidade de dizer isso ao próprio presidente norte-americano, Barack Obama, ontem (23), em uma conversa por telefone.

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EUA espionaram 70,3 milhões de conversas na França em apenas 30 dias

da à“pera Mundi

Governo francês pede explicações imediatas de Washington: inaceitável e chocante!, afirma Laurent Fabius, da chancelaria (Agência Efe).
Governo francês pede explicações imediatas de Washington: inaceitável e chocante!, afirma Laurent Fabius, da chancelaria (Agência Efe).
Inaceitável e chocante. Assim o chanceler francês, Laurent Fabius, definiu a informação que os Estados Unidos interceptaram 70,3 milhões de conversas emitidas na França em 30 dias — entre o final de 2012 e começo de 2013. A informação secreta vazada da NSA (sigla em inglês para Agência Nacional de Segurança) pelo ex-funcionário da CIA Edward Snowden foi divulgada nesta segunda-feira (21/10) pelo jornal Le Monde.

O governo francês, por meio do Ministério das Relações Exteriores, convocou o embaixador norte-americano no país, Charles Rivkin, para prestar esclarecimentos sobre o episódio minutos depois da publicação da notícia. Fabius disse que “essas informações chocantes demandam uma explicação das autoridades norte-americanas nas próximas horas”. “Eu imediatamente convoquei o embaixador dos EUA em nosso país. Esperamos Charles Rivkin ainda nesta manhã”, disse o chanceler.

As 70,3 milhões de intercepções aconteceram entre 10 de dezembro (2012) e 8 de janeiro. Os principais objetivos da NSA na França eram pessoas suspeitas de ter vínculos com atividades terroristas. No entanto, além de políticos e funcionários do governo, pessoas relacionadas com o mundo empresarial foram alvos da espionagem dos EUA.

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Dilma determina implantação do e-mail Made in Brazil

da Agência Brasil

Contra espionagem norte-americana, Dilma manda Serpro implantar serviço de e-mail verde-amarelo; medida ocorre depois de revelação que espiões de Obama monitoravam mensagens da presidenta da República e da Petrobras; na próxima segunda, 21, governo federal pretende leiloar pré-sal do Campo de Libra, na Bacia de Santos; violação de comunicação presidencial, pelos EUA, tinha como objetivo justamente o petróleo da estatal brasileira.
Contra espionagem norte-americana, Dilma manda Serpro implantar serviço de e-mail verde-amarelo; medida ocorre depois de revelação que espiões de Obama monitoravam mensagens da presidenta da República e da Petrobras; na próxima segunda, 21, governo federal pretende leiloar pré-sal do Campo de Libra, na Bacia de Santos; violação de comunicação presidencial, pelos EUA, tinha como objetivo justamente o petróleo da estatal brasileira.
A presidenta Dilma Rousseff informou, em sua conta no Twitter, que determinou ao Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) a implantação de um sistema de correio eletrônico que proteja as mensagens oficiais.

“Determinei ao Serpro a implantação de sistema seguro de e-mails em todo o governo federal. Esta é a primeira medida para ampliar a privacidade e a inviolabilidade de mensagens oficiais. à‰ preciso mais segurança nas mensagens para prevenir possível espionagem”, tuitou a presidenta em três mensagens no microblog.

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Requião: venda de Libra é pior que espionagem

do Brasil 247

Dossiê apresentado pelo senador do PMDB-PR à  Presidência, ao Ministério Público e ao TCU diz que desistência da BP e da Exxon no leilão é apenas fachada já que ainda participam através de subsidiárias e que foi uma estratégia para forçar o governo do Brasil a facilitar ainda mais os editais; parlamentar denuncia ainda que software da empresa de Dick Cheney, ex-vice presidente dos EUA nos governos Bush, para gestão de dados dos campos de petróleo do Brasil permite vantagem aos americanos; peemedebista tenta viabilizar candidatura ao governo do Paraná com um discurso nacionalista.
Dossiê apresentado pelo senador do PMDB-PR à  Presidência, ao Ministério Público e ao TCU diz que desistência da BP e da Exxon no leilão é apenas fachada já que ainda participam através de subsidiárias e que foi uma estratégia para forçar o governo do Brasil a facilitar ainda mais os editais; parlamentar denuncia ainda que software da empresa de Dick Cheney, ex-vice presidente dos EUA nos governos Bush, para gestão de dados dos campos de petróleo do Brasil permite vantagem aos americanos; peemedebista tenta viabilizar candidatura ao governo do Paraná com um discurso nacionalista.
O senador Roberto Requião (PMDB-PR) encaminhou na sexta-feira à  Presidência da República, ao MPF e ao TCU um dossiê que aponta irregularidades na Agência Nacional do Petróleo !“ ANP, especialmente no Edital do Leilão de áreas do Campo Petrolífero de Libra. O parlamentar tenta viabilizar sua candidatura ao governo do Paraná com um discurso nacionalista.

O texto composto de sete pontos diz que a agência está sendo usada para cometer vários atentados à  soberania nacional, dominada por dirigentes e funcionários instalados pelo genro de FHC, David Zylberstein.

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Dilma na ONU: “espionagem fere direitos humanos”

do Brasil 247

 Presidente abre pronunciamento na ONU batendo duro nos EUA; Dilma Rousseff classificou "espionagem" como "invasão de privacidde" e, nesta medida, ataque à  soberania nacional e aos direitos humanos; "Tecnologias de informação não podem ser o novo campo de luta entre os Estados", disse; "A ONU deve desempenhar uma ação de segurança para regular o papel dos Estados frente à  internet", acrescentou; Dilma anunciou que o "Brasil apresentará propostas para um novo marco civil da rede mundial, com mecanismos multilaterais para assegurar princípios bons"; presidente também pediu reforma na governança do FMI e da própria ONU; "à‰ preocupante a limitação do Conselho de Segurança", reafirmou; para ela, a Síria "é o maior desastre deste século: é preciso calar a voz das armas, não há saída militar"; "Abandono do multilateralismo é o prelúdio de guerras", acrescentou, em mais um recado a Barack Obama .
Presidente abre pronunciamento na ONU batendo duro nos EUA; Dilma Rousseff classificou “espionagem” como “invasão de privacidde” e, nesta medida, ataque à  soberania nacional e aos direitos humanos; “Tecnologias de informação não podem ser o novo campo de luta entre os Estados”, disse; “A ONU deve desempenhar uma ação de segurança para regular o papel dos Estados frente à  internet”, acrescentou; Dilma anunciou que o “Brasil apresentará propostas para um novo marco civil da rede mundial, com mecanismos multilaterais para assegurar princípios bons”; presidente também pediu reforma na governança do FMI e da própria ONU; “à‰ preocupante a limitação do Conselho de Segurança”, reafirmou; para ela, a Síria “é o maior desastre deste século: é preciso calar a voz das armas, não há saída militar”; “Abandono do multilateralismo é o prelúdio de guerras”, acrescentou, em mais um recado a Barack Obama .
A presidente Dilma Rousseff abriu seu pronunciamento na abertura da 68!ª Assembleia Geral da ONU batendo duro na espionagem praticada pelos Estados Unidos contra o governo brasileiro. Ele chamou o ato de “ataque à  soberania nacional e aos direitos humanos”. Dilma anunciou o que o Brasil está propondo a criação de “um mecanismo multilateral” de regulação democrática na internet, a fim de evitar novas invasões de privacidade. O discurso foi encerrado à s 11h08 (horário de Brasília).

Dilma lembrou que o Brasil vive em paz com seus vizinhos “há 140 anos” e que, por isso, não via motivos para sofrer qualquer tipo de desconfiança de países amigos. A presidente afirmou acreditar que as práticas de espionagem feitas pela governo americano, “não somente contra o Brasil”, podem ser financiadas por empresas privadas. Ela foi enfática na defesa da criação de “um mecanismo multilateral para controle da internet de maneira democrática”. E avisou que o Brasil tomará medidas próprias para se defender de nova tentativas de invasão de privacidade.

Na segunda parte de seu discurso, Dilma lembrou as conquistas sociais alcançadas pelo Brasil, por meio de uma política econômica pautada pelo objetivo do crescimento, continuam a avançar. Fez referência direta à s manifestações de junho, afirmando que ela própria cresceu em meio a lutas por conquistas democráticas. “As ruas são o nosso chão, a nossa base”.

Dilma tocou, ainda, na importância de uma “reforma na governança do FMI”, com maior presença de países emergentes, e na ampliação, até 2015, no Conselho de Segurança da ONU. “O abandono do multilateralismo é o prelúdio de guerras”, disse ela, defendendo a ampliação do Conselho.

A questão da Síria foi abordada na parte final do pronunciamento. “Não há solução militar possível”, cravou. “A saída é a negociação”. Dilma classificou a guerra na Síria como a maior tragédia humana “deste século”.

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Dilma discursa hoje pela terceira vez na abertura da Assembleia Geral da ONU

via Blog do Planalto

Nas edições de 2011 e 2012 da Assembleia Geral da ONU, Dilma discursou acerca de temas econômicos; nesta terça, entretanto, a presidenta deverá abordar a espionagem e segurança na internet; governo e empresas brasileiros são bisbilhotados pelos norte-americanos, que querem levar vantagens comerciais.
Nas edições de 2011 e 2012 da Assembleia Geral da ONU, Dilma discursou acerca de temas econômicos; nesta terça, entretanto, a presidenta deverá abordar a espionagem e segurança na internet; governo e empresas brasileiros são bisbilhotados pelos norte-americanos, que querem levar vantagens comerciais.
Nesta terça-feira (24), a presidenta Dilma Rousseff discursa pela terceira vez na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Nos anos anteriores, em 2011 e 2012, Dilma chamou atenção para a crise econômica e defendeu a construção de um amplo pacto pela retomada do crescimento global. Mais que nunca, o destino do mundo está nas mãos de todos os seus governantes, sem exceção (!¦). Essa crise é séria demais para que seja administrada por uns poucos países!, frisou, no primeiro ano.

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Dilma: espionagem foi por “interesses econômicos”

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil, via Brasil 247

"Se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos", diz a presidente, em nota divulgada nesta tarde sobre a denúncia de que o sistema de computadores da Petrobras é monitorado pelos EUA; por isso, prossegue Dilma Rousseff, "o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas"; segundo ela, serão tomadas todas as medidas para proteger o País; leia nota.
“Se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos”, diz a presidente, em nota divulgada nesta tarde sobre a denúncia de que o sistema de computadores da Petrobras é monitorado pelos EUA; por isso, prossegue Dilma Rousseff, “o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas”; segundo ela, serão tomadas todas as medidas para proteger o País; leia nota.
Brasília !“ A presidenta Dilma Rousseff divulgou uma nota oficial nesta segunda-feira 9 dizendo que, se forem confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo das tentativas de violação e de espionagem de dados do Brasil, que agora têm como alvo a Petrobras, não é a segurança ou o combate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos.

“Sem dúvida, a Petrobras não representa ameaça à  segurança de qualquer país. Representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro”, disse.

Reportagem veiculada neste domingo 8 pelo programa Fantástico, da TV Globo, mostrou que documentos vazados pelo ex-consultor de informática Edward Snowden indicam que a rede privada de computadores da Petrobras foi monitorada pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA).

“Por isso, o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas, bem como exigir medidas concretas que afastem em definitivo a possibilidades de espionagem ofensiva aos direitos humanos, à  nossa soberania e aos nossos interesses econômicos”, diz a nota.

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